Conta Comigo (Stand By Me)

Bogart é TANGA! terça-feira, 06 de julho de 2010 – 6 comentários

Olha, vocês não são os únicos que acham que os colunistas de cinema foram mortos, abduzidos ou deram aquele chazinho de sumiço. Acontece que todos nós temos diversas outras atividades além desta e quando a coisa aperta, acabamos por priorizar aquilo que ou nos dá dinheiro ou que evite a perda de dinheiro. E embora cerveja com os amigos não se encaixe na descrição, ela também é prioridade. Lógico que cada um de nós tem seus motivos bem específicos. Os meus, por exemplo, se resumem nas palavras faculdade (E exame) e trabalho. Por uma luz divina, no entanto, consegui férias do trabalho e da faculdade simultaneamente – e isso, significa mais tempo para escrever. Decidi então, que vou falar daqueles filmes bem delícia, perfeitos para matar o tempo extra que rola nas férias. E pra começar, a primeira produção que ganha a minha nota 10 aqui no Bacon: “Conta Comigo” de 1986. Vale a pena ressuscitar esse clássico e vou te dizer por quê.

 Na ordem: Vern (Jerry O’Connell), Chris (River Phoenix), Gordie (Will Wheaton) e Teddy (Corey Feldman). Você já teve verdadeiros amigos?

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Lunar (Moon)

Filmes bons que passam batidos domingo, 04 de julho de 2010 – 1 comentário

Me lembro de estar em uma locadora, na frente da prateleira de lançamentos. Vários filmes com pequenas etiquetas amarelas indicando que precisam ser devolvidos em um dia. Aí vi aquela capa: Um astronauta, com seu capacete debaixo do braço. Assim, simples. Sujeito sem expressão, numa capa sóbria. Peguei pra ver. Na contracapa dizia algo como “filme que promete competir com 2001 – Uma Odisséia No Espaço”. Aluguei, não teve jeito. Competir com 2001? Eu tinha que ver pra acreditar.

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A Marca da Maldade (Touch of Evil)

Bogart é TANGA! terça-feira, 29 de junho de 2010 – 1 comentário

Em um dos primeiros textos meus no Bacon, Relíquia Macabra, falei sobre o início do Noir no cinema e as características peculiares desse gênero. No texto dessa semana, o filme em questão é considerado por muitos como a obra-prima do Noir, mesmo este sendo um filme que diverge em certos momentos das próprias do gênero.

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A Queda (Der Untergang)

Filmes bons que passam batidos domingo, 27 de junho de 2010 – 4 comentários

A Queda (Der Untergang), é um filme alemão de 2004 que mostra os últimos dias de vida de Adolf Hitler e do Terceiro Reich. Falando assim, nem parece ter algo de diferente, mas vos digo em verdade: Esse não é só mais um filme sobre a segunda guerra. É O filme. Escrito por Bernd Eichinger, baseado principalmente nos livros “Der Untergang”, pelo historiador Joachim Fest e “Bis zur letzten Stunde”, por Traudl Junge – secretária particular de Adolf Hitler de 1942 a 1945.

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Farrapo Humano (The Lost Weekend)

Bogart é TANGA! domingo, 20 de junho de 2010 – 1 comentário

É, agora quem escreve para essa bagaça aqui sou eu mesmo. Mas continuem acompanhando o FBQPB, afinal, espero que alguém que pegue o quadro honre-o, porque temos vários textos assinados por mim lá, né?

O filme de hoje é um que eu já pretendia falar desde aqueles meus recentes problemas com os goró. É, eu sou um semi-alcólotra aos 21 anos de idade. E desde que eu fui parar no hospital eu repensei toda a minha vida e esse filme me ajudou muito. (Aham, vocês acreditaram? Hahaha.)

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Kick-Ass – Quebrando Tudo (Kick-Ass)

Cinema quinta-feira, 17 de junho de 2010 – 2 comentários

Dave Lizewski é um rapaz comum e que ninguém percebe sua presença. Fã de histórias em quadrinhos, ele tem pouquíssimos amigos e vive sozinho com o pai. Até o dia em que decide se tornar um super-herói (Um vigilante), mesmo sabendo que não possui nenhum treinamento e nem poderes, apenas uma alta resistência a dor. Adaptação da série de quadrinhos da Marvel criada por Mark Millar e ilustrada por John Romita Jr.

Aqui é a resenha do Kick-ass? Espero que sim. Bom, eu sou o João Pedro, A.K.A. Jão (Olá, Jão… piada meio velha e ruim, mas é indispensável. Na verdade, não é, mas eu quero.), e eu fui seqüestrado e torturado pelo Pizurk pra fazer essa resenha! continue lendo »

Encontrando Forrester (Finding Forrester)

Filmes bons que passam batidos domingo, 13 de junho de 2010 – 8 comentários

Depois de todas as velharias dos textos anteriores, tenho certeza que vocês já estão de saco cheio de filmes antigos. Vou ser bonzinho dessa fez e vou falar de um filme um pouco mais conhecido (Mas continuo duvidando que algum de vocês assistiu), e com dois atores que já venceram o Oscar: Sean Connery e F. Murray Abraham.

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O Garoto (The Kid)

Filmes bons que passam batidos domingo, 06 de junho de 2010 – 3 comentários

Chegando ao final da série dos 4 melhores diretores favoritos deste que vos escreve, temos aqui o maior ícone do cinema de todos os tempos e o cara que sempre me emociona: Sir Charles Chaplin, com seu primeiro longa metragem, que o catapultou para a fama, O Garoto. Pelo jeito esta vai ser a primeira resenha de um filme mudo aqui no Bacon, né?

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A Hora do Lobo (Vargtimmen)

Filmes bons que passam batidos domingo, 30 de maio de 2010 – 1 comentário

O planejado era de este texto ir para o ar na semana passada, mas devido ao alto teor etílico no sangue desse que vos escreve, nem foi possível. Não que vocês tenham reparado que domingo passado não teve FBQPB. Continuando aquela série com filmes menos conhecidos dos meus quatro diretores favoritos, hoje chegamos ao sueco Ingmar Bergman, lembrando que já tivemos Kubrick e Buñuel.


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Fúria de Titãs (Clash of the Titans)

Cinema quinta-feira, 20 de maio de 2010 – 1 comentário

 Perseu é o único que pode salvar sua família de Hades, um vingativo deus das trevas. Sem nada a perder, ele lidera uma missão para derrotar o vilão, antes que ele alcance os poderes de Zeus, rei de todos os deuses. Inicia-se, então, uma jornada por mundos desconhecidos.

Sinceramente, se você espera fidelidade à mitologia da Grécia antiga, esquece. O filme viaja na maionese, inclusive incluindo djinns, que até onde eu sei, não tem nada a ver com mitologia grega [Acho que são da mitologia árabe ou persa, sei lá]. E os efeitos especiais, em alguns momentos, decepcionam. Mas é um filme divertidinho mesmo assim. Mas veja bem: Eu disse divertidinho. Cê deixa o cérebro na porta de entrada, acompanha o negócio, sai e pega ele. Caso contrário, cê não vai aproveitar, e ainda vai parecer um daqueles seguidores do Rubens Ewald Filho. Seja lá quem seja esse cara. continue lendo »

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