Deuses Americanos é o que há, meu irmãozinho

Televisão quarta-feira, 17 de maio de 2017 – 0 comentários

Neil Gaiman é um dos pouco escritores com livros páporra que eu realmente gosto. E quando digo que gosto é porque eu gosto mesmo, do tipo que lê qualquer coisa que o cara escreve e pouquíssimas vezes me decepciono e mesmo quando me decepciono é com algo fantasticamente bom. Lembram dos meus problemas com expectativas? Então. A verdade é que diferente da grande maioria, que conheceu Gaiman por Sandman, eu conheci por Deuses Americanos. Sim, numa época longínqua, onde eu mal sabia o que era internet, nunca tinha tocado num computador e toda informação nerd que eu podia receber vinha através de revistas nerds que eu lia de graça na banca de jornal do bairro, acabei lendo uma matéria sobre um escritor britânico que só veste preto e estava divulgando seu novo livro, Deuses Americanos. Sim, bastou uma entrevista e uma sinopse de Deuses Americanos pra eu me tornar essa putinha do Gaiman.

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O Universo Compartilhado da Marvel não é tão compartilhado assim

Televisão terça-feira, 25 de abril de 2017 – 1 comentário

Guerra Infinita é o nome do terceiro e PENÚLTIMO filme da fase três da Marvel Studios com o UCM e promete ser um mega evento unificando todo o UCM nos dois últimos filmes. Porém, acompanhando o andar da carruagem, vemos que a Marvel, apesar de gritar que seus filmes e séries integram o mesmo universo, não anda muito interligada. Principalmente quando se trata das séries. Pois é, Agentes da S.H.I.E.L.D. e as séries da Netflix sempre fazem questão de citar algo que aconteceu nos filmes, mas por que caralhas as séries não interagem? Por que caralhas a S.H.I.E.L.D., que tá trabalhando com o Acordo de Sokovia, nunca foi lá atrás do Demolidor, da Jessica Jones ou do Luke Cage? Tá meio estranho isso aí e pelo visto só vai piorar, já que as séries dos Fugitivos, do casal Manto e Adaga e dos Novos Guerreiros estão a caminho mas cada uma produzida por um grupo diferente.

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A segunda temporada de Legends of Tomorrow e o futuro

Televisão sexta-feira, 14 de abril de 2017 – 0 comentários

Uma das melhores estreias da CW em 2016, Legends of Tomorrow agradava justamente por distanciar-se das tramas teens de suas irmãs Arrow, Flash e Supergirl. Não que nessa segunda temporada a série tenha ficado mais teen, mas ela ficou completamente perdida, atirou pra todos os lados e acertou poucas vezes. Mas o que interessa aqui é o que está por vir. Ou seja, lá vou eu criar expectativas numa coisa que eu já devia ter abandonado, de novo.

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Punho de Ferro – O desgraçado da cabeça

Televisão sexta-feira, 24 de março de 2017 – 0 comentários

A série solo do último Defensor finalmente chegou à Netflix e a única coisa que eu quero saber é: Como caralhas o brucutu do Luke Cage vira o melhor amigo de um filho de vó, um sabe de nada Jon Snow, um Toinho da Lua que sabe que a Ruthinha é boa e a Raquel é má, mas tem bastante dificuldade pra saber quem é a Ruthinha e quem é a Raquel, que nem o Punho de Ferro?

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Sweet/Vicious é o poder

Televisão sexta-feira, 03 de fevereiro de 2017 – 2 comentários

Sweet/Vicious me proporcionou algo que eu não sentia há anos, aquela sensação de quando você descobre um herói completamente novo e mergulha de cabeça nesse novo e incrível universo do qual você não sabe absolutamente nada. A série tem tudo que os quadrinhos já tiveram de melhor há muito tempo atrás. Crises de identidade, motivações reais, injustiça, uma vida dupla realmente necessária e complicada e um sidekick carismático como nunca vi um sidekick antes. Em tempos de quadrinhos fracos, Sweet/Vicious acabou sendo a melhor coisa que “li” esse ano.

Aceita porque dói menos.

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Bacomentando #08 – Tamo de volta (e tá tudo uma bosta)

Televisão terça-feira, 31 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Flash – 3×10 – Borrowing Problems From The Future (Problemas Emprestados do Futuro)

Barry e Íris tão vivendo ajuntadinhos no novo cafofo que o Barry arrumou pra eles. Íris não tá entendendo direito o que tá acontecendo, mas o Barry tá sofrendo de viuvísse antecipada, já que ele foi pro futuro e viu o Savitar matando a namoradinha. E aí temos o drama de Kid Flash, que ainda tá aprendendo, segue ordens do Flash e não é visto por alguns como um super herói heroico o suficiente. Inclusive rola piadoca/referência de mandarem o menino Wally pra Keystone City. Se cê não pegou essa cê precisa ler mais quadrinhos. Ou assistir mais desenhos da Liga da Justiça. De resto tá tudo na mesma, o novo Wells continua um pé no saco, o drama de Caitlyn/Nevasca torna-se cada vez mais fútil, já que ela preocupa-se tanto em não tornar-se Nevasca, mas recusa-se a recarregar as algemas inibidoras, que são a única coisa que impedem sua malignização. Porra, Caitlyn! Não força a Barry barra, fia! Ah, e teve uma “explicação” sobre o futuro ser um ponto fixo que quase me fez desistir da série.

E o museu do Flash tá vindo aí.

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Shut Eye só não é o novo Breaking Bad porque é melhor

Televisão sexta-feira, 27 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Desde o final de Sons of Anarchy eu não acompanho uma série que me deixe tão tenso e esperando pelo pior a qualquer momento. Shut Eye é uma série do Hulu, que, pra quem não sabe, é um serviço de streaming tipo a Netflix. A série aborda a máfia cigana dos falsos videntes, bom, pelo menos até um desses falsos videntes começar a ter visões de verdade. Eu não sei que tipo de mandinga essa série fez pra mim, mas eu fiquei fascinado por todos os personagens desde o primeiro episódio. Bom, talvez com exceção da mulher safada do protagonista.

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O Exorcista e o meu cagaço do Demônio

Televisão sexta-feira, 13 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Eu sempre gostei de coisas de terror. Não só de terror, mas que abordem o sobrenatural em geral. Mas se tem uma coisa que eu tento manter distância é quando dizem que a história, por mais que seja mentira, é baseada em fatos reais. Até hoje eu acho que 3:00 é a hora do demônio por causa do Exorcismo de Emily Rose e como bom amante da insônia que sou, tô sempre acordado por essas horas, o que é sempre um sofrimento. E como a produção de O Exorcista é cercada de casos inexplicáveis e lendas urbanas, eu sempre tive um puta dum cagaço do filme, tendo assistido só uma vez quando era criança e não tinha conhecimento das “histórias reais” da gravação. Mas aí estreou essa porra de série do Exorcista, que é foda pra caralho e me obrigou a ignorar esse cagaço e assistir a porra toda. Não sei se to feliz ou não. Afinal, em algum momento a bad vai me pegar.

Tem spoiler da série pra xuxu, então não dá mole pra Pazuzu. A série tem que ver, antes desse texto ler. Ass: Etrigan.

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Crazyhead não é o novo Misfits, mas tá bom

Televisão terça-feira, 10 de janeiro de 2017 – 0 comentários

Não poderia começar esse texto de outra forma se não citando Misfits. Quer dizer, eu até poderia começar esse texto de outra forma, bastava formular outra frase, mas acho que essa é a melhor maneira de começar o texto. Porra, que saudades de Misfits, caras. Enfim, Crazyhead é a mais nova série de Howard Overman, também criador de Misfits, e é uma ótima maneira que temos pra matar as saudades daquele grupo de delinquentes que tanto amamos.

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Ash vs Evil Dead e meu problema em criar expectativas fodidas

Televisão quarta-feira, 04 de janeiro de 2017 – 0 comentários

expectativa

substantivo feminino
situação de quem espera a ocorrência de algo, ou sua probabilidade de ocorrência, em determinado momento.

Ex: O é um trouxa porque cria expectativas em cima de tudo.

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