Você que foi criança no finzinho dos anos 80, meados dos anos 90, só de bater o olho nesse cartaz deve ter sentido 10 tipos de empolgação. Os Fantasmas Se Divertem (No original Beetlejuice) foi um clássico da Sessão da Tarde, que você, assim como eu, assistia a cada reprise. Fruto da mente doente (Porque sério, ele SÓ PODE ser doente) do cineasta Tim Burton, o filme conta a história de um casal que morre e continua a habitar a casa onde morava, contratando então um “exorcista de gente viva”, Besouro Suco, para expulsar os novos inquilinos. A história é maluca, o filme é ótimo e tem um elenco excelente. Agora pense no meu nível de insanidade quando o roteirista Seth Grahame-Smith concedeu essa entrevista aqui para o site Collider, dias atrás. Por que tanta festa? O cara simplesmente falou tudo que eu sempre quis falar sobre algum metido a besta que tenta fazer uma continuação tosca só pra poder ganhar uns milhões a mais. Só lê: continue lendo »
Pra quem não sabe, Rick James foi um cantor americano hiper porra louca que ficou conhecido como um dos pais do funk (Não o carioca, sua anta!). Suas canções ficaram famosíssimas, mas nenhuma chegou ao nível de popularidade de Super Freak, que chegou a servir de sample para a música U Can’t Touch This do MC Hammer, tão famosa quanto a anterior. O clipe em si é o supra-sumo da bagaceira: Muito glitter, perucão, dente torto, modelos toda se querendo, Sindel do Mortal Kombat, enfim, muito gramú e sensualidade. Ainda não sabe qual música é? Então dá o play aqui embaixo porque eu aposto um braço que você conhece. continue lendo »
Você com toda certeza já ouviu falar desse filme. E certamente não quis perder tempo assistindo desenho e deixou pra lá. Acertei? É, cê tem muito o que aprender ainda, tanga. Primeiro, porque A Viagem de Chihiro não é apenas um desenho animado, é O desenho animado. Segundo, que pra você ter ideia, esse foi o único anime até hoje que faturou um Oscar de melhor animação (Não que Oscar signifique qualidade, mas quando se trata de cinema japa eles andaram acertando, vide o também excelente A Partida). Terceiro, se eu tivesse que recomendar esse filme pra alguém, não seria para uma criança, devido às milhares (E as mais fantásticas) mensagens entranhadas no longa que certamente passarão despercebidas aos ranhentinhos. continue lendo »
Então o ano novo chegou. Depois de semanas de programação, estamos finalmente começando mais uma temporada de muito cinema, HQs, música, literatura, jogos, séries de TV e claro, muito bacon. Como é tradição da época, hoje vamos relembrar o que rolou de melhor nessa budega no ano passado, e depois vamos sair tomar uns goles porque, afinal, nós merecemos, né? continue lendo »
A trilha sonora é talvez o aspecto coadjuvante mais importante em um filme. Você com certeza já experimentou aquela sensação orgásmica de assistir uma cena foda acompanhada de uma música que encaixa perfeitamente naquele momento. Por esse e outros motivos, existem premiações voltadas ao assunto e uma preocupação compreensível por parte dos cineastas. Alguns compositores já são figurinhas carimbadas (E tornaram-se responsáveis por vários sucessos que conhecemos), mas o mais bacana é que trilha sonora é algo altamente adaptável e não fica preso a alguma década ou período, ou seja, sempre tem coisa nova e boa. Acontece que algumas delas já são tão, mas tão populares (E respeitadas, idolatradas) que fazem parte da história da sétima arte. Pensando nisso, fiz o que eu acredito ser o TOP 10 das melhores trilhas do cinema – ficando claro que deixei de fora algumas que já foram classificadas em outros textos aqui do Bacon, e valem a pena conferir, como o especial Hans Zimmer e as dez músicas inesquecíveis de filmes de terror. Pronto? Então clica. continue lendo »
“Em Nova York, Schatze Page (Lauren Bacall), Pola Debevoise (Marilyn Monroe) e Loco Dempsey (Betty Grable), três modelos cansadas de namorados sem dinheiro, alugam em Manhattan um elegante apartamento com o objetivo de arrumarem maridos ricos. Mas a situação se complica quando o dinheiro vai acabando e elas começam a se interessar por homens sem dinheiro.”
Piriguete existe desde que o mundo é mundo, não é mesmo? A diferença é que hoje elas não tem a metade da classe das antigas. E bem, antigamente as mulheres eram criadas para o casamento e sorte significava casar com um bom partido. Logo, pra mim é muito mais compreensível porque as mulheres buscavam um marido rico naquela época. Mas, nesse filme em especial, essa caçada toma uma forma divertida e muito bacana, nos fazendo esquecer da parte repugnante das interesseiras. Sinceramente? Como Agarrar Um Milionário é um dos meus filmes preferidos e sem dúvidas, um clássico das lendárias Lauren Bacall, Marilyn Monroe e Betty Grable. continue lendo »
“Após considerar que uma grande empresa é a culpada pela morte de seu marido, uma viúva decide entrar com um processo na justiça, pedindo uma indenização milionária. Para defendê-la ela contrata o advogado Wendell Fohr (Dustin Hoffman). Porém Fohr precisará enfrentar Rankin Fitch (Gene Hackman), um especialista em selecionar os jurados de forma a garantir de antemão sua vitória no julgamento. Porém o que Fohr e Fitch não contavam é que um dos jurados, Nicholas Easter (John Cusack), tem seus planos para manipular o júri. E, com o apoio de Marlee (Rachel Weisz), passa a chantagear a dupla avisando que o veredicto desejado sairá bastante caro.”
A corrupção dentro do poder judiciário é um assunto que empolga e quando feito o bom uso, gera ótimos resultados. É o caso de O Júri, filme de 2003 que conta a história da barganha feita por uma sentença condenatória (Ou não) em julgamento do tribunal do júri. O longa, baseado no livro de John Grisham, começa bastante misterioso, mas aos poucos vai dizendo a que veio. As peças do quebra-cabeças vão sendo entregues junto com a apresentação dos personagens (Bem desenvolvidos e com características marcantes). O pano de fundo pode ser facilmente descrito por essa frase, que eu considero a mais importante de todas: continue lendo »
Eu tenho o maior preconceito com remix. Pra mim, remix = coletânea da Som Livre com as piores músicas da rádio de algum verão que (Graças a Deus!) ficou pra trás. Mas, como a vida adora me sacanear e mostrar que eu tô errada, sempre aparecem umas exceções nas minhas regras. E foi exatamente o que rolou com esse remix muito bacana da música Let Love Rule do gatíssimoLenny Kravitz. A dupla francesa Justice ficou encarregada da nova roupagem, que veio acompanhada de um clipe sensacional. A homenagem ao filme De Volta Para O Futuro fica clara no figurino, mas o roteiro é outro. O grande trunfo é a interação do personagem com os créditos finais do clipe, muitíssimo bem trabalhado. E como eu já tenho uma certa adoração por créditos originais, não deu pra deixar de mostrar pra vocês. continue lendo »
Hoje nós vamos falar de alguns gêneros populares do cinema. Na verdade, resolvi fazer um mini glossário (Mas com muito mais bacon, claro) de alguns gêneros que falamos com freqüência e talvez muito leitor não saiba com exatidão o significado. Mas relaxa a periquita, tanga! Vem comigo e redescubra os gêneros cinematográficos e de quebra, alguns filmes lendários. continue lendo »
Quando o assunto é blockbuster, logo me vem à mente a figura do cineasta Steven Spielberg. O cara é especialista em filmes-pipoca dos bão, sempre aliado à efeitos especiais de cair o queixo. Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros é mais um daqueles onde o cineasta mostra todo seu potencial de entretenimento, elevando ao máximo a experiência de assistir filmes de ficção e fantasia. Você pode até ter decorado a maioria das cenas de tanto ver os reprises no domingo à tarde, mas eu nunca vou enjoar de ver a cena de um T-Rex giga (Um robô animatrônico de 13 toneladas!) transformando um carro numa lata de sardinha. E vamos combinar que dá até pena de ver os documentários da BBC sobre a pré-história depois do efeito Jurassic Park nas nossas vidas – se aquilo lá é dinossauro, lata de lixo é Transformer. continue lendo »