Se existe um cineasta que é fã de cinema, este cara é Quentin Tarantino. Muitas vezes tido como gênio (E como louco), Tarantino colocou em seus filmes o conjunto de toda a sabedoria que adquiriu ao longo dos anos como balconista de vídeo-locadora, diretor, produtor, roteirista e ator. Ele nos passa a impressão de que fazer cinema não é só sua profissão, é também seu parque de diversões. E pra mim sua obra-prima está dividida em dois filmes, cuja primeira parte falarei hoje: Kill Bill – Vol. 1.
Os Autobots, liderados por Optimus Prime, voltam à ação, junto com o humano Sam Witwicky (Shia LaBeouf) para derrotar os Decepticons, que estão determinados a dominar o planeta Terra. Nesta batalha, vem à tona a revelação do quanto os Transformers tiveram papel importantíssimo na conquista da Lua, se envolvendo no desespero tecnológico dos seres humanos para ajudá-los na empreitada. Este mistério sobre a corrida espacial entre EUA e URSS e seu desfecho acaba guardando um dos segredos mais perigosos da Terra.
Robôs gigantes. A humanidade [Ou pelo menos os portadores do cromossomo Y da humanidade] sempre gostaram dessas grandes massas de metal em formato humanóide ou animal, que tem grande poder de destruição, principalmente quando se fala de Tóquio. Eu sou um desses seres, admito. Gostei bastante do primeiro filme, gostei do segundo filme. Agora, no terceiro, já começo a achar que deu. Ou isso, ou a Megan Fox faz falta pra caralho. continue lendo »
Após o drama todo da semana passada, causado pelo Clube da Luta, resolvi escrever sobre um outro filme mindfucka do caralho, que também é sujo, pesado e violento (Para os miólos), mas que incrivelmente me passa uma mensagem otimista, diferentemente do filme de David Fincher. continue lendo »
Assisti esse filme sem nenhuma informação extra da internet, sem saber qual a opinião do mundo sobre ele, nada. E bem se sabe que a opinião de alguém na internet pode mudar levemente a opinião de alguém que lê. Hey, não negue – somos humanos e humanos gonna humanizar, sempre. Um coisa é ler uma opinião e levá-la em conta, outra é substituir a sua pela nova. De qualquer jeito, vejam só, eu assisti esse filme precisamente duas vezes em minha existência mundana: A primeira, na rede de televisão de Señor Abravanel, o SBT, há pelo menos uma década. Na época eu mal sabia o que era a interwebs, quanto mais o que eram os “formadores de opinião” dela. A segunda vez que assisti foi semana passada. E aí é que tem coisa pra falar.
Então pessoas, passam os anos e Hollywood continua se afundando cada vez mais na sua própria crise criativa. Tanto que a Fox decidiu não respeitar nem o hiato padrão que geralmente se segue depois de uma franquia que não deu certo (Pro público esquecer da cagada anterior) e já anunciou um novo filme dos X-Men, meros 5 anos depois do fatídico X-Men: O Confronto Final (E isso sem contar o filme do Wolverine). Mas basta uns trailers bacanas pra que todo mundo (Inclusive eu) volte a se encher de esperanças, e bora pro cinema de novo. Mas pelo menos dessa vez, valeu a pena.
O capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) vai até Londres para resgatar Gibbs (Kevin McNally), integrante de sua tripulação no Pérola Negra. Lá ele descobre que alguém está usando seu nome para conseguir marujos em uma viagem rumo à Fonte da Juventude. Sparrow investiga e logo percebe que Angelica (Penélope Cruz), um antigo caso que balançou seu coração, é a responsável pela farsa. Ela é filha do lendário pirata Barba Negra (Ian McShane), que está com os dias contados. Desta forma, Angelica quer encontrar a Fonte da Juventude para que seu pai tenha mais alguns anos de vida. No encalço deles está o capitão Barbossa (Geoffrey Rush), que agora trabalha para o império britânico.
Após essa sinopse um tanto quanto esclarecedora, digo-lhes duas coisas: A primeira é que se você já viu algum outro filme da série, você sabe como esse aqui é, e a segunda, é que você já sabe o final, só não sabe que sabe. continue lendo »
Lembro que quando lia a revista Bravo! 100 Filmes Essênciais da História do Cinema, um dos filmes que eu ainda não havia visto que mais me chamaram a atenção foi um tal de O Mensageiro do Diabo (Qualquer coisa que tenha o nome do belzebú se torna mais intrigante, rs). Pela pequena sinopse, o filme parecia ser algo grandioso, com um dos maiores vilões da história do cinema. Logo, eu pensei que seria um daqueles caras que saiam matando pessoas por aí, apenas por crueldade. Mas o vilão se mostraria muito maior que tudo isso.
Em pleno deserto californiano, um pneu com poderes telepáticos acorda subitamente e começa a assassinar todos os seres vivos que encontra pela frente. Enquanto os habitantes locais assistem incrédulos os crimes cometidos pelo emborrachado serial killer das rodovias, policiais dão início a uma caçada ao criminoso, que passa a nutrir misteriosa paixão por uma jovem. É ou não é a melhor sinopse de todos os tempos?
Então, um pneu. Assassino. Eu poderia parar por aqui, mas o Pizurk provavelmente não gostaria nada disso. E vocês devem estar esperando apenas um filme de terror padrão regado a sangue, tripas e um peitinho aqui ou acolá, certo? É, eu também pensava assim. Mas é claro que um filme onde o protagonista é um pneu não poderia parar por aí. Infelizmente. continue lendo »
Quando pensamos nos hermanos argentinos, a primeira coisa que surge é futebol (Na rivalidade com o Brasil quando é dia jogo. E quando não é também). No entanto, a indústria cinematográfica argentina – que passa batida quase sempre – é tão competente quanto o Messi. Um exemplo de reconhecimento da qualidade foi O Segredo de Seus Olhos, que levou pra casa o Oscar de melhor filme estrangeiro em 2010. Depois disso, os cinéfilos passaram a voltar mais seus olhos abelhudos para a vizinhança e foi numa dessas garimpadas que acabei achando um longa que há tempos já haviam me indicado. Nove Rainhas, lançado em 2000, me surpreendeu e se mostrou um filme muito inteligente com um diferencial: Nada de vibe cult, alternativa ou artística. O filme joga limpo com o expectador e presenteia com entretenimento de alta qualidade (Uma espécie de Onze Homens e Um Segredomuito melhorado). Nove Rainhas segue a velha equação que todo mundo conhece, mas os cineastas esquecem: Roteiro forte + elenco preparado + edição sem firulas = sucesso. continue lendo »
Fazia tempo que eu tinha ouvido falar nesse tal Flash Gordon. Ouvi dizer que era um filme cult, mas isso não importava muito. Na verdade, a graça pra mim, quando não conhecia, era o nome: Uma parada chamada “Flash Gordon” não pode ser ruim. Certo, parece bizarrice minha (E é) mas comecei a gostar disso aqui pelo nome, simplesmente. continue lendo »