Mia (Jane Levy), uma jovem marcada pelas perdas que sofreu e pelo vício em drogas, pede ao irmão, David (Shiloh Fernandez), à namorada dele, Natalie (Elizabeth Blackmore), e aos seus amigos de infância, Olivia (Jessica Lucas) e Eric (Lou Taylor Pucci), que a acompanhem até a cabana rústica da família para ajudá-la a superar os seus demônios. Chegando lá, numa cerimônia solene na presença dos amigos, ela se desfaz das últimas drogas que ainda lhe restam e jura se manter longe das drogas de uma vez por todas. Ao entrarem na casa, eles ficam chocados ao descobrirem que a cabana abandonada havia sido invadida. O porão foi transformado num altar grotesco rodeado por uma dúzia de animais mumificados. Eric fica fascinado por um livro antigo que ele descobre no local. Atraído pelo seu conteúdo misterioso, ele o lê em voz alta, sem jamais suspeitar das consequências terríveis que este gesto está prestes a desencadear. Quando a abstinência de Mia se agrava, ela perde o controle e tenta fugir, mas acaba retornando, apavorada com uma visão aterradora. Na cabana, seu comportamento se torna tão violento que seus amigos se veem forçados a acorrentá-la. Presos dentro da cabana por conta de uma perigosa tempestade que assola a região, eles começam a se voltar uns contra os outros. À medida que brutalidade dos seus ataques se intensifica, David terá que encarar uma escolha inimaginável.continue lendo »
Ash (Bruce Campbell) é enviado para o ano 1300 A.C., por ser considerado o profeta que encontrará o livro dos mortos e livrará a população do terror dos Deadites. Porém antes que as pessoas saibam o real objetivo de sua viagem ele é capturado, por ser considerado um espião de um reino rival. Após se libertar, Ash parte em busca do livro. Ao encontrá-lo ele diz as palavras erradas, de forma que possa retornar ao presente. Só que esta tentativa desperta o exército dos mortos, que tem como líder uma contraparte do próprio Ash.
Ao contrário do que o xarope do Chinaski disse, esse é um filme épico. De comédia. Afinal, tem que ser muito imbecil pra levar Uma Noite Alucinante 3 a sério. Filho tardio dos anos 80, pela tradução já dá pra ver que tem algo errado. Afinal, The Evil Dead virou A Morte do Demônio e não tem nada de alucinante [No nome]. No entanto, Evil Dead II é Uma Noite Alucinante [Isso segundo o IMDB]. Mas agora o mais legal: Ao contrário do que a introdução indica, isso não é uma continuação dos dois filmes que eu tou falando, apesar de termos um Ash interpretado por Bruce Campbell sem mão direita, com uma motosserra no lugar, e uma escopeta cano duplo e serrado. Exatamente como ele terminou Evil Dead II. E ae? continue lendo »
Cinco amigos viajam para uma cabana no meio da floresta em busca de diversão, mas acabam encontrando o Livro dos Mortos e libertando o Demônio. Agora Ash e seus amigos precisam encontrar um jeito para escapar das forças do mal.
Evil Dead, de Sam Raimi, é um desses filmes atemporais e marcantes na vida de qualquer fã de trash. Simplesmente não dá para enjoar. Me marcou em todas as etapas da minha vida, porque devo ter visto umas 20 vezes. As ocasiões eram as mais variadas: Aniversário, reunião de um trabalho de grupo que acabou não sendo feito, para me distrair depois do fim de um relacionamento, enquanto meus amigos faziam a brincadeira do copo do meu lado. Bruce Campbell se tornou além de um ídolo, uma espécie de best friend forever. É bem verdade que foi-se o tempo em que eu sentia muito medo assistindo A Morte do Demônio (Aliás, que nominho que foram arranjar!), hoje sinto saudades. Saudades do tempo em que os filmes de terror eram realmente bons, ainda que não se levassem tão a sério. continue lendo »
Pois é, galero, eu sou muito fã de Stephen King. E há muito tempo atrás eu escrevi esse texto aqui, sobre coisas que eu mudaria/faria caso eu tivesse poder para tanto. Dentre os meus devaneios – incluindo investir nos filmes do Ben Afleck e vê-lo ganhando o Oscar de melhor filme em 2013 –, expressei a minha vontade de fazer uma adaptação à altura do livro Cemitério Maldito. Essa vontade criou raízes quando assisti o filme Cemitério Maldito de 89 (E é, eu sei que essa merda tem continuações). O filme foi para mim a maior decepção do universo e eu chuto que talvez o problema maior tenha sido porque li o livro antes de assistir a adaptação. Mesmo assim, o longa é péssimo e cheio de altos e baixos, o que é uma pena já que a obra de King é uma das melhores que já li. Já aviso também que daqui pra frente o texto está lotado de spoiler, então sem mimimi. continue lendo »
A musa Marilyn Monroe (Michelle Williams) está em Londres pela primeira vez para filmar O Príncipe Encantado. Colin Clark (Eddie Redmayne), o jovem assistente do prestigiado cineasta e ator Laurence Olivier (Kenneth Branagh), sonha apenas em se tornar um diretor de cinema, mas logo viverá um romance com a mulher mais sexy do mundo. O que começa como uma aventura amorosa mudará a vida do ainda inocente Colin e revelará uma das várias facetas de um dos maiores mitos do século 20.
Taí um filme que eu queria ver desde que foi lançado, mas nunca fui atrás. E como o filme estava começando, e não tinha nada melhor na TV, resolvi assistir o troço aí… E não é que não fez feio? continue lendo »
Seguindo um hiato de alguns anos, os G.I. Joes continuam na ativa enquanto o comandante Cobra e Destro são capturados e presos. Como foi deixado claro no primeiro filme, Zartan tomou o lugar do presidente dos Estados Unidos (Jonathan Pryce) e um plano elaborado para destruir os Joes começa a se desenrolar. Só que eles não contavam com a resistência de alguns Joes em particular: Roadblock (Dwayne “The Rock” Johnson), Lady Jaye (Adrianne Palicki), Flint (DJ Cotrona), Snake Eyes (Darth Maul) e ajuda de um general bem familiar para a equipe, coronel Joe Colton (Bruce YippieKiYay-Muthafucka Willis). continue lendo »
Na minha opinião, talvez Chaplin tenha sido o maior cineasta que já existiu. Seus filmes ultrapassaram tantas barreiras e alcançaram tantas pessoas de tantas formas, que não conheço ninguém mais com tanto sucesso no que diz respeito a cinema. E quando digo sucesso quero dizer no sentido de cumprir o fim a que se destina, e não a quantidade de prêmios que faturou. Charlie Chaplin tornou seu Carlitos cômico, leve, impressionante e muitíssimo acessível (Meu sobrinho de 4 anos assistiu O Garoto com mais interesse do que Ben 10). Este filme foi mais um dos brilhantes projetos de Chaplin, já neste ponto bastante famoso, indo em direção oposta aos primeiros filmes falados que surgiam na época. Escrito, dirigido e protagonizado pelo próprio cineasta, o longa é mudo e em preto e branco, mas deixa na chinela as “comédias” atuais. Sem dúvidas, atemporal e imortal! continue lendo »
Jerry Blake casa-se com mulheres viúvas ou divorciadas com filhos, buscando a familia perfeita. No entanto, ninguém é perfeito. Quando a família não demonstra ser como ele idealizava, o sonho de uma família feliz se transforma em carnificina.continue lendo »
Hushpuppy (Quvenzhané Wallis) é uma menina de apenas 6 anos de idade que vive em uma comunidade miserável isolada às margens de um rio. Ela está correndo o risco de ficar órfã, pois seu pai (Dwight Henry) está muito doente. Ele, por sua vez, se recusa a procurar ajuda médica. Um dia, pai e filha precisam lidar com as consequências trazidas por uma forte tempestade, que inunda toda a comunidade. Vivendo em um barco, eles encontram alguns amigos que os ajudam. Entretanto, o pai vê como única saída explodir a barragem de uma represa próxima, o que faria com que a água baixasse rapidamente e a situação voltasse a ser como era antes.continue lendo »
Quando Oscar Diggs (James Franco), um inexpressivo mágico de circo de ética duvidosa é afastado da poeirenta Kansas e acaba na vibrante Terra de Oz, ele acha que tirou a sorte grande – fama e fortuna o aguardam – isso até encontrar três feiticeiras, Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams), que não estão convencidas de que Oz é o grande mágico pelo qual todos estão esperando. Relutantemente envolvido nos problemas épicos que a Terra de Oz e seus habitantes enfrentam, Oscar precisa descobrir quem é bom e quem é mau antes que seja tarde demais. Lançando mão de suas artes mágicas através de ilusão, ingenuidade e até de um pouco de magia, Oscar se transforma não apenas no grande e poderoso Mágico de Oz, mas também em um homem melhor.
Eu até queria começar essa resenha de forma séria e introspectiva. Mas véi, não dá pra não pensar num traveco quando cê lê Oz: Mágico e Poderoso. Eu não consigo. continue lendo »