Pois então, todo filme de sucesso tem uma continuação. Pelo menos a grande maioria. Isso é foda, as continuações nunca são tão boas quanto o resto. Resident Evil foge à regra. Todos os filmes da série ficaram uma bosta. De qualquer jeito, cês já viram [REC], né? Ele é a origem espanhola do remake estadunidense chamado Quarentena. Eu sou mais o original, mas aí é tirar crédito dos caras. O remake não é ruim (E eu assisti ao remake PRIMEIRO, só depois fui ver o espanhol). Demorando ou não, o filme original recebeu uma continuação. Ficou do caralho. Não tanto quanto a primeira, mas ficou. continue lendo »
Quando eu crescer eu quero ser arqueólogo. Fala sério, quem nunca se imaginou caçando tesouros perdidos, enfrentando vilões, viajando o mundo e nas horas vagas ainda dar aulas para umas gordinhas apetitosas? Se Indiana Jones não veio à sua cabeça atrofiada, meu caro, corte seus pulsos com uma folha de papel e seja feliz em outra encarnação.
Se tem uma coisa que é praticamente obrigatório para todo cinéfilo que se diz macho, é gostar de filmes sobre máfia. Os gângster sempre são caras durões, ambiciosos e que (Dependendo de seus negócios) matam até mesmo a galera da família. E o melhor de tudo, quase sempre o assunto máfia rende ótimos filmes. Só para vocês verem o tanto de clássicos: Trilogia do Poderoso Chefão, Scarface, Os Intocáveis e Era Uma Vez Na América são alguns dos melhores, juntamente com o que vou falar hoje, um dos melhores filmes do Martin Scorsese.
Adaptação da série animada feita para televisão que conta a história de um garoto chamado Aang, jovem sucessor de uma longa linhagem Avatar (Seres que podem dominar todos os elementos), que é obrigado a deixar de lado sua infância por uma causa nobre. Após ficar preso durante 100 anos, ele acorda e somente ele tem condições para conter a Nação do Fogo (Fire Nation) que vem há tempos escravizando as Nações da Terra, Água e Ar.
Tem séries que você imagina que iriam ficar foda na telona, e Avatar – A lenda de Aang seria essa série pra mim. Sim, esse é o nome da série, não O Último Mestre do Ar (Coisa cafona), mas imagina a seguinte situação, na fila do cinema, usando a família da Zuleisse (Sim, é FICTÍCIO. QUALQUER similaridade com a vida real quer dizer que sua família é escrota) se fosse esse nome: continue lendo »
Comandando uma rede de negócios ilícitos na região, os Menezes, uma família de grandes pecuaristas do Centro-Oeste, vivem aos poucos a dissolução da estrutura que os protegeu durante anos. Mirão Menezes vive as pressões do narcotráfico, o fechamento de cerco pelas autoridades e a disputa com seu irmão Abílio, partidário de um contra-ataque violento. Elaine, filha de Mirão, envolve-se com o piloto do pai, engravida e decide fugir com ele depois que seu tio Abílio passa a chantageá-los. Brito, o matador encarregado de encontrar o casal e encerrar o caso, é ele mesmo ironicamente vítima de uma história de amor.
Nota do editor: Antes tarde do que mais tarde ainda.continue lendo »
Balthazar Blake é um grande feiticeiro, aprendiz de Merlin, que se vê obrigado a recrutar um rapaz aparentemente normal como seu aprendiz. Precisando ensinar tudo de magia para que ele e seu aprendiz possam defender Nova York e derrotar seu arquinimigo Maxim Horvath e a bruxa mais famosa de todas Morgana.
E lá vamos nós! Opa, não deu certo. HOCUS POCUS! Também não. DINHEIRO VIVO! Ai sim, assim se cria magia Disney, mas sem teorias de conspiração agora, senão meu chefe me mata (Sempre desconfiei dele). Estou aqui pra falar de mais um sucesso Disney, O Aprendiz de Feiticeiro, um filme que leva todo o conceito de magia criada pela Disney, mas deixamos isso pra mais tarde.
Nota do editor: Antes tarde do que mais tarde ainda.continue lendo »
Estava reparando aqui, eu sempre tento falar de diretores diferentes para ver se os leitores desta joça aqui se afeiçoam ao menos por alguns. Daí vi que ainda não escrevi sobre um dos melhores diretores de todos os tempos. Então pergunto a vocês dois que acompanham o meu quadro: De qual GÊNIO do cinema eu ainda não resenhei nenhum filme? Claro que você respondeu Didi MocóAlfred Hitchcock. Que Hitchcock foi o mestre do suspense não há dúvida, então não há nada melhor que falar um pouco de uma de suas obras-primas, o seu primeiro filme colorido e talvez o mais experimental de todos eles.
O que você pensaria de um filme que praticamente não tem cenário, não tem paisagem, não tem quase nada? Como eu sei que vocês são muito noobs, já até sei o que passou pela cabeça de vocês, que a chance de fracasso é grande. Mas eu pensei diferente (Aham). Como não há elementos “secundários”, me pareceu claramente que o enfoque seria nas atuações. Até que eu não estava errado, mas Dogville é um filme que vai muito além disso, tanto que está no meu top10.
John Wayne é conhecido até hoje pelas suas atuações como cowboy marrento nos filmes de velho-oeste, mas em 1949 ele se distanciou completamente desse estereótipo que criou pra si e interpretou o Sargento “Marine” John Stryker. Certo? Não exatamente. Wayne podia não estar de cowboy, mas a marra estava lá, sempre. É importante esclarecer esse ponto, pra quem nunca assistiu o filme, é só imaginar John Wayne com a mesma fala arrastada e pose de eu-sou-o-cara-durão. Enfim.
Quando a tecnologia consegue invadir os sonhos, um ladrão muito talentoso tem um chance de voltar a ter uma vida tranquila, mas antes precisa executar um trabalho que vai exigir tudo dele.
“Hein?”, “Tem como voltar isso?”, “Perdi algo?” são as perguntas que se fazem do começo confuso ao final confuso, ou seja, uma puta confusão. Não que o filme seja ruim, longe disso, mas é um filme que se você gostou é bom guardar o dinheiro para ver uma segunda vez ou esperar o DVD sair, e ficar vendo e revendo, porque se você conseguir pegar e entender cada detalhe do filme, é melhor dar uma olhada no seu QI, pois ele deve ser alto. continue lendo »