Fazia tempo que eu não aparecia com uma bizarrice dos anos 1980 aqui, né? Pois bem, com vocês, Thomas Dolby, que até onde eu sei, não é lá muito famoso, mas era amigo de Shane MacGowan, finado vocalista do The Pogues. Enfim, divago. O que importa nesse caso é o clipe de Hyperactive!, que é uma música bem mais ou menos, mas tem um clipe tremendamente esquisito, do jeito que a gente [eu] gosta. continue lendo »
Build a Bitch é um clipe que mostra uma fábrica de robôs sob medida pro comprador [Ou serão mulheres?], e como a própria Bella Poarch, nascida Belinda Marie Macadengdeng Batumbakal e agora legalmente chamada Denarie Bautista Taylor, não estando dentro dos padrões da fábrica [Ou será que é da sociedade?], se revolta e libera o resto da galera pra destruir essa porra e se libertar. Ah, se fosse fácil assim. continue lendo »
Como eu malemá arranho no francês, é um pouco difícil entender o que caralhos a mensagem que a galera da banda L’Impératrice estava querendo passar em Hématome. Felizmente, o poder da internet e sua capacidade de traduzir letras e explicar clipes está aí a nossa disposição. Mas mesmo com a explicação, o clipe não faz sentido nenhum, pra mim, então fica só a experiência de ver uma enfermeira chimpanzé gorila injetando drogas em pessoas/animais que acabam virando outras coisas. Surrealismo não é pra entender, é pra sentir. continue lendo »
Pode parecer estranho que os caras do Dance Gavin Dance tenham lançado um clipe pra duas músicas, mas faz todo sentido. Se você tem duas músicas que contam uma história contínua, ou se você quer juntar as duas coisas por motivos de sim, o que te impede? Nada, use sua licença poética, cara. O que significa que, se você quer juntar Speed Demon, que trata de tretas na indústria da música, e Straight From the Heart, que fala sobre como a cultura de malhar pode ser positiva, ao mesmo tempo em que cita várias vezes que comida ferrou com a cabeça de alguém, quem sou eu pra falar alguma coisa? Eu só escrevo bobagens na internet. continue lendo »
Kleber Cavalcante Gomes, mais conhecido como Criolo, que começou a carreira sendo Criolo Doido, é um cantor paulista, famoso por sua carreira como rapper, mas que também foi professor de artes. E o clipe de Subirusdoistiozin mostra, de forma romantizada, como foi a infância dele, e também que nem tudo é o que parece ser. continue lendo »
Se é bom ou ruim eu não sei, mas hoje em dia o salto de “influencer” para “cantor(a)” ou “ator/atriz” é muito mais fácil. Veja o exemplo de Emily Mei, que se auto-denominava “estrela das mídias sociais” no seu primeiro projeto. Aí, entre outras músicas e vídeos, ela lançou Monster Under The Bed, que é basicamente a história de uma mina que persegue um cara que, olha só, perseguia ela. continue lendo »
Benjamin Earl Turner é um músico relativamente desconhecido [E não, eu também não conhecia], que no melhor estilo Glauber Rocha, resolveu fazer HEADSPACE/BENT, ou como seria um clipe de hip hop com um bonecão animatrônico. A história é relativamente simples: Estão tentando me matar, bora meter o pé. Mas é o tipo de clipe que um artista que tá “amarrado” numa gravadora não conseguiria fazer. continue lendo »
Já que a gente tá encerrando o mês do orgulho LGBTQIA, é interessante ver uma cantora bissexual como Sarah Barrios falando sobre isso abertamente, no clipe Thank God You Introduced Me to Your Sister. Que claramente é uma referência às comédias românticas adolescentes, mas com uma virada no roteiro, em que a protagonista se apaixona pela irmã do “galã”, e é correspondida. O que talvez não seja tão óbvio é que a música [E consequentemente o clipe] é baseada em uma série de livros chamada Of Fire and Stars, traduzido no Brasil pra Fogo & Estrelas, onde uma princesa, noiva desde criança num casamento de conveniência, acaba se apaixonando pela irmã do príncipe, seu noivo. Que também é uma princesa, caso lógica não seja seu forte. Como eu não li, vou me abster de falar de qualidade. continue lendo »
Pelo que eu entendi, chi [Que também atende por Chi Virgo] não é uma artista muito conhecida. Pelo menos não se você considerar que ela tem 6 mil e tralalá seguidores no Youtube. Também é totalmente plausível afirmar que Good Stuff não é uma obra que vai mudar o mundo, seja considerando a melodia ou pela letra. Mas vamos e venhamos, a moça tem coragem pra sair correndo pelada numa Londres pós-pandemia [Ou ainda em meio à pandemia, depende pra quem você perguntar], por motivos meramente artísticos. continue lendo »
Por algum motivo, os caras do The Bluetones resolveram fazer o clipe de Marblehead Johnson vestindo fat suits, mais conhecidas no Brasil como “roupa pra parecer gordo”. Na época devia ser engraçado, sei lá. Hoje é só meio coisa de arrombado. E a música não é tudo isso, apesar de ter sido top 7 no Reino Unido [O que também não quer dizer muita coisa, já que Oasis também é culpa dessa galera]. Deve ter sido por conta do O Professor Aloprado [A versão do Eddie Murphy, não do Jerry Lewis], que saiu no mesmo ano, apesar dos caras da banda dizerem que é o contrário. continue lendo »