As bandas da minha cidade são mais do balacobaco do que as da sua – Formiga, a cidade do rock

Música quinta-feira, 08 de agosto de 2013 – 1 comentário

Formiga é o maior celeiro do rock and roll do interior de Minas Gerais, quiçá do mundo, quiçá da Bahia. Na semana do último dia 13, também conhecido como dia do Roque [Nota do editor: 13 de julho. Cês são burros, então é melhor explicar direito.], diversas campanhas publicitárias e culturais buscaram sedimentar essa ideia, porém essa história já tem milênios ou mais. continue lendo »

Meu péssimo gosto para novelas é do balacobaco: Amor à Vida

Televisão quarta-feira, 07 de agosto de 2013 – 3 comentários

Nota do editor: Esse texto foi escrito antes do Amor à biba, mas só está sendo publicado agora por… razões.

Amor à Vida veio para substituir a monótona Salve Jorge no horário das 21h da Rede Globo. E tinha potencial. Mas parou por aí. O hospital da trama está para fechar por falta de pessoal qualificado (E ético), a gordinha que tenta perder a virgindade nos últimos 300 capítulos segue virgem e agora Marina Ruy Barbosa, que figurou em um post polêmico pela ausência de peitinhos da querida Aline, vai virar fantasminha camarada porque não quis raspar o cabelo. Palma, palma. Não priemos cânico! Uma coisa de cada vez. continue lendo »

Amor à biba

Televisão terça-feira, 06 de agosto de 2013 – 0 comentários

Então, era pra rolar outro trocadilho no título, mas cês são sensíveis de mais pra receber um palavrão na cara assim. Por isso eu [Assim como o Félix] resolvi disfarçar. Sim, é mais um texto sobre novelinha. Dessa vez sobre a ira de Antônio Fagundes contra Matheus Solano.

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Novidades de American Horror Story: Coven

Televisão sexta-feira, 02 de agosto de 2013 – 0 comentários

Estou na contagem regressiva, esperando ansiosamente pela nova temporada de American Horror Story, minha série favorita. Até mais favorita que Game of Thrones. Haters gonna hate. Enfim, com estreia planejada para outubro, alguns detalhes já estão correndo pela internet, chegando aos ouvidos dos fãs e fazendo com que a gente deseje ainda mais que o fim do ano chegue logo para, finalmente, sentir aquele arrepio na nuca quando a abertura, sempre foda, começa. continue lendo »

Hannibal (1ª temporada)

Televisão segunda-feira, 29 de julho de 2013 – 1 comentário

 Will Graham (Hugh Dancy) é um analista que trabalha junto ao FBI para ajudar na solução de mortes misteriosas e traçar perfis de assassinatos em série. Porém o agente Jack Crawford (Lawrence Fishburn) percebe problemas comportamentais com Will e para isso solicita a ajuda do psiquiatra Hannibal Lecter (Mads Mikkelsen) para que este possa ajudar Will a superar seus problemas de socialização que o leva cada vez mais para a escuridão que o consome em cada novo caso investigado.

Há muito tempo escrevi sobre essa série, que me deixou com uma boa expectativa, não só pela escolha do protagonista (O excelente ator Mads Mikkelsen), mas principalmente por introduzir um serial killer na TV aberta, de uma forma diferente da formula encontrada e executada a exaustão com a série Dexter. Aliás, temos aqui uma aposta ousada, porque o assassino em questão é Hannibal Lecter, um dos maiores vilões de todos os tempos da história do cinema, imortalizado por Anthony Hopkins na trilogia cinematográfica Hannibal, e que não costuma render muitas produções. A última aparição do psicopata criado por Thomas Harris foi um grande fiasco, Hannibal – O Inicio é um filme ruim de dar dó. Mas e essa nova série, será que os realizadores conseguiram entregar todas as grandes promessas com destreza e de forma sutil, como esperávamos? continue lendo »

Por que o Sheldon é o personagem perfeito?

Televisão quinta-feira, 18 de julho de 2013 – 5 comentários

Confesso logo de cara duas coisas: 1. Sou fã de The Big Bang Theory; 2. Eu não sou nerd e não manjo nada das piadas geek que aparecem no programa. Já começa aí o sucesso. A série é, na minha humilde opinião, genial por uma série de motivos. O roteiro é extremamente amarrado, bem estruturado, e o humor consegue atingir tanto aqueles que estão familiarizados com o que os personagens dizem, quanto os que não fazem a mínima ideia do que a nerdice queria dizer. Por quê? Porque o texto consegue se direcionar para todos os lados, de modo que a piada seja engraçada, mesmo sem que faça completo sentido. Teve um episódio, por exemplo, que eu rachei o bico com um personagem cantando uma música, e sequer me liguei que ele estava fazendo referência a uma fonte completamente nerd. Já quem via comigo, rachou o bico por eles levarem à cena o conteúdo geek. Ambos rimos, por motivos diferentes, mas o texto foi genial o suficiente para levar tanto leigos como entendidos do assunto à diversão.

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Muito mais que Apenas um Show

Televisão quarta-feira, 17 de julho de 2013 – 2 comentários

Não sei vocês, mas até esses dias eu dava o Cartoon Network como morto. Até que o canal que nem deveria existir mais completou 20 anos (Esse texto começou a ser escrito há uns meses, relevem). Olha só, década de 90 já tá há mais de 20 anos de distância. E eu que achei que ela estaria logo ali pra sempre. Mas enfim, o fato é que foi justamente numa espécie de volta às origens que o canal que um dia nos trouxe os Cartoon Cartoons ganhou uma sobrevida. Unicamente, graças aos sensacionais Hora de Aventura, e, principalmente, Apenas um Show.

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Sobre Arquivo X e finais de séries de TV

Televisão segunda-feira, 15 de julho de 2013 – 1 comentário

Há algum tempo, fiz um texto sobre Arquivo X, sobre como eu havia redescoberto a série e começado a assistir de novo. E eis que agora venho até vós falar sobre o resultado dessa experiência e também abrir uma discussão ainda maior. Ah, e antes que eu me esqueça de avisar: SPOILER ALERT.

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Black Mirror – A tecnologia é nossa desgraça

Televisão sexta-feira, 12 de julho de 2013 – 6 comentários

Eu já declarei meu fanatismo por séries inglesas diversas vezes neste querido, amado e educado site. Porém, nada me surpreendeu mais do que Black Mirror, cujo o nome remete à uma tela desligada. A forma como nos é jogado na cara que não passamos de um bando de bostas completamente dominados pela tecnologia é de deixar qualquer um puto da vida, mas por fim, temos que concordar que é a mais pura verdade.

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Revolution: A série e a realidade.

Televisão sexta-feira, 05 de julho de 2013 – 0 comentários

Há um mês, mais ou menos, eu comecei a ver uma série chamada Revolution. Sabe? Sem grandes rodeios, a série é tipo um The Walking Dead, só que sem zumbis e sem energia. Na série, o mundo perdeu toda sua energia, então nada mais funciona: Nem luz, nem motores, nem a sua internet, IMAGINA QUE HORROR! Brinks. Mas é isso mesmo. A falta de energia faz com que uma população, outrora muito bem desenvolvida, tenha que se adaptar aos modos praticamente medievais de sobrevivência. Não há dinheiro, há escambo, há trocas de mercadorias, e o governo? Eis a questão: A falta de comunicação, já que não há meios de se difundir as notícias, a não ser o bom e velho boca a boca, faz com que tudo seja descentralizado. Formam-se espécies de clãs, que se unem, lutam e vivem por um ideal que seja comum para todos os pertencentes a tal grupo. No entanto, é claro que existem aqueles com opinião mais forte, com gênio opressor e que querem, a todo custo, impor suas vontades. E o que é isso? Ditadura. E por quê? Porque quando não há um consenso, não há meios de se espalhar a realidade de todos os lugares, para que todos possam saber o que acontece, as pessoas se tornam ignorantes, e isso nada tem a ver com burrice: Ignorar a realidade, por falta de conhecimentos e meios de se chegar até eles, faz com que a população fique submissa a quem fala mais alto, a quem tem a arma mais poderosa, a quem tem um lugar quentinho para dormir, a quem tem um bom estoque de comida e a quem sabe usar bem as palavras.

Detalhe importante: A série se passa nos dias de hoje.

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