A Disney traz Malévola — a história não contada da vilã mais icônica da Disney, do clássico A Bela Adormecida. Uma bela e ingênua jovem com atordoantes asas negras, Malévola leva uma vida idílica, crescendo em um pacífico reino em uma floresta, até que o dia em que um exército invasor de humanos ameaça a harmonia da região. Malévola surge como a mais feroz protetora da região, mas acaba sendo vítima de uma impiedosa traição — um acontecimento que começa a transformar seu coração outrora repleto de pureza em pedra. Determinada a se vingar, Malévola enfrenta uma batalha épica contra o rei dos humanos e, como consequência, amaldiçoa sua afilhada recém-nascida, Aurora. Conforme a menina cresce, Malévola percebe que Aurora é a peça essencial para estabelecer a paz no reino — e para a verdadeira felicidade de Malévola também.
Porque Disney? Porque fazer um filme sobre um vilão? E se vai fazer sobre um vilão, porque não de um vilão que todo mundo lembra como o Scar ou o Jafar ou ainda temos a Bruxa Má e o Lobo Mau, todos muito mais interessantes que a Malévola. Mas tudo bem, você quer fazer um filme sobre a Malévola, que seja então. continue lendo »
Quando a Terra é tomada por alienígenas, Bill Cage (Tom Cruise) é obrigado a juntar-se às Forças Armadas e ir para a linha de frente no dia do confronto final. Inexplicavelmente ele acaba preso no tempo, condenado a reviver esta data repetidamente. A cada morte e renascimento, Cage adquire mais conhecimento e, antecipando os acontecimentos, tem a chance de mudar o curso da batalha com o apoio da guerreira Rita Vrataski (Emily Blunt).
Americanos e suas japonesisses. Primeiro, o nosso monstrengo Gojira, agora uma adaptação de “All you need is kill”, de Hiroshi Sakurazaka. Eles não percebem o quanto essas coisas ficam estranhas nas mãos deles? Não to dizendo que o filme é ruim, mas quando você começa a ver americano acordando no mesmo dia e vendo-o ser refeito varias e varias vezes não tem como não lembrar o Bill Murray em Feitiço do Tempo. continue lendo »
Desde Wolverine Origins, a Fox vinha cagando pra cronologia dos mutantes, mas parece que alguém botou a mão na consciência e disse: “E se os fãs não quiserem ver apenas um monte de mutantes em tramas aleatórias? E se alguns fãs gostarem de algo cronológico? Puta merda, temos que arrumar isso aí. Mas como? Já sei, viagem no tempo. Todo mundo ama viagem no tempo. Não tem uma história em que a Kitty Pryde viaja no tempo pra avisar os X-Men sobre o futuro maldito que os aguarda com robôs gigantes e tal? PUTAQUILPARIU, PODES CRÊ, ROBÔS GIGANTES E VIAGEM NO TEMPO NO MESMO FILME. SÁPORRA VAI SER UM SUCESSO! Mas ao invés dessa tal de Kitty aí, vamos mandar o Wolverine. Todo mundo ama o Wolverine. OK.”
Joe Brody (Bryan Cranston) criou o filho sozinho após a morte da esposa (Juliette Binoche) em um acidente na usina nuclear em que ambos trabalhavam, no Japão. Ele nunca aceitou a catástrofe e quinze anos depois continua remoendo o acontecido, tentando encontrar alguma explicação. Ford Brody (Aaron Taylor-Johnson), agora adulto, é soldado do exército americano e precisa lutar desesperadamente para salvar a população mundial – e em especial sua família – do gigantesco, inabalável e incrivelmente assustador monstro Godzilla.
Peter Parker (Andrew Garfield) adora ser o Homem-Aranha, por mais que ser o herói aracnídeo o coloque em situações bem complicadas, especialmente com sua namorada Gwen Stacy (Emma Stone) e sua tia May (Sally Field). Apesar disto, ele equilibra suas várias facetas da forma que pode. No momento, Peter está mais preocupado é com o fantasma da promessa feita ao pai de Gwen, de que se afastaria dela para protegê-la. Ao mesmo tempo ele precisa lidar com o retorno de um velho amigo, Harry Osborn (Dane DeHaan), e o surgimento de um vilão poderoso: Electro (Jamie Foxx).
Todos sabem que a batalha mais importante do Homem-Aranha é a que ele trava consigo mesmo: o conflito entre as obrigações cotidianas de Peter Parker e as responsabilidades extraordinárias do Homem-Aranha. Mas em O Espetacular Homem-Aranha™ 2: A Ameaça de Electro, Peter Parker descobre que sua grande batalha está para começar. É ótimo ser o Homem-Aranha. Para Peter Parker (Andrew Garfield), não há nada melhor do que se balançar entre arranha-céus, ser um herói e passar o tempo com Gwen (Emma Stone). Mas ser o Homem-Aranha tem um preço: apenas ele pode proteger os nova-iorquinos dos inacreditáveis vilões que ameaçam a cidade. Com o surgimento de Electro (Jamie Foxx), Peter precisa confrontar um inimigo muito mais poderoso do que ele. E com o retorno de seu velho amigo Harry Osborn (Dane DeHaan), Peter percebe que todos os seus inimigos têm uma coisa em comum: a OsCorp.
Olha, depois da cagada que foi o primeiro filme, a coisa melhorou bem. Não ficou 100%, e revendo os problemas que ocorreram, eu notei que eles se repetiram, a despeito da enorme carga emocional que me foi despejada na cabeça por essa sequência. E olha só, a chance de haverem spoilers aqui são de cerca de 140%, então fica ligeiro com esse mimimi ae. continue lendo »
Após os cataclísmicos eventos em Nova York com Os Vingadores, Capitão América 2: O Soldado Invernal encontra Steve Rogers, também conhecido como Capitão América, vivendo tranquilamente em Washington, DC e tentando se ajustar ao mundo moderno. Mas quando um colega da S.H.I.E.L.D. é atacado, Steve se vê preso em uma rede de intrigas que ameaça colocar o mundo em risco. Unindo forças com a Viúva Negra, o Capitão América luta para expor a grande conspiração enquanto enfrenta assassinos profissionais enviados para silenciá-lo a todo momento. Quando a dimensão da trama maligna é revelada, o Capitão América e a Viúva Negra pedem ajuda a um novo aliado, o Falcão. Contudo, eles logo se veem enfrentando um inimigo formidável e inesperado — o Soldado Invernal.
Sabe, eu achava que a Marvel ia ficar no feijão com arroz, depois de ter descoberto a fórmula: Faz uns três, quatro filmes pra deixar a galera na fissura e solta um crossover na cabeça. Felizmente, eu me enganei, e redondamente. Mesmo sendo magro. Esse novo Capitão América chutou a minha cara com força, virando minha cabeça feito a mina do Exorcista; por mais que ainda mantenha o clima de ação/aventura que define as adaptações de quadrinhos da editora, paira sobre ele uma névoa de filme de espionagem, com uma virada felomenal [Ou desgracento, depende da opinião] lá pro meio. E fica ligeiro que pode ter spoiler, sim senhor; e dessa vez eu tou avisando antes, olha como eu sou legal? continue lendo »
Sr. Peabody é um magnata de negócios, inventor, cientista, ganhador do prêmio Nobel, chef, duas vezes medalista olímpico e gênio… Que também é um cachorro. Usando a sua engenhosa invenção, a máquina do tempo, o Sr. Peabody e seu filho adotivo, Sherman, viajam no tempo para vivenciar eventos que mudaram o mundo e interagir com as maiores personalidades da história. Mas quando Sherman quebra as regras da viagem no tempo, nossos dois heróis entrarão em uma corrida para reparar a história e salvar o futuro, enquanto Sr. Peabody enfrenta o maior desafio de sua vida: Ser pai.
Eu não dei grandes merdas a primeira vez que vi esse filme, e só fui relembrar a existência dele ao ver o trailer antes de Frozen e cara, é um cachorro que adota um pirralho e tem A PORRA DUMA MÁQUINA DO TEMPO VÉI. Esse é o clássico filme em que você não dá nada e sai feliz da vida ou acha chato para caralho… Sim, a sinopse é estúpida mais ei, o He-Man também era e você gostava do mesmo jeito. E não, não vem com “eu gostava da She-Ra” que não vai colar. Chega junto. continue lendo »
O ano é 2028 e o conglomerado multinacional OmniCorp está no centro da tecnologia robótica. No exterior, seus drones têm sido usados para fins militares há anos, mas na América, seu uso foi proibido para a aplicação da lei. Agora a OmniCorp quer trazer sua controversa tecnologia para casa, e buscam uma oportunidade de ouro para fazer isso. Quando Alex Murphy (Joel Kinnaman) – um marido e pai amoroso, e um bom policial que faz seu melhor para conter a onda de crime e corrupção em Detroit – é gravemente ferido no cumprimento do dever, a OmniCorp vê sua chance para criar um oficial de polícia parte homem, parte robô. A OmniCorp prevê a implantação de um Robocop em cada cidade para assim gerar ainda mais bilhões para seus acionistas, mas eles não contavam com um fator: ainda há um homem dentro da máquina.
Morder a língua: Do verbo “se foder por ficar criando expectativa negativa sobre as coisas”. Mas esse tipo de porrada é até bom, porque é mais negócio ter uma grata surpresa do que uma decepção do caralho [Estou olhando pra você, Homem-Aranha skatista]. continue lendo »
A aventura animada conta a história de Emmet, uma minifigura LEGO® seguidora de regras e perfeitamente comum, que é erroneamente identificada como a pessoa mais extraordinária e a chave para salvar o mundo. Ele é recrutado para integrar uma sociedade de estranhos e seguir uma jornada épica para deter um tirano, uma viagem divertida para a qual Emmet vai totalmente despreparado.
Vou ser sincero: Eu não esperava bosta nenhuma. Ou pior, esperava um filme muchibento, sem vergonha, caça-níquel. Afinal, que caralhos esses filhos da puta poderiam fazer que não fosse uma grande e desnecessária propaganda dos brinquedos? Resposta: Um filme do caralho, com piadas foda, e que nem apela tanto pras peças, mas dá muita vontade de comprar milhões de kits, e baldes, e tudo mais e montar um universo parecido com o do filme, mesmo sabendo que não vai ser tão divertido. E não, eu não tou recebendo por isso, eu só sou fã da bagaça, inclusive tenho uma porrada de Lego em casa e brinquei até os 25 anos e uns meses. continue lendo »