Will Ferrell leiloa papel em novo filme

Cinema quarta-feira, 19 de setembro de 2007 – 0 comentários

Se você tem grana de sobra e gosta do Will Ferrell, pode acabar aparecendo num filme do cara ano que vem. Will Ferrell está leiloando na internet uma ponta no seu novo projeto “Step Brothers”.

O valor arrecadado no leilão será destinado á fundação Cancer for College, que como o nome já diz distribui bolsas de estudo a jovens que tiveram ou tem câncer.

Step Brothers será estrelado por Will Ferrell e Adam McKay e conta a história (besta) de dois caras mimados que passam a viver como irmãos quando seus pais se casam. Em todo caso é um filme do Will Ferrell e é bem provável que você dê algumas boas risadas. O leilão vai até o dia 26.09 e o vencedor será anunciado no dia seguinte.

Quer ser meu amigo?

Eu proponho que nós façamos uma vaquinha pra participar dessa boiada. Alem de ajudar as pessoas que tem câncer ainda forçamos eles a incluir uma cena de arrastão no filme pra que todos nós possamos atuar.

Review – Four on the Floor (Juliette and the Licks)

Música quarta-feira, 19 de setembro de 2007 – 6 comentários

Se você já assistiu Assassinos por Natureza ou Cabo do Medo, com certeza sabe quem é a Juliette Lewis. Sabe também que esses filmes são do começo da década de 90 quando ela era uma meninota e que de lá pra cá você não lembra de mais nada que ela tenha estrelado. Você deve estar se perguntando porque estou falando de cinema numa resenha sobre um cd, certo?

Pois bem, Juliette montou uma banda, virou hype, tem amigos legais como o Dave Grohl que passa pra fazer uns takes na gravação de Four on the Floor e acaba gravando o cd todo porque o batera antigo pede o bonézinho e sai. Se você prefere ver o copo meio vazio, deve achar que a carreira dela virou água e ela tentou se virar de outro jeito fazendo música, se você tem um bom humor irreparável e prefere ver o copo meio cheio, deve acreditar que ela achou novas maneiras de expressar sua arte de maneira mais pessoal yadda yadda yadda. Seja como for, segue o review de um cd que parece político em época de campanha: promete muito e com o passar do tempo decepciona profundamente.

SMASH AND GRAB: O cd começa em alta velocidade, com guitarras que lembram o Queens of the Stone Age, Dave martelando a bateria, Juliette gritando como uma desvairada e aquela sensação de que essa é a última coisa que eles vão fazer na vida e estão se esforçando pra fazer bem feito. Bom, posso dizer que eles conseguiram.

HOT KISS: Imagine a Pink sem aquele nariz de porquinho. É a mesma voz, o mesmo pop descartável que faz você cantar o refrão mesmo que você o odeie e que vai ficar na sua cabeça até que eles toquem Sticky Honey.

STICKY HONEY: Consegue ser ainda mais grudenta. É de uma popice redonda e desavergonhada que vai ficar marcada a ferro na sua cabeça de um jeito que daqui uns dez anos – quando metade da banda já estiver morta no esquema drogas, sexo e rock’n’roll – e você nem lembrar que eles foram a salvação do rock outono/inverno de 2007, você vai se pegar cantarolando o refrão e perguntando pro seu sobrinho nerd de quem é isso mesmo.

KILLER: Não é seu cd que está riscado. (aliás, alguém aqui ainda compra cd’s?). É só a repetição exaustiva de sílabas como – ha ha ha ha ha ha ou bang bang bang bang bang – que deixa a música chata par cacete.

DEATH OF WHORE: Começa lentinha, Juliette nos contando uma pequena historieta num ritmo crescente que vai te empolgando e… chega num refão digno da Sheryl Crow. Ela percebe a cagada e o ritmo da segunda estrofe continua aumentando, fazendo você pensar que ela vai acabar essa batendo com o microfone na platéia e, porra a Sheryl Crow ataca novamente? Come on bitch or should I call you a whore! Ela entende o recado e começa a pular nas paredes e quebrar tudo…

…pra acabar imitando a Alanis Morissette. Sério desconsiderem tudo o que vier dessa música quando ela completar 3 minutos.

PURGATORY BLUES: Não tem muito o que falar dessa aqui. A cozinha é bem arrumada, os riffs são assobiáveis, o vocal de Juliette embora seja irregular (como alguém pode parecer Joan Jett, Pink, Alanis e Sheryl Crow no mesmo cd, sem ser tão ruim quanto elas?).
PS: Eu devo estar ficando bitolado com Foo Fighters. Lá pros 02:30 de música, surge uma ponte muito parecida com a de My Hero. Presta atenção e imagine Dave Grohl pulando de trás da bateria, dando uma rasteira na Juliette e emendando a música do Foo Fighters? Ok, não imaginem isso.

GET UP: Se você estiver distraído vai acabar achando que é um b-side do Foo Fighters das antigas até reparar que tem uma mulher cantando. Simplezinha, mas bonitinha, vai abrir caminho pra você ficar chacoalhando a cabeça na canção seguinte.

MINDFULL OF DAGGERS: Sabe quando você não consegue se conter com uma música? Fica batendo o pé acompanhando o ritmo da bateria ou então chacoalhando a cabeça fazendo com que as pessoas ao seu redor achem que você é só um maluco que não sabe se comportar em público. Bem, você é um desses tipos mesmo, porém se eles estivessem ouvindo Mindfull of Daggers estariam fazendo exatamente a mesma coisa.

BULLSHIT KING: Essa é a trilha ideal para aqueles filmes de garotas que partem numa aventura muito louca aprontando altas confusões, naqueles momentos onde os roteiristas colocaram os cérebros numa jarra e escreveram um medley de cenas idiotas e sem nenhuma relevância como garotas dirigindo alegres e cantando numa auto-estrada ou garotas dançando alegres e chacoalhando a cabeleira numa festa qualquer. Feche os olhos e imagine, sei lá as gemêas Olsen e a Paris Hilton numa cena dessas. Ok, vou parar com a sugestões de pensamentos ruins.

INSIDE THE CAGE: My Precioussss. Tudo o que eu NÃO precisava nessa altura do disco era de alguém gemendo. Pior, gemendo parecendo o Gollum. Eu pularia pra próxima logo se esse cd não acabasse aqui. Alguma coisa se perdeu depois de Mindfull of Daggers e você pode chamar de pegada, paciência, senso crítico ou o que quiser. O cd que parecia promisso no começo acabou descabando pra uma chatice sem fim, que nem a bateria de Dave Grohl e nem o carisma de Juliette Lewis conseguiram superar.

1. Smash and Grab
2. Hot Kiss
3. Sticky Honey
4. Killer
5. Death of a Whore
6. Purgatory Blues
7. Get Up
8. Mind Full of Daggers
9. Bullshit King
10. Inside The Cage

Review – Songs for the Deaf (Queens of the Stone Age)

Música quarta-feira, 19 de setembro de 2007 – 1 comentário

Sabe, hoje em dia escutar rádio é um saco. Você perde a maior parte do tempo tentando sintonizar numa estação que não esteja dando interferência com uma rádio pirata de crentes, e quando consegue só tá tocando merda. MERDA! Ou então é sempre a mesma coisa, manja? Até que você pára em uma sintonia e tem um cara falando que houve um pequeno incidente, e citando um tal de “Songs for the Deaf”.

É, cê tava ouvindo um álbum do Queens of the Stone Age. E a coisa começa a FODER GERAL agora.

You Think I Ain’t Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire começa arrebentando tudo na voz de Nick Olivieri, mandando ver no Scream e, é claro, Dave Grohl arrebentando na bateria. É claro que estamos falando do melhor álbum do século, então já era de se esperar que Grohl comandasse as baquetas. Tente permanecer vivo após essa faixa acabar pra não perder No One Knows, primeiro single da banda, som que me OBRIGOU a virar fã dos caras. A pitada de suspense no início dessa faixa até o refrão é sensacional e, porra, refrão? Se você ficou vivo após ouvir a primeira faixa do álbum, você morre aqui. Saca uma PEDRADA? Então, imagine uma METEORADA, agora. E isso que ainda não chegamos no solo, que vai fazer você pular da cova só pra fazer um air guitar. Não tente cantar NENHUMA música deste álbum, você NUNCA será melhor que Josh Homme, então fica na sua e não tente estragar essa obra prima.

Nick Olivieri, definitivamente, ARREBENTA no baixo, que disputa a sua atenção pau a pau com a bateria. First It Giveth é uma apelação, seu cérebro vai trabalhar pela primeira vez na sua vida pra dar o máximo de atenção a esses dois instrumentos nesta música. Aliás, cê tá curtindo, né? Então parabéns, você tem mesmo um cérebro. E vai perdê-lo quando a faixa A Song for the Dead começar, arrebentando com um riff de guitarra daqueles que te chama pra porrada, já te avisando que você não tem a mínima chance. Um dos sons mais bem trabalhados do álbum (rá, piada, o álbum inteiro dá um show de “sons bem trabalhados”), conta também com um solo sensacional que dá um toque de “improviso” na faixa. E a música não termina, os caras só vão parar de tocar quando Grohl arrebentar com a bateria inteira, mas até lá você já morreu de novo. Mas a introdução de The Sky Is Fallin’ é quase um ritual, cê vai voltar a respirar mais uma vez. Um show de Stoner Rock com um puta suspense, convenhamos, essa música dá medo. Close your eyes and see the sky is fallin’, bastard. Dá vontade de estuprar o próprio umbigo, puta merda.

Uma das partes mais bacanas do álbum são as “passagens por emissoras de rádio” que os caras fizeram. Nesta aqui tem um cara com a voz do Sílvio Santos, sensacional. Six Shooter trás Nick Olivieri mais uma vez nos vocais, e já chega arrebentando tudo. Gritaria e peso é com esse cara. Faixa rápida, já abrindo caminho pra Mark Lanegan tomar conta dos vocais em Hangin’ Tree, mais uma faixa com suspense, mas não vá correr pra debaixo da cama, frango. A voz desse cara é a mesma de uma pessoa em estado terminal falando as últimas palavras de sua vida, junte isso com uma música com um ritmo que provavelmente seria trilha sonora de uma investigação no inferno com o Jason Statham, Van Damme e Steven Seagal. O Diabo vai entrar no seu quarto com uma galera pra jogar TRUCO, véi.

Go with the Flow é a música mais animadinha do álbum, a gente merecia isso após a música anterior. Aqui você já vai estar arrumando um jeito de aumentar o seu som além do máximo, e tentando arrancar a sua avó da cadeira de rodas pra dançar. Em Gonna Leave You Josh Homme vai querer sussurrar no seu ouvido, então dê uma VOADORA no peito dele e pegue sua gordinha. É hora de mandar ver, véi, aposto que ela terá orgasmos múltiplos só com a trilha, esse ritmo é sensacional. Aliás, finalmente ela terá um orgasmo, né? Seja rápido, Do It Again já corta o clima com riffs gritantes e… gritos que vão fazer todos os cães da sua rua começarem a latir sem parar. Depois do refrão talvez ela volte a se empolgar, tendo em vista que ele é uma ótima trilha pra um bom amasso. Então, agora é hora do sexo selvagem, taí sua chance de enfim receber um elogio da patroa.

A não ser que ela seja religiosa. God Is in the Radio trás, de novo, Mark Lanegan nos vocais. Mais suspense, mas dessa vez com um toque sensual. Tá, a voz de um cara em estado terminal falando as últimas palavras de sua vida pode não ser sensual, mas você pode ignorar essa parte prestando atenção apenas na melodia da bagaça. Pra encerrar o repertório de músicas pra levar sua gordinha a loucura, Another Love Song já é um som mais animado, com direito a teclado e batida pra não deixar ela parada. Sua gordinha nunca foi tão feliz.

Mas agora fodeu.

A Song for the Deaf, o melhor som do álbum, o mais bem trabalhado, o com mais suspense, enfim, o som MAIS FODA da galáxia, que ainda leva o nome do álbum, chega DESAFIANDO você a não desenvolver uma síndrome do pânico nos primeiros 30 segundos. Sweet, soft, and low / I will poison you all / Come closer, racing to your turn. Não há como se salvar da morte, véi. Who are you hiding / Is it safe for the deaf / Beautiful cancer / Infiltrate and forget / And I saw you coming / And I heard not a thing / A mistake not to listen / When I knew where you’d been. Empolgante pra cacete, Nick Olivieri ainda começa a gritar no finzinho da faixa, você vai se CAGAR. Aí vem um trecho da música Feel Good Hit of the Summer após alguns segundos de silêncio, com os caras possuídos, e tal.

Mosquito Song é a prova de que esses filhos da puta não brincaram em serviço, conseguiram fazer um som só no violão sem monotonia, e ainda chamaram um gaúcho pra tocar sanfona num trecho do som. O som é uma melancolia do carái, mas mesmo assim, mesmo sendo com um VIOLÃO, o som é empolgante. Não, você não vai começar a pular sem parar ou bater a cabeça na parede, mas vai ENTRAR no ritmo da música, sendo a trilha sonora dele. E eu não me droguei pra escrever isso. Enfim, Everybody’s Gonna Be Happy encerra o álbum com um riff irritante e um som dançante, com direito a palmas no refrão. Você só vai ficar parado se tiver morrido, de novo. Hm… cê tá aí?

Songs for the Deaf – Queens of the Stone Age
1. You Think I Ain’t Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire
2. No One Knows
3. First It Giveth
4. A Song for the Dead
5. The Sky Is Fallin’
6. Six Shooter
7. Hangin’ Tree
8. Go with the Flow
9. Gonna Leave You
10. Do It Again
11. God Is in the Radio
12. Another Love Song
13. A Song for the Deaf
14. Mosquito Song
15. Everybody’s Gonna Be Happy

Já havia feito um “faixa-a-faixa” deste álbum na época em que o AOE era um blog, você pode vê-lo aqui. Como as coisas mudam, não?

Dead Kennedys vai ganhar nova coletânea

Música terça-feira, 18 de setembro de 2007 – 1 comentário

Milking the Sacred Cow será o nome da nova coletânea do Dead Kennedys. Lançamento? 9 de Outubro. O que vai ter? 10 faixas gravadas em estúdio e 2 ao vivo.

Antes de passar a capa e o trackilist pra vocês babarem, só digo uma coisa: Dead Kennedys é DO CARÁIO. Pra você que não conhece, segura três vídeos:

Holiday In Cambodia, ao vivo. E aqui você viu uma versão fodona com os caras do Foo Fighters com Serj Tankian nos vocais.

Riot, a mais foda dos caras (que não estará na coletânea, não acredito):

California Uber Alles, hit da banda:

Sensacional.

Milking the Sacred Cow – Dead Kennedys
1. California Uber Alles
2. Police Truck
3. Kill The Poor
4. Holiday In Cambodia
5. Nazi Punks Fuck Off
6. Too Drunk To Fuck
7. Viva Las Vegas
8. Moon Over Marin
9. Halloween
10. MTV Get Off The Air
11. Soup Is Good Food (ao vivo)
12. Jock-O-Rama (ao vivo)

A Volta dos Seriados Americanos – 1ª parte

Sit.Com terça-feira, 18 de setembro de 2007 – 2 comentários

Então seriemaríacos já estão com o HD do computador desocupado? Pois se não, tratem de correr atrás disso, desde ontem voltaram a ser exibidos diversos seriados em novas temporadas nos EUA, e muito outros estrearão. Para quem não quiser esperar até Deus sabe quando para conferir os novos episódios ou os novos seriados, vou montar um guia de sobrevivência para estas semanas iniciais, até que cada um monte uma grade com seus seriados prediletos. Pegue caneta e papel.

Ontem (17/09), a Fox americana já iniciou as estréias com a terceira temporada de Prison Break. De seriado surpresa, Prison Break, fez um sucesso surpreendente pela fórmula a la 24 Horas (não se preocupem a série volta em Janeiro de 2008), onde a adrenalina e a tensão são contínuos, algumas vezes abusando da paciência, mas tudo bem. Nesta terceira temporada há uma volta ás origens, Scolfield, Mahone, Bellick e T-Bag estão em Sona, prisão do Panamá, um verdadeiro lixão, só quero ver como vão fazer para sobreviver lá dentro, muito mais que desta vez não há um plano de fuga, somente Lincoln estára solto. Além disso, a Dra. Sara Tancredi, paixão de Scolfield, não participa desta nova temporda segundo os produtores, uma perda para o seriado.

Fazendo dobradinha com Prison Break, estréia K-Ville, drama policial roteirizado e produzido por Jonathan Lisco (The District) que vai mostrar a rotina do departamento de polícia de Nova Orleans (e também os efeitos da passagem do furacão Katrina pela cidade), argumento bastante interessante se pensando no cenário de caos que até hoje a cidade apresenta. Com Anthony Anderson (The Shield), Cole Hauser (do filme Mais Velozes e Mais Furiosos), John Carroll Lynch (Close to Home) e a bela Tawny Cypress (Heroes).

Na quarta-feira (19/09), volta para a segunda temporada o seriado cômico da Fox Til Death (exibido aqui pelo Sony), que quase chegou a ser cancelado pela baixa audiência, mas em função de ser exibido em dobradinha com American Idol a partir de janeiro, garantiu uma sobrevida, vamos ver o que acontece nesta nova temporada.

Bastante comentada pela mídia é a nova série da CW, Gossip Girl, adaptação dos romances infanto-juvenis de Cecily Von Ziegesar. Com produção executiva do elogiado Josh Schwartz, o criador de The O.C., a série é narrada por uma garota que escreve um weblog anônimo revelando fofocas dos estudantes de uma escola de elite em Nova York. A série tem a bela Leighton Meester (Surface, House) no elenco e narração da ex-Veronica Mars, Kristen Bell. Mais um seriado teen, para quem gosta, sou fã de Kristen Bell por isto vou conferir o primeiro episódio para ver como ficou, o canal Warner exibe a série em Novembro quando estréia sua nova programação.

Outra estréia de quarta-feira, é o reality show da CBS, Kid Nation, que já vem causando polêmica na mídia por mostrar um grupo de 40 crianças, de 8 a 15 anos, tentando habitar uma cidade fantasma ao longo de 40 dias. Os garotos terão que aprender a gerenciar negócios, criar uma estrutura de governo e cozinhar sua própria comida. O programa não terá eliminação e só sairão as crianças que pedirem para voltar para casa.

Já no domingo (23/09), pelo canal Fox americano volta o bloco de animações adultas The Simpsons, Family Guy e King of the Hill. Enquanto isso, no canal CBS, voltam os dramas Cold Case, onde algumas semanas depois de ser baleada, Lilly (Kathryn Morris, que acaba de receber um gordo aumento de salário) retorna ao trabalho e tenta convencer si mesma e a seu chefe de que está emocionalmente recuperada. Já em Shark, série estreante com maior audiência da temporada passada, volta para a segunda temporada com a promotora Jessica (Jeri Ryan), que perdeu a eleição na temporada passada, ajudando Sebastian (James Woods) em um caso de duplo homicídio. Kevin Pollak (do filme Meu Vizinho Mafioso) e Kevin Alejandro (Ugly Betty, Sleeper Cell) terão papéis regulares na série, que teve um episódio final chocante. Cold Case é exibido pela Warner deve estrear em Novembro por aqui já, Shark, exibido pela Fox, deve estrear a nova temporda somente em 2008.

As grandes estréias começam na semana seguinte, na segunda-feira (24/09) pelo canal ABC, estreiam as novas temporadas dos realitys shows The Bachelor (aquele que um guri escolhe a namorada em meio a mais de trinta mulheres e, ainda, ganha um dinheirão, sortudo ele) e Dancing with Stars, realizado de maneira tupiniquin no Domingão do Faustão, nesta temporada tem até brasileiro na dança, o piloto Helio Castroneves.

Já o canal CBS, volta com o bloco de sitcom de segunda, com as novas temporadas de Rules of Engagement, que estreiou no mid-season e garantiu uma temporada completa agora, será exibida no canal Sony, How I Met your Mother, uma das minhas comédias favoritas atualmente, Two and a Half Man, a série cômica de maior audiência nos EUA, e a estréia de The Big Bang Theory, o seriado gira em torno dois amigos que são verdadeiros gênios, mas sem nenhuma habilidade social, que passarão a conviver com uma sexy vizinha. No elenco Johnny Galecki (Roseanne), Jim Parsons (coadjuvante em A Juíza) e a bela Kaley Cuoco (Charmed, 8 Simple Rules). A série foi adquirida pelo canal Warner Channel, deve estrear em novembro por aqui. Fechando a noite de segunda-feira da CBS, volta C.S.I. Miami, com o mais cafona protagonista da televisão, Horatio Sanz (David Caruso) e seu inconfundível óculos de sol.

As demais estréias vêm do canal NBC, que volta com a segunda temporada do baladíssimo seriado Heroes, estreando na tevê aberta domingo dia 23 na Record, as novidades de Heroes você encontra aqui e aqui. Chuck, nova série, é dos produtores executivos de The O.C., Josh Schwartz e McG. Nela, Zachary Levi (Less Than Perfect) faz o papel de um nerd especialista em computadores que se torna agente secreto de um organização governamental. Adam Baldwin (The Inside), Julia Ling (ER) e Sarah Lancaster (What About Brian) estão no elenco. O episódio piloto vazou na internet e pude conferí-lo, é uma comédia com toques de drama e suspense, o episódio é bacana apresenta os personagens e a história central, vamos ver como se desenvolve na temporada, o seriado foi adquirido pela Warner devendo estrear em novembro.

A última estréia da segunda (23/09) é o drama Journeyman, também da NBC, nele o ator Kevin McKidd, de Roma, faz o papel de um jornalista de San Francisco que inexplicavelmente descobre que pode viajar no tempo, mudando a vida das pessoas. Durante as viagens ele poderá se reencontrar com sua ex-noiva – apesar de ser casado com outra mulher. A série tem produção executiva do roteirista Kevin Falls e do diretor e produtor Alex Graves, ambos vencedores do Emmy por The West Wing. Ainda sem exibição garantida aqui no Brasil.

Esta é somente a primeira semana de estréia do fall season, na próxima coluna comento as estréias a partir de terça-feira (25/09). Até lá ótimos seriados.

Review – In Utero (Nirvana)

Música terça-feira, 18 de setembro de 2007 – 1 comentário

In Utero, mais um álbum com Dave Grohl na bateria. Então, vamos evitar enrolações: É Nirvana.

Serve the Servants tem um “quê” de Stoner Rock, o que é normal pra uma banda Grunge, tendo em vista que as influências caminham ali, lado a lado. A faixa abre o álbum de uma forma foderosa, ela é simplesmente sensacional. Não é lá empolgante, mas é daquelas que te fazem aumentar o volume e acompanhar a letra. Scentless Apprentice já é um som mais pesado, com direito a gritaria e chiadeira no refrão. Deve dar medo ouvir esse som no escuro, ainda bem que faço reviews com a luz acesa. E talvez eu vá dormir com a luz do quarto acesa também, espero que o fantasma do Kurt não goste de luz. Enfim, ignorem isso, a música é foda. GOOO AWAAAAYYY!

Heart-Shaped Box, começo calmo com refrão pesado. É o que o Kurt conseguiu fazer após ganhar uma caixa vazia em formato de coração de Courtney Love. Puta inspiração, eu queria ganhar mais presentes, quem sabe eu poderia estar fazendo algo melhor nesse momento. Se bem que ouvir um cd do Nirvana não é ruim, e olha que eu detestava essa banda por causa dos fãs. É, cabeça dura, mas eu já me perdoei por isso e PORRA, eu devia estar falando sobre o cd. Enfim, esse refrão dá um bom bate cabeça, vai por mim. Rape Me é um clássico da banda e já foi líder de piadinhas que eu prefiro não citar por aqui. Acho que um refrão com a frase “Rape me my friend” já diz muita coisa. Bom, a letra é fraca, mas eu odeio citar letras em reviews. O som é bom, e o fim é empolgante. Pena que é curto.

Frances Farmer Will Have Her Revenge on Seattle, ou “Carái, vamos colocar um título ENORME nessa aqui”, é daquelas que fazem você balançar a cabeça, se for uma pessoa normal. Caso contrário, você só vai aumentar ainda mais o volume e acompanhar o Kurt, fazer performances e envergonhar a sua família. Dumb, um som pra viajar. Aposto que o Kurt “queimou todos” quando escreveu essa letra, aliás. Mas mesmo sem ela, a música em si tem um ritmo que desliga seu cérebro. E vai ser uma merda quando ele voltar a funcionar e você ver que está lendo este site.

Very Ape tem um riff sensacional e viciante, ele fica ecoando no seu ouvido. Bom, o Kurt era um cara doidão, creio que ele quis passar como ele se sente quando está… enfim, “ó, ouve aí. Ééé, eu me sinto assim quando to noiado!”. Algo do tipo. Milk It, outro som que dá medo. E, puta que pariu, que som FODA. As pausas antes dos gritos do refrão são as melhores partes da música, tente elevar o volume ao máximo nelas, é empolgante. E ensurdecedor, claro. Pennyroyal Tea, taí um refrão que vicia e faz você cantá-lo no caminho inteiro pro trabalho, ou pra escola, ou, sei lá, pro raio que o parta. O que importa é que a bagaça gruda. Quando Radio Friendly Unit Shifter começar, diminua o volume pra não ficar louco e surdo, conselho de amigo. Com o volume baixo, você vai ficar só louco. Essas chiadeiras entram no cérebro e derretem os neurônios. Eu me sinto assim quando to noiado. Hm, peraí, eu não faço isso.

Véi, sério: AUMENTA O VOLUME. Tourette’s é uma das melhores, senão a melhor música do Nirvana. Pancadaria com direito a scream, Kurt Cobain precisou de uma garganta nova depois de ter gravado esse som. A única coisa que estraga é o baixo, como eu disse no review de Nevermind, eu não gosto desse baixo. Mas enfim, é EMPOLGANTE esse som, e, mas uma vez: Pena que é curto. Então, All Apologies fecha o álbum com classe. Som “leve” com refrão pesado, quase um modelo padrão de músicas do Nirvana. Espera, encerra o álbum? Não, aguarde mais 20 minutos e a faixa Gallons of Rubbing Alcohol Flow Through the Strip, quase um “Easter Egg”, vai rolar. Bom, é um som totalmente cru, com algumas partes pesadas e outras que te deixam doidão. Enfim, este álbum vai derreter seu cérebro, é isso. Então, coloque no repeat, você não vai perder nada mesmo.

In Utero – Nirvana
1. Serve the Servants
2. Scentless Apprentice
3. Heart-Shaped Box
4. Rape Me
5. Frances Farmer Will Have Her Revenge on Seattle
6. Dumb
7. Very Ape
8. Milk It
9. Pennyroyal Tea
10. Radio Friendly Unit Shifter
11. Tourette’s
12. All Apologies
13. Gallons of Rubbing Alcohol Flow Through the Strip

Review – Nevermind (Nirvana)

Música terça-feira, 18 de setembro de 2007 – 6 comentários

Pra início de conversa, eu não gosto do baixista do Nirvana. Não da pessoa em si, mas sim do estilo. Sei lá, não curto o baixo da banda. Enfim…

Smells Like Teen Spirit, clássico da banda, e um dos sons mais conhecidos também. Eu não sou fã de Nirvana, mas já escutei tudo da banda e posso dizer que este é uma das melhores músicas da banda. É empolgante, e se você tiver uma banda, experimente tocar, é do carái. In Bloom, outro clássico, mas vamos tentar evitar a palvra “clássico” aqui, tendo em vista que TODAS as faixas deste álbum são clássicas. Essa faixa é daquelas que obrigam você a acompanhar o vocal e a bateria, manja? Eu to fazendo isso agora, por exemplo. Come As You Are, pra você que toca violão, inesquecível. Tipo, 99% dos aprendizem aprendem a tocar pelo menos o riff dessa música. Enfim, a música é sensacional, se você não se empolgar vai pelo menos balançar a cabeça e bater com os pés no chão.

Breed tem um ritmo e um riff muito bom. É uma das minhas favoritas, e é empolgante. Mas o baixo não é legal, eu simplesmente não consigo gostar desse baixo. Sei lá, o som não me agrada. Mas a música é foda. Lithium, outra foda, começa calma e explode no refrão. Mas o YEEEEAH YEEEEEAH YEEEEEEAH no refrão não é nada original, convenhamos. E esse som poderia ser bem empolgante se não fosse esse estilo de som que o Nirvana segue, “peso sem muito peso”, não sei se vocês me entendem. Polly, no violão, é um som… interessante. Daqueles que você canta quando tá bêbado, ou coloca no repeat quando quer dormir. Territorial Pissings, dá-lhe PEDRAAADA! Mais uma das minhas favoritas, é ótima pra se ficar rouco, surdo, aleijado, essas coisas. Aqui sim eles capricharam, sem essa de “peso sem muito peso”.

Drain You é daquelas que você acorda cantando após uma noite de sexo selvagem, mas eu não estou falando de zoofilia. Tá, sem sexo selvagem, senão você acordaria quebrado e cantando Polly, então, apenas sexo. Enfim, isso tudo pra dizer que o som é empolgante, do carái, vai tomar no cu. Lounge Act não está deixando eu escrever essa resenha, é difícil não acompanhar a bateria com esse som rolando. E nem as desafinadas de Kurt me desanimam, e só agora fui lembrar de que o baterista é nada menos que Dave Grohl. Agora sim vai ser difícil não acompanhar. Aí chega Stay Away e você continua acompanhando a bateria, e o vocal também. Não dá pra ficar parado, mais um pra lista de sons empolgantes. Gritaria e chiadeira no fim, uma beleza.

On a Plain, I’M ON A PLAIN! I CAN’T COMPLAIN! – O refrão fica PRESO na mente. Esse é daqueles sons em que você decora a letra quando ouve pela segunda vez, e não é só porque a letra é fácil, mas porque é uma beleza de se acompanhar. Quando Something In The Way começa, dá sono. Sério. Orra, é uma canção de ninar. Mais pra frente a coisa melhora, mas o som é calmo do começo ao fim. Isso não é Nirvana. Mas é a faixa que encerra o melhor álbum da banda, que também é considerado por muitos o melhor álbum da história. E pra você, o que é melhor?

Nevermind – Nirvana
1. Smells Like Teen Spirit
2. In Bloom
3. Come as You Are
4. Breed
5. Lithium
6. Polly
7. Territorial Pissings
8. Drain You
9. Lounge Act
10. Stay Away
11. On a Plain
12. Something In The Way

Ingressos pro Festival Planeta Terra já estão a venda

Música segunda-feira, 17 de setembro de 2007 – 2 comentários

O Festival Planeta Terra, também conhecido como “CHUUUPA, TIM!”, já disponibilizou os ingressos pro povo comprar. E, adivinha? É, vai ser caro. Mas vendo o show do concorrente, vai ser BARATO PRA CARÁI!

80 contos é o preço do primeiro lote de ingressos (confira aqui). Só isso já é o show do Devo, então você teria Lily Allen, Kasabian, Cansei de Ser Sexy, Datarock, The Rapture, Supercordas e mais SEIS nomes que eu confirmo depois DE GRAÇA.

O show será no dia 10 de Novembro. Isso mesmo, num Sábado. Você sabe quando o show vai ser bom quando ele é num SÁBADO ou numa SEXTA FEIRA À NOITE, não no DOMINGO. Quero saber quais serão as outras atrações, aí já garanto o meu ingresso. O festival já tem site, dá uma olhada:

http://musica.terra.com.br/planetaterra

Veja mais um clipe de Serj Tankian!

Música segunda-feira, 17 de setembro de 2007 – 2 comentários

Não tá fazendo nada? Então corre pro MySpace do Serj Tankian pra ouvir o novo single do cara, The Unthinking Majority. Tá com preguiça? Tá, então fica com o CLIPE da bagaça:

Véi, eu vou ser sincero: Subestimei o cara. Ele tá mandando MUITO bem, to cada vez mais ansioso por esse álbum, Elect the Dead, que sai só no dia 23 de Outubro. Clica aqui pra ver o clipe de Empty Walls, outro som sensacional.

Dica do leitor ryuk.

Ira! – Enfim, a putaria acabou.

Música segunda-feira, 17 de setembro de 2007 – 12 comentários

Bom, há uns dias atrás eu publiquei aqui uma matéria sobre o possível fim da banda Ira!, atraindo alguns fãs que deixaram comentários homenageando a banda, coisa linda de se ver. Porém, durante a semana a coisa foi feia.

Pra você que não tá sabendo nada do que aconteceu, o Nasi, vocalista da banda, anunciou em uma entrevista pra uma revista que estaria saindo da banda por definitivo, assim que a mesma entrasse em férias, no fim do ano. Depois alguns sites publicaram uma nota onde ele desmentia o que disse, afirmando que a banda apenas entraria de férias, e que TALVEZ ele saísse. Depois, o cara voltou a falar para a mesma revista, reafirmando que vai sair da banda. Mas não foi só isso.

Vou tentar resumir ao máximo:

Nasi foi ameaçado com uma faca pelo próprio irmão e empresário da banda, e ainda saiu na porrada com ele. Depois de fazer o BO, ainda soltou os cachorros pra cima da geral, principalmente de Edgard Scandurra que, segundo ele, queria ser o DONO da banda. Então o cara decidiu sair de vez da banda, aí vieram com uma história de que ele teria que pagar uma multa se não comparecesse nos próximos shows do Ira!, e foi aí que eu desisti de me manter atualizado no assunto.

Agora, aparentemente a coisa tá mais calma, e Edgard Scandurra assumirá os vocais da banda, que publicou um comunicado que você lê aqui, ó:

Em virtude das dúvidas e incertezas suscitadas pelas seguidas declarações, documentadas na mídia impressa e eletrônica, na qual o cantor Marcos Valadão, também conhecido como “Nasi” anuncia seu desligamento do grupo, nós; Ricardo Gaspa, contrabaixista, Andre Jung, baterista e Edgard Scandurra, guitarrista, declaramos que:

Em respeito aos nossos milhares de fãs, aos nossos familiares, ao nosso agente, nossa gravadora, nossa equipe técnica e seus familiares, o Ira! vai continuar.

Cumpriremos todos os compromissos profissionais anteriormente assumidos, continuaremos a bem sucedida turnê do álbum “Invísivel DJ”, obra que muito nos orgulha e que se encontra no início de sua divulgação.

A tristeza e a dor que esse momento provoca nos faz mais fortes e aguerridos.

Com quase 26 anos de estrada, sabemos que a garantia da continuidade do grupo sempre residiu na conduta democrática que, independentemente da circunstancial popularidade, ou do papel desempenhado, garantiu direitos, deveres e receitas iguais para todos os membros.

A vontade da maioria sempre prevaleceu sobre interesses individuais.

Ficar ou sair é uma decisão de foro íntimo, mas é uma decisão absolutamente individual, a continuação do grupo é uma decisão coletiva.

Em diversos momentos na nossa história tivemos que nos apresentar em shows sem que um integrante estivesse, por um motivo ou outro, presente.

Em nenhum dos shows citados, o público deixou de comparecer ou se entusiasmar com a força do repertório, ou a performance dos que se apresentaram então.

Essa é a certeza que temos de que nossa continuação será plena de energia criativa e que novas belas páginas serão escritas na obra do Ira!.

Quanto aos problemas pessoais pelos quais está passando “Nasi”, estamos certos que, com a ajuda de seus familiares, ele os superará.

Repetindo a máxima do nosso metier; o show tem que continuar.

Paz, Amor e Ira!

Prefiro não dar opinião sobre o assunto, não sou fã da banda e prefiro só dizer que fatos como este me… revoltam. E ainda me cheira a marketing. Enfim, queria saber o que passa nesse momento na cabeça dos fãs.

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