Faz já um bom tempo desde a última vez que resenhei um livro, e cada vez que descubro mais acerca de Tom Clancy e sua obra, cada vez mais queria não ter sequer começado. É o tipo de coisa que os gringos botam num pedestal só porque são gringos (Com suas inerentes capacidades conhecidas por todos nós) e que deveria ter acabado junto com a porra do muro de Berlim… Aliás, me lembra bastante o Stephen King.
Não sei vocês, mas eu tenho vontade de atirar nesse filho da puta só porque sim.
Sabe 50 Tons de Cinza? Então, esse livro do qual pretendo falar agora tem muito mais propriedade no assunto. Abre o texto aê e vamos ver o porquê. continue lendo »
Desde Jogos Vorazes, um certo tipo de ficção tem feito a cabeça do público. A nova mania literária são distopias [Nota do editor: Nova feito a posição de cagar], é fazer uma história menos bonitinha possível. Esses livros, em sua maioria trilogias, costumam ter como protagonista uma heroína forte, que luta pela sobrevivência não só dela, mas de sua família e de seu par romântico que não sabe se cuidar muito bem sozinho. Puros é a maior síntese desse fenômeno: Muito sangue, selvageria e ação.
Bom, pelo menos acho que veio até a calhar, depois de uma década feita só de magias, vampiros e coisinhas cor de rosa. continue lendo »
Dia desses resolvi dar uma pausa na leitura, descansar um pouco, mas como não tinha nada melhor para fazer, resolvi ler… Cuz that’s how I roll. Perdido no meio de outros livros, havia um que eu ainda não tinha lido, e nunca havia me animado para ler também: O Profanador, do Philip K. Dick (É, não é um nome que soa muito bem), conhecido por Blade Runner, Minority Report e O Vingador do Futuro.
Uma coisa que eu não entendo é o ódio contra o Paulo Coelho. No resto do mundo, o autor é adorado, lido e relido com fervor. Só aqui mesmo, na nave mãe, que o odeiam e queimariam em praça pública caso houvesse oportunidade. Confesso que, dele, só li esse livro. Mesmo assim, pra mim, todo ódio – E amor – em demasia é motivo de desconfiança e merece o benefício da dúvida.
Nota do editor: Usou “nave mãe” e quer falar dos outros? Pffff…continue lendo »
Deixa eu fazer uma pergunta procêis: Quem aqui já viu Coraline E O Mundo Secreto? Meio assustador, né? E se eu falasse que o livro no qual o filme se baseia é… Bem pior? continue lendo »
Não sei vocês, mas eu cresci ouvindo como o Stephen King comia bundas. Pra galerinha alternativa da internerd, ele é o tal.
Enquanto sua irmã lê Crepúsculo e bate siririca pra 50 Tons de Cinza, aposto que tua mãe só deu pro teu pai depois de descobrir que ele curtia Stephen King. Provavelmente, o escritor fez parte da adolescência de muito coroa por aí, assim como Harry Potter foi a nossa.
“Meu porquinho da índia foi minha primeira namorada”… Não, pera.
Pois então, após alguns meses de dedicação num projeto, resolvi dar uma pausa e mudar um pouco as coisas. Após obras e obras sobre crimes, assassinatos e detetives, queria algo completamente o oposto: Seres fantásticos, magia, batalhas, castelos e mapas detalhados.
Tô meio cansada de histórias de guerra. Pelo menos as americanas, que chegam mais facilmente até nós, já deram na porra do saco. Sempre exaltam um lado do conflito, constrói um lado coitado, metem um cachorro no meio dos soldados, enfim, cês sabem. Devem estar tão cansados quanto.
Um dia, catei um livro empoeirado na estante. Rapá, surpresa boa, viu.
E um filme que é mais famoso que o livro de onde saiu!
Estou na sala do computador aqui em casa, com as luzes apagadas e apenas a tela do mesmo acesa. Ao meu lado, na mesa, está o Neon Azul, um livro que me trouxe uma feliz supresa. Olhei para o lado agora pouco e me peguei esperando que o título do livro estivesse aceso, iluminando a sala… E sabem de uma coisa? Eu não duvidaria se realmente acontecesse.