A Outra (The Other Boleyn Girl)

Cinema quinta-feira, 12 de junho de 2008 – 1 comentário

O filme é baseado no best-seller A Irmã de Ana Bolena, de Philippa Gregory, e conta com um elenco e tanto – tirando, é claro, Eric Bana.

Bom, é basicamente isso: O rei da Inglaterra (Eric Bana) não consegue ter um herdeiro, e é nessas horas que o cara precisa pular a cerca e tentar… ter um herdeiro com uma gordinha qualquer, mas não tão qualquer assim. É quando o tio e o pai de Anne (Natalie Portman) Bolena planejam oferecê-la ao rei, mas o cara se mostra realmente interessado em Mary (Scarlett Johansson) Bolena, irmã de Anne, recém casada. A ambição da família passa por cima do casamento e, Eric Bana, se fosse o Borbs, diria “É tudo nosso =D”.

Obviamente Anne fica revoltada e, após uma viagem (ou após ter sido mandada pra LONGE dali pelos pais), ela volta querendo ter o que era dela (ou o que era prometido para ela). É quando a confusão começa e, as duas irmãs, antes rivais, precisam se unir… enquanto a Inglaterra se divide.

Só faltava serem gordinhas.

Vou ser sincero: um Chow-Chow se sairia melhor do que Eric Bana, mas beleza, agora já foi. O que compensa é a produção FODA da bagaça e o resto do elenco, que é realmente muito bom. Tirando o cara já citado, como dito aqui pela TERCEIRA vez e, bem, as cenas de ansiedade de Scarlett Johansson. Sério, por muitas vezes eu achei que ela iria vomitar no meio do filme.

O enredo é dos melhores, talvez com algumas passagens cansativas e alguns furos (personagens “esquecidos” de vez em quando, por exemplo). Podemos considerar a história como batida, é claro, então os clichês podem ser ignorados quando a qualidade do filme é alta. Bom, a qualidade desse filme é bem alta, mas já a execução…

Olha que cenário DO CARÍI.

Difícil falar sobre um tema batido, mas considero A Outra como um filme “na média” de seu gênero. Se você gosta do gênero, você vai curtir. Agora, me desculpem por ser repetitivo, mas… se fosse outro ator no lugar de Eric Bana, talvez minha opinião mudaria. Não é só por não gostar do cara, mas é pelo fato de que ele é MUITO RUIM, véi. Natalie Portman roubou a cena, óbvio.

A Outra

The Other Boleyn Girl (115 min minutos – Drama / Romance)
Lançamento: Inglaterra, 2008
Direção: Justin Chadwick
Roteiro: Peter Morgan, baseado em obra de Philippa Gregory
Elenco: Natalie Portman, Scarlett Johansson, Kristin Scott Thomas, Eric Bana

A semana de um gamer ocupado [3]

Nerd-O-Matic quinta-feira, 12 de junho de 2008 – 13 comentários

Cês são um bando de frango que joga pouco. Então vou continuar contando pra vocês o que estou jogando, pois preciso desovar essas experiências gamísticas a fim de poder abandonar os jogos em questão e partir para outros novos.

“Novos” em termos, claro. Aliás, ótima deixa para eu começar com:

The Firemen (Super Nintendo)

Pois é, já me diverti o suficiente com o Super Metroid e tava pensando em largar do emulador de novo. Aí né, eu tava assistindo um canal aí de tv a cabo e começou a passar “Cortina de Fogo” (Backdraft), um filme de 1991. Não sei se vocês conhecem, mas é aquele tipo de filme que sempre que passa eu assisto. A história é do caralho, embora não interesse aqui. O que interessa é que tem Robert de Niro, Kurt Russel, e é um filme de BOMBEIROS, cara.

Meu, quando eu era pequeno eu tacava fogo em coisas só pra apagar o fogo mijando nelas depois. Eu tenho certeza que eu tenho um desejo frustrado de ser bombeiro. Aí o filme terminou e eu fiquei pensando “porra, seria um tesão jogar um jogo de bombeiro agora; por que esse tipo de merda não existe?”

OLOLCO, não existe jogo de bombeiro e nem jogo de sonda anal.

Aliás… mangueira… sonda anal… estão sentindo um padrão aqui? Acho que gosto de enfiar coisas compridas nos outros. Coisas invasoras, coisas que esguicham. Como eu sou agressor. Se um dia me pagarem cerveja no bar tentem não me irritar, ok?

Mas ok, fui pesquisar pra ver se existia algum jogo de pegar na mangueira e sair esguichando. Foi assim que achei essa pérola vídeo-gamística chamada “The Firemen”, um jogo de 1994 para o Super Nintendo. Eu nunca tinha ouvido falar desse jogo na minha época de jogador do Super NES, o que me faz pensar que ele nunca fez muito sucesso. Esquisito, pois o jogo é bom. Acho que o jogo virou meio “cult”, pois hoje em dia é relativamente fácil achar a ROM pra download.

Legal o jogo cara. Bem legal. Ele quebra um pouco a narrativa-padrão dos jogos do Super NES que faziam sucesso na época e até que é bem inovador. O objetivo do jogo inteiro é chegar no topo do prédio da Metrotech, para acessar o reservatório de água e acabar com o incêndio que acometeu o edifício. Assim, você vai passando por todos os andares, enfrentando um tipo de problema diferente em cada um. E o tempo todo tu vai apagar fogo com sua mangueira, claro. Não tem menus ou pausa entre as fases, e o lance todo se torna uma experiência contínua, sem muita interrupção, quase como um filme. Se fosse feito com a capacidade dos consoles atuais, imagino que a experiência ficaria bem interessante, quase como os survival-horror que temos hoje em dia.

E durante o jogo todo é você com uma mangueira e o seu companheiro com um machado, controlado pelo computador. E, que surpresa, é um dos personagens controlados pelo computador mais eficientes que eu já vi no Super NES. Ele realmente te ajuda, e você não precisa dar nenhum tipo de comando pra ele. Espetacular, considerando a extensão do jogo e a limitação de ações que você tem.

Recomendo que você dê uma olhada, se não conhece. O jogo vai ficando difícil conforme você sobe os andares. Mas é uma experiência única mesmo assim. Não lembro de nenhum jogo similar desde então.

Echochrome (Playstation Portable)

Taí um jogo que não disseram que sairia do Japão, mas acabou aparecendo em inglês. Estou jogando desde que peguei a versão japonesa do jogo e ele é… interessante.

O objetivo é simplesmente levar o seu personagem do ponto A até o ponto B do cenário, e pra isso você precisa manipular o ambiente. Na verdade você apenas gira o cenário onde o personagem está, em todas as direções possíveis, a fim de descobrir e criar novos caminhos até o ponto de chegada estabelecido.

Esse jogo me lembra dois jogos bem distintos: Crush (PSP) e Super Paper Mario (Wii). A premissa de mover tridimensionalmente o cenário para resolver problemas é pouco explorada nos jogos em geral, extremamente lineares no que oferecem aos jogadores. Echochrome é muito econômico em termos de gráficos, e todo o esforço foi colocado mesmo na jogabilidade e no lance de FODER SUA CABEÇA pra fazer você encontrar a solução de cada cenário.

Puzzlezinho interessante para o PSP, e bem diferente do que estamos acostumados a ver. Se torna frustrante com o tempo, então eu não consigo jogar por horas seguidas. Ele fala um pouco sobre como sua mente funciona, e sobre o fato de que ás vezes não adianta ficar insistindo por muito tempo em um problema que você não consegue resolver; a melhor coisa a fazer é largar o console e voltar ao jogo depois. Certamente um jogo que apela mais para jogadores maduros.

Front Mission 4 (Playstation 2)

Orra véi que saco, QUE SACO que foi pra achar esse jogo. Cês não sabem, mas eu sou totalmente fissurado em Front Mission; só perde pra fissura em Final Fantasy Tactics mesmo.

Mas então, a versão em inglês foi lançada em 2004 e desde então eu tô atrás desse jogo. Peguei faz uns dias, finalmente, e me enterrei nele desde então. Esse tipo de jogo tático/estratégico acaba comigo.

As críticas ao jogo não foram tão boas, mas gamer na fissura não liga pra essas coisas, cês sabem do que tô falando. É alucinante poder jogar mais uma vez Front Mission, porque eu não jogava desde o último que saiu pro Playstation 1. As batalhas continuam enormes, durando turnos e mais turnos, exatamente como um jogo de mechs deve ser. Nada se compara com você ir destruindo os mechs inimigos aos poucos, torcendo pro próximo tiro pegar direto no braço do inimigo que segura a arma. Aí o puto fica sem armas e começa a FUGIR FEITO UMA GALINHA pelo cenário. E daí, a grande satisfação de EXPLODIR o puto enquanto ele tenta fugir. Alegria é isso aí. Momentos mágicos do vídeo-game.

Fora as batalhas, o que continua emocionante é fazer a customização dos mechs da sua equipe. Porra, milhares de armas e peças diferentes pra ficar combinando e fazendo funcionar. Junte isso com o monte de habilidades específicas que cada piloto pode comprar e taí a receita pra ficar horas só mexendo nos menus do jogo, personalizando o seu mech pra ele ter uma vantagem de, sei lá, 20 hp em relação ao inimigo. E o pior é que 20 malditos fucking hps fazem a diferença nesse jogo. Incontáveis vezes você fica com… 2 hp no seu braço que segura o escudo. Aí cê toma um tiro de shotgun que deveria te botar no chão, mas o escudo absorveu os tiros. Aí você teve exatamente o UM TURNO que precisava para estourar o inimigo com o teu piledriver. Alegria. Momentos ansiosos do vídeo-game.

Doente, esse jogo é pra nego doente. É o mesmo tipo de doente que curte Final Fantasy Tactics. Não é á toa que os dois são crias da Square. Ah, tem a história. Aquele popular e conhecido enredo de confronto entre nações, conflitos políticos internacionais e tals, tudo sempre ambientado em um futuro próximo. A história é interessante nessa quarta versão, mas confesso que só o lance dos mechs, das armas e do combate estratégico por turnos já me faz perder todas as horas possíveis de se perder num jogo. Alegria. Momentos… obsessivos do vídeo-game.

Queria jogar o Front Mission 5. Mas só tem em japonês. Bando de puto.

Ok, isso encerra o que estou jogando ultimamente. Na próxima semana retomaremos temas irreverentes ligados á experiência de um jogador hardcore: EU. Noobs.

Assista ao trailer do game (incrivelmente tosco) de Hancock

Games quinta-feira, 12 de junho de 2008 – 0 comentários

Sabe quando uma coisa é COMPLETAMENTE DESNECESSÍRIA? É o caso desse game aí, que será lançado no dia 2 de julho para PC.

Pelo menos o filme vai ser do carái, e estréia no dia 4 de julho.

Dois novos pôsteres de O Procurado

Cinema quinta-feira, 12 de junho de 2008 – 0 comentários

Pôster… estranho. Como eu não li a HQ, não faço idéia se essa imagem é “fiel”. Mas…

…sei dizer que esse pôster ficou DO CARÍI!

Bom, a data de estréia mudou: Agora é só no dia 22 de agosto. Pena.

Assista a mais dois TV Spot de Hancock

Cinema quarta-feira, 11 de junho de 2008 – 0 comentários

Já disse: Esse filme PROMETE, véi. E estréia só em 4 de julho.

Iron Man 2 SEM Jon Fraveau + Cena com Capitão América CORTADA em O Incrível Hulk

Cinema quarta-feira, 11 de junho de 2008 – 3 comentários

Já que é tudo Marvel, cabe em uma nota só.

Jon Fraveau, diretor do filme mais espetacular do ano, disse que a data de estréia de Homem de Ferro 2 é irreal. Mas o pior está por vir: Aparentemente o cara poderá NÃO dirigir o próximo filme, afinal, ele pediu um aumento alegando que fez o primeiro filme por uma mixaria – e o longa lucrou horrores – e a Marvel NÃO está querendo ceder-lhe o aumento. Segundo os caras da poderosa Marvel, o segundo filme será um sucesso COM ou SEM Jou Fraveau. Olha, isso me cheira a cagada, mas in Marvel we trust.

Agora, falando sobre o SEGUNDO filme mais espetacular do ano, lembra que Louis Terrier tinha dito que o Capitão América ia APARECER no filme d’O Incrível Hulk? Então, uns putos aí viram o filme e não viram Capitão América nenhum. Os mesmos putos entrevistaram o cara, que disse que a cena foi cortada por ser “forte demais”. Bom, a censura desse filme por aqui é de 10 ANOS – E se depender da Marvel, todos os filmes terão censuras desse nível -, e, segundo o cara, ela aumentaria rasoavelmente caso a cena com o Capitão América não fosse cortada.

A boa é que ele adiantou que a cena sairá no DVD E na internet, nesses dias. Mas não disse em qual site, nem em qual dia. O que resta é esperar.

Vai sair o filme dos Smurfs

Cinema quarta-feira, 11 de junho de 2008 – 2 comentários

Pois é, a Sony e a Columbia Pictures pegaram os direitos que tavam na mão de Paramount e Nickelodeon, pra fazer o filme dos pequenos azuis. O roteiro tá sendo feito pelos mesmos caras de Shrek 2 e Shrek 3: David Stern e David Weiss.

Doug Belgrad, executivo da Columbia falou que “Os Smurfs são uma das franquias mais conhecidas que existem, e com uma galeria de personagens adorados no mundo todo. Estamos muito entusiasmados em apresentar a nova geração a Papai Smurf, Smurfette e os outros ‘smurftásticos’ Smurfs em toda a sua glória.”

Reza a lenda de que vão aparecer outras mulheres além da Smurfete.

Os Smurfs [Ou “Les Schtroumpfs“, no original em francês] foram criados pelo cartunista belga Pierre Culliford (a.k.a. Peyo) em 1958, mas eles ficaram famosos mesmo graças á série em desenho animado da Hanna Barbera, que durou de 1981 até 1989, com 256 episódios.

Os Smurfs, que vai misturar live action com animação [Que me lembra de Garfield, e não é uma boa lembrança…], estréia em 2009.

Confirmado remake de RoboCop

Cinema terça-feira, 10 de junho de 2008 – 1 comentário

É isso ae!
O filme policial misturado com sci-fi mais legal de todos os tempos [Talvez porque seja um dos únicos] vai ser refeito!
O site superherohype conseguiu esse banner na Licensing International Expo 2008, além de algumas imagens de C.I. Joe.

Será que vai prestar?

Em março, McG já tinha falado que queria trazer a franquia RoboCop de volta da tumba. Como o Ed Neumeier, roteirista do original falou que não sabia de nada, parece que o tio da sigla tá querendo fazer as coisas sozinho, ou na moita, vai saber.

Eu me empolguei com a idéia de um RoboCop em 2010.

Um pouco de sangue e empolgação no novo trailer de O Procurado

Cinema terça-feira, 10 de junho de 2008 – 1 comentário

Porra, ABSOLUTAMENTE espetacular, véi! PERFEITO filme “desligue o seu cérebro e DIVIRTA-SE!”.

Dia 27 de junho é a grande estréia.

Update: A Paramount adiou a data de estréia no Brasil pra dia 22 de agosto.
Por qual motivo eu não sei. Aguardemos então.

Episódios Finais – 3ª Parte

Sit.Com terça-feira, 10 de junho de 2008 – 3 comentários

Como a coluna é semanal hoje fica a dica para a estréia no canal Fox, 9mm: São Paulo. Não se preocupe, a série é nacional então não corre o risco de ser dublada contra a sua vontade. A produção parece bacana e surge uma boa oportunidade para a dramaturgia nacional em busca de identidade para as séries nacionais, óbvio que aqui há respingos de The Shield, CSI e do sucesso policial urbano Tropa de Elite. Claro que uma ruga surge na testa ao lembrar que o mesmo canal Fox produziu a absurda série mi-mi-mi Avassaladoras, levante a mão quem teve coragem de assitir… ninguém, então tá! (também foi exibida pelo canal Record)

O seriado 9mm – São Paulo, mostra a rotina da equipe de uma delegacia de homicídios da capital paulista. Eduardo (vivido pelo ator Luciano Quirino) é um profissional idealista que chegou ao cargo por indicação do sogro, deputado. O policial bate de frente com Horácio (personagem de Norival Rizzo), investigador experiente que age segundo os próprios meios.

Estréia: nesta terça, dia 10, ás 22h

Continuando a odisséia de comentar as séries com temporadas terminadas, pelo ritmo vou chegar junto aos términos de algumas aqui no Brasil. Havia prometido House e Lost para essa semana, mas vou adiá-las para comentá-las com mais cuidado e para os fãs não me amaldiçoarem com SPOILERS destas séries tão idolatradas.

Eli Stone – 1ª Temporada

Série que estreou no midseason americano e também aqui no Brasil (ainda em exibição no canal Sony), teve 13 episódios e foi renovada para uma segunda temporada devido ao simpático e eclético elenco (todos já participaram de diversas outras séries, como Victor Garber, o agente pai Bristow, na falecida Alias) junto a uma trama surreal com direito a nomes de episódios serem inspirados por canções de George Michael. Inclusive, o cantor inglês faz parte das visões do advogado Eli Stone em diversas participações.

A trama como destaquei é desencanada e lembrará para alguns série maniácos a excelente comédia Ally McBeal, com exceção que aqui é um advogado (homem) que possui visões (seria ele um visionário ou somente um efeito adverso de seu recém diagnosticado aneurisma?). Misto de drama e comédia a série se destaca pelos bizarros musicais onde todo elenco canta – as músicas de George Michael e de outros artistas – nas visões de Eli, a série podia sofrer em sua curta temporada de contar sempre a mesma trama. No entanto, com a revelação da doença de Eli e a futura cirurgia para retirada do aneurisma rendeu a série uma season finale bastante emocionante, e não menos, engraçada.

Supernatural – 3 ª Temporada

Cria do sucesso de Arquivo X, ainda detentora do título, Supernatural, desde sua última temporada começou a criar arcos próprios de episódios e não somente a fórmula demônio/mostro da semana. Assim, a série, mesmo para o público teen, começa a galgar uma legião própria de fãs. Inclusive, alguns episódios desta 3ª temporada foram extremamente fortes como conteúdo de terror.

Apostando num clima sempre soturno e sombrio, ás vezes caindo para o humor negro, Supernatural somente se mostra fraca no pouco elenco fixo, os irmãos Winchester já não seguram a trama sozinhos o suficiente. Nesta temporada, os produtores acertaram ao escalar duas atrizes fazendo diversas participações em episódios, normalmente ligados a grande questão da temporada: Como Dean fará para não ir para o inferno, já que vendeu sua alma para o dêmonio em troca da ressurreição de seu irmão?

Temporada boa, com alguns episódios realmente bons; o gancho do season finale promete uma arrancada para a 4ª temporada bastante arriscada (periga sua resolução ser medonha, esperar pra ver!).

Reaper – 1ª temporada

Outra série estreante que estréia neste mês no Universal Channel, a série é uma comédia com toques de suspense e romance. Assim como, coincidentemente, ocorreu com Chuck, Reaper, tem em um dos seus cenários uma loja de conveniência (pelo jeito os jovens americanos sem perspectiva acabam todos trabalhando nestas lojas).

A série fala sobre um jovem, Sam, que descobre que sua alma foi vendida ao diabo. Os primeiros episódios envolvem o Diabo (excelente interpretação do veterano Ray Wise, roubando todas as cenas) ensinando a Sam como recuperar as almas fugidas do inferno, confesso que cansa um pouco pelo desgaste da fórmula (alma fugida do inferno sendo caçada), ainda bem que a trupe de amigos de Sam garante as risadas. Na volta da greve, os produtores criaram um arco de episódios envolvendo a origem real de Sam um grupo de demônios rebeldes que querem derrubar o Diabo. Sem encanações nem teorias, vale uma espiada!

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