Olha, vocês não são os únicos que acham que os colunistas de cinema foram mortos, abduzidos ou deram aquele chazinho de sumiço. Acontece que todos nós temos diversas outras atividades além desta e quando a coisa aperta, acabamos por priorizar aquilo que ou nos dá dinheiro ou que evite a perda de dinheiro. E embora cerveja com os amigos não se encaixe na descrição, ela também é prioridade. Lógico que cada um de nós tem seus motivos bem específicos. Os meus, por exemplo, se resumem nas palavras faculdade (E exame) e trabalho. Por uma luz divina, no entanto, consegui férias do trabalho e da faculdade simultaneamente – e isso, significa mais tempo para escrever. Decidi então, que vou falar daqueles filmes bem delícia, perfeitos para matar o tempo extra que rola nas férias. E pra começar, a primeira produção que ganha a minha nota 10 aqui no Bacon: “Conta Comigo” de 1986. Vale a pena ressuscitar esse clássico e vou te dizer por quê.
Na ordem: Vern (Jerry O’Connell), Chris (River Phoenix), Gordie (Will Wheaton) e Teddy (Corey Feldman). Você já teve verdadeiros amigos?
A-HÁ! Acharam que eu tinha esquecido a continuação do TOP 10 dos filmes que enganam pela capa, nénão? Relaxa, filho. Impossível esquecer os exatos 1.103 minutos de vida que eu perdi assistindo a tanto lixo. Vamos aproveitar que o Bacon voltou ao ar e dar uma exorcizada nesses exús. Quem perdeu, pode conferir a primeira parte aqui. E se quiser conferir os vencedores (Ou seriam os perdedores?), é só clicar: continue lendo »
Se você nasceu até 1990, com toda certeza você sabe quem é Freddy Krueger. Não menos lendário que o mascarado Jason de Sexta-feira 13, Freddy esteve presente em nove filmes. Hoje, no entanto, eu falarei do nascimento da lenda, o primeiríssimo: A Hora Do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street) de 1984. Mas antes de entrarmos numa discussão sobre os noventa e um minutos de filme, é crucial lembrar e entender o que foi A Hora Do Pesadelo.
Hoje eu resolvi dar uma diversificada nos meus temas. Todos os meus rascunhos tratavam de filmes bons ou indicações de produções sobre determinado assunto. Tava de TPM achando aquilo tudo muito careta, muito monótono… Foi aí que eu tive a idéia de fazer um top 10 com os filmes mais cagados decepcionantes que já assisti em toda minha vida de cinéfila. O principal, no entanto, é que não são simplesmente filmes ruins. São aqueles malditos filmes onde você aposta todas as suas fichas, aqueles que olhando a capa bonitinha você tem certeza de que são bons. Um roteiro instigante, atores consagrados ou uma adaptação de um livro de sucesso te fazem acreditar que aquilo realmente será uma maravilha. No fim, você se sente uma ameba por ter assistido aquele lixo.
Procurando evitar que vocês, leitores do Bacon (Doutrinados e inteligentes), caiam na falcatrua das sinopses das capas, preparei esta lista-alerta e dividi em duas partes. Começaremos então com o 10° ao 6° colocados desse ranking da vergonha. Vamo lá? continue lendo »
O nebuloso filme Constantine apareceu em 2005, sob direção de Francis Lawrence. Mas muito antes disso a história já fazia (E ainda faz) sucesso entre aqueles que adoram uma putaria fãs dos quadrinhos mais adultos. John Constantine é, na verdade, o personagem principal da revista em quadrinhos Hellblazzer da DC Comics, surgida no fim dos anos 80. O sucesso é fácil de se explicar: A história conta a aposta entre Deus e o Diabo pelas almas da Terra. A aposta, porém, conta com algumas regras como, por exemplo, a não interferência física nas decisões humanas. É permitida somente a influência mental feita pelos mestiços – “assessores” do Céu ou do Inferno que trabalham no recrutamento de almas. Constantine, no meio disso tudo é um exorcista/ocultista/mago que, depois de muita cagada, truques e blefes, conquista inimigos nos três mundos que convivem entrelaçados: O Céu, o Inferno e a Terra. Como se não bastasse, John é um suicida fracassado com bilhete VIP para a casa do capeta. Mas, interesseiro como é, tenta comprar sua entrada no Céu capturando mestiços que perturbem o sensível equilíbrio dessa barganha entre Deus e o diabo. continue lendo »
Se me perguntassem em qual set de filmagem eu gostaria de ter sido faxineira, um dos escolhidos seria com certeza o de o O Labirinto do Fauno, dirigido por Guillermo Del Toro. A criatividade e o faro afinado do diretor são no mínimo incríveis e o consagraram entre os melhores diretores modernos.
Del Toro era (E é) um mexicano gordinho, míope e criado pela avó. Até aí nada demais, certo? Porém ainda cedo Guillermo começou a se interessar por cinema e foi aprendiz na área de efeitos e maquiagem de ninguém mais ninguém menos do que Dick Smith, profissional que trabalhou no filme O Exorcista (O próprio, que fazia você mijar na cama). O primeiro passo para o sucesso já estava dado. continue lendo »
Como já adiantado pelo chefinho Pizurk, foi contratado um grupo de estagiários aqui pro Bacon [Nota do editor: Que inclusive iniciam textos como quem escreve uma carta]. E agora estamos desempenhando a função, sofrendo horrores, com testes psicológicos, físicos, servindo café com cuspe, bolachinhas, adulando os macacos velhos da equipe e claro, tentando conquistar vocês leitores que fazem a audiência deste site.
Meu nome é Jade Melina Zamarchi, tenho 19 anos e sou de Foz do Iguaçu, no Paraná. Vou falar aqui de cinema e tudo que eu ache bacana relacionado a isso. Gosto de opiniões complementares e diferentes, por isso não se acanhe se porventura você achar uma merda o que eu escrevi não concordar comigo, a caixa de comentários ta aí pra isso. continue lendo »