Tá aí um livro que nunca recebeu o destaque que merecia. Foi uma publicação bem flopada, uma história que nunca foi muito além de meia dúzia de fãs na internet. E olha que foi lançado numa época em que o mercado literário tava ainda pior que hoje em dia, recheado de purpurina e vampirinhos boiolas. O autor nunca mais se arriscou em outra obra, pelo menos não no mesmo gênero.
Se bem que até faz sentido um livro tão carregado de testosterona não ter feito sucesso. continue lendo »
Devo dizer que eu não esperava muita coisa do livro e… Eu tava certo. Mas também, se eu já vi o filme, de que vai me adiantar uma novelização do roteiro do mesmo? Apesar de algumas personagens novas e cenas diferentes, não tem nada de mais na parada. Mas serve pra prender por umas horas. Tipo umas cinco horas sem energia, que foi o que me motivou a ler. O que, você demoraria dias pra ler esse livro? Então nem chega perto. continue lendo »
De vez em quando, a gente tem a sorte de se deparar com matérias realmente legais na faculdade, que propõem a leitura de livros igualmente legais. Nesse período, fui obrigada a estudar o livro Extensão ou Comunicação, do grande educador e filósofo brasileiro Paulo Freire. Imaginem, então, a minha surpresa ao ter achado extremamente interessante uma obra que fala sobre o trabalho dos agrônomos com os camponeses… continue lendo »
Recentemente, fiz um relato sobre minha vida de leitor, a qual você pode encontrar por ai. Enfim, decorridas algumas semanas, eu consegui terminar o livro Jubiabá, de Jorge Amado. Tarefa que deveria ter sido mais fácil, visto que o livro não tem nem 250 páginas. Mas de todo modo, venho falar um pouco sobre ele. continue lendo »
Assim como todo mundo conheci esse livro só depois do sucesso de House, e como eu aparentemente não tinha nada melhor com que gastar meu dinheiro, comprei o livro, e ele ficou por um bom tempo na prateleira. Finalmente, dia desses, resolvi criar vergonha na cara e ler o troço, afinal, falar mal de coisa que faz sucesso é sempre divertido.
Primeira edição, e só tem um jeito de falar isso: Que capa de merda.
“O mais pesado dos fardos nos esmaga, verga-nos, comprime-nos contra o chão. Na poesia amorosa de todos os séculos, porém, a mulher deseja receber o fardo do corpo masculino. O mais pesado dos fardos é, portanto, ao mesmo tempo a imagem da realização vital mais intensa. Quanto mais pesado é o fardo, mais próxima da terra está nossa vida, e mais real e verdadeira ela é. Em compensação, a ausência total de fardo leva o ser humano a se tornar mais leve do que o ar, leva-o a voar, a se distanciar da terra, do ser terrestre, a se tornar semi-real, e leva seus movimentos a ser tão livres como insignificantes. O que escolher, então? O peso ou a leveza?” continue lendo »
Taí um livro que há muito eu via para comprar e tinha vontade de ler, então finalmente criei vergonha na cara e resolvi ver o que caralhos tem de interessante no cinema de 1960 até 1980. Bem, já que esse parágrafo introdutório tem que ficar maior, digo que rolou, segundo o livro, muito sexo, dorgas drogas e praticamente nenhum rock ‘n’ roll.
O Apanhador no Campo de Centeio é um daqueles livros conhecidos pela maioria das pessoas, mesmo que elas nunca tenham segurado um exemplar nas mãos. A diferença é que a fama desta obra não se dá apenas por sua genialidade, mas por razões um tanto quanto… curiosas. Segundo o assassino de John Lennon – aquele músico que fez algum sucesso com sua bandinha – o livro serviu como inspiração para o crime e sua tentativa de suicídio. O mesmo foi dito por aquele que tentou matar Reagan (Ex-presidente norte-americano, para os que faltaram as aulas de história). continue lendo »
Já devo ter mencionado antes, mas estou com uma montanha de livros para ler. Dentre os mais de 60 títulos, fiz um sorteio e acabei por escolher A Sombra do Vento como o livro a ser lido, e bem, aproveitem, já que vocês não me verão falando isso assim tão cedo: Eu comprei a história do livro.