Medo e Delírio em Las Vegas (Fear and Loathing in Las Vegas)

Filmes bons que passam batidos terça-feira, 08 de fevereiro de 2011 – 0 comentários

Então, eu não faço ideia de porque eu acabei me lembrando desse filme esses dias. Mas como eu preciso de alguma coisa pra escrever, bora falar sobre um filme legal por aqui, pra variar.

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Splice – A Nova Espécie (Splice)

Cinema sexta-feira, 04 de fevereiro de 2011 – 0 comentários

 Dois cientistas rebeldes decidem desafiar a ética e a lei ao realizar um experimento arriscado: Unir o DNA humano e o animal, criando um novo organismo. Os problemas começam quando a criatura, inicialmente deformada, se transforma em uma mulher bela, que oferece perigo para a vida humana.

O filme é de 2009, mas só está estreiando aqui em terras tupiniquins agora. A história do filme é bem interessante (Na época que eu assisti, a sinopse não incluia nada sobre a aparência da “moça”): Clive Nicoli (Adrien Brody) e Elsa Kast (Sarah Polley) são cientistas na área de genética que trabalham num projeto de criação de uma nova espécie que pudesse curar várias doenças humanas. Certo dia o governo resolve foder o projeto deles, mas ambos continuam as pesquisas ilegamente, até que, insatisfeitos com a gosma branca (Eis a aparencia da espécie até o momento), resolvem misturar DNA humano no troço. Deixem eu lhes ensinar uma coisa: Criar uma nova espécie NUNCA dá certo. continue lendo »

O Vencedor (The Fighter)

Cinema quinta-feira, 03 de fevereiro de 2011 – 0 comentários

 O Vencedor acompanha Mickey Ward, uma eterna promessa do boxe que nunca vinga. É treinado pelo problemático meio-irmão Dicky Ecklund, ex-boxeador, mas que acabou com a carreira por causa do vício em crack. E é agenciado pela mãe, que não possui estrutura nenhuma para tal atividade – nem estrutura emocional. Os dois acabam, mesmo que não intencionalmente, atrapalhando a carreira de Mickey, que começa a ser aconselhado por sua namorada, Charlene, a largar os dois e encarar a carreira de maneira mais profissional, para, enfim, deixar de ser uma promessa e se tornar uma realidade no mundo do boxe. Baseado em uma história real.

O filme do diretor David O. Russel (Aquele que fez Três Reis) foi moldado para o Oscar: Uma abordagem típica de filmes aclamados pela Academia; apuro técnico imenso; belas atuações; história de superação (Até certo ponto) e a data em que foi lançado, pouco antes da temporada de premiações de Associações e Sindicatos. Mas apesar desse preconceito que há com esses filmes, a verdade é que a maioria consiste em excelentes longas. O que é o que acontece aqui, com O Vencedor, que justifica e merece cada uma das suas sete indicações ao Oscar. continue lendo »

Cisne Negro (Black Swan)

Cinema quinta-feira, 03 de fevereiro de 2011 – 7 comentários

 Cisne Negro é um thriller psicológico ambientado no mundo do balé da Cidade de Nova York. Natalie Portman interpreta uma bailarina de destaque que se encontra presa a uma teia de intrigas e competição com uma nova rival interpreta por Mila Kunis. O filme faz uma viagem emocionante e às vezes aterrorizante à psique de uma jovem bailarina, cujo papel principal como a Rainha dos Cisnes acaba sendo uma peça fundamental para que ela se torne uma dançarina assustadoramente perfeita.

Darren Aronofsky é um dos diretores mais aclamados da última década há anos. Sendo todo esse furor baseado em um único filme: Réquiem para um Sonho – não a toa em posição previlegiadíssima em nosso Top 100. Depois disso, ele fez o apenas bom Fonte da Vida, para então virar um astro hollywoodiano ao reviver a carreira de Mickey Rourke no ótimo O Lutador. Agora, o que acontece quando você junta o estudo de personagem do último filme com o terror e o suspense de Réquiem? Simples. Você faz uma obra prima e de bônus elimina de uma vez por todas o fantasma da Padmé da vida de Natalie Portman. continue lendo »

Deixe-me Entrar (Let Me In)

Cinema quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 – 8 comentários

 Remake americano do excepcional filme sueco Deixa Ela Entrar. Um jovem garoto, Owen, de 12 anos, mora com a mãe e vive uma vida solitária: Não tem amigos e, na escola, é alvo dos valentões da turma. Uma noite, enquanto estava ao pátio do prédio que mora, Owen conhece sua nova vizinha: Abby. Também por ser solitária por natureza, Abby se interessa e se aproxima de Owen, que finalmente ganha uma amiga. Só que Abby não tem os 12 anos que aparenta ter; tem bem mais. E precisa de sangue para poder sobreviver.

Uma justiça tem que ser feita com esse Deixe-me Entrar: Achar que ele seria superior ao original sueco é ingenuidade ou até confiança extrema. Se conseguisse ser melhor que o sueco, estaria em absolutamente todas as categorias do Oscar esse ano. Mas exatamente por ter um nível tão alto, mesmo o remake sendo inferior, ainda é um grande filme e funciona muito bem, com um ou outro deslize, que não afetam de maneira fatal o longa americano. E tem, talvez, a atriz mirim mais promissora no cenário atual de Hollywood. continue lendo »

Um Lugar Qualquer (Somewhere)

Cinema quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 – 0 comentários

 O filme gira em torno de Johnny Marco, um astro de filmes de ação de Hollywood e que vive no lendário hotel Chateau Marmont e vive uma vida de diversão – porém vazia: Participa de festas que nem queria estar, consegue mulheres facilmente e é admirado pelos fãs. Tem essa vida solitária até que sua filha, Cleo, de 11 anos, fruto de um casamento fracassado, começa a participar mais de sua vida. Agora com a filha por perto, Johnny começará a rever certos conceitos de sua vida.

Mais um filme de Sofia Coppola, filha do mestre Francis Ford Coppola (Trilogia O Poderoso-Chefão e Apocalypse Now, claro que é mestre). Ela já havia provado ter jeito ao roteirizar e dirigir o excelente Encontros e Desencontros, que também tinha como protagonista uma estrela de Hollywood. E não é pra menos essa intimidade de Sofia com o mundo das celebridades hollywoodianas: Além de filha de Francis Ford, é prima de Nicolas Cage e já foi casada com Quentin Tarantino. E essa intimidade a ajuda a entender e mostrar melhor esse lado, oferecendo um segundo grande filme sobre o assunto. continue lendo »

Amor e Outras Drogas (Love and Other Drugs)

Cinema quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 – 0 comentários

 Jamie Randall é um grande conquistador, coleciona garotas no currículo. E isso faz com que ele perca seu emprego em uma loja de eletrônicos. Agora desempregado, ele precisa arranjar um trabalho e decide entrar no curso de representante de vendas da Pfizer, grande empresa do ramo farmacêutico e logo se torna um representante da companhia e vai trabalhar em outra cidade, sob a tutela de Bruce Winston. E conhece Maggie, uma jovem paciente que, apesar da idade, já desenvolveu o Mal de Parkinson. Os dois, que não buscam compromisso sério (Ele por sua natureza “galinha” e ela por seu problema de saúde), começam a se envolver e percebem que a relação está muito mais séria do que eles imaginavam ou esperavam.

É o tipo de filme que pode enganar: Por se dizer comédia romântica e reverter alguns clichês do gênero e apostar mais alto nas cenas de sexo e no drama da história, alguns podem achar que estão vendo uma novidade, um ótimo filme; mas, apesar de ser melhor que o padrão comédia romântica, o filme não é tudo isso. Não é um grande filme, mas assusta e engana alguns desprevenidos e acostumados com o risível nível das comédias românticas da Katherine Heigl. continue lendo »

Biutiful

Cinema quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 – 0 comentários

 O filme conta a história de um homem que vive uma queda livre emocional. Em sua viagem em busca de redenção, a escuridão ilumina o seu caminho. Conectado ao outro mundo, Uxbal é um trágico herói e pai de dois filhos que, ao sentir o perigo iminente da morte, batalha contra uma dura realidade e um destino que o impede de perdoar, perdoar-se, por amor e para sempre.

Vamos direto ao que interessa. Sim, a intepretação de Javier Barden mereceu a palma de ouro e uma (Cotada, mas improvável) indicação ao Oscar, não seria nenhum absurdo. Ele carrega 2h30 de filme nas costas. Ou melhor, ele carrega o filme de 2h30 nas costas. Não que o filme seja ruim – pelo contrário, ele é de grande qualidade, roteiro relativamente sólido e direção adequada. Seu grande problema? Contar uma história que conhecemos de trás pra frente. O que é uma frase irônica, se você assistiu a obra. continue lendo »

Zé Colmeia – O Filme (Yogi Bear)

Cinema quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 – 0 comentários

 Zé Colmeia (Sem acento, hein? Lembrem da palhaçada da reforma ortográfica) e Catatau vivem tranquilamente no parque Jellystone, onde a grande atividade deles é roubar a comida dos visitantes do parque, já que eles dois não são ursos normais, não pescam sua própria comida e não hibernam; eles são mais parecidos com humanos, pensam e agem como humanos. Foram abençoados com inteligência humana e até falam. Tudo para o terror do guarda Smith, que toma conta do parque, que está cada vez mais sem visitas, o que leva o prefeito da cidade a querer fechar o parque e vendê-lo, para equilibrar as contas públicas. Agora cabe a Zé Colmeia, Catatau, o guarda Smith e sua amiga Rachel o papel de tentar salvar o parque que eles tanto amam.

Mais uma adaptação dos desenhos da prestigiada empresa de animações Hanna-Barbera (William Hanna e Joseph Barbera). Já tivemos os fracos filmes do Scooby-Doo e o mais fraco ainda filme d’Os Flintstones. E Zé Colmeia não é muito diferente: fraco, sem graça, com razoáveis efeitos especiais e desnecessário. continue lendo »

Desenrola

Cinema quinta-feira, 13 de janeiro de 2011 – 3 comentários

Uma garota de 16 anos (Ou 15? tanto faz) fica com a casa pra ela por 20 dias, já que sua mãe viajou a trabalho. Nesse meio-tempo, ela passa por mudanças, consegue ficar com o garoto que gosta, perde a virgindade, arranja altas confusões na escola, se aproxima da menina mais popular da sala, começa a descobrir certos segredos de seu melhor amigo, se envolve com o brincalhão da sala (Com quem jamais imaginou ter algo) e faz um trabalho sobre quantas garotas virgens há no ensino médio.

Oi? Sim, isso é o filme. Parece Malhação, né? E por mais que seja um projeto que surgiu há 5 anos e que já foi série no GNT, web-série e livro, é inegável que o filme pegou onda no sucesso (de qualidade, não de público) de As Melhores Coisas do Mundo. Mas falhou. E feio. continue lendo »

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