O seu livro

Analfabetismo Funcional quinta-feira, 13 de dezembro de 2007 – 10 comentários

Apesar de esse ser um país que não tem muitos leitores, o que pode ser constatado pelo número de vendas de livros anual, todo mundo tem aquele livro que secretamente guarda pra ler sempre que está em alguma situação.
É claro, estou falando de LIVROS de verdade. No meu conceito, livros de auto-ajuda não são livros, são mais uma maneira que as pessoas tem de tentar parecer quer seus problemas são menores do que parecem, e tentam fazer o que ele diz, e acabam se ferrando mais ainda. Definido o que são livros de VERDADE, voltamos ao assunto. Um livro que você pode chamar de seu é aquele que marcou algum momento de sua vida, que a cada vez que você o lê, além de ser “transportado” para o clima do livro, o lembra de momentos que o marcaram da primeira vez que você o leu.[/emo]

Isso é algo muito pessoal, que só é definido depois de muito tempo. Você pode ter aquele livro que lembre da época que você trabalhava em certo lugar, e que a cada vez que as suas páginas são abertas, tudo o que se passou por lá retorna a sua mente.
Muitas vezes são esses livros que fazem você tomar certas decisões. vamos a um exemplo. digamos que você esteja em um hotel, e então. começa a ler “O Iluminado”. andar pelos corredores não vai ser a mesma coisa depois de ler certas partes. E a cada vez que passar por um corredor, a memória daquelas páginas irão assombrar seus pensamentos por todo o sempre. Ok, não foi um bom exemplo, mas acho que ilustrou bem.
quantas vezes, ao chegar em certas partes de uma história, você não se identificou com alguma situação? Desde descrições de lugares que já tenha passado, até por situações bizarras do cotidiano, são elas que definem mais se um livro será SEU ou não.Saber que alguém escreveu um trecho que pode muito bem ter acontecido com você faz com que a ligação que aquela história tenha com você ficar maior.
Muitos escritores usam seus livros preferidos de inspiração pra escrever suas obras. A maioria dos escritores que usam de suspense em suas obras em algum momento de suas vidas deve ao menos ter passado os olhos em algum livro de Stephen King, ou de H.P Lovecraft. Como nada se cria, tudo se copia, é claro que sempre terá alguém que tenha escrito algo que se encaixe em algum momento de sua vida. eu duvido que sua vida seja toda original, a não ser que você seja impulsivo e inconseqüente, porque daí você é a inspiração pra essas cenas.
Enfim, não importa qual é seu livro preferido. Pode ser aquele “a Bela e a Fera” que sua mãe lia pra você antes de dormir, na sua juventude, ou pode ser aquele “Crime e Castigo” que você estava lendo no ônibus, e a garota poucos bancos a frente estava lendo também, que logo depois vocês ficaram juntinhos, lendo um pro outro, depois de ficarem mais… íntimos. A situação que o faça lembrar dele não importa muito, o que importa é que ela seja marcante o suficiente para que, a cada vez que você ver a capa daquele livro, boas lembranças sejam revividas.

Isso não é um top 10 de fim de ano – Livros

Livros domingo, 09 de dezembro de 2007 – 4 comentários

Este texto faz parte de uma lista que, definitivamente, não é um top 10. Veja o índice aqui.

2007 não foi um bom ano para livros. Claro, tivemos alguns lançamentos importantes, mas não o suficiente para que você corra até a livraria e se mate por um exemplar. A não ser é claro, o novo Harry Potter. mas vamos parar de enrolar, e vamos aos melhores e piores do ano, E tudo junto, porque não consigo não gostar de um livro totalmente. Só esse “”O segredo”, esse sim, eu nem quero tocar mais.

Os melhores e piores livros de 2007

8º- O Segredo: Rhonda Byrne
Eu ia fazer um top piores e melhores, mas nos piores, depois de um tempo analisando, percebi que esse livro era um dos únicos piores que eu li. Ou melhor, tentei ler. Sua narrativa tentando fazer com que tudo o que esteja escrito ali seja uma verdade universal me revirou o estômago em poucas páginas. Por sorte, não o comprei, isso só foi na livraria. Fique longe, a não ser é claro, que você seja um seguidor desse segredo cretino.

7º-Livro pirata do casseta e planeta- Casseta e planeta
O programa de tv já está no seu limite, nem sei se passa ainda, e eles ainda tentam colar suas piadas fracas e repetidas em outras mídias. Não que eu tenha ficado sério o livro inteiro, até que conseguiu me arrancar algumas risadas, mas nada que eu não pudesse segurar, de vergonha. merecedor dessa posição.

6º-1808: Laurentino Gomes
Livros históricos só atraem alguns tipos de pessoas. são pessoas que estão interessadas em ver certos ângulos da história contados de maneira diferente. mas alguns autores tentam chamar a atenção de outros públicos, contando a história de maneira MUITO diferente. Se esse autor não é Bernard Cornwell, há grandes chances de não dar certo o objetivo do autor, assim como esse livro. não é bom nem ruim, então pega o 5º lugar desse top

5º-o livro dos livros perdidos: Stuart Kelly
Que fique bem claro que sou um viciado em leitura, então um livro que fala sobre livros é um dos indispensáveis em minha prateleira. Contando fatos curiosos de livros que por algum motivo não foram publicados, consegue prender a atenção de qualquer um, mesmo que você não goste muito de ler.

4º- Elite da tropa:Luis Eduardo soares André Batista e Rodrigo Pimentel
O livro em que foi baseado o mega sucesso brasileiro “Tropa de Elite”. com narrativa simples e rápida, faz com que as suas poucas mais de 300 páginas passem rapidamente. Se você não leu ainda, leia. Fatos que não aparecem no filme inclusos, afinal, esse é o original.

3º-o laboratório dos venenos: Arkadi Vaksberg
venenos sempre estiveram presentes na história, e sempre foram o principal motivo de preocupação de lideres ameaçados de morte e perseguidos pelos outros. nesse livro, listando as situações que o veneno foi usado, seja individualmente, ou em grupos, consegue ser histórico sem ser chato.

2º-A menina que roubava livros: Markus Zusak
Grande destaque desse ano, com um autor estreante, que tem tudo pra ter mais sucesso ainda. Conta a história de Liesel, uma garotinha que passa por muita aventura e confusãotem uma vida muito difícil, e que é narrada pela própria morte. não vou falar mais nada do livro, confira você, vale a pena cada centavo gasto.

1º-Harry Potter e as relíquias da morte: J. K. Rowling
Depois de 10 anos enrolando os leitores, o último exemplar que deveria narrar os anos de Potter em Hogwarts finalmente é publicado. E cada um tem uma opinião diferente sobre ele. uns adoraram, outros odiaram. E eu? Bom, fiquei indiferente, não sou fã fervoroso do bruxinho, então, pra mim foi um final, apenas isso. Nem bom, nem ruim. Mas pelo seu poder de fazer os outros lerem, merece um lugar nesse top, infelizmente, o primeiro.

e se voce gosta de leitura, confira a seção Analfabetismo Funcional

Overdose Faroeste: Billy the Kid – História de um Bandido – Pat Garret

Livros quarta-feira, 21 de novembro de 2007 – 0 comentários

Faroeste

9788525408525.jpg

Sim, existem livros sobre faroeste. A maioria são romances baseados na época, e outros, são livros históricos, detalhando uma época ou alguns acontecimentos em algumas regiões. Esse Billy The Kid (BTK), é como diz na capa, a história do bandido contada pelo homem que o matou. A história de BTK começa falando sobre a infância de William H. Bonney, seu verdadeiro nome, narrando seu caminho até se tornar uma lenda e uma pessoa temida no velho oeste.
Contando várias historias, que de acordo com Pat Garret, são verídicas, elas mostram como foi a infância e juventude deste que é um dos mais conhecidos fora-da-lei que existiu naquela época. Uma dessas histórias, a que eu acho melhor, é a de como ele matou seu primeiro homem, ainda jovem aos 12 anos de idade. e será esse trecho que eu transcreverei abaixo:

Quando o jovem Bonney tinha cerca de 12 anos, pela primeira vez manchou a mão de sangue. Numa ocasião em que a mãe de Billy passava por um grupo de desocupados na rua um vagabundo sujo, no meio do grupo, proferiu um comentário insultuoso sobre ela. Billy ouviu, e rápido como o pensamento, acertou um golpe terrível na boca do patife. Depois, pulando para a rua, abaixou-se á procura de uma pedra. O bruto veio para cima dele, mas quando passou Ed Moulton, um conhecido cidadão de Silver City, recebeu um murro atordoante na orelha que o fez cair, enquanto Billy era agarrado e contido. Entretanto, o castigo infligido ao ofensor de modo algum satisfez Billy. (…)
(…) umas três semanas depois dessa aventura, Moulton, que era um homem muito poderoso e ativo, perito na arte de se defender e com algo de pugilista em sua constituição, viu-se envolvido em uma briga de bar no sallon (…) Billy geralmente era um espectador, quando não o ator principal, de qualquer briga que ocorresse na cidade, e esta não foi uma exceção. Ele viu o gesto e. como um raio, se atirou debaixo da cadeira – uma, duas, três vezes seu braço se levantou e desceu. Depois, correndo no meio da multidão, com a mão direita acima da cabeça agarrando um canivete de cuja lamina pingava sangue, desapareceu na noite (…)

E isso aos 12 anos de idade…

Nesse trecho, do qual retirei algumas partes, é claro, mostra bem como é o estilo de escrita do livro, que apesar de ser meio rebuscado, é bem detalhista, bem de acordo com a época que foi escrito. não é algo que atrapalha a leitura, e garanto que depois de algumas páginas, você já terá se acostumado com o linguajar da época.

Depois disso, o livro começa a falar sobre a vida dele fora de sua cidade natal, de seus roubos, e de como ele trilhou sua fama de ser o mais temido do velho oeste. Os roubos de cavalo, a corrida que ele perdeu, mas ganhou, as amizades que ele encontrou no caminho, e que mais tarde vieram a ser seus caçadores, suas fugas da prisão, até o momento que ele é capturado, condenado a forca, mas foge matando três pessoas, até seu último momento, quando é perseguido pelo Autor da história, Antes um amigo, agora seu perseguidor, Pat Garret.
È um livro curto, suas 208 páginas fluem de maneira natural, e quando você menos imagina,ele acaba. A versão que tenho dele, é da coleção L&PM Pocket, e custou apenas R$ 15,00. Vale a pena cada centavo, principalmente porque é um ótimo relato das aventuras e da época em que ele viveu.

Ex-Especial Harry Potter: Chutando o Caneco

Livros domingo, 11 de novembro de 2007 – 1 comentário

seguinte, com iríamos falar dos livros e filmes e jogos do Potter aqui por esse mês, eu havia escrito essa historinha besta. MAS, como disse, iríamos. como não quero desperdiçar um texto, posto ele hoje. Se divirtam, espero…

Quando falaram pra ele que o lugar era grande, uns dentes voaram. No conceito que ele tinha, não havia lugar maior do que um baile funk lotado, com gente saindo pelo ralo, inteira, ou em pedaços, que é o que mais acontecia. Mas agora que ele esta em frente á porta, um gigante aparece, e começa a falar umas besteiras, que a maioria ignora. No momento, ele é o centro das atenções, com suas vestimentas de guerra. Sua camiseta “a minha segurança sou eu que faço” atrai algumas risadas de alguns garotos logo atrás dele, que são silenciados rapidamente com algumas cotoveladas na cara. “Ficam me tirando” resmunga, ao se virar pra frente novamente. O resto do pessoal que esta com ele, observam tudo o que aconteceu.
“O que é?” grita para eles “continua aí, ô grandão, senão, eu cuido de você também, tá ligado?” O grandão, que ele não chegou a ouvir o nome, os leva pra dentro. Alguns passos á frente, ele vê uma bela cocotinha, que, com o caminho aberto a ponta de faca (literalmente) ele chega ao lado dela.
“E aí, mina, firmeza? Tô ca mó larica, que tal de nois passa uns pano lá nu teu barraco buscá uns goró?”
“Aiiiieee, sai pra lá, seu monstro!” ela diz, tentando afastar ele.
“Pô, sempre funciona essa lá na minha biqueira” dois garotos estranhos, que acompanhavam a cena, não se agüentam, e riem sem parar.
“Quié? Ceis são preibói, num é? Continua tirando, que eu vô roda u oitão aqui! Sai vazado, sai vazado!” sem entender o que ele disse, eles continuam a rir.
Quando ele os acertou da primeira vez, eles já não entenderam mais nada. Até tentaram apontar uns palitos pra ele, mas não adiantou. Sem dentes era difícil falar alguma coisa.
Um pouco longe dali, um garoto de óculos observa tudo. Quando acha que é hora, ele se aproxima. Apontando a varinha para o garoto, ele diz “Estupefaça” e o garoto voa longe, desacordado. Ao se aproximar dos garotos, ele vê a gravidade dos ferimentos, e com um Ferula, tenta cobrir os ferimento, ate que o socorro chegue. Concentrado nessa tarefa, ele nem percebe que o garoto já havia se levantado. Pelas costas, ele é atingido por uma joelhada, que o lança pelo chão. Ao se recuperar do choque, ele já esta próximo. Sem tempo pra lançar alguma outra magia, ele recebe um golpe em seu estômago, que o faz encolher.
“Vem estragá o pancadão, seu EMO?”
O garoto no chão fica imaginando porque a ajuda não havia chegado. Sempre que acontecia uma briga, rapidamente aparecia alguém para separar, mas agora, todo mundo parecia estar com medo demais de se aproximar. Tentando se proteger, ele vê ao longe um professor. Ao ver a cena, ele não sabe o que fazer, então, vira as costas, e vai embora. “Droga, eu é que vou ter que resolver isso”.
Aproveitando de um momento que o garoto havia parado para recuperar o fôlego, ele se levanta, e tenta inutilmente tirar um pouco do pó que havia ficado em suas roupas.
“Já vi que com você, não posso me desc..” é interrompido com um soco nas costelas.
“Quié, doidinho, tá de marcação comigo?”
“Deixa eu pelo menos acabar de fal..” mais um tapa na cara.
“Pra quê? Pra tu cagüetar o que tá aconteceno aqui? Hein? Hein?”
“Vai Harry, faz alguma coisa!” grita um dos garotos que estava no chão, agora um pouco melhor, apesar de seu braço estar em um ângulo meio esquisito.
Aproveitando-se da distração, Harry se solta do garoto, e se afasta o Máximo que pode.
“Qualé, maninho, acha que vai fazer algo com essa vareta? Sô mais meu bérro e minha naifa” ele tira do tênis, uma faca brilhando, e levantando sua camiseta, mostrando um revolver .38.
“Como você entrou aqui com essas coisas?” grita Harry, tentando chamar a atenção, de quem passa próximo.
“Passei uns migué nosómi, e eles ficaram de boa” ele diz, andando na direção de Harry.
Tremendo demais para conseguir soltar algum feitiço, Harry tenta se concentrar. O único feitiço que consegue se lembrar, ele usa. Apontando a varinha para a lâmina que se aproxima perigosamente de seu peito, ele diz “Bombarda!” a fazendo explodir na mão do garoto.
Assustado com o barulho, ele cai no chão.
“Lazarento, agora a chapa esquento pro teu lado, é bom cê se prepará pra troca idéia com teu deus, que agora vô te pipocar todo”
“O que diabos você disse?” Harry pergunta, mas logo descobre a resposta, quando ele tira da cintura seu revólver, e começa a disparar. “FODEU” é a única palavra que passa pela cabeça dele, quando pula para trás de uma das colunas do corredor. Tentando recuperar o controle, ele tenta se lembrar de alguma outra magia que possa dar certo. Os tiros ecoam por todo o corredor, fazendo um barulho ensurdecedor. Ao ver que o barulho parou, Harry espia. Com a mão em um dos bolsos, e a arma aberta, o garoto recarrega sua arma. “Essa é minha chance!” e sai de seu esconderijo, se aproximando rapidamente dele. “Expelliarmus!” ele pronuncia, gritando com todas as forças. A arma sai da mão dele, indo parar em um lustre do teto, fora do alcance.
“Tisorando meu berro? Agora, cê perdeu!” dando uma rasteira, ele derruba Harry no chão. Com o joelho no peito dele, ele atinge Harry diversas vezes no rosto. Entre os golpes ele ouve alguém gritando “Immobilus”. Os golpes param, e atrás de Harry, está Hermione, com Ron ao seu lado, tremendo.
“Vamos, Harry, vá para a enfermaria, já chamei ajuda”
Tirando o garoto de cima dele, ele pede tira o encantamento do garoto, e rapidamente, coloca um seu, “Levicorpus!” o deixando de ponta-cabeça.
“Porque você está aqui? Veio pra aprender a usar seus poderes, ou para incomodar a todos nós?”
Estranhando os olhos, ele olha pra Harry, e diz:
“Cê tá ligado que eu tava me mocando dos puliça, e entro num busão estranho, como eles não me seguiro, enrolei um, e relaxei. Quando tava tudo firmeza, intimei um doidinho que disse que eu tava em, em… hógartís, e que era um lugar grande. Mal me encostei, uns maninho já veio me tirando, e acabei com os tetudo.”
“Silencio” pronuncia Harry, e ele para de falar. Pouco depois, chega uma equipe do ministério da magia, que coloca o garoto em uma maca.
“É, irão apagar da memória dele tudo o que ele viu . menos mal, esse tipo de pessoa não merece ver o que acontece aqui.” diz Harry, um pouco feliz por tudo o que aconteceu.
“Poxa Harry, mas você é TANGA mesmo.” repreende Hermione “se você tivesse feito isso tudo desde o começo, ninguém teria se machucado, e nem você estaria quebrado como agora.”
“É mesmo, mas e daí, qual seria a graça?”
Um dos professores, se aproximando de Harry e de seus amigos, diz:
“Harry, sua casa perdeu 80 pontos. Brigar no corredor vai contra as regras!”
Da maca, onde está deitado o garoto, Harry o ouve falar alguma coisa. Ao se aproximar, o ouve rindo, e tentando gritar:
“Ha ha ha, perdeu, preibói EMO”.

De Harry Potter para Sherlock Holmes

Livros segunda-feira, 20 de agosto de 2007 – 3 comentários

Diz a lenda que J. K. Rowling, autora da estrondosa série de livros Harry Potter, foi flagrada escrevendo livros de detetive.

Hã? Como assim?

Bom, quem não tem muito o que fazer é fã do bruxinho sabe que Rowling desenvolveu o rascunho da epopéia de Potter versus Voldemort sentada em cafeterias, de boa, tomando um cafezinho, comendo umas panquecas e desenhando os personagens em guardanapo. Cada louco com sua mania, né. Mas parece que ela não perdeu o costume de ter insights em lugares públicos… ou que, mesmo com a caralhada de dinheiro que ela ganhou, não teve saco de montar um escritório. Um repórter do Sunday Times encontrou a dita-cuja de novo em uma cafeteria, debruçada sobre papéis.

Prá nossa sorte, o vizinho de Rowling e também escritor Ian Rankin (quem?!) é levemente fofoqueiro, e disse que a esposa dele viu Rowling escrevendo um romance policial, daí ela contou prá ele que contou pro repórter que publicou no jornal que saiu na internet que passaram prá gente que estamos contando essa grande novidade a você!

Não duvido muito que seja verdade, viu. Ia ser bastante estupidez dela ter conseguido todo esse sucesso, ter um nome conhecido, e não publicar mais nenhum livro. Na verdade, eu queria mesmo é que ela publicasse mais livros do Harry Potter, mas tudo bem…
As obras dela devem continuar direcionadas ao público infanto-juvenil, acredito eu. Ela tem um estilo bom, mas nada genial que se possa ler e analisar numa aula de Lírica Contemporânea.

Agora, é sentar e esperar a dondoca acabar de comer sua panqueca e ver se ela publica logo essa budega.

Tradutor “não-oficial” de Harry potter é preso

Livros quarta-feira, 08 de agosto de 2007 – 1 comentário

Faltando ainda várias semanas para o lançamento oficial do último livro da série do bruxo mais famoso do mundo (apesar de eu preferir Tim Hunter), traduções não oficiais do livro “pipocam” na rede, em comunidades de orkut e em sites criados especialmente para isso.

Um desses tradutores, que não teve seu nome publicado, sofreu as conseqüências desse seu ato, sendo detido pela policia francesa. Suspeito de ter traduzido os primeiros três capítulos da série e publicando-os em um site, poucos dias após o lançamento da edição em inglês.

Por enquanto, não se sabe quais serão as consequências que o garoto de 16 anos sofrerá por esse ato, mas espero que ele se foda, por ser tão burro de assinar seu serviço.

O livro, que foi lançado no final de julho, já bateu recordes de venda, sendo vendidos cerca de 11 milhões de exemplares nas primeiras 24 horas de lançamento.

No Brasil, o livro será lançado com o nome de “Harry Potter e as Relíquias da Morte”, e tem sua previsão de lançamento para o dia 10 de novembro, com uma tiragem inicial de 450.000 exemplares.

Harry Potter – Leia o sétimo livro (em português)

Livros segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 14 comentários

É, isso mesmo. Se você está a fim de ler o último (e surpreendente) livro da série; e tem certeza que sua curiosidade não vai agüentar até novembro, eu vou quebrar teu galho.

Em primeiríssima mão, eis aqui um link para a tradução não-oficial de Harry Potter and the Deathly Hallows (Harry Potter e as Relíquias da Morte, título em português), que foi publicado em inglês dia 21 de julho, mas a versão oficial em português só vai chegar por aqui dia 10 de novembro.
Essa tradução não-oficial é um pouco porca, meio mais ou menos… mas, cara, estamos falando do último livro da série! Eu acabei de ler ontem (mwhuahua! não consegui segurar a ansiedade) e posso dizer: que livro foda, meu. Apesar da tradução meia-boca, o livro tá bem bacana e até meio violento :9

Se você é fã de Harry Potter curiosa como eu, não espere até novembro! Clique aqui e descubra se o Snape é do bem ou do mal, se o Dumbledore morreu mesmo ou era só farsa, quem morre e quem não morre (prepare os dedos aí prá fazer a contagem de corpos, porque morre bastante gente ;x), se a Hermione e o Ron Weasley finalmente dão uns pegas e por aí vai.

São 36 capítulos TENSOS, mais um epílogo. Pára de enrolar aqui e lê logo, vai!

busca

confira

quem?

baconfrito