Filmes bons que passam batidos 02 – 28 Days Later.

Filmes bons que passam batidos domingo, 02 de setembro de 2007 – 9 comentários

Tá bom, esse filme nem passou batido. Acho que chamaram de “Extermínio” aqui no Brasil. Mas estou me dignando a fazer uma rápida apresentação dele mesmo assim, porque existem motherfuckers que ainda não viram 28 Days Later e nem sabem do que eu tô falando. Isso é um desabsurdo. Precisamos preencher essa lacuna cultural na formação de vocês.

 

28 Days Later (2002)

Como todo filme mega-bom de zumbis, o enredo é muito simples: vírus criado em laboratório escapa, contamina a população e 28 dias depois todo mundo vai pra fita. Quem não vai pra fita virou zumbi.

Como assim? Zumbizismo é uma doença? Claro que é. Assim que é legal. Nego dá uma mordida no outro e o outro vira zumbi. É uma mistura de zumbi com vampiro, o que é uma idéia muito boa. Por que raios não fazem logo um filme onde PIRATAS viram zumbis? Ah é, já tem o “Piratas do Caribe”. Mas os piratas-zumbis não são vampiros ainda. Então falta isso: Piratas Zumbis do Caribe vs. Dracula, o Lobisomem da Transylvania. Orra, ia ficar do caraleo, hein?

“Agradeça por tudo que você tem, porque logo não vai sobrar mais nada.”

Mas voltando ao 28 Days Later; o que poderia ser só mais um filme sofrível sobre mortos-vivos, sofre uma virada graças á direção de Danny Boyle (“Cova Rasa”, Trainspotting) e ao roteiro muito louco de Alex Garland (“A Praia”, e também fazendo o roteiro de HALO, o jogo que vai virar filme). Aqui os zumbis não são aquelas coisas rastejantes que chegam a dar raiva, de tão lerdas. Em 28 Days Later os caras levam uma mordida e ficam PIRADOS, eles simplesmente atacam e COMEM quem tiver por perto, parece um bando de cão raivoso. Imagine um MONTE de zumbi, tudo cheirado, correndo de um lado pro outro, parecendo uma nuvem de gafanhotos esfomeados. Dá gosto de ver.

Aí temos um magrão que acorda sozinho no meio de um hospital. Depois que Londres já foi varrida pela praga, e os zumbis que sobraram já vazaram da cidade pra ir procurar comida em outro lugar. Cara, é um dos pontos altos do filme. Ver o cara vagando por uma Londres completamente vazia. Não “completamente”, lógico. Mas veja o filme pra saber. A desolação e a tranqüilidade da cidade contrastando com a correria que acontece nas outras partes do filme. Isso que é cinema de arte.

Me sinto só.

Aí ele encontra mais gente depois. Porque senão não ia ter muito filme pra assistir e tals. E eles têm que fugir dos zumbis que tão por aí, tocando o horror. E acabam achando uma base militar. Entram lá, arranjam umas tretas, mas terminam o filme CHUTANDO BUNDAS de zumbis. Todo mundo gosta de final feliz.

É aquele tipo de filme que fica tão bom, e traz idéias tão novas para o gênero, que estabelece parâmetros para os filmes que virão depois. Lógico que nunca mais vamos ver filmes com zumbis rastejantes depois de 28 Days Later. Zumbis rastejantes são muito anos 70. Muito século passado.

Recomendação final: Curte zumbis? Nem pense duas vezes antes de alugar, então. Não curte zumbis? Qual é o seu problema?.

Fast-food Reviews 006: Playstation Portable

Games domingo, 02 de setembro de 2007 – 2 comentários

Não sabe como funcionam essas reviews? Veja a introdução aqui.

Monster Hunter Freedom 2

Corre maluco, olha o passarinho.

Bom, se você era fã do primeiro Monster Hunter, nem precisou ler review nenhuma antes de pegar o jogo. Monster Hunter 2 é exatamente a mesma coisa que o primeiro só que maior: com pelo menos o dobro de mapas, caçadas, animais, armaduras, armas, etc.

Pra quem não conhece o jogo, pode estranhar de início, pois tem muita coisa pra aprender antes de entrar no “filé mignon”. Mas felizmente os tutoriais foram implantados de forma bem segmentada, o que significa que você pode começar fazendo um tutorialzinho básico, aprender a usar um dos vários tipos de arma, e já partir pra campanha principal. Depois, quando você apanhar feito um condenado, volta pro tutorial pra aprender a lidar com outras armas e descobrir novas formas de tocar o jogo adiante. É isso ou ficar eternamente fazendo as hunts de ir buscar plantinha no topo da montanha. E as armas são tão variadas e diferentes que vale a pena conhecer todas.

Monster Hunter 2 ficou muito bom em termos de gráficos, com cenários bem variados depois que você sai do primeiro, as montanhas nevadas. Parece mesmo que você está sozinho em uma caçada. A jogabilidade também está muito boa, considerando-se o número de ações que seu personagem pode desempenhar. Eu tive problemas com a câmera, no início, mas é questão de costume e de aprender a dar um toque rápido no L, pra ajustar a câmera. Nada que ferre com o jogo todo.

Julgamento final: Gostou do primeiro? Vai fundo. Não conhece o primeiro? Jogue esse então.

Dead Head Fred

Eu não canso de ver zumbis em jogos. Sempre é bom.

Momento bom no PSP. Depois de Jeanne D’Arc, temos Dead Head Fred como mais um jogo original e surpreendente. É bom ver jogos NOVOS saindo pro PSP, ao invés da maré de remakes (Final Fantasys) e continuações da Eletronic Arts (Madden, Fifa, etc.)

A história do jogo é excepcional: não vou contar, lógico, mas me lembra os melhores momentos de Grim Fandango (o jogo) e Família Addams (o filme). O jogo tem uma estética própria, com cenários bizarros que seguem a linha do enredo. Só pela originalidade já valeria a pena.

A melhor coisa de Dead Head Fred é que o persongem principal está morto. Ele é tipo um Frankestein que foi recussitado, sendo que você pode trocar a cabeça do personagem a qualquer momento. Cada cabeça muda completamente o esquema de controle do personagem, com habilidades, ataques e poderes diferentes. Muito nostálgico. Acho que não via essa idéia desde Kid Chameleon (Mega Drive). Mas ficou BOM, mano. É divertido, é como jogar com vários personagens ao mesmo tempo. Por exemplo, uma das cabeças é de um zumbi que pode sugar líquidos á sua volta. Aí você suga combustível, passa perto de uma lareira e sai cuspindo fogo pelo cenário. Espetacular. Nunca me canso das variações de lança-chamas nos jogos.

Julgamento final: Você pode até não gostar, mas pelo menos é um jogo NOVO no PSP. Experimente. Ou você vai gostar de cara ou vai largar em 15 minutos.

Dragoneer’s Aria

Fetid Grass? “Fétido” é esse jogo.

Outro RPG genérico. Tão me zoando, não é possível.

O que vou falar? Personagens rasos, história frouxa, sistema de combate lerdo, sistema de avanço dos personagens pentelho…

Produtoras e desenvolvedoras de jogos: chega, ok? Parem de zoar a gente.

Julgamento final: Deixa pra lá, cara. Vai terminar Final Fantasy VII de novo, ou algo assim.

Fragdolls – Gostosas nos games.

Games sábado, 01 de setembro de 2007 – 18 comentários

Achou que eu ia falar de Lara Croft, Cammy, Chun Li, e outras gostosas virtuais que só existem no mundo dos games, né? Errou mano. Delas eu só vou botar figuras.

Pronto.

Na verdade quero falar das Fragdolls, uma das melhores jogadas de marketing dos últimos tempos.

Em um belo dia ensolorado, algum executivo da Ubisoft (Splinter Cell, Baldur’s Gate, Far Cry) acordou e pensou: puta merda, e se eu pegasse umas gostosinhas e juntasse isso com vídeo-game? Ah, Genial.

Tá bom, a idéia não foi nada original. Mas quase nenhuma idéia é. O que importa é a maneira de implementação da idéia, e nisso a Ubisoft mandou bem. Em 2004, achou um grupo de minas que REALMENTE sabem jogar, e botou elas pra aparecer mundo afora, nos mais diversos encontros de jogos, campeonatos e lançamentos de paradas eletrônicas. Deu tão certo que hoje existe um grupo americano, um de inglesas e outro de francesas, para nosso deleite vídeo-gamístico.

 

Grupo americano das Fragdolls

Aí você diz “ah mas, são só umas modelos aí que botam pra fazer papel de garota-propaganda”. Nem são. Elas são jogadoras como eu e você (mais bonitas e com peitos, ok), é isso que faz a diferença. Quer dizer, elas devem jogar até melhor que eu, pois no final de 2006 o grupo americano ficou em primeiro lugar no Rainbow Six: Vegas tournament da Cyberathlete Professional League. Além disso, eu dei uma lida no blog das minas, e elas manjam mesmo do babado. Ainda bem, AINDA BEM meudeus, que o perfil dos jogadores de vídeo-game está mudando.

E, na boa, você até pode achar que é só jogada de marketing, mas eu te GARANTO que é melhor que as pessoas pensem nelas quando pensam em vídeo-game do que pensar nisso:

Medo.

Jogos Mortais 4 ganha data de lançamento no Brasil

Cinema sábado, 01 de setembro de 2007 – 2 comentários

Após confirmação da data de lançamento para o dia 26 de outubro, foram divulgados algumas fotos da produção e o pôster. Notem que a cenografia do filme ainda consegue impressionar, pena que não posso dizer o mesmo sobre o roteiro do último filme.

Não consigo me acostumar com as bizarrices desta cinessérie

Na trama do filme, dois experientes oficiais do FBI, Agente Strahm e Agente Perez, chegam na assustada unidade policial para ajudar o veterano detetive Hoffman a analisar o que sobrou dos truques de Jigsaw e montar o quebra-cabeças. Porém, quando o comandante da SWAT Rigg é aprisionado em uma nova armadilha, o jogo recomeça.

Resenha – Paranóia

Cinema sábado, 01 de setembro de 2007 – 2 comentários

Paranóia é uma versão teen do clássico Janela Indiscreta, do mestre Alfred Hitchcock, o que me surpreende é o sucesso que o filme fez nos cinemas americanos. Indo na contramão do cinema para os jovens, Paranóia, é um filme com ritmo cadenciado e um clima de desconfiança intenso, mas não há correrias, dezenas de mortes e sangue escorrendo na tela. Há certa ingenuidade no roteiro e na direção que lembra os filmes da década de 80, como Os Goonies e Conta Comigo, não fosse os aparatos técnicos que o guri utiliza para espionar os vizinhos enquanto cumpre pena de prisão domiciliar, com direito a um localizador na canela.

Será que eu flagro a vizinha se trocando?

O lado positivo disto prova que o jovem americano não quer somente filmes descerebrados e sanguinários, um comportamento sempre apontado pelos produtores através dos filmes feitos para esta faixa etária. Claro, que há um jovem como herói (Shia LaBeouf, rumo ao estrelato, presença carismática), uma garota como objeto de desejo, um amigo leal e os demais estereótipos (nas mãos de atores como Carrie-Anne Moss e David Morse). O roteiro não consegue fugir das armadilhas óbvias, tanto que sua meia hora final é digna de um filme do Supercine.

A direção de D.J. Caruso (de Roubando Vidas) não colabora para transformar Paranóia num programa imperdível, pelo menos é um esquecível passatempo, a notar a seqüência do acidente automobilístico, bem conduzida. E pelo jeito, Caruso é especialista nestas cenas, já que em Roubando Vidas o cineasta também iniciava o filme com uma cena similar a que ocorre aqui.

Vin Diesel em continuação de “Velozes e Furiosos”

Cinema sexta-feira, 31 de agosto de 2007 – 1 comentário
Sou uma diva!

Depois de fazer o primeiro filme da série, Vin Diesel pode voltar ao elenco do filme, que está em processo de escolha ainda, e tem (Por enquanto) os nomes de Vin Diesel, Paul Walker, Tyrese Gibson e Lucas Black, todos participantes dos filmes anteriores.
Por enquanto, não há roteiro definido, mas eu tenho a impressão que vai girar em torno de carros, e mulheres, e um pouco de nitro, pra variar um pouco.
Mas do jeito que esses roteiristas são criativos, vou chutar como que poderá ser o filme:

Primeiro, tem uma cena de corrida de carros, depois por algum motivo desconhecido, um cara entra nas corridas, e acaba conhecendo o BOM das corridas, que conta a ele histórias de outros corredores, o que justifica aparecer Vin Diesel e os outros. Uns 20 minutos de festas e orgias, e então, uma corrida porque o novato pisou no pé de um outro corredor. E eles vão pra pista. Tem um acidente, o cara BOM morre, e o novato vai atrás pra vingar a morte dele, pois ele descobriu que o carro do outro foi sabotado. Vem a namorada do cara BOM, e dá em cima do novato, que fica todo feliz, e esquece de tudo, vivendo felizes para sempre.

Bom, se não for isso, aposto que vai ser quase.

Ouça quatro sons novos do Nitrominds!

Música sexta-feira, 31 de agosto de 2007 – 1 comentário

Como assim, de novo? Aqui você ouviu duas demos dos caras, agora eles colocaram no MySpace QUATRO sons novos, prontinhos.

As músicas são This World, No Opportunity, 40 Minutes of Freedom e Hangin’ Around, e estarão no álbum Verge of Collapse, que será lançado em breve. Se você curte um hardcore pesado, devia ouvir essas músicas. E devia ficar ligado no AOE pra saber mais informações sobre o álbum.

Tem uma banda? Quer divulgar aqui?

Música sexta-feira, 31 de agosto de 2007 – 4 comentários

Papo rápido, véis. Em Setembro estréia um novo quadro no AOE, trazendo matérias sobre bandas independentes.

Vai funcionar assim: Os artigos servirão até como página de apresentação, tendo em vista que vai ter o conteúdo necessário pra fazer uma boa divulgação da banda. Se der tudo certo, os artigos ficarão hospedados no seguinte endereço: http://bandas.atoouefeito.com.br/nomedabanda.

Massa, né?

Então, se você tem uma banda que já faz shows, tem músicas e fotos na internet e faz um trabalho legal, manda pra gente, só falar aqui. E se você conhece alguém que tenha uma banda assim, avisa pro cara que ele tá perdendo essa.

Assim, as bandas deverão nos manter informados sobre lançamentos e shows, pra gente divulgar por aqui. Ou seja, as bandas independentes serão tratadas como bandas do mainstream. Em troca, uma divulgaçãozinha do site em shows não dói, né? Um ajuda o outro nessa.

Enfim, já temos umas bandas na lista, e eu acho que você deveria colocar a sua. Manda ver!

Ouça o som novo do Anti-Flag!

Música sexta-feira, 31 de agosto de 2007 – 1 comentário

O Anti-Flag é uma banda de Punk Rock legalzinha, mas nada demais. Enfim, os caras estão pra lançar um álbum novo, intutulado A Benefit for Victims of Violent Crime, que sai no dia 2 de Outubro desse ano.

Corre pro MySpace da banda ouvir o som novo, No Paradise. Mais informações sobre o álbum, ó:

Lançamento: 02/10/2005
1. No Paradise
2. Oh, Katrina (Interlude)
3. No Future
4. Athem For The New Millenium Generation
5. Corporate Rock Still Sucks
6. John Ashcroft Was A Nazi (Interlude)
7. Marc Defiant
8. No Borders No Nations (Live)
9. 1 Trillion Dollars (Live)
10. Turncoat (Live)
11. The Project For A New American Century (Live)
12. 911 For Peace (Live)

Descaso das distribuidoras incentiva pirataria?

Primeira Fila sexta-feira, 31 de agosto de 2007 – 4 comentários

Nas últimas semanas correu a notícia que os camêlos do Rio de Janeiro já possuíam em seu “acervo de venda” o filme nacional Tropa de Elite, de Eliseu Padilha (diretor do ótimo documentário ԝnibus 174). Padilha comentou que esta seria uma das primeiras montagens suas para o filme que acabou vazando, no entanto já foram presos os responsáveis pelo vazamento da cópia. Tropa de Elite é um filme policial sobre o B.O.P.E. (Batalhão de Operações Especiais), que combate o tráfico de drogas nos morros do Rio de Janeiro. No elenco, Wagner Moura e Caio Junqueira. Com esta notícia, a distribuidora Paramount resolveu antecipar o lançamento comercial do filme para 12 de outubro nos cinemas e o filme irá abrir o Festival do Rio.

Cena do filme Tropa de Elite.

Esta notícia me inspirou a comentar alguns descasos que as distribuidoras, detentoras dos direitos de exibição dos filmes no país, poderiam evitar para diminuir o impacto desta contravenção, que acumula perdas para eles, os cinemas, as videolocadoras e, até mesmo, os fãs de cinema.

A demora dos lançamentos dos filmes nos cinemas é um exemplo que, com certeza, facilita a procura por “meios alternativos” para assistir o filme. Um exemplo simples é Infância Roubada, filme ganhador do Oscar de filme estrangeiro em 2006, o que normalmente, em função da exposição na mídia ocasiona uma rápida exibição do filme. O que ocorreu, a distribuidora Europa Filmes lançou o filme somente há poucos meses em circuito restrito, isto é, quase um ano e meio depois da premiação, sendo que o filme ainda não foi lançado em DVD, acredito que deve ocorrer em novembro. Outro caso recente, A Vida dos Outros, também ganhador do Oscar de filme estrangeiro deste ano, ainda não foi lançado e está previsto sua chegada aos cinemas somente em novembro (provavelmente em circuito restrito), também pela Europa Filmes.

Infância Roubada

No entanto, isto não ocorre somente com lançamentos “alternativos”, dois filmes bastante comerciais, pelo menos como gênero, estão atrasados há mais de seis meses para serem lançados por aqui. São eles: a aventura épica Os Desbravadores, já disponivel em DVD nos EUA desde o início de agosto, estreia nos cinemas tupiniquins em 12 de outubro; e o suspense americano dos irmãos chineses Pang, Os Mensageiros, que chega aos nossos cinemas em setembro, mas já está disponível em DVD nos EUA desde junho.

Os Desbravadores

Outra maneira de como isto ocorre, é quando a distribuidora agenda uma data para o circuito exibidor e, em função das bilheterias americanas ou mesmo pelos responsáveis da distribuição acharem que o filme não tem perfil de público nos cinemas, alteram diversas vezes a data de lançamento ou cancelam de uma hora para outra o filme nos cinemas e lançam diretamente em DVD. Exemplos deste caso são os recentes cancelados Reine Sobre Mim, drama com Adam Sandler, Temos Vaga, suspense com Luke Wilson e Kate Backinsale, e O Albergue II, continuação do sucesso do ano passado. Todos são produtos comerciais, com atores e gêneros que as pessoas costumam assistir, porém terão seus lançamentos restritos em DVD. Estes três filmes que citei, por acaso, pertencem a distribuidora Sony Pictures.

Reine sobre Mim

Agora digo para vocês, todos estes filmes que eu citei tem fonte para download na internet com legenda e tudo, o quer dizer, pode ser gravado e comercializado ilegalmente como aconteceu com Tropa de Elite. Pergunto: se algum destes filmes vocês quisessem muito assistir esperariam uma solução da distribuidora ou apelariam para o download e/ou a compra do mesmo em câmelo?

Temos Vaga

Este é só um ponto da complexa discussão sobre pirataria, claro que não se pode esquecer que o nosso circuito exibidor é restrito e, normalmente está tomado de meia dúzia de blockbusters, o que impede a entrada de outros títulos estrangeiros e nacionais, mas do jeito que a coisa está, as distribuidoras deveriam tentar encontrar uma saída alternativa para este problema.

O Albergue II

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