As pessoas estão vivendo remotamente a partir da segurança de suas casas por meio de substitutos robóticos, representações mecânicas fisicamente perfeitas e sensuais delas mesmas. É um mundo ideal no qual crime, dor, medo e consequências não existem. Quando o primeiro assassinato em anos abala esta utopia, Greer, um agente do FBI (BRUCE WILLIS) descobre uma grande conspiração por trás do fenômeno da substituição e precisa abandonar seu próprio substituto e arriscar sua vida para desvendar o mistério.
Antes de mais nada, devo dizer que qualquer filme do Bruce Willis em que ele aparece com aquele cabelo do começo é PERTURBADOR. Mas tudo bem, não demora muito pra ele voltar a usar o visual careca-Bruce-Willis de sempre. E não é isso que importa, o importante é que ele é um policial que se fode, perde o distintivo e mesmo assim resolve a parada, além de salvar o mundo. Um dia de trabalho comum. continue lendo »
Uma raça extraterrestre que aterrou na terra há 20 anos atrás, vive segregada dos humanos numa área degradada chamada District 9 em Joanesburgo, África do Sul. A Multi-National United (MNU) é a empresa que fica responsável pelo controlo dos alienígenas e pela relocalização da sua população mas tem também outros interesses: tomar posse da biotecnologia dos alienígenas para fabricar um perigoso armamento. A tensão entre humanos e extraterrestres cresce, sobretudo quando Wikus van de Merwe (Sharlto Copley) um operacional da MNU, contrai um vírus contagioso que modifica o seu DNA. Wikus torna-se no homem mais procurado do mundo sendo obrigado a fugir… e sem casa e sem amigos, só tem um lugar onde se esconder: o Distrito 9.continue lendo »
A revista ViceLand, conhecida mundialmente, acaba de ganhar sua versão brasileira, com estréia em junho.
Para quem não conhece, a Vice é uma revista de atualidades, moda, design e música, distribuída gratuitamente em centros culturais e casas de show, conhecida por seu humor ácido, seu conteúdo duvidoso e suas matérias politicamente incorretas.
Bem, estamos de férias. Pelo menos eu estou. Então, buscando dar uma folga para mim e para vocês, vou dar uma interrompida na minha série sobre movimentos cinematográficos (que vocês podem acompanhar aqui, aqui e aqui). Hoje começarei uma outra série, que deve ser recorrente aqui no Clássico é Clássico e que junta tudo o que vocês mais gostam: mulheres listas, filmes, vídeos e pouco texto. Para variar, não irei dar muitas explicações sobre as cenas pois estou sem saco de escrever eu acho muito mais válido você irem atrás das obras por curiosidade (se conseguirem ser alienados o bastante para não conhecer alguma). Ainda sim, selecionar e eleger as cenas não foi tão simples quanto pode parecer. Principalmente porque devido ao gênero escolhido, deixar algumas obras de fora iria incitar a fúria de milhares de nerds fãs. Antes de começarmos, vale lembra que são as cenas “mais famosas”, não necessariamente as melhores ou dos meus filmes favoritos, e menos ainda do “melhores filmes”. Com isso em mente, vamos lá.
O enredo do filme começa quando uma nave da Federação – a USS Kelvin – é atacada por um Romulano (Eric Bana) que desesperadamente, procura por um dos heróis do filme. A partir deste ponto, o filme passa a focar Kirk e Spock, a origem da amizade e como eles se tornaram oficiais da USS Enterprise.
Cara, como eu, logo eu, vou fazer uma resenha sobre Star Trek? É a mesma coisa que deixar, sei lá, o Bolinha fazer uma resenha dando sete pro Wolverine… Mas o que eu posso fazer se o trailer me empolgou pra cacete e eu fui chamado? Só lamento.
E o mais legal é o fato de nem terem mandado uma sinopse pra eu me situar. Se bem que acredito que isso já estragaria parte do filme. Ou será que não? Bom, chega de lenga-lenga. Dê uma olhada nesse trailer, e me diz se a bagaça não aparenta ser boa. ORRA! Quem tem a moral de jogar um Corvette Sting Ray num precipicio num filme ruim? [E antes que vocês venham falar, eu sei que dá pra fazer isso sem desperdiçar uma belezura dessas.] Gostou, né? Então vai lá ver, e depois leia essa resenha. continue lendo »
Em 1959, como parte das celebrações de uma escola infantil, um grupo de alunos faz desenhos de como eles imaginam o futuro. Os desenhos ficarão guardados em uma cápsula do tempo e serão abertos em 50 anos. Porém, uma garota desenha diversos números aparentemente aleatórios, que ela alega estarem sendo soprados por pessoas que ela não vê.
Meio século depois, uma nova geração de alunos examina o conteúdo da cápsula e a mensagem criptografada da garota acaba nas mãos do filho do professor de astrofísica, John Koestler (Nicolas Cage), que faz uma descoberta estarrecedora.
Quando Susan Murphy, uma garota da Califórnia, é inesperadamente atingida por um meteoro repleto de energia no dia do seu casamento. Ela misteriosamente cresce, atingindo 15 metros de altura. Depois que ela é capturada pelos militares e mantida em um local secreto do governo, o mundo descobre que os militares, durante muitos anos, estão reunindo em segredo outros monstros, que, juntos com Susan, são convocados com a missão de salvar o mundo depois de uma invasão alienígena.
“Watchmen” é situado em uma América alternativa de 1985, na qual super-heróis fantasiados são parte da estrutura comum da sociedade, e o “Relógio do Juízo Final” – que marca a tensão entre os Estados Unidos e a União Soviética – é permanentemente acertado em cinco minutos para a meia-noite. Quando um de seus antigos colegas é assassinado, o abatido, mas não menos determinado, vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida em que ele se reconecta com sua antiga legião de combate ao crime – um grupo desorganizado de super-heróis aposentados, dentre os quais somente um possui verdadeiros poderes – Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada ao passado deles e a catastróficas conseqüências para o futuro. A missão deles é vigiar a humanidade… Mas quem está vigiando os Watchmen?continue lendo »
Mais um daqueles filmes que misturam o futuro, o passado e o presente, como Alta Frequência e Efeito Borboleta. Sim, mais um daqueles filmes onde o clichê é o combustível. Mas nem por isso o filme deixa de ser bom.
Em O Dia em que a Terra Parou, versão contemporânea do clássico de ficção científica de 1951, a renomada cientista Dra. Helen Benson (Jennifer Connelly) se vê cara a cara com um alienígena chamado Klaatu (Keanu Reeves), que atravessa o universo para nos avisar da iminência de uma crise global.
Quando forças que fogem ao controle de Helen ameaçam o extraterrestre, que consideram hostil, e negam seu pedido de conversar com os líderes mundiais, ela e seu enteado Jacob (Jaden Smith) rapidamente descobrem as decorrências mortais da alegação de Klaatu de que é “um amigo do planeta Terra”.
Agora, Helen terá de encontrar uma maneira de convencer a entidade enviada para nos destruir de que vale a pena salvar a humanidade – mas pode ser tarde demais.
O “processo” já começou.
Filme de ETs com Keanu Reeves no papel de alien? Perfeito! Quem mais poderia simular um humano que não é humano e não tem emoções? Somente o escolhido mesmo. continue lendo »