Substitutos (Surrogates)

Cinema quinta-feira, 22 de outubro de 2009

 As pessoas estão vivendo remotamente a partir da segurança de suas casas por meio de substitutos robóticos, representações mecânicas fisicamente perfeitas e sensuais delas mesmas. É um mundo ideal no qual crime, dor, medo e consequências não existem. Quando o primeiro assassinato em anos abala esta utopia, Greer, um agente do FBI (BRUCE WILLIS) descobre uma grande conspiração por trás do fenômeno da substituição e precisa abandonar seu próprio substituto e arriscar sua vida para desvendar o mistério.

Antes de mais nada, devo dizer que qualquer filme do Bruce Willis em que ele aparece com aquele cabelo do começo é PERTURBADOR. Mas tudo bem, não demora muito pra ele voltar a usar o visual careca-Bruce-Willis de sempre. E não é isso que importa, o importante é que ele é um policial que se fode, perde o distintivo e mesmo assim resolve a parada, além de salvar o mundo. Um dia de trabalho comum.

Basicamente, o enredo é aquela lenga-lenga clichê clássica de filmes futuristas: Uma tecnologia muderna, usada por todo mundo e aparentemente segura é corrompida e começa a foder a bagaça. Nesse caso, a tecnologia são os substitutos [Não confundir com aquela série mexicana [?] do canal Sony, que aliás, não é lá essas coisas]: Robôs que você controla remotamente pra fazer as coisas por você. Tipo uma matrix, mas na vida real. Ou não, mas pra mim parece isso.

 O cabelo. O CABELO!!!

Pois bem, nesse esquema, somos apresentados à Tom Greer, uma versão Ken [Da Barbie, não do Street Fighter] do supracitado Bruce Willis. Ele é um policial, e se depara com um cara que destrói uns substitutos. E de quebra mata os operadores, o que teoricamente seria impossível, já que a ideia da parada é justamente manter o mané que controla o boneco seguro.

 E é claro que o poliça usa a bagaça também.

Aliás, é expressionante ver a sequência em que o robô persegue um dos “sacos de carne” [Termo que usam pra definir quem não usa substituto]. O bicho é maroto. Mas mesmo assim, não guenta o tranco de tiros de espingarda calibre doze. Ai fica a dúvida: Por que os substitutos de policiais não são a prova de bala? Burrice pra caralho. Mesmo num mundo onde não ocorrem homicídios fazem sei lá quantos anos.

 “Perae, tou pegando um bronze.”

Ai, como o substituto dele vai pra vala, além de um outro motivo que eu não vou falar porque senão entrega MAIS AINDA o filme, ele sai pra investigar em carne e osso. No velho estilo John McClane de ser. Mas acho que é melhor conferir pessoalmente.

Substitutos

Surrogates (88 minutos – Ficção Científica)
Lançamento: EUA, 2009
Direção: Jonathan Mostow
Roteiro: Michael Ferris e John Brancato, baseados em graphic novel de Robert Venditti e Brett Weldele
Elenco: Bruce Willis, Radha Mitchell, Rosamund Pike, Boris Kodjoe, James Ginty, James Cromwell, Ving Rhames, Jack Noseworthy, Devin Ratray, Michael Cudlitz

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