Top 3 Autores – Alan Moore – Ozymandias

Nona Arte quarta-feira, 29 de dezembro de 2010 – 0 comentários

Ah, a polêmica. Doce polêmica, o combustível das massas, o néctar dos trolls, o mana dos nerds, a alma dos noticiários povão sangrentos, o… ok, acho que vocês já entenderam. O nosso amigo Adrian Veidt aqui é um personagem que não poderia ser deixado de lado, mesmo que eu quisesse, por um simples motivo: é difícil precisar se ele é o vilão ou o herói de Watchmen.

Antes disso, um pequeno histórico. continue lendo »

Top 3 Autores – Alan Moore – John Constantine

Nona Arte quarta-feira, 22 de dezembro de 2010 – 1 comentário

Ao ler John Constantine, você provavelmente se lembrou daquele filme baseado no arco Hábitos Perigosos, assombrado por tensão sexual, com um Constantine apático, baseado em Los Angeles, moreno e representado pelo Escolhido-Sem-Expressões-Faciais, Keanu Reeves. Por favor, não faça isso; Alan Moore faz uma prece a Glycon pela destruição da humanidade toda vez que alguém menciona esse filme. continue lendo »

Top 3 Autores – Alan Moore

Nona Arte quarta-feira, 15 de dezembro de 2010 – 1 comentário

Poucas figuras, no mundo dos quadrinhos, são tão incomuns quanto Alan Moore. Anarquista; mago auto-entitulado; adorador de Glycon (um obscuro deus-serpente romano); morador de uma casa que, segundo as palavras de um jornalista que o visitou, “apenas o banheiro […] é tolerável; o resto da casa possivelmente nunca viu um aspirador de pó”; compartilhou uma amante com a primeira esposa e, depois de ser largado pelas duas (que, sim, foram viver juntas), casou-se com Melinda Gebbie, companheira de trabalho. E, notem vocês, isso não resume todas as excentricidades de Moore. Essa listinha cita somente aquilo que é conhecido do público. continue lendo »

Top 3 – Autores

Nona Arte quarta-feira, 08 de dezembro de 2010 – 0 comentários

O final do ano se aproxima. Apesar das inevitáveis e intoleráveis piadinhas e trocadalhos do carilho de Natal e Ano Novo (Rabanada, peru, boas entradas, anos, pavê & Cia.), e da hipocrisia quase palpável no ar, é uma boa época. Não porque podemos beber como loucos com mínimas consequências, comer até que nossos estômagos estourem (O que, leva, inevitavelmente, à prática da jiboiagem) e beijar gordinhas na virada do ano (Sem consentimento das mesmas) sem ser enquadrado no art. 215 do Código Penal: continue lendo »

Compras: Um problema

Nona Arte quarta-feira, 01 de dezembro de 2010 – 7 comentários

Calma, leitor. Você não veio parar, por engano, num blog de uma garota de 14 anos de idade. A sua atual aba/janela do navegador está, sim, no bom e velho bacon frito. Acomode-se em sua cadeira (Ou, se você estiver lendo isso no trabalho, vai trabalhar, vagabundo!) e leia o texto a seguir sem receios. continue lendo »

Mídia vs. Estilo: O embate final

Nona Arte quarta-feira, 24 de novembro de 2010 – 3 comentários

Ficção científica!

Biografia!

Narrativa histórica romantizada!

Terror!

Coração! Pela união dos seus poderes, eu sou o Capitão Planeta! Romance!

Sabem, eu gostava de remoer no assunto “discriminação das HQs”. Era um tema interessante, que me permitia divagar loucamente e encher linguiça quando me faltava criatividade. A partir de hoje, porém, não mais tocarei nesse assunto, pois finalmente encontrei a solução para o mesmo. Como? continue lendo »

Versão “teen”

Nona Arte quarta-feira, 17 de novembro de 2010 – 2 comentários

O fato é velho, mas não deixa de ser verdadeiro: Maurício de Souza está publicando a Turma da Mônica Jovem, uma versão dos bons e velhos quadrinhos da Turma em estilo mangá. Até alguns dias atrás, eu não havia sequer tocado uma dessas revistas, por mera falta de interesse. No entanto, mês passado, fui ao dentista, e me encontrei num dilema: Eu só seria atendido em uma hora (Aparentemente, o puto que estava sendo atendido tinha um bueiro no lugar da boca); a bateria do celular estava prestes a descarregar, portanto, nada de Tetris ou outro jogo qualquer; não estava com minha mochila, o que significava nada de livros/material de estudo/palavras cruzadas. Minhas opções se resumiam a uma pilha de revistas (Quem, Caras, Claudia e um punhado de revistas em quadrinhos) do ano passado, e TV aberta num final de tarde. Escolhi as revistas, e, entre elas, havia uma da Turma da Mônica Jovem. Colocando meu dever profissional como colunista acima do orgulho social (Uma coisa é ser visto lendo Guerra ao Sol, de Preacher; outra coisa é ser visto lendo Turma da Mônica Jovem), agarrei a revista e a li.

Meu veredito? Nada ou pouco mudou. continue lendo »

Mídias Desmerecidas

Nona Arte quarta-feira, 10 de novembro de 2010 – 4 comentários

Eu sei o que você está pensando. Mais uma coluna em que eu, do alto de meu mau humor e ódio geral a tudo que possua um código genético, irei reclamar sobre a pouca atenção que HQs recebem. E, parcialmente, você está certo. Pela duomilésima vez nas últimas 36 horas, irei bater de novo nesta tecla. Mas, não se reprima preocupe, não vai ser como das outras vezes. Vai ser pior, pois falarei de outras mídias ignoradas que não os quadrinhos.

Comecemos pelo irmão mais velho das HQs: Os livros.

 Q

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A Primeira Vez

Nona Arte quarta-feira, 03 de novembro de 2010 – 4 comentários

Eu não sei vocês, mas eu aprendi a ler antes dos quatro anos de idade. Atribuo isso a meus pais, outras duas traças que, querendo me tornar semelhante a eles, me ensinaram a ler e “escrever” (Minhas letras cursivas são sofríveis até hoje) bem antes de entrar para a alfabetização, ou seja lá como chamam isso hoje.

Aos oito anos de idade, já tinha lido todo o Sítio do Picapau Amarelo, a meia dúzia de livros infantis de Érico Veríssimo e começava a olhar, cobiçoso, para uma coleção d’O Tesouro da Juventude, encadernada em couro vermelho, que repousava nas estantes da biblioteca de casa. Inquietos com a minha sede por leitura, de certo modo já perigosa (Sim, perigosa. Não foram poucas as vezes em que fugi das aulas ou do intervalo para invadir a biblioteca e ler o que diabos houvesse lá), meus pais resolveram prestar mais atenção ao monstro que haviam criado. Resolvidos a não ser mais chamados pela diretora da escola devido ao meu “mau comportamento”, fizeram a assinatura daquilo que, na época, era algo no nível de epicidade de ter um Super Nintendo, ou SNES (Eu ainda tenho o meu!) ou um Mega Drive/Sega Genesis: as revistas da Turma da Mônica. continue lendo »

Mídia vs. Estilo

Nona Arte quarta-feira, 27 de outubro de 2010 – 2 comentários

Há cerca de 200.000 anos atrás, iniciou-se aquilo que, hoje, é simultaneamente, um dos flagelos e uma das melhores coisas da humanidade: A comunicação. Se, por um lado, temos Neil Gaiman, Tolkien e Júlio Verne, do outro temos Stephanie Meyer, jornais povão de R$ 0,25 e pessoas que puxam papo sobre o tempo. Tudo isso é culpa de um homem das cavernas desconhecido que, um dia, ao voltar da caçada, resolveu contá-la usando terra e sangue. Comunicação verbal? À época, se resumia a apontar para as costas do outro e gritar “Hurr-durr-urrm-unga-bunga!”, que, traduzido para o português hodierno, significaria: “Olha para trás, feladaputa, tem um dentes-de-sabre atrás de você!”. continue lendo »

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