No ano de 1752, Joshua, Naomi Collins e seu filho Barnabas, foram embora de Liverpool, Inglaterra, para começar uma nova vida na América. Mas mesmo um oceano não foi suficiente para escapar da misteriosa maldição que atormenta sua família. Duas décadas se passaram e Barnabas (Johnny Depp) tem o mundo aos seus pés, ou pelo menos a cidade de Collinsport, Maine. Capitão do Collinwood Manor, Barnabas é rico, poderoso e um playboy inveterado … até que ele comete o erro grave de quebrar o coração de Angelique (Eva Green), uma bruxa, em todos os sentidos da palavra, Angelique condena-o a um destino pior que a morte, transformando-o em um vampiro e enterrando-o vivo. Dois séculos mais tarde, Barnabas é libertado de seu túmulo, e surge nos dias modernos.
Filme do Johnny Depp onde ele interpreta um cara estranho e misterioso, deslocado da sociedade em que se encontra? Por que isso me soa tão familiar, alguém sabe me dizer? Ah, não importa. Vocês nunca entendem ironia. O que interessa é que o filme é melhor do que eu pensava. continue lendo »
De um filme de terror, todo mundo sempre espera que ele tenha algo de sobrenatural, um assassino psicótico ou um monstro terrível. Filmes como Psicose (1960), O Iluminado (1980) ou O Exorcista (1973) provam que esse clichê existe. Mas existe um filme que assusta qualquer um e foge desta presunção. O Bebê de Rosemary destoa e intriga cinéfilos e críticos do mundo inteiro há mais de 40 anos. Regras sempre existem e sempre existirão, mas é claro que regras servem também para serem quebradas. Um dos filmes mais assustadores de todos os tempos, a obra maior de Roman Polanski chocou o mundo em 1968 justamente por esconder o que os outros filmes fazem a maior questão de mostrar logo de cara. E por causa disso, o filme envolve e assusta o espectador como nenhum antes dele conseguiu. Poucas vezes antes dele, o terror foi tão angustiante como Polanski o fez ser em O bebê de Rosemary.
Recém separado, Fernando (Bruno Mazzeo) não se conforma com o fracasso de seu casamento com Vitória (Tainá Muller), enquanto seu amigo Honório (Marcos Palmeira), um jornalista machão casado com Leila (Dira Paes), não para de desconfiar que a esposa está traindo ele. Também amigo da dupla, Afonsinho (Emilio Orciollo Netto) sonha em ser um escritor de sucesso, tira onda de intelectual e se relaciona com prostitutas. Juntos, eles vão debater e descobrir qual é o papel deles nesse mundo povoado por mulheres, sejam elas interesses amorosos ou não.
Filme brazuca que não perde em nada pras comédias de pastelão americano. E isso não foi lá um elogio, até por que a comédia americana anda bem mal das pernas. continue lendo »
O Espetacular Homem-Aranha é a história de Peter Parker (Garfield), um estudante rejeitado por seus colegas e que foi abandonado por seus pais ainda criança, sendo então criado por seu Tio Ben (Sheen) e pela Tia May (Field). Como muitos adolescentes, Peter tenta descobrir quem ele é e como ele se tornou a pessoa que é hoje. Peter também está começando uma história com sua primeira paixão, Gwen Stacy (Stone), e juntos eles lidam com amor, compromissos e segredos. Quando Peter descobre uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai, ele começa uma jornada para entender o desaparecimento de seus pais – o que o leva diretamente à Oscorp e ao laboratório do Dr. Curt Connors (Ifans), antigo sócio de seu pai. Procurando por respostas e uma conexão, Peter comete um erro que o coloca em rota de colisão com o alter-ego do Dr. Connors, O Lagarto. Como Homem-Aranha, Peter tem que tomar decisões que podem alterar vidas, para usar seus poderes e moldar seu destino de se tornar um herói.
Quanta baboseira, não? Não. Os filmes de herói tão ae pra tentar resgatar o que há de melhor nas pessoas. Mas olha, se isso é o que há de melhor nas pessoas, a humanidade tá fudida. continue lendo »
Peter Parker (Andrew Garfield) é um rapaz tímido e estudioso, que inicou há pouco tempo um namoro com a bela Gwen Stacy (Emma Stone), sua colega de colégio. Ele vive com os tios, May (Sally Field) e Ben (Martin Sheen), desde que foi deixado pelos pais, Richard (Campbell Scott) e Mary (Embeth Davidtz). Certo dia, o jovem encontra uma misteriosa maleta que pertenceu a seu pai. O artefato faz com que visite o laboratório do dr. Curt Connors (Rhys Ifans) na Oscorp. Parker está em busca de respostas sobre o que aconteceu com os pais, só que acaba entrando em rota de colisão com o perigoso alter-ego de Connors, o vilão Lagarto.
Pra todo mundo que ficou desconfiado por causa desse “remake”: fiquem tranquilos. O novo acabou ficando bem melhor que o original. continue lendo »
Um rei viúvo caiu de amores por Ravenna (Charlize Theron) sem saber de seus terríveis planos de conquista e acaba morrendo, deixando para ela todo o seu reino. Para piorar a situação, a filha dele foi jogada em uma masmorra e lá ficou até se tornar uma bela jovem. Obcecada pela beleza e pela juventude, a Rainha não se cansa de perguntar ao seu oráculo para saber se existe alguém mais bela do que ela, até o dia em que a resposta não a agradou. Felizmente, Branca de Neve (Kristen Stewart) consegue fugir sem que seu coração seja arrancado e Ravenna se torne poderosa para sempre. Mas a malvada não desiste fácil e além da ajuda do irmão, um fiel escudeiro, ela contrata Eric (Chris Hemsworth), um exímio caçador para trazer sua presa de volta. Só que ele acaba descobrindo que a missão era um grande erro e vai ajudar a jovem em sua cruzada contra o reinado da malévola. Para isso, eles contarão também com o importante apoio dos seres da floresta e dos unidos sete anões mineiros.
Antes de tudo: Kristen Stewart numa personagem tida como a maior beldade do universo? Não que a ache feia, longe disso, mas tem alguma coisa de estranho no rosto dela. Acho que são as narinas. Sempre são as narinas. Isso e o fato de a Charlize Theron estar interpretando a rainha má. E nem fodendo que a Charlinda é mais feia que a Bella Kristen. Sério, NEM FODENDO. continue lendo »
Michael e Joanna Reed (Sam Worthington e Keira Knightley) formam um casal que parece ter tudo. Eles são Jovens, atraentes e bem sucedidos. Possuem estabilidade financeira e um apartamento, além de aparentarem ter aquele bem estar de vida que beira a perfeição. No entanto, tudo muda quando os Reeds vão a uma festa de trabalho de Michael, na qual Joanna presencia um momento suspeito entre o marido e a sua nova bela colega de trabalho, Laura, interpretada por (Eva Mendes). O Incidente é fugaz e ambíguo, Joanna nõ tem certeza do que presenciou mas planta uma semente de dúvida insidiosa na relação do casal, que acaba por contaminar o cerne de seu amor.
Eu não sei porque diabos eu fui assistir esse filme, já que ele claramente era uma porcaria. Acho que é porque eu tenho uma leve atração pelos dentes tortos da Kiera Knightley [Mesmo ela não tendo peito nenhum], ou quem sabe pela bunda da Eva Mendes? Nunca terei certeza. A certeza é: Não devia ter feito isso. É uma hora de mimimi, pra no fim não ter porra nenhuma de útil/interessante. Exceto pela lição que fica. continue lendo »
O visionário cineasta Ridley Scott retorna ao gênero que ele ajudou a definir, criando um épico de ficção científica original em um dos lugares mais perigosos do universo. O filme traz uma equipe de cientistas e exploradores em uma jornada que testará os limites físicos e mentais, colocando-os em um mundo distante, onde eles descobrirão as respostas para nossos dilemas mais profundos e para o grande mistério da vida.
A série Alien começou como horror puro, mas a partir do segundo filme descambou pra ação. Não que isso seja ruim, afinal um monstro de carapaça espessa que sangra ácido molecular e tem por mania matar humanos não é uma má ideia de vilão. A questão é que os filmes foram piorando com o passar do tempo, como costuma acontecer com continuações. Mas, felizmente, isso aqui não é uma continuação [Direta], tá mais pra uma prequência. Que até melhora o nível da parada. Mas não muito.
E o filme não tem a participação do Val Kilmer. Aquele é o Guy Pearce maquiado. Mais spoilers em frente. continue lendo »
A tenente Ripley (Sigourney Weaver) se matou para não permitir que o governo levasse um monstruoso alienígena para o nosso planeta. Mas após 200 anos em uma nave espacial, ela acorda e descobre que cientistas a ressuscitaram através da clonagem e conseguiram com sucesso retirar a rainha dos alienígenas de seu corpo, na intenção de ter um exército de aliens que, acreditam eles, possam controlar. Durante este processo o DNA da tenente é misturado com o da rainha e ela desenvolve algumas características alienígenas. Os pesquisadores começam a criar os aliens, mas estes logo escapam, provocando terror e morte. Como a nave está rumando para a Terra, eles precisam ser detidos o quanto antes, principalmente pelo fato da rainha ter tido uma nova ninhada, que poderá significar o fim dos humanos. Neste contexto, apenas a tenente e alguns contrabandistas, que se encontram na nave naquele momento, podem impedir esta tragédia.
Pois é cambada, clonaram a tenente Ripley. Por que gostam muito dela? Por que ela é muito legal? Por que sentiram saudades? Não, porque os putos do governo queriam a rainha Alien que se encontrava no peito dela. É, passaram-se 200 anos e os humanos se tornaram ainda mais idiotas. Alien – A Ressurreição é um bom filme e o único em que a tenente Ripley tá com um cabelo mais ou menos. Mas eu não to aqui pra falar de moda capilar mais ou menos e sim de filme Sci-Fi mais ou menos, que é o que essa galerinha se amarra em fazer. continue lendo »
A tenente Ripley (Sigourney Weaver) vai parar em um planeta que é na verdade uma colônia penal de segurança máxima, onde todos os internos são assassinos e estupradores. Lá não existem armas e é um lugar totalmente isolado do mundo civilizado. Dentro deste contexto, o alienígena volta a atacar, matando tudo que se move, mas com uma misteriosa diferença: Ele não ataca a tenente Ripley.continue lendo »