A 1ª missão de James Bond (Daniel Craig) como agente 007 o leva a Madagascar. Sua tarefa é espionar o terrorista Mollaka (Sebastien Foucan), mas nem tudo sai como o planejado. Bond decide espionar por conta própria o restante da célula terrorista, o que o leva às Bahamas. Lá ele conhece Alex Dimitrios (Simon Abkarian) e sua namorada Solange (Caterina Murino). Alex está envolvido com Le Chiffre (Mads Mikkelsen), o banqueiro de organizações terroristas espalhadas pelo planeta, que pretende conseguir dinheiro em um jogo de pôquer milionário em Montenegro, no Cassino Royale. O MI6 envia Bond para jogar contra Le Chiffre, sabendo que caso Leele perca a partida, isto desmontará sua organização. Nesta tarefa, o agente 007 terá a companhia da sedutora Vesper Lynd (Eva Green), enviada por M (Judi Dench) para acompanhá-lo na missão.
Na época, o anúncio de que o Daniel Craig seria o novo James Bond me pareceu a escolha mais errada possível. Porque porra, mó antipático esse cara, como que chegaram a pensar que ele convenceria como herói de alguma coisa? Mas acontece que eu pensava ainda no velho 007, que mal havia mudado desde 1962. continue lendo »
Cinco anos após Katie (Kathie Featherston) matar a irmã Kristi (Sprague Grayden) e o cunhado Daniel (Brian Boland) e levar consigo o sobrinho Hunter, ela vive com o pequeno Robbie (Brady Allen) em uma casa. Do outro lado da rua mora a adolescente Alice (Kathryn Newton), que acompanha os passos do garoto juntamente com o amigo Alex (Matt Shively). Ambos acham Robbie bastante estranho, principalmente quando ele fica alguns dias na casa de Alice após Katie ter um problema e ir parar no hospital. Aos poucos Robbie se torna amigo de Wyatt, o irmão caçula de Alice, atraindo-o para um universo perigoso.
Atividade Paranormal tem os trailers mais mentirosos do mundo por que, quando os vídeos dessa continuação saíram, uma caralhada de gente pensou que finalmente ia melhorar a bagaça. Pelo jeito, até que enfim algum monstrinho ia parecer na tela. Mas não é que, além de ludibriador, não tem UMA cena do trailer que aconteça no filme? Filhos da mãe! continue lendo »
Liam Neeson retorna como Bryan Mills, um ex-agente da CIA extremamente talentoso, que arriscou tudo para salvar sua filha Kim de sequestradores albaneses. O pai de um deles promete vingança pela morte do filho. Em uma viagem a Istambul, Bryan e sua ex-esposa são sequestrados. Desta vez, ele irá depender da ajuda da filha Kim para escapar, usando as mesmas táticas de sempre para salvar a todos e sistematicamente eliminar os sequestradores, um por um.
Cês lembram do primeiro Busca Implacável, lá de 2008, né? O Liam Neeson era um cara fodão, cuja filha tinha sido raptada na França. Por isso, ele teve que sair da aposentadoria pra não só trazer ela de volta, mas achar cada um dos sequestradores e matá-los, como ele bem gosta de frisar. Enfim, já nesse segundo… É claro que acontece praticamente a mesma coisa, mas quem liga? continue lendo »
Ellison (Ethan Hawke) é um escritor de romances policias que acaba de se mudar com a família. No sotão da nova casa ele descobre antigos rolos de filme, que trazem imagens de pessoas sendo mortas. Intrigado com o que elas representam e com um estranho símbolo presente nas imagens, ele e sua família logo passam a correr sério risco de morte.
Há muito tempo que o público não era agraciado com uma história tão bem escrita, uma atmosfera tão segura e com um filme que se sustenta sem apelar e acaba oferecendo uma fuga aos cli… Ah, foda-se! Vou falar de uma vez: Me caguei assistindo a esta bagaça. E só Deus Zeus pode me julgar!
E podem ir tirando esse sorrisinho irônico da cara! Duvido que cês consigam assistir isso aqui sem desmunhecar nem uma vezinha, seus baitolas enrustidos! continue lendo »
O escritor Edgar Alan Poe (John Cusack) está na caça de um assassino serial que imita os crimes de seus contos e ainda sequestrou sua noiva Emily (Alice Eve). Para ajudá-lo na investigação, o detetive Emmet (Luke Evans) assume o caso e pretende dar um fim aos terríveis assassinatos, que são seguidos de charadas criadas pelo criminoso que desafia a inteligência do autor num jogo de gato e rato.
Não, este não é um post sobre aquele filme do cara que morre e volta vestindo couro para a satisfação dos que curtem bondage, mas sim daquele filme, muito mais recente, sobre os últimos dias de Edgar Allan Poe, aquela cara com um cabelo estiloso e cabeça chata, que escrevia uma coisa ou outra de vez em quando. continue lendo »
Num futuro não muito distante, os Loopers [Assassinos agrupados por algum motivo desconhecido] trabalham pra um dos vários sindicatos do crime que por ae afloram. Até ai beleza. Até que eles começam a ser enviados pro passado, pra matar criminosos antes que esses cometam seus crimes. Ai a gente já viu que vai dar merda. E a água começa a entrar quando um deles é enviado pra matar a si mesmo.
Apesar do comentário desdenhoso do Pizurk à respeito do filme (E talvez justamente por isso), eu resolvi ir vê-lo no cinema e confesso que não me arrependi. Definitivamente. É sempre maravilhoso sair do cinema e escutar os comentários imbecis de algumas pessoas detonando o filme por não ter compreendido qual era a sua proposta. Tá certo, alguns dirão que filmes com viagens no tempo tem que ser confusos (Quase sempre o são), que não existe um filme sequer com esse tema que sobreviva a ladainha científica de suas impossibilidades. Mas é muito bom ver um filme que mostra tantas possibilidades, linhas temporais e universos paralelos sem se perder (E nem deixar o expectador perdido). Matar a si mesmo? Putz… continue lendo »
Ah, falemos do Ted então. Que não parecia ser nada de especial, tirando o fato de ter o trailer mais irritante dos últimos tempos. E mesmo assim, conseguiu virar motivo de polêmica, depois de ter sido ameaçado de censura (Por uma única pessoa, mas enfim), situação que outra vez testa os limites da babaquice humana. continue lendo »
Escrito e dirigido novamente por Six, a sequência foca em Martin, um homem solitário e mentalmente perturbado que mora com sua mãe e trabalha como guarda noturno em uma estacionamento-garagem no subsolo. Para escapar de sua triste existência, Martin se perde na fantasia do filme de terror cult A Centopéia Humana, fantasiando com as meticulosas habilidades cirurgicas do Dr. Heiter, cujo conhecimento do sistema gastrointestinal inspira Martin a praticar o impensável.
Sim, estou obrigando vocês a lerem de novo sobre essa merda *mãozinha de trocadilho*. Processem o Bacon.
O alemão Josef Heiter sequestra três turistas e os une cirurgicamente, boca ligada ao ânus, formando uma centopeia humana. Com o sucesso da operação, o médico começa a treinar a centopeia, enquanto tenta escondê-la do resto do mundo.
No longínquo ano de 2010, esse filme fez sucesso por ter torcido o nariz de muita gente. Se já faz tanto tempo, por que decidi resenhá-lo agora? Oras, por que foda-se, esse é o porquê existe uma continuação muito pior dele e que, por algum motivo acho que trauma, só fui ver agora chega de riscado hein.
Sem mais delongas, deitaê no divã e vamos conversar sobre os efeitos psicológicos da história. continue lendo »
Eu realmente não sei mais porque eu vou no cinema. Assistir um filme bom na tela grande já tá quase tão difícil quanto pegar uma série boa passando na TV ou ouvir uma música boa no rádio. Provavelmente eu acabe indo apenas pelo próprio ato de ir ao cinema. Mas como eu nunca aceitaria isso conscientemente, o meu cérebro dá um jeito de criar novas expectativas a cada maldita nova estreia. Só que a situação é pior com o Dredd. Eu tinha consciência do que ia ver. Um filme em 3D com censura 18 anos. Na pior das hipóteses, divertido. O que obviamente, não se confirmou. E nesse caso, existe outro agravante. Tudo bem, eu já me acostumei com as decepções. Porém, as coisas que eu achava uma merda costumavam ser uma merda no consenso geral. Tirando algumas aberrações como o Watchmen, por exemplo, que vocês ainda insistem em defender. Só que isso vem acontecendo cada vez menos. Tipo, o Dredd tá sendo aclamado, cara. Claro, eu não saco nada da HQ e gosto da versão do Stallone, mas isso não tem relevância nenhuma. continue lendo »