Os Muppets (The Muppets)

Cinema quinta-feira, 01 de dezembro de 2011 – 0 comentários

 De férias em Los Angeles, Walter, o maior fã dos Muppets em todo mundo, seu irmão Gary (Jason Segel) e a namorada de Gary, Mary (Amy Adams), de Smalltown, EUA, descobrem um nefasto plano do explorador de petróleo Tex Richman (Chris Cooper) para destruir o Teatro Muppet e perfurar um poço para extrair o petróleo descoberto recentemente sob o solo onde os Muppets se apresentavam. Para montar um Teleton e arrecadar os US$ 10 milhões necessários para salvar o teatro, Walter, Mary e Gary ajudam Kermit a reunir os Muppets, que haviam tomado rumos diferentes.

Eu imagino o que você está pensando: Porra, mais uma forma deslavada de ganhar dinheiro com o revival dos anos 80. E não há como eu discordar de você, caro leitor. Mesmo porque, se não fosse pra ganhar dinheiro, eles filmavam e mandavam uma cópia pra cada casa do planeta e foda-se. Mas deixando o discurso anti-comunista de lado, o filme é bom. E não porque faça uma homenagem bonita e fiel, blá blá blá. É bom porque faz rir, porque não se leva a sério e não tá nem ae pra nova geração. O que importa é quem lembra do bom e velho The Muppet Show. É meio que a mesma coisa do remake em 3D [Que de 3D não tem nada] d’O Rei Leão: As crianças podem até gostar, mas quem vai aproveitar mesmo são os moleques de 20 e tantos anos. continue lendo »

A vida em um Dia (Life in a Day)

Cinema segunda-feira, 28 de novembro de 2011 – 4 comentários

Life in a Day é um documentário colaborativo, com parceria do YouTube, dirigido por Kevin Macdonald e produzido por Ridley Scott. A principio a palavra “documentário” pode afastar alguns, afinal, para muitas pessoas documentários lembram as monótonas palavras “olhe o leão na savana a espera de sua presa” com uma câmera parada esperando algum ataque mortal, mas longe disso. Life in a Day documenta a vida das pessoas, ou sendo mais específico, ele documenta o dia 24 de julho das pessoas, mas quem documenta isso são as próprias pessoas, com suas câmeras digitais, celulares ou qualquer coisa que consiga filmar o que você está fez no dia 24, e é ai que está o ponto forte do documentário.

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Era Uma Vez no Oeste (C’era una volta il West)

Bogart é TANGA! segunda-feira, 21 de novembro de 2011 – 3 comentários

Podem dizer o que quiserem, Sam Peckinpah, John Ford, mas o diretor definitivo de westerns é o Sergio Leone. Com isso esclarecido, é inegável que o western definitivo esteja dentro da filmografia do cara. E por mais espetacular que a Trilogia dos Dólares seja, o Era Uma Vez no Oeste é algo que não tem explicação.

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O Guarda (The Guard)

Cinema quinta-feira, 10 de novembro de 2011 – 0 comentários

 Comédia sobre assassinato, chantagem, tráfico de drogas e corrupção numa delegacia de polícia do interior da Irlanda. Dois tiras bem diferentes são obrigados a se unir para vencer uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. São eles o sargento Gerry Boyle (Brendan Gleeson), um rude e excêntrico policial do interior, e Wendell Everett (Don Cheadle), sério e compenetrado agente do FBI. Quando um colega de farda de Boyle desaparece misteriosamente e a cidade passa a ser alvo de uma grande investigação dos federais americanos, ele é forçado a, pelo menos, fingir um pouco de interesse no assunto. Como sempre fez o que quis durante muitos anos e despreza regras, não fica nem um pouco impressionado quando o FBI chega à cidade.

O que você imagina de um filme que tem, como cena inicial, um grupo de jovens dirigindo numa estrada de interior em alta velocidade enquanto tomam whiskey? Até ai, não é grande coisa, certo? Agora, imagine que logo na sequência, esse mesmo grupo de jovens bate o carro, que vira um emaranhado de lata, e se espalha pela estrada. Ai chega um policial, verifica se tem alguém vivo, e como não sobrou ninguém de pé, revista um corpo em busca de drogas, encontrando um tablete de LSD. Que é prontamente consumido. Só por ae já dá pra você ter uma ideia do tipo de pessoa que é Gerry Boyle [Não confunda com a Susan Boyle, apesar de ambos serem bem feios] é: Se não tem solução, adianta se preocupar? continue lendo »

Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros

Cinema segunda-feira, 07 de novembro de 2011 – 10 comentários

Quando o assunto é blockbuster, logo me vem à mente a figura do cineasta Steven Spielberg. O cara é especialista em filmes-pipoca dos bão, sempre aliado à efeitos especiais de cair o queixo. Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros é mais um daqueles onde o cineasta mostra todo seu potencial de entretenimento, elevando ao máximo a experiência de assistir filmes de ficção e fantasia. Você pode até ter decorado a maioria das cenas de tanto ver os reprises no domingo à tarde, mas eu nunca vou enjoar de ver a cena de um T-Rex giga (Um robô animatrônico de 13 toneladas!) transformando um carro numa lata de sardinha. E vamos combinar que dá até pena de ver os documentários da BBC sobre a pré-história depois do efeito Jurassic Park nas nossas vidas – se aquilo lá é dinossauro, lata de lixo é Transformer. continue lendo »

A Casa dos Sonhos (Dream House)

Cinema quinta-feira, 03 de novembro de 2011 – 4 comentários

 A Casa dos Sonhos narra a história do bem-sucedido editor Will Atenton (Craig), que largou sua alta posição no emprego em Manhattan para se mudar com sua esposa (Weisz) e as duas filhas para uma cidadezinha pitoresca em New England. Porém, enquanto eles estão se acostumando com a nova vida, descobrem que sua casa perfeita foi cena de um crime: o assassinato de uma mãe e seus filhos. E toda a cidade acredita que foi pelas mãos do marido, que sobreviveu. Quando Will tenta investigar, ele não tem certeza se está começando a ver fantasmas ou se a trágica história está muito mais próxima do que ele imagina. Suas únicas pistas vêm de Ann Patterson (Watts), uma vizinha misteriosa que conhecia todas as vítimas. Enquanto Will e Ann tentam encaixar as peças desse quebra-cabeça assombroso, eles precisam descobrir quem assassinou a família na casa dos sonhos de Will antes que o criminoso volte para matar de novo. continue lendo »

Heavy Metal: O Universo em Fantasia (Heavy Metal)

Filmes bons que passam batidos segunda-feira, 31 de outubro de 2011 – 0 comentários

Resumir Heavy Metal é simples: Sabe a capa do Golden Axe pro Mega Drive? Saca aqueles desenhos dos livros de Dungeons & Dragons? Heavy Metal é tipo isso ai e muito mais num pacote de bolacha Maria.

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Contágio (Contagion)

Cinema quinta-feira, 27 de outubro de 2011 – 1 comentário

 Contágio narra a disseminação veloz de um vírus transmissível pelo ar que mata em poucos dias. Enquanto a epidemia se espalha cada vez mais rapidamente, médicos de todo o mundo correm contra o tempo para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver diante do desmoronamento da sociedade.

Te juro que, por um instante, pensei que fosse um filme sobre zumbis. Eu tenho essa maldita tendência de achar que as coisas vão ter zumbis. Pois bem, não tem. Mas nem por isso o filme é menos interessante. Basicamente, é um Crash – No Limite com relação à uma doença, mostrando vários focos e pontos de vista e não sei o que e tal. E tem o Jude Law com uma prótese dentária hilária, pagando de blogueiro/vlogueiro, e com aquele sotaque bacana dos britânicos, que dá a impressão de que eles falam com uma batata na boca. E ele nem é o foco principal da história, é só um coadjuvante de luxo. continue lendo »

O Palhaço

Cinema quinta-feira, 27 de outubro de 2011 – 0 comentários

 Puro Sangue (Paulo José) e Pangaré (Selton Mello), pai e filho, são os donos do Circo Esperança e lideram uma trupe de artistas pelas estradas do país. Entre os espetáculos surgem as cobranças, todas em cima de Pangaré. Ele está exaurido e obcecado pela seguinte ideia: “Eu faço todo mundo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”

Só pra deixar bem claro que esse filme não é sobre a minha vida nem nada do tipo, antecipando a piada. Na verdade, é uma comédia com toques de drama e tal, bem naquele esquema agridoce do palhaço mais triste do mundo, somado com um filho pródigo, um pé na bunda que talvez seja mais uma esperança que nunca se concretizou, sei lá. É uma suruba dos diabos, bem ao estilo circense. E não, eu não disse que nos circos role suruba nem que não rola, só quis dizer que os circos costumam ser assim, cheios de referencias e tal. E vamos concordar que um personagem sério e introvertido, que mal sabe se expressar é a cara do Selton Mello [É brincadeira, cara, não me bate!]. continue lendo »

O Homem que Não Estava Lá (The Man Who Wasn’t There)

Filmes bons que passam batidos terça-feira, 25 de outubro de 2011 – 1 comentário

Hoje em dia os irmãos Coen são quase unanimidade como dois dos melhores cineastas dessa geração, com todo mundo pagando pau pro Bravura Indômita e tal. Mas não foi sempre assim não, galera. Na verdade, eles só se tornaram realmente conhecidos pelo público em geral lá em 2007, depois do sucesso do Onde os Fracos Não Têm Vez. Pelo menos segundo os fragmentos de memória que eu tenho de 4 anos atrás. Enfim, o que importa é bem antes disso, a carreira deles já contava com inúmeros filmes sensacionais. Sendo que um dos melhores sempre acaba ficando meio esquecido.

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