Nancy Lincoln (Robin McLeavy) é a mãe do presidente Abraham Lincoln (Benjamin Walker) e foi assassinada por uma criatura sobrenatural. Incorfomado com o fato, ele declara uma guerra sem piedade contra os seres das trevas e começa a destruir todos os vampiros e os escravos que os ajudam.
Cara… Não sei o que pensar desse filme. Tive dois derrames e meio enquanto assistia. Acho que nunca houve tantas reviravoltas de uma só vez em toda a história do cinema. Eu, pelo menos, nunca tinha visto um filme que caísse tanto de qualidade em menos de dez minutos. O que prometia ser um filme de ação less than brainless acabou virando um ode ao nacionalismo americano… Ou coisa parecida.
Vamos logo pro resto da resenha. Quanto mais rápido acabarmos com isso, mais rápido vou me recuperar do trauma. continue lendo »
‘O Legado Bourne’ expande o universo Bourne criado por Robert Ludlum com uma história original que apresenta um novo herói: Aaron Cross (Jeremy Renner). Ele passou pelo mesmo tipo de recrutamento de Bourne no misterioso programa conhecido como Treadstone. Tony Gilroy, o arquiteto da narrativa por trás dos filmes da série Bourne, assume a direção do próximo capítulo da popular franquia de espionagem, que já arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo.
É claro que a continuação não-programada [Ou não desejada pelo principal ator, vai saber] de uma franquia tem tudo pra cagar na cabeça de geral. O que não é o caso aqui. Eles só ignoram que o ciclo do personagem tá terminado e querem continuar com outro agente secreto que tem problemas mentais sérios. Não que isso torne o filme ruim, ele só não preenche as expectativas de uma continuação de uma saga foda, o que não aconteceria se o nome da saga não fosse usado. Ou mesmo se referências à saga anterior não fossem feitas. Mas quem liga pra isso, quando os dólares estão rolando? continue lendo »
Na sequência de um acidente de parapente que o deixou tetraplégico, Philippe (François Cluzet), um aristocrata francês de meia-idade, decide contratar alguém que o apoie nas suas rotinas diárias. É então que conhece Driss (Omar Sy), um jovem senegalês de um bairro problemático, recém-saído da prisão. Driss é, segundo todas as aparências, alguém totalmente inadequado à função, porém Philippe, estabelecendo com ele um vínculo imediato, contrata-o. Assim, com o passar dos dias, aqueles dois homens com vidas tão díspares vão encontrar coisas em comum que ninguém julgaria possíveis, nascendo entre eles uma amizade que, apesar de improvável, se tornará mais profunda a cada dia.
Nunca assisti um filme com tamanha desconfiança. Leiam a sinopse e me falem que parece ser um saco de filme, com um monte de besteira sentimental proibida para pessoas diabéticas? Acontece que tem besteiras sentimentais, mas não é só isso minha gente. Já digo que vou babar ovo pro filme mesmo, vocês que se danem. Só pra deixar claro também, o filme é baseado em fatos reais. continue lendo »
Essa é pra vocês que acham que pra escrever no Bacon é só chegar e já era. Não se enganem jovens, antes da fama, dos milhões e das mulheres, há um rigoroso processo de seleção. Que é doloroso demais pra descrever aqui, mas pra vocês terem uma ideia, é bastante próximo do treinamento do BOPE, como visto no filme Tropa de Elite. Tirando a parte dos exercícios, lições de estratégia e comer comida do chão em 10 segundos. E adicionando a escrita de alguns textos com tema pré-determinado e prazos absurdos. Então, como eu vinha dizendo, nada a ver com o Tropa de Elite. Mas o fato é durante o processo da minha incursão nesse site, uma das coisas que a Uiara (Editora de cinema na época) me fez fazer foi uma resenha do Lagoa Azul. E essa pérola teria se perdido na imensidão da internet pra sempre, não fosse a minha mania de não apagar emails e revê-los casualmente anos depois. continue lendo »
Ao aceitarem uma missão aparentemente simples, o grupo é surpreendido e as coisas não saem como planejado. O que era uma simples missão, passa a ser uma questão de honra para a equipe. Além de enfrentarem Van Damme e seu bando, o grupo terá que correr contra o tempo para evitar um incidente nuclear.
No retorno do sr. Stallone ao papel de Barney Ross, juntamente com toda a trupe do primeiro [Bom, nem toda, já que o Mickey Rourke não aparece nessa bagaça], temos um filme que se leva muito menos a sério que o primeiro. E isso é muito bom, porque como foi apontado pelo Lucas, os atores e os papéis que eles representaram e ainda representam são maiores do que tudo isso. Afinal, se você tá na internet, com certeza já viu uma piada sobre a omnipotência de Chuck Norris. E não adianta mentir, que até quem não tá na internet já viu a piada/meme, que vazou pro “mundo real”. E eu vou logo avisando que esse texto terá spoilers. Não porque eu sou chato e quero revelar a trama pra vocês, mas porque não tem como falar desse filme sem citar o enredo. “Enredo”, pfff. Além do que, é um filme de ação, porra. Quem liga pra história? continue lendo »
Barney Ross (Sylvester Stallone) é o líder de um grupo de mercenários, que realiza qualquer missão desde que ela seja bem paga. Entre seus companheiros usuais estão o especialista em facas Lee Christmas (Jason Statham), Yin Yang (Jet Li) e Gunnar Jensen (Dolph Lundgren), que têm demonstrado instabilidade emocional durante as missões. Um dia, Barney e sua trupe são contratados para derrubar o general Garza (David Zayas), ditador da ilha de Vilena. Barney e Lee vão ao local e encontram Sandra (Giselle Itié), que deseja derrubar o governo. Só que logo eles são atacados pelas forças de Garza e de Monroe (Eric Roberts), um empresário americano que financia o governo local. Barney e Lee deixam Vilena e abandonam a missão, mas a persistência de Sandra, que deseja ficar para lutar pela liberdade, mexe com os até então inexistentes princípios de Barney.
Eu não sei se o nível geral do cinema caiu muito nos últimos dois anos ou a expectativa que eu tinha na época em que Os Mercenários foi lançado prejudicou o meu julgamento inicial. Mas o fato é que eu achei o filme bem melhor depois dessa última revisão. continue lendo »
Thelma e Louise é, com certeza, um dos melhores road movies já feitos. O longa conta a história de duas amigas que partem em busca de alguma emoção em suas vidas e encontram não apenas imprevistos, mas a essência de si mesmas. Apesar de ser um drama, a comédia dá as caras em diversos momentos, deixando o filme muito divertido. O caráter icônico se deve ainda a atuações magistrais de Geena Davis e Susan Sarandon, aliadas a um desfecho impactante. continue lendo »
“Rock of Ages: O Filme” conta a história de uma garota interiorana, Sherrie, e de um garoto da cidade, Drew, que se conhecem no Sunset Strip enquanto buscam seus sonhos em Hollywood. O romance ‘rock and roll’ é contado em clássicos e canções emocionantes de Def Leppard, Joan Jett, Journey, Foreigner, Bon Jovi, Night Ranger, REO Speedwagon, Pat Benatar, Twisted Sister, Poison, Whitesnake e muito mais.
Eu acho que já deixei claro meu preconceito com musicais nesse sítio da internet. Mas é sempre bom reforçar: Eu não gosto de musicais. Pra mim, eles são mais forçados que filmes de ação. Porque nos filmes de ação, qualquer um sem treino sabe operar uma arma e tal. Isso é meio forçado, mas plausível.
Agora, num musical, pessoas que nunca se viram na vida sabem a letra de uma música inventada na hora, além de uma coreografia toda bacanuda, como se esse tipo de coisa não exigisse treino intensivo e um relacionamento interpessoal poderoso. Sem contar que todo mundo canta bem e não desafina, isso é surreal. continue lendo »
Sacha Baron Cohen, roteirista/ator indicado ao Oscar e vencedor do Globo de Ouro e criador de personagens indeléveis como Ali G, Borat e Brüno, agora veste o paletó cheio de condecorações do General Haffaz Aladeen, um ditador que arrisca a vida para assegurar que a democracia nunca chegue ao país que ele oprime tão carinhosamente, em O Ditador.
Todo mundo se lembra do sucesso que Borat foi, mostrando o quão “estúpidos” os americanos são e blá blá blá. Afinal, um estrangeiro que não manja nada da cultura americana [Ou de cultura em geral] tendo que aprender as coisas na marra em um país ocidental foi divertido. Mesmo com aquela cena grotesca do gordão pelado. Puta merda, que vontade de arrancar os olhos.
E, assim como seu antecessor, Brüno foi outro mockumentary [Mistura de mock e documentary. Pra quem não sabe, mock é zombar.] em que Sacha Baron Cohen faz um gringo com costumes esquisitos. Agora, em O Ditador, ele repete o estereótipo pela terceira vez. Mas ao contrário dos anteriores, ele não está na América [Sem xilique, ninguém se refere ao Brasil como República Federativa do Brasil] pra aprender, e sim pra desafiar o poderio do resto do mundo. Nem que seja por meio de piadas. continue lendo »
Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. O pai desenvolveu um método de auto-ajuda que é um fracasso, o filho mais velho fez voto de silêncio, o cunhado é um professor suicida e o avô foi expulso de uma casa de repouso por usar heroína. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive (Abigail Breslin), é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada.
Quando foi lançado, lá em 2006, o filme Pequena Miss Sunshine foi muito bem recebido. O filme, que tratava dos dramas de uma família quase comum, conquistou uma série de admiradores. A meu ver, a premissa é bacana e uma boa dose de comédia (E situações bizarras) mantém tudo na medida pra não cair num dramalhão daqueles impossíveis de assistir. Mesmo assim, é importante destacar que o treco, mesmo sendo digno de elogio, não é nota máxima não. continue lendo »