Os 30 Melhores Filmes de 2010 (TOP 10!)

Clássico é Clássico segunda-feira, 28 de março de 2011 – 6 comentários

10) Namorados Para Sempre

Diretor: Derek Cianfrance
O melhor e mais real filme sobre relacionamentos amorosos da década? Definitivamente. Closer parece um texto apaixonado escrito por uma jovem de 15 anos. Não deixe o título brasileiro te enganar. Namorados para Sempre é sujo, frio e verdadeiro – e conta com dois protagonistas em atuações espetaculares: Ryan Gosling e Micheller Willians. continue lendo »

Os 30 Melhores Filmes de 2010 (20-11)

Clássico é Clássico segunda-feira, 21 de março de 2011 – 2 comentários

Antes, pausa para a imagem (Não tão) desconexa.

 Fonte: Cracked.com

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Os 30 Melhores Filmes de 2010 (30-21)

Clássico é Clássico segunda-feira, 14 de março de 2011 – 3 comentários

Pode-se dizer que março é o mês que “começa” o ano no cinema (Americano). As principais premiações de 2010 já ocorreram, e os primeiros filmes com chances de aparecerem nas premiações do ano que vem começam a ser lançados. Com o baixar da poeira, portanto, já é possível apontar alguns favoritos do ano que passou: Quais filmes serão lembrados, quais representaram um marco na forma de se fazer cinema e quais são as diretrizes apontados para o próximo ano. No meu Top 30, dividido em 3 partes, compilei um pouco de tudo. Agora deixemos de falatório e vamos ao que interessa. continue lendo »

Oscar 2011 – Quem são os favoritos nas principais categorias?

Cinema segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011 – 2 comentários

O Oscar já é domingo que vem. Não prevejo muitas surpresas. Mas será esse o ano da zebra?

Best Motion Picture of the Year
127 Horas (2010): Christian Colson, Danny Boyle, John Smithson
Cisne Negro (2010): Mike Medavoy, Brian Oliver, Scott Franklin
O Vencedor (2010): David Hoberman, Todd Lieberman, Mark Wahlberg
A Origem (2010): Christopher Nolan, Emma Thomas
Minhas Mães e Meu Pai (2010): Gary Gilbert, Jeffrey Levy-Hinte, Celine Rattray
O Discurso do Rei (2010): Iain Canning, Emile Sherman, Gareth Unwin
A Rede Social (2010): Scott Rudin, Dana Brunetti, Michael De Luca, Ceán Chaffin
Toy Story 3 (2010): Darla K. Anderson
Bravura Indômita (2010): Ethan Coen, Joel Coen, Scott Rudin
Inverno da Alma (2010): Anne Rosellini, Alix Madigan

Até pouco tempo A Rede Social era o grande favorito. E não havia sinais de que essa situação mudaria… mas o último mês (com o Bafta e outros importantes prêmios) reservou uma alavancada sem igual de O Discurso do Rei. Com essa disputa, abre uma (pequena) chance de concorrência para alguns outros indicados como Cisne Negro, Bravura Indômita, A Origem – e, sim, Toy Story 3. Ainda assim a dificuldade é grande e o prêmio deve ir para um dos dois.
Favorito: O Discurso do Rei
Correndo por fora: A Rede Social
Quem deveria ganhar: Cisne Negro continue lendo »

Bravura Indômita (True Grit)

Cinema quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 – 0 comentários

 O pai de Mattie Ross (Hailee Steinfeld), de apenas 14 anos, foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie exige ir junto com Reuben, o que não lhe agrada. Para capturar Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo antes de La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.

Bravura Indômita é o remake de um faroeste (Por ser mais fiel ao livro, tem algumas pequenas variações – principalmente no final), de mesmo nome, medíocre do final da década de 60 que só se destacou pelo Oscar “político” dado a lenda do gênero, John Wayne. Uma história que, por si só, é estranha ao gênero – uma vez que é protagonizado por uma garota de 14 anos. Tendo isso em mente, e conhecendo a filmografia dos Coen, só existem dois resultados esperados – um filme sem coração, construido em cima de um argumento que exige ao menos a menção de um “coração”, ou um filme emocional que fuja de tudo que os Coen já produziram. Um meio termo seria fatal. continue lendo »

O Discurso do Rei (The King’s Speech)

Cinema quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011 – 0 comentários

 Em O Discurso do Rei um jovem rei relutante assume o trono depois que seu irmão, Edward, abdica. Considerado incapaz de governar por conta de uma gagueira nervosa, o monarca despreparado precisa reencontrar sua voz com a ajuda do “terapeuta da fala” Lionel Logue e levar o país ao combate contra os alemães na Segunda Guerra Mundial.

Quando eu assisti pela primeira vez o trailer de O Discurso do Rei, uma certeza me veio a mente: É um típico “Oscar bait” (Filme feito com intenção de conseguir diversas indicações em premiações, principalmente o Oscar). É um filme de época, com a 2ª Guerra Mundial de fundo, regido pelo sotaque britânico, sobre a realeza, sobre superação, com um protagonista “falso-frágil” carismático, interpretado por um ator que já merece o prêmio há algum tempo, com um personagem coadjuvante “mentor-excêntrico” vivido por um ator consagrado e uma personagem coadjuvante no melhor estilo “mulher forte que suporta o marido” (Assim como é Amy Adams, também indicada, em O Vencedor) na pele de uma atriz que também já cobra seu prêmio. Colin Firth, Geoffrey Rush e Helena Bonham Carter, reespectivamente.

Assistam o trailer e tirem suas próprias conclusões.

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Como Vencer o Oscar I – Qual Gênero escolher?

Clássico é Clássico segunda-feira, 07 de fevereiro de 2011 – 2 comentários

O Oscar está chegando e com toda a pouca animação que o cerca, vamos dizer que você tomou uma decisão: Vou colocar alguns carecas dourados na minha prateleira. Ótimo. Agora só falta planejar. É claro que se você quiser um prêmio de áudio, visual ou relativo a edição, a escolha parece simples: Avatar Um filme de ficção científica com muitas cenas de ação. Mas você não quer isso. Você quer a nata, o prêmio de Melhor Filme. Então… Qual gênero escolher? continue lendo »

Cisne Negro (Black Swan)

Cinema quinta-feira, 03 de fevereiro de 2011 – 7 comentários

 Cisne Negro é um thriller psicológico ambientado no mundo do balé da Cidade de Nova York. Natalie Portman interpreta uma bailarina de destaque que se encontra presa a uma teia de intrigas e competição com uma nova rival interpreta por Mila Kunis. O filme faz uma viagem emocionante e às vezes aterrorizante à psique de uma jovem bailarina, cujo papel principal como a Rainha dos Cisnes acaba sendo uma peça fundamental para que ela se torne uma dançarina assustadoramente perfeita.

Darren Aronofsky é um dos diretores mais aclamados da última década há anos. Sendo todo esse furor baseado em um único filme: Réquiem para um Sonho – não a toa em posição previlegiadíssima em nosso Top 100. Depois disso, ele fez o apenas bom Fonte da Vida, para então virar um astro hollywoodiano ao reviver a carreira de Mickey Rourke no ótimo O Lutador. Agora, o que acontece quando você junta o estudo de personagem do último filme com o terror e o suspense de Réquiem? Simples. Você faz uma obra prima e de bônus elimina de uma vez por todas o fantasma da Padmé da vida de Natalie Portman. continue lendo »

Oscar 2011 – Indicações

Cinema quarta-feira, 26 de janeiro de 2011 – 6 comentários

Enfim, os indicados ao maior prêmio do cinema Norte Americano foram revelados. Aproveito para fazer alguns breves comentários (Ainda haverá espaço para uma discussão mais aprofundada) e os resultado dos meus palpites. continue lendo »

Biutiful

Cinema quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 – 0 comentários

 O filme conta a história de um homem que vive uma queda livre emocional. Em sua viagem em busca de redenção, a escuridão ilumina o seu caminho. Conectado ao outro mundo, Uxbal é um trágico herói e pai de dois filhos que, ao sentir o perigo iminente da morte, batalha contra uma dura realidade e um destino que o impede de perdoar, perdoar-se, por amor e para sempre.

Vamos direto ao que interessa. Sim, a intepretação de Javier Barden mereceu a palma de ouro e uma (Cotada, mas improvável) indicação ao Oscar, não seria nenhum absurdo. Ele carrega 2h30 de filme nas costas. Ou melhor, ele carrega o filme de 2h30 nas costas. Não que o filme seja ruim – pelo contrário, ele é de grande qualidade, roteiro relativamente sólido e direção adequada. Seu grande problema? Contar uma história que conhecemos de trás pra frente. O que é uma frase irônica, se você assistiu a obra. continue lendo »

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