Muito antes de conhecer Shrek, o notório lutador e sedutor Gato de Botas (voz de Antonio Banderas) torna-se um herói ao sair em uma aventura com a durona e malandra Kitty Pata-Mansa (Salma Hayek) e o astuto Humpty Alexandre Dumpty (Zach Galifianakis) para salvar sua cidade. Complicando a situação, os fora da lei Jack (Billy Bob Thorton) e Jill (Amy Sedaris) fazem de tudo para ver o Gato de Botas e seu bando fracassarem. Essa é a verdadeira história do Gato, do Mito, da Lenda… e, é claro, das Botas.
Todo mundo conhece o Gato de Botas, nem que seja por aquele famoso olhar de pidão que as malditas das mulheres aprenderam a mimetizar com tanta eficácia. Mas você sabe de onde ele veio? Ou porque ele é famoso? Ou ainda porque diabos ele ganhou botas? E não, não tou falando do conto clássico, tou falando da versão Shrek mesmo. Mesmo porque o conto clássico não tem nada a ver. E é uma bosta. Tão bosta que eu nem lembrava como era e tive que ir lá verificar pra ver se é uma bosta mesmo. E é uma bosta. Mas eu não tou aqui pra falar [HUR DUR CÊ TÁ ESCREVENDO] de conto clássico. E o filme é bem bacana. Só. continue lendo »
“Após considerar que uma grande empresa é a culpada pela morte de seu marido, uma viúva decide entrar com um processo na justiça, pedindo uma indenização milionária. Para defendê-la ela contrata o advogado Wendell Fohr (Dustin Hoffman). Porém Fohr precisará enfrentar Rankin Fitch (Gene Hackman), um especialista em selecionar os jurados de forma a garantir de antemão sua vitória no julgamento. Porém o que Fohr e Fitch não contavam é que um dos jurados, Nicholas Easter (John Cusack), tem seus planos para manipular o júri. E, com o apoio de Marlee (Rachel Weisz), passa a chantagear a dupla avisando que o veredicto desejado sairá bastante caro.”
A corrupção dentro do poder judiciário é um assunto que empolga e quando feito o bom uso, gera ótimos resultados. É o caso de O Júri, filme de 2003 que conta a história da barganha feita por uma sentença condenatória (Ou não) em julgamento do tribunal do júri. O longa, baseado no livro de John Grisham, começa bastante misterioso, mas aos poucos vai dizendo a que veio. As peças do quebra-cabeças vão sendo entregues junto com a apresentação dos personagens (Bem desenvolvidos e com características marcantes). O pano de fundo pode ser facilmente descrito por essa frase, que eu considero a mais importante de todas: continue lendo »
A história revela a incrível e nunca antes vista resposta à pergunta de toda criança: Como é que Papai Noel entrega todos os presentes em uma noite?. A resposta: Uma operação emocionante e utltra-high-tech do Papai Noel escondida sob o Pólo Norte. Mas o coração do filme é uma família em um estado de disfunção e um herói improvável, Arthur, que tem uma urgente missão que deve ser concluída antes do amanhecer.
Filmes com temática natalina sempre me lembram a falecida Uiara, por conta de um texto muito antigo que ela escreveu sobre a falta de filmes natalinos. Pois bem, esse é um daqueles BEM natalinos. Não só pela temática, mas pelo espírito. Aquela coisa de que o natal é uma data mágica, em que todo mundo fica bonzinho e… Perae, nada a ver com isso aqui. Esse filme se trata da sucessão de poder do cargo de Papai Noel. Bem sangrento e cheio de batalhas. Sem o sangue. Ou as batalhas. Mas ainda assim, é uma disputa acirrada pela sucessão [Ou não] ao trono. Que também não é exatamente um trono, mas vocês entenderam. continue lendo »
De férias em Los Angeles, Walter, o maior fã dos Muppets em todo mundo, seu irmão Gary (Jason Segel) e a namorada de Gary, Mary (Amy Adams), de Smalltown, EUA, descobrem um nefasto plano do explorador de petróleo Tex Richman (Chris Cooper) para destruir o Teatro Muppet e perfurar um poço para extrair o petróleo descoberto recentemente sob o solo onde os Muppets se apresentavam. Para montar um Teleton e arrecadar os US$ 10 milhões necessários para salvar o teatro, Walter, Mary e Gary ajudam Kermit a reunir os Muppets, que haviam tomado rumos diferentes.
Eu imagino o que você está pensando: Porra, mais uma forma deslavada de ganhar dinheiro com o revival dos anos 80. E não há como eu discordar de você, caro leitor. Mesmo porque, se não fosse pra ganhar dinheiro, eles filmavam e mandavam uma cópia pra cada casa do planeta e foda-se. Mas deixando o discurso anti-comunista de lado, o filme é bom. E não porque faça uma homenagem bonita e fiel, blá blá blá. É bom porque faz rir, porque não se leva a sério e não tá nem ae pra nova geração. O que importa é quem lembra do bom e velho The Muppet Show. É meio que a mesma coisa do remake em 3D [Que de 3D não tem nada] d’O Rei Leão: As crianças podem até gostar, mas quem vai aproveitar mesmo são os moleques de 20 e tantos anos. continue lendo »
Life in a Day é um documentário colaborativo, com parceria do YouTube, dirigido por Kevin Macdonald e produzido por Ridley Scott. A principio a palavra “documentário” pode afastar alguns, afinal, para muitas pessoas documentários lembram as monótonas palavras “olhe o leão na savana a espera de sua presa” com uma câmera parada esperando algum ataque mortal, mas longe disso. Life in a Day documenta a vida das pessoas, ou sendo mais específico, ele documenta o dia 24 de julho das pessoas, mas quem documenta isso são as próprias pessoas, com suas câmeras digitais, celulares ou qualquer coisa que consiga filmar o que você está fez no dia 24, e é ai que está o ponto forte do documentário.
Podem dizer o que quiserem, Sam Peckinpah, John Ford, mas o diretor definitivo de westerns é o Sergio Leone. Com isso esclarecido, é inegável que o western definitivo esteja dentro da filmografia do cara. E por mais espetacular que a Trilogia dos Dólares seja, o Era Uma Vez no Oeste é algo que não tem explicação.
Comédia sobre assassinato, chantagem, tráfico de drogas e corrupção numa delegacia de polícia do interior da Irlanda. Dois tiras bem diferentes são obrigados a se unir para vencer uma quadrilha de tráfico internacional de drogas. São eles o sargento Gerry Boyle (Brendan Gleeson), um rude e excêntrico policial do interior, e Wendell Everett (Don Cheadle), sério e compenetrado agente do FBI. Quando um colega de farda de Boyle desaparece misteriosamente e a cidade passa a ser alvo de uma grande investigação dos federais americanos, ele é forçado a, pelo menos, fingir um pouco de interesse no assunto. Como sempre fez o que quis durante muitos anos e despreza regras, não fica nem um pouco impressionado quando o FBI chega à cidade.
O que você imagina de um filme que tem, como cena inicial, um grupo de jovens dirigindo numa estrada de interior em alta velocidade enquanto tomam whiskey? Até ai, não é grande coisa, certo? Agora, imagine que logo na sequência, esse mesmo grupo de jovens bate o carro, que vira um emaranhado de lata, e se espalha pela estrada. Ai chega um policial, verifica se tem alguém vivo, e como não sobrou ninguém de pé, revista um corpo em busca de drogas, encontrando um tablete de LSD. Que é prontamente consumido. Só por ae já dá pra você ter uma ideia do tipo de pessoa que é Gerry Boyle [Não confunda com a Susan Boyle, apesar de ambos serem bem feios] é: Se não tem solução, adianta se preocupar? continue lendo »
Quando o assunto é blockbuster, logo me vem à mente a figura do cineasta Steven Spielberg. O cara é especialista em filmes-pipoca dos bão, sempre aliado à efeitos especiais de cair o queixo. Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros é mais um daqueles onde o cineasta mostra todo seu potencial de entretenimento, elevando ao máximo a experiência de assistir filmes de ficção e fantasia. Você pode até ter decorado a maioria das cenas de tanto ver os reprises no domingo à tarde, mas eu nunca vou enjoar de ver a cena de um T-Rex giga (Um robô animatrônico de 13 toneladas!) transformando um carro numa lata de sardinha. E vamos combinar que dá até pena de ver os documentários da BBC sobre a pré-história depois do efeito Jurassic Park nas nossas vidas – se aquilo lá é dinossauro, lata de lixo é Transformer. continue lendo »
A Casa dos Sonhos narra a história do bem-sucedido editor Will Atenton (Craig), que largou sua alta posição no emprego em Manhattan para se mudar com sua esposa (Weisz) e as duas filhas para uma cidadezinha pitoresca em New England. Porém, enquanto eles estão se acostumando com a nova vida, descobrem que sua casa perfeita foi cena de um crime: o assassinato de uma mãe e seus filhos. E toda a cidade acredita que foi pelas mãos do marido, que sobreviveu. Quando Will tenta investigar, ele não tem certeza se está começando a ver fantasmas ou se a trágica história está muito mais próxima do que ele imagina. Suas únicas pistas vêm de Ann Patterson (Watts), uma vizinha misteriosa que conhecia todas as vítimas. Enquanto Will e Ann tentam encaixar as peças desse quebra-cabeça assombroso, eles precisam descobrir quem assassinou a família na casa dos sonhos de Will antes que o criminoso volte para matar de novo.continue lendo »
Resumir Heavy Metal é simples: Sabe a capa do Golden Axe pro Mega Drive? Saca aqueles desenhos dos livros de Dungeons & Dragons? Heavy Metal é tipo isso ai e muito mais num pacote de bolacha Maria.