Fúria Sobre Rodas narra a saga de Milton (Nicolas Cage), um criminoso que sai da prisão para uma última chance de redenção. Milton tem a missão de impedir um culto de magia negra liderado por Jonas King (Billy Burke), que assassinou sua filha. Milton tem três dias para detê-los antes que também sacrifiquem seu neto em uma noite de lua cheia.
Pra quem acompanha as estréias da semana, deve lembrar que eu falei mal desse filme. É, eu estava enganado. O filme é ruim mas é bom. Ai você, leitor confuso, coça a cabeça e pensa: “WTF?” Ao que eu respondo: Leia a bagaça ae que eu explico. Ou não. continue lendo »
Ai ai, nada como uma boa polêmica para ressurgir das cinzas. Antes mesmo de sair do Bacon, eu já havia comprado (E jogado na gaveta) o filme nacional Do Começo ao Fim, do diretor Aloizio Abranches (Cujo trailer o Vassourada já tinha divulgado aqui). Quando quebrei o pé no mês passado, não teve jeito de adiar, ficava o dia inteiro com as pernas pro ar. Sem desculpas pra não assistir aos mil filmes que estavam lá pegando poeira, eu comecei a rezar o terço. E no meio disso, lá estava a história dos (Meio) irmãos assumidamente gays e… Incestuosos. É, incestuosos, cê leu certo sim. Para de ser franga e senta aí, vamos falar sério de homossexualismo (Esquece os paetês e as plumas). Afinal, mergulhar na alma de um gay sem trejeitos pode ser muito mais chocante do que presenciar um travesti montado. Tá duvidando? Então vamos lá. continue lendo »
Uma das ultimas Araras-azuis chamada Blu deixa o estado frio do Minnesota para achar o seu par e salvar a espécie no Rio de Janeiro. Diante da beleza da cidade brasileira, Blu vai se aventurar pelo carnaval, conhecer varios amigos e assim aprender a ser independente, a conquistar a garota do seus sonhos e voar.
Quando eu vou ver um filme onde o cenario principal é o Brasil, eu fico um pouco preocupado. Os Simpsons [Nota do editor: Não é o filme, mas vocês entenderam], Bem-vindo à Selva (2003), Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro (2002), entre MUITOS outros filmes conseguem fazer o Brasil parecendo uma floresta, onde o samba é uma mistura bizarra de merengue, e no final os brasileiros começam a falar espanhol. É, filme no Brasil costuma me decepcionar. O fato de Rio ter um carioca na direção fez com que eu tivesse MUITO errado tambem assumindo isso, apesar de certos elementos ainda aparecer. continue lendo »
O mundo cinematográfico de hoje está bastante evoluído. Temos efeitos especiais aos montes, roteiros impressionantes, atuações memoráveis e etc. Claro que tudo isso é resultado da incorporação de técnicas, estudo apurado e recriações e adaptações de obras-primas da sétima arte. Por exemplo, Viagem à Lua (Voyage dans la Lune) de 1902, de Geòrge Meliés, foi um marco por ser a primeira adaptação de um livro para a telona. Cidadão Kane revolucionou os métodos usados para se criar uma história, criou complexidade entre os personagens e técnicas de direção usados até hoje. Todos esses são filmes famosos, mas há um bastante desconhecido que é de vital importância para o cinema de hoje. Esse filme foi o responsável por “pré-lançar” a contra-cultura e o cinema independente (Anteriormente a Sem Destino), inserir o feminismo no cinema, e dar às mulheres um papel protagonista que vem sendo usado aos montes nos dias de hoje. O nome desse filme é Faster, Pussycat! Kill! Kill!
A primeira vista, parecia só mais uma dessas comédias genéricas adolescentes que tem por aí aos montes. Tanto que nem lembro mais como eu cheguei a assistir. Milagres do tédio, acredito. Mas, ledo engano. Além de ser muito mais do que isso, o Mundo Cão é adaptado de uma HQ do Daniel Clowes, que escreveu a sensacional Como uma Luva de Veludo Moldada em Ferro. E o cara ainda co-escreve o roteiro! Alguma coisa boa o troço tinha que ter.
Uma jovem (Baby Doll, ou Bonequinha em português) é trancafiada em um hospício por seu padrasto, onde será submetida a uma lobotomia no prazo de 5 dias. Fugindo para um mundo fantastico na sua imaginação, ela tira os elementos necessarios para realizar a fuga de sua prisão junto com mais quatro companheiras. Com uma mistura de fantasia e de realidade elas precisam conseguir 5 itens antes que seja tarde demais.
O pior tipo de filme, pra mim, é aquele que você cria uma expectativa e a arruina. Se você pensa assim então Sucker Punch – Mundo Surreal vai ser um ótimo filme, porque ele simplesmente faz como a expressão sugere, e acaba sendo um soco inesperado, pois superou minhas expectativas em muito. Olha que antes de ir eu estava tão impaciente quanto um garoto esperando o presente de natal, e isso que eu só tinha visto o trailer. continue lendo »
No centésimo aniversário da viagem original, O “Titanic II”, um cruzeiro de luxo, segue os mesmos passos de seu predecessor. Quand um tsunami coloca um iceberg em rota de colisão com o navio, seus passageiros devem lutar para não ter o mesmo destino dos passageiros originais.
Zapeando pelos canais da TV, eis que a SKY me informa algo que fez eu me achar, por alguns segundos, um velho atrasado e desatualizado: Titanic 2 estava para começar. Resolvi, de boa vontade, ver o filme, esperando algum draminha bobo que nem o original. Meus caros, poucas vezes na vida eu me decepcionei tanto por estar errado. continue lendo »
Com o ano começando de verdade (Depois do carnaval), estou de volta escrevendo por aqui, já que cinema tá perdendo cada dia mais gente no bacon. Por falar disso, tenho que dar tchau pra Uiara, que tanto me pelou o saco nesse site: “Abrass, e té mais!”
Bom, mas vamos falar de filmes, e o de hoje é um dos únicos que prestam na filmografia do diretor francês Luc Besson.
Rango é um camaleão doméstico, sempre viveu em seu aquário. Mas um acidente acontece e ele é jogado no meio do deserto do Mojave e precisa saciar sua sede. Enquanto busca por água, Rango enfrenta alguns perigos naturais do deserto, conhece Feijão, uma iguana, e vai parar na cidade perdida de Poeira, onde estranhas criaturas vivem e a escassez de água está para levar a cidade à extinção. Mas Rango, que adora fazer encenações, finge ser um herói e, equanto se torna xerife de Poeira, promete a todos os habitantes da pequena cidade que trará a água e a esperança de volta.
Há muito não víamos uma animação que não fosse em 3D estereoscópico nos cinemas. Mentira, teve O Mágico, que foi até indicado ao Oscar, mas eu quis dizer das animações de grande escala, como é Rango. E se eu começo esse texto com um elogio, acredite que praticamente todo ele será com elogios. E não é infantil. Não é. É preciso uma boa bagagem pra acompanhar o filme e entender algumas referências – e algumas cenas mais violentas podem não ser tão apropriadas para os pequenos. continue lendo »
Gnomeu é um gnomo de jardim, filho de Lady B, chefe do jardim azul. Logo após a cerca, está o jardim vermelho, onde vive Julieta, também filha do chefe do jardim. O lado azul e o lado vermelho nutrem uma rivalidade e um ódio sem igual, onde o único sentimento que eles compartilham é a raiva pelo outro lado da cerca. Até que Julieta e Gnomeu se conhecem e acabam se apaixonando. Eles decidem seguir com o amor às escondidas, mas quando este é descoberto, os dois deverão passar por muitas provações para se manterem juntos.
O filme já esteve sob a batuta da Disney lá em 2005, mas teve a produção cancelada logo no ano seguinte. Foi especulada a volta da pré-produção em 2006, sob os tetos da Miramax. Mas só em 2008 o projeto engrenou, agora com a Rocket Films. E realmente não havia essa necessidade de se fazer esse filme. O filme até tem uma ou duas grandes cenas, mas falha em não oferecer reais ou boas inovações para a já saturada história criada por William Shakespeare e perde em ritmo e graça. continue lendo »