Finalmente, após dias de árduo trabalho, intensa dedicação e exaustiva persistência, finalmente chegamos ao final de O Nome da Rosa, onde Guilherme e Adso se metem em incríveis aventuras que irão abalar sua tarde, além de se darem conta de as coisas podem ser mais simples do que parecem.
Se na segunda parte metade do livro já tinha ido, agora, entre os dias quatro e cinco chegamos à metade da trama, onde coisas são resolvidas, novas coisas surgem e coisas coisam o tempo todo.
“O mais pesado dos fardos nos esmaga, verga-nos, comprime-nos contra o chão. Na poesia amorosa de todos os séculos, porém, a mulher deseja receber o fardo do corpo masculino. O mais pesado dos fardos é, portanto, ao mesmo tempo a imagem da realização vital mais intensa. Quanto mais pesado é o fardo, mais próxima da terra está nossa vida, e mais real e verdadeira ela é. Em compensação, a ausência total de fardo leva o ser humano a se tornar mais leve do que o ar, leva-o a voar, a se distanciar da terra, do ser terrestre, a se tornar semi-real, e leva seus movimentos a ser tão livres como insignificantes. O que escolher, então? O peso ou a leveza?” continue lendo »
Pois bem, dando continuidade ao projeto, finalmente cheguei ao terceiro dia, que é muito mais legal que o segundo que é bem mais legal que o primeiro… Não que monges mortos sejam legais, mas é que… Ah, foda-se.
Como sou vagabundo e inocente, decidi ter uma nova ideia: Pegar um livro famoso e ligeiramente grande e ao invés de lê-lo e fazer uma resenha, ir lendo aos poucos e fazendo textos de tempos em tempos, falando sobre minhas impressões de cada parte do livro… Falando assim soa complicado, mas é bem fácil na real e me dá material pra vários textos, e o primeiro (E provavelmente último) escolhido foi O Nome da Rosa do Umberto Eco.
Taí um livro que há muito eu via para comprar e tinha vontade de ler, então finalmente criei vergonha na cara e resolvi ver o que caralhos tem de interessante no cinema de 1960 até 1980. Bem, já que esse parágrafo introdutório tem que ficar maior, digo que rolou, segundo o livro, muito sexo, dorgas drogas e praticamente nenhum rock ‘n’ roll.
O Apanhador no Campo de Centeio é um daqueles livros conhecidos pela maioria das pessoas, mesmo que elas nunca tenham segurado um exemplar nas mãos. A diferença é que a fama desta obra não se dá apenas por sua genialidade, mas por razões um tanto quanto… curiosas. Segundo o assassino de John Lennon – aquele músico que fez algum sucesso com sua bandinha – o livro serviu como inspiração para o crime e sua tentativa de suicídio. O mesmo foi dito por aquele que tentou matar Reagan (Ex-presidente norte-americano, para os que faltaram as aulas de história). continue lendo »
Existem livros bons. Existem livros médios, livros ruins e livros do Paulo Coelho. Mas também existem aqueles que possuem algo de especial. Os quais você começa por acaso e deixa o livro que estava lendo antes de lado até acabar, seja ele bom, médio ou ruim. E continua não lendo o do Paulo Coelho. O Ardil-22 é uma dessas obras. E ele se sobressai por vários motivos. Mas principalmente, por ser absurdamente engraçado. Na verdade, eu não lembro de já ter lido um livro tão engraçado. Ah, sim, tem o Pulp, do Bukowski. Sério, leiam lá também. Mas antes, falemos do único ardil que havia, o Ardil-22. continue lendo »
Outro dia, eu tomei um pequeno esporro do todo poderoso filósofo-rei Pizurk que me fez refletir um pouco sobre a quantas anda minha vida “intelectual”. A resposta foi um grande “nada boa”, porque em um certo ponto do fim da minha adolescência (Até parece que ela acabou ainda) eu percebi que troquei os livros pelos seriados e internet, e claro, isso só poderia ter dado muito errado, como deu. continue lendo »