Você não gosta? Nossa amizade acabou.

New Emo quarta-feira, 01 de agosto de 2007 – 14 comentários

Acho que não há um assunto melhor pra começar uma coluna com esse nome: Gostos. Afinal, quem raios levaria o nome “New Emo” a sério? Nem os emos levariam a sério. Mas New Emo é apenas o nome da coluna de música, podem ficar tranquilos. Ou não, afinal, o primeiro texto dela é por minha conta.

Enfim, hoje em dia o babado é ser INDIE. E como não poderia ser diferente, todo babado é amado por uns, ignorado por poucos, e odiado por muitos. Os emos que o diga, comunidades que odeiam emos no Orkut só perdem pra comunidades do Chaves. Então, é assim: O babado (Não acredito que usei essa palavra três vezes no mesmo parágrafo) cai na mídia, e quem aderia ao babado anterior, passa a aderir esse – na maioria das vezes. Mas nada disso vem ao caso, foi inútil você ter lido esse parágrafo.

Agora, tente falar mal de Beatles, por exemplo. Ou fale apenas um “Eu não gosto de Beatles”. O que acontece? Uma MULTIDÃO vai te socar, enquanto outra louva a banda, dizendo que ela é a maior banda de todos os tempos, e também uma das maiores influências pras bandas de hoje. Fãs de Beatles não devem bater muito forte, então é aí que você levanta e se pergunta: “E DAÍ?”. Mesmo que a banda seja mesmo uma das maiores, não significa que você vai gostar dela. O conceito de bom e ruim é totalmente pessoal, é inadmissível o fato de que pessoas simplesmente ignoram esse fato. E isso não é só na música, é óbvio. Se você falar mal do Steven Seagal, os fãs dele vão querer fazer um exame de próstata em você com uma britadeita. “Mas eles têm o direito de reclamar, eles são fãs!”. Direito de reclamar qualquer um tem, mas o direito de criticar o gosto do outro, como eu disse acima, é inadmissível. Eu acho Led Zeppelin uma banda chata pra cacete, e a história da banda não vai mudar minha opinião sobre ela, afinal, se a música não me agrada, por que raios eu iria curtir uma das maiores bandas de heavy metal (Pelo menos naquela época) do mundo?

O ser humano é tão irônico a ponto de não saber usar a ironia de forma “correta”. Afinal, é irônico o fato de duas pessoas saírem na porrada porque uma ama Magic Numbers e a outra odeia. Que diferença faz? Um “Rolling Stones é uma merda!” é equivalente a um “Sua mãe é aquela alí? Ooopa, comia direto na faculdade, ela faz um boquete sensacional. Se pá, você é meu filho.” para uns, e pra quem não tem um pingo de senso de humor, isso aí é de se tirar do sério, mesmo. Mais algumas “traduções”:

– Beatles é chato pra cacete!
– Dormi com a sua irmã semana passada e obriguei ela a liberar a croaca.

– Elvis? Bela merda.
– Cara, você tá bem? Comi sua mina ontem e ela me passou chato!

– Rock é uma porcaria.
– Traí você com a sua melhor amiga, amor. Não, saí com essa na semana retrasada, to falando da Márcia, sabe? Então, dormi com ela ontem. Me perdoa?

Quando você for falar mal de algo que todo mundo gosta, melhor ficar quieto. Lembre-se sempre: Falar mal de algo idolatrado pela sociedade é ser diferente, e ser diferente, segundo a sociedade, é ser especial, segundo a AACD. O preconceito musical, literalmente, ultrapassa a velocidade do som.

“O Poderoso Chefão” sairá em novo box especial

Cinema quarta-feira, 01 de agosto de 2007 – 1 comentário

Dia 3 de agosto será lançado uma nova edição do clássico “O Poderoso Chefão”. Nessa caixa, além dos 3 filmes que consagraram Francis Ford Copolla como um grande diretor, virá também um DVD com extras de produção, contando detalhes de bastidores de todos os filmes da trilogia, além de virem em uma bela caixa vermelha, que dá o nome a esse novo relançamento.

Para os que não sabem, os filmes contam a trajetória de uma famiglia italiana, os Corleone, liderados pelo patriarca Don Corleone, que é chefe da máfia americana. Com um elenco de peso, como Marlon Brando, Al Pacino, Andy Garcia e muitos outros, esse é um filme que merece estar na prateleira de qualquer aficcionado por cinema.

Hitman – Novo pôster!

Cinema quarta-feira, 01 de agosto de 2007 – 2 comentários

Uma breve sinopse sobre o filme: “Agente 47“, o único nome pelo qual o protagonista é apresentado, foi “educado” pra ser um assassino de primeira e acaba sendo pego em uma ação policial. Não é nada: A Interpol e o Exército Russo estão na cola do cara. Mas ele não desiste e corre pelo Leste Europeu pra fazer seu servicinho pra misteriosa organização “The Agency”, e ainda corre atrás de quem armou pra ele. Mas o pior problema que 47 vai ter que enfrentar, é sua consciência, e ainda tem uma garota na jogada.

Agora que você já faz um pouco de idéia sobre o filme, segue o novo pôster:

hitmanposter.jpg

E, de quebra, o trailer do filme:

47 é o último número no código de barras tatuado na nuca de… 47. O filme é baseado na série de jogos Hitman, e a estréia é prevista para o dia 31 de Dezembro aqui, no Brasil.

Simpsons – Trilha sonora em um… Donut

Cinema terça-feira, 31 de julho de 2007 – 2 comentários

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Essa imagem acima é a capa do cd da trilha sonora do filme dos Simpsons, que chegou ás lojas hoje, nos EUA. Hans Zimmer (O meeesmo que trabalhou com a trilha sonora de Rei Leão) compôs as 15 faixas que preenchem esse Donut, que tá na faixa de uns 20 dólares, e é edição limitada. E, é claro, entre essas 15 músicas, há a música de abertura da série na TV.

A trilha sonora do filme, literamente, dá água na boca. Ok, era só pra ter um trocadilho péssimo. E, só pra lembrar: 17 de Agosto, Simpsons: O Filme!

Simpsons – Divirta-se no hotsite!

Cinema terça-feira, 31 de julho de 2007 – 1 comentário

Enquanto o filme não estréia aqui no Brasil, não há muito o que se fazer. Mas se você AINDA não sabe, existe um site do filme, em que você pode criar um personagem com a sua cara, ou até mesmo dar uma volta pela cidade. Corre pra lá: www.simpsonsmovie.com

Simpsons: O Filme estréia no Brasil dia 17 de Agosto e, é claro, você vai poder conferir a resenha por aqui, e alguns artigos relacionados também. Tá chegando, tá chegando!

Harry Potter – Leia o sétimo livro (em português)

Livros segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 14 comentários

É, isso mesmo. Se você está a fim de ler o último (e surpreendente) livro da série; e tem certeza que sua curiosidade não vai agüentar até novembro, eu vou quebrar teu galho.

Em primeiríssima mão, eis aqui um link para a tradução não-oficial de Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte, título em português), que foi publicado em inglês dia 21 de julho, mas a versão oficial em português só vai chegar por aqui dia 10 de novembro.
Essa tradução não-oficial é um pouco porca, meio mais ou menos… mas, cara, estamos falando do último livro da série! Eu acabei de ler ontem (mwhuahua! não consegui segurar a ansiedade) e posso dizer: que livro foda, meu. Apesar da tradução meia-boca, o livro tá bem bacana e até meio violento :9

Se você é fã de Harry Potter curiosa como eu, não espere até novembro! Clique aqui e descubra se o Snape é do bem ou do mal, se o Dumbledore morreu mesmo ou era só farsa, quem morre e quem não morre (prepare os dedos aí prá fazer a contagem de corpos, porque morre bastante gente ;x), se a Hermione e o Ron Weasley finalmente dão uns pegas e por aí vai.

São 36 capítulos TENSOS, mais um epílogo. Pára de enrolar aqui e lê logo, vai!

Pokémon vende mais de 10 milhões de cópias.

Games segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 3 comentários

Conforme release da Nintendo, a última versão de Pokémon (Diamond/Pearl) pra Nintendo DS, já atingiu a marca de dez milhões de cópias vendidas. Basicamente 25% dos donos de DS tem uma das versões.

O último que eu comprei foi a Crystal, jogão (na época). Joguei essas novas mas bom, não tenho saco de matar seis mil Geodudes e Bidoofs pra evoluir meus Pokeymans.

Fonte: Go Nintendo l GameFront

Review – Era Vulgaris (Queens Of The Stone Age)

Música segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 5 comentários

O segundo cara mais foda da galáxia, se falando de música, Josh Homme, decidiu ser… inusitado no novo álbum da banda de stoner rock Queens Of The Stone Age: “Vamos usar nosso lado feminino nesse álbum.” – Foi o que ele disse. E descreveu o álbum como “Obscuro, pesado, e elétrico, meio como um construtor de obras“. Após o, na minha opinião, fiasco com o álbum Lullabies To Paralyze, o Queens Of The Stone Age não esconde a falta que o baixista Nick Olivieri faz.

A faixa Sick, Sick, Sick foi a primeira divulgada, e ela conta com a participação do vocal da única banda ex-indie legal: Julian Casablancas, The Strokes. Aí você pensa: Pode ser uma mistura bacana. Mas… se não falassem que essa música é do QOTSA, provavelmente você diria que ela é de QUALQUER banda, MENOS do QOTSA. É quando você pensa “Puta merda, mané lado feminino, os caras mudaram de vez”. É isso que você vai dizer, ou disse, após ouvir o Era Vulgaris pela primeira vez. É claro que após o álbum Songs For The Deaf, seria quase impossível cobrar por um álbum melhor, mas não era de se esperar que uma banda como o QOTSA fosse cair tanto. É claro, tem o fator “Não temos mais o Nick Olivieri”, e muita gente diz que o fato de o Dave Grohl estar no comando das baquetas no álbum Songs For The Deaf foi primordial pra que o álbum fosse o melhor da banda. Grohl é o cara mais foda da galáxia se falando de música, mas não merece todos os créditos por esse álbum – e quem ouviu o álbum Rated R sabe do que eu estou falando.

Mas enfim, voltando ao Era Vulgaris, talvez eu esteja sendo dramático ao falar que os caras despencaram no quesito qualidade. O fato é que o som não é o mesmo, e ouvir a faixa I’m Designer, som… distorcido, é falar “ISSO não é QOTSA”. Battery Acid é outro exemplo de som distorcido, mas não se compara por ser dançante.

O que falar, no geral, sobre o “lado feminino” da banda? É um lado mais dançante, psicodélico, com algumas chiadeiras e efeitos que você não imaginaria que o QOTSA fosse usar algum dia. Ou imaginaria, já que os caras são criativos pra cacete e sempre trazem uma novidade em cada álbum. Deve ser por isso o drama. Talvez o estilo dos dois últimos álbuns não tenham agradado muito meus ouvidos, mas eu diria que o Era Vulgaris, em questão de criatividade, é superior ao Lullabies To Paralyze, que é BEM cru. Só ouvindo o álbum várias vezes pra perceber, por exemplo, que as faixas Misfit Love e Turnin’ On The Screw lembram um pouco os primeiros trabalhos da banda, e que, definitivamente, todo aquele scream do Nick Olivieri ficou pra banda Mondo Generator, e só.

O álbum ainda traz a faixa Make It Wit Chu, regravação do som I Wanna Make It Witchu, da banda Desert Sessions, baladinha bacana que traz ela, Brody Dalle, nos vocais de apoio. O som 3’s & 7’s, pelo menos em seu refrão, traz lembranças do álbum Songs For The Deaf. Suture Up Your Future lembra um pouco o álbum Queens Of The Stone Age, talvez. A faixa River In The Road traz Mark Lanegan, antigo guitarrista da banda, nos vocais de apoio. Taí outro que faz falta. Run Pig Run fecha o álbum com distorção e variações, e até alguns… assovios.

Resumindo, não espere muito do álbum Era Vulgaris, se você é fã da banda. Se você está a procura de algo diferente, pode se deliciar com o álbum. Afinal, o álbum A NÍVEL DE QOTSA, é… regular. O álbum A NÍVEL DE stoner rock, é fraco. Agora, o álbum A NÍVEL DE som diferente, é bacana. Ao menos a banda não deixou os fãs na mão.

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Era Vulgaris – Queens Of The Stone Age.
1. Turning On The Screw – 5:20
2. Sick, Sick, Sick (Participação de Julian Casablancas, dos Strokes) – 3:34
3. I’m Designer – 4:04
4. Into The Hollow – 3:32
5. Misfit Love – 5:39
6. Battery Acid – 4:36
7. Make It Wit Chu (Regravação de “I Wanna Make It Witchu” da banda Desert Sessions, com a participação de Brody Dalle) – 4:50
8. 3’s & 7’s – 3:34
9. Suture Up Your Future – 4:37
10. River In The Road – 3:19
11. Run Pig Run – 4:48

Disney não quer saber de fumantes!

Cinema segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 4 comentários

Sinceramente, eu nunca imaginei que fosse sorrir lendo uma notícia da Disney. Eles comunicaram quarta-feira passada que vão erradicar fumantes de seus próximos filmes.

Ou seja: Nos próximos filmes da Disney, você não vai ver mais alguém fumando, ou até mesmo FALANDO sobre cigarro. Talvez nem aquelas plaquinhas “Proibido fumar” apareçam. Tá, seria exagero até mesmo pra Disney.

Agora, eu, um anti-tabaco? Que nada, o tabaco é um dos maiores controladores populacionais do mundo, eles garantem que os metrôs não fiquem tããão lotados na hora do rush. Eu só não suporto ver atores fumando durante os filmes, acho totalmente desnecessário. No filme Clube da Luta, por exemplo, Marla Singer fuma um atrás do outro, o que a torna mais broxante ainda.

Enfim, eu não vou muito com a cara da Disney, mas achei do caraleo. Só espero que eles não comecem com campanhas anti-tabagismo, isso enche o saco.

Introdução ao cinema trash

Cinema segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 2 comentários

Que tipo de site com seção de filmes não tem nenhum post sobre cinema trash? Um absurdo, isso, devo dizer. Aproveitando o post, aliás, eu vou inaugurar também as TRILOGIAS, aqui.

E qual trilogia deveria abrir as portas para o trash por aqui? Evil Dead, é claro!

Tudo começa quando um grupo de jovens (sempre eles, tsc) encontra, em uma cabana na floresta, uma fita com trechos do Necronomicon gravados. A evocação traz cramunhões encapetados pra floresta, que saem matando todo mundo, e… enfim, vejam o filme.

Evil Dead introduz talvez o personagem mais carismático e “badass” de todos os filmes de horror trash: Ash Williams. Nos três filmes, lá está ele, munido de sua espingarda e sua motosserra, pra DESOSSAR zumbis.

Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang! Bang!

Enfim, passada a enrolação, posso falar da grande pérola da trilogia: O terceiro filme (Evil Dead – Army of Darkness). O filme é praticamente uma sátira ás superproduções hollywoodianas. Ash, nesse filme, volta á idade média, quando as profecias falavam sobre alguém que viria deter o exército dos Deadites. A idéia do filme foi do caralho, o final original é mais do caralho ainda (o alternativo é legal, mas não chega nem perto) e o filme em si é do caralho. Só esse post que foi uma merda, mas isso muda com o tempo.

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