Witches of East End

Televisão segunda-feira, 28 de outubro de 2013 – 0 comentários

Ontem eu comecei a ver uma série nova. Nova em termos, porque o tema, o formato e o enredo já são velhos conhecidos. Ainda não sei muito sobre ela, já que só assisti dois capítulos, mas o principal já se percebe: Witches of East End conta a história de uma família de bruxas com diversos assuntos a serem resolvidos. A mãe da família, Joanna, escondeu das filhas, Freya e Ingrid, que elas eram bruxas para defendê-las, uma vez que, por conta de uma maldição, as meninas sempre acabavam morrendo por algum motivo e, imediatamente, Joanna engravidava e elas nasciam de novo. Cansada de ver suas filhas morrerem sem chegar aos 30 anos e ter sempre que lidar com a perda, para evitar que mais uma vez as duas morressem, Joanna, então, lançou um feitiço que as impedisse de descobrir suas verdadeiras vidas, e vivessem como duas mortais comuns. No entanto, Freya sempre sentiu que havia algo de diferente, e Ingrid passou a acreditar quando viu um feitiço que ela encontrou na internet funcionar.

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Del Toro abre Os Simpsons

Televisão segunda-feira, 07 de outubro de 2013 – 0 comentários

Além de o desenho por si só ser um tremendo clássico, também se tornou clássico que as aberturas de Os Simpsons sejam feitas por artistas diferentes, em ocasiões especiais. Uma das que mais me chamou a atenção foi a feita por Banksy, um tanto macabra e controversa, que fazia uma baita crítica ao trabalho escravo e infantil e à exploração animal. Assiste aqui. E a última foi feita agora, em “homenagem” ao Halloween. continue lendo »

Bacon Frito entrevista Ines Brasil

Música quinta-feira, 29 de agosto de 2013 – 3 comentários

ALÔ, ALÔ, VOCÊ SABE QUEM EU SOU? Claro que você sabe, simplesmente porque todo mundo sabe -ou ao menos ouviu alguém falar frases como “Me chama que eu vou”, “Você já me conhece pelo meu CD“, ou “Eu adoro, eu me amarro“. Ines Brasil é a brasileira que fez um vídeo para tentar participar do Big Brother Brasil e ficou famosa na internet. Ela não entrou na casa mais vigiada do Brasil, mas é evidente que entrou em várias outras casas -ou gadgets, já que ela rapidinho viralizou e virou meme em tudo que é canto. E, obviamente, como praticamente tudo que viraliza e cai nas graças da web, a moça ficou famosa por causa de sua apresentação um tanto quanto inusitada e não convencional. O vídeo arrancou um monte de risadas e comentários e, inevitavelmente, entrou pra categoria do humor sem nem pestanejar. continue lendo »

A morte de quem já morreu

Televisão segunda-feira, 22 de julho de 2013 – 2 comentários

Mais um fim precipitado. Mais uma vida resumida a especulações, investigações e sentenças: Drogas. A notícia triste dos últimos tempos foi a morte do ator Cory Monteith, que interpretava Finn Hudson em Glee, seriado musical adolescente. Uma semana depois que o protagonista da série foi encontrado morto, o criador de Glee, Ryan Murphy, se manifestou, falou sobre o ocorrido, e contou um pouco dos novos rumos da trama. Ponto 1: Não, Glee não será cancelada [Nota do editor: MERDA!]. A história terá continuidade, provando que seu foco nunca foi em um único personagem. Ponto 2, e talvez o mais complicado de se lidar agora: Finn vai morrer junto com quem dava vida a ele.

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Por que o Sheldon é o personagem perfeito?

Televisão quinta-feira, 18 de julho de 2013 – 5 comentários

Confesso logo de cara duas coisas: 1. Sou fã de The Big Bang Theory; 2. Eu não sou nerd e não manjo nada das piadas geek que aparecem no programa. Já começa aí o sucesso. A série é, na minha humilde opinião, genial por uma série de motivos. O roteiro é extremamente amarrado, bem estruturado, e o humor consegue atingir tanto aqueles que estão familiarizados com o que os personagens dizem, quanto os que não fazem a mínima ideia do que a nerdice queria dizer. Por quê? Porque o texto consegue se direcionar para todos os lados, de modo que a piada seja engraçada, mesmo sem que faça completo sentido. Teve um episódio, por exemplo, que eu rachei o bico com um personagem cantando uma música, e sequer me liguei que ele estava fazendo referência a uma fonte completamente nerd. Já quem via comigo, rachou o bico por eles levarem à cena o conteúdo geek. Ambos rimos, por motivos diferentes, mas o texto foi genial o suficiente para levar tanto leigos como entendidos do assunto à diversão.

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Revolution: A série e a realidade.

Televisão sexta-feira, 05 de julho de 2013 – 0 comentários

Há um mês, mais ou menos, eu comecei a ver uma série chamada Revolution. Sabe? Sem grandes rodeios, a série é tipo um The Walking Dead, só que sem zumbis e sem energia. Na série, o mundo perdeu toda sua energia, então nada mais funciona: Nem luz, nem motores, nem a sua internet, IMAGINA QUE HORROR! Brinks. Mas é isso mesmo. A falta de energia faz com que uma população, outrora muito bem desenvolvida, tenha que se adaptar aos modos praticamente medievais de sobrevivência. Não há dinheiro, há escambo, há trocas de mercadorias, e o governo? Eis a questão: A falta de comunicação, já que não há meios de se difundir as notícias, a não ser o bom e velho boca a boca, faz com que tudo seja descentralizado. Formam-se espécies de clãs, que se unem, lutam e vivem por um ideal que seja comum para todos os pertencentes a tal grupo. No entanto, é claro que existem aqueles com opinião mais forte, com gênio opressor e que querem, a todo custo, impor suas vontades. E o que é isso? Ditadura. E por quê? Porque quando não há um consenso, não há meios de se espalhar a realidade de todos os lugares, para que todos possam saber o que acontece, as pessoas se tornam ignorantes, e isso nada tem a ver com burrice: Ignorar a realidade, por falta de conhecimentos e meios de se chegar até eles, faz com que a população fique submissa a quem fala mais alto, a quem tem a arma mais poderosa, a quem tem um lugar quentinho para dormir, a quem tem um bom estoque de comida e a quem sabe usar bem as palavras.

Detalhe importante: A série se passa nos dias de hoje.

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Les Revenants – Amor e ódio

Televisão terça-feira, 04 de junho de 2013 – 8 comentários

Primeira coisa que você precisa saber: VAI TER SPOILER. Leia sabendo disso.

Foi por conta de um texto do Jopes Luiz que eu vi, aqui no nosso querido Bacon Frito mesmo, que eu fui atrás da série Les Revenants e comecei a assistir. Compulsivamente. Por quê? Porque ela era foda bagarai e me deixava louca pra ver ela inteira de uma vez só. A trama? Perfeita. O roteiro? Lindo. A trilha? Ma-ra-vi-lho-sa. A série veio com tudo de melhor do mundo, fazendo com que ela fosse muito bem estruturada, com personagens muito bem construídos e executados, com uma trama mais do que envolvente, que te deixava com medo e maravilhado ao mesmo tempo. No primeiro episódio eu já me encantei com os personagens que, mesmo eu odiando, ganharam meu coração.

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Sobre o American Idol

Televisão terça-feira, 28 de Maio de 2013 – 0 comentários

Eu não vi a primeira edição de American Idol. Confissão feita, agora posso dizer sossegada que não acompanho o programa desde seu nascimento na televisão mundial, mas tenho apreço pelo mesmo. Foi lá pela quinta edição, em 2006, que eu comecei a tomar gosto pelo programa que, até então, me fazia rir com tanta gente bizarra e sem noção cantando e, após o freak show inicial, comecei a ficar encantada com as performances de Katharine McPhee, vice campeã do reality, tendo perdido para o cômico – porém talentoso- Taylor Hicks. Mas não é disso que quero falar.

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Avril Lavigne: Complicated and Boring

Música segunda-feira, 27 de Maio de 2013 – 1 comentário

Eu ainda lembro bem de estar sentada no pátio da escola, na oitava série, deixando o ensino fundamental e partindo para o ensino médio, e ter como maior preocupação NA VIDA decorar as músicas da cantora que havia acabado de estourar em todas as paradas de todos os lugares de todo o mundo: Avril Lavigne. Quebrando as barreiras da mesmice, a canadense havia invadido o showbiz para mudar os conceitos pré-estabelecidos pelas ex-Clube do Mickey e pop teen biscates que dominavam geral, miss Britney Spears e miss Christina Aguilera, em seus tempos de ouro, é claro.

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Gotye, they’ve got you.

Música sexta-feira, 24 de Maio de 2013 – 1 comentário

A gente está acostumado a ver (E ouvir) infinitos cantores e grupos musicais fazendo mil versões de músicas, adaptações, apropriações, etc, etc, etc. Vide toda a carreira de Sandy e Junior (Imortal, Em Cada Sonho, No Fundo do Coração, Tô Ligado em Você e vou parar por aqui, porque quero terminar esse texto hoje), e nosso querido Latino, né? Mas nada disso é ilegal, imoral e não engorda (?), já que tudo é feito com permissão e devidas autorizações. Não se questiona a falta de criatividade, e sim a legalidade da coisa. E tá tudo ok.

O que não tá ok foi o que o cantor belga (Eu disse BELGA, não brega) Gotye fez. Sabe quem é Gotye?

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