É, eu sei. Faz tempo que o filme foi lançado. Mas e daí? Só fui assisti-lo agora e bem, resolvi escrever uma resenha.
Bom, a primeira vez que li sobre o enredo dessa animação da Dreamworks pensei com meus botões: Mas isso é incrivelmente parecido com Eragon! Pra quem não sabe, Eragon é um livro. Mas foda-se o livro, a parada é que dentro dele há uma história sobre o primeiro Cavaleiro de Dragão e, adivinhe, é praticamente a mesma coisa do resumo de Como treinar seu dragão.
A história gira em torno de um adolescente viking chamado Hiccup, que vive na ilha de Berk, onde os combates dragões é um modo de vida. Depois que ele captura a raça mais poderosa com um canhão de disparo de bolas, Hiccup acaba por fazer amizade com o dragão. Esta relação vira seu mundo de cabeça para baixo enquanto ele se esforça para convencer sua tribo que não precisam ser matadores de dragão.
E chegamos ao final. O Retorno do Rei (Que é um spoiler ambulante) é o terceiro e último capítulo da estória do Um Anel, e já que não há mais nenhuma senhorita para aqui colocar, vamos com o personagem que é o verdadeiro herói na trama:
As Duas Torres continua daonde A Sociedade do Anel parou: Com Frodo e Sam indo sozinhos para Mordor enquanto Legolas, Aragorn e Gimli seguiam os passos dos orcs que sequestraram Merry e Pippin. E já que comecei com a Arwen na primeira parte, vamos de Galadriel agora:
Cate Blanchett deixa muita puta funkera no chinelo
Depois de tanto falar sobre O Senhor dos Anéis, vocês finalmente verão uma crítica sobre os filmes, e só para ficar mais interessante, começemos com a Liv Tyler Arwen:
E pra ficar bonito, vai aí a resenha do primeiro livro da trilogia d’O Senhor dos Anéis. Ou seja, AGORA SIM nós do Bacon poderemos falar sobre SdA e ter respeito com isso… ou não.
Cara, esse filme é foda pra caralho. Mas parece que ninguém aqui no bacon percebeu isso até agora. Foi preciso que eu aparecesse aqui, em pleno ano de 2010, pra dar a essa obra o crédito que ela merece. Aliás, é basicamente isso que eu pretendo fazer nessa pocilga nesse maravilhoso site, até que resolvam me expulsar: Falar (Ou escrever, no caso) sobre essas coisas que eu (E muitas vezes só eu) considero fodas pra caralho, e são quase desconhecidas dos n00bs do público em geral. E de vez em quando também meter o pau nas merdas que vocês gostam. Mas chega disso, vamos ao que interessa.
Lembra daqueles filmes que passam na Globo desde que você começou a entender o que é uma televisão? Esse é um deles. Já perdi a conta de quantas vezes eu vi Top Gang. Aliás, acho que nem a própria Globo deve saber quantas vezes passou isso. Você já assistiu, e eu também, mas vamos lá, direto do túnel do tempo. continue lendo »
Se alguém aí acompanha esse quadro, já deve ter percebido que eu sou um grande apreciador dos filmes noir. É, quando eu não falo de algum específico, sempre faço relações com outras obras ou falo da influência que eles exerceram. É uma pena que esse movimento, gênero… Ah, ninguém sabe ao certo o que essa porra é, tenha durado tão pouco (Entre os anos 40 e 50), mas pelo menos, uma vez ou outra, alguém os relembra e faz uma homenagem.
Parece que hoje em dia todo mundo gosta mais de vilões do que de mocinhos. E realmente, muitos diriam até que a grande maioria dos melhores personagens da história do cinema são mesmo vilões. Bom, eu tava precisando de algum motivo para escolher algum filme para escrever e o texto, e a coluna da semana retrasada do Vassourada ajudou bastante. Outro motivo para ter escolhido Assassinos por Natureza para escrever é que na locadora tinha o filme disponível em Blu-ray. Então aluguei para ver se realmente o combo Blu-ray + LED é mesmo tudo que andam falando.
Nem de longe o cinema japonês é tão reconhecido quanto seus animes, cultura ou tecnologia. Mas como esses caras de olhos puxados são bons em quase tudo que fazem, na cinematografia não poderia ser diferente. Mas a maioria dos grandes filmes japoneses é restrito a quase apenas a três cineastas: Yasujiro Ozu, Kenji Mizoguchi e o mais polêmico de todos, Akira Kurosawa.