Baconews #48 – Qual o problema da DC?

Cinema, Televisão sexta-feira, 26 de outubro de 2018 – 0 comentários

O que sabemos sobre o novo crossover de Arrowverse?

O Arrowverse é formado pelas séries de Arrow, Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow. Desde 2014, crossovers entre algumas dessas séries são comuns, mas foi em 2016 que o primeiro crossover entre todas elas realmente aconteceu. O evento repetiu-se em 2017 e já tem data marcada pra 2018. Porém, dessa vez sem a presença da galera de Legends of Tomorrow.

O crossover desse ano terá o título de Elseworlds, um antigo selo da DC que mostrava mundos alternativos e apresentará a Batwoman (Ruby Rose), que já tem série própria encomendada. Além disso também teremos a primeira aparição de Lois Lane e do Superman com o uniforme negro em Arrowverse.

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Novo Baconews (de novo) #47

Cinema, HQs, Televisão sexta-feira, 19 de outubro de 2018 – 0 comentários

Comemoração dos 80 anos da Marvel traz grandes clássicos de volta

Em 2019 a Marvel comemora seus 80 anos (contando a época em que foi Timely Comics e Atlas) e para comemorar anunciou lançamentos especiais de 3 grandes clássicos. Crypt of Shadows (Cripta das Sombras), lançada nos anos 70 que contava histórias de terror, Journey into Unknown Worlds (Jornada aos Mundos Desconhecidos), dos anos 80 e que focava em histórias de ficção científica e War is Hell (A Guerra é um Inferno), também da década de 70 e que, como o nome já diz, reunia histórias sobre a Segunda Guerra Mundial.

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O ego e a alma

HQs segunda-feira, 15 de outubro de 2018 – 0 comentários

O simbionte que viria a ser o Venom surgiu como o uniforme negro do Homem Aranha em 1984 durante as Guerras Secretas, um mega crossover pra vender bonequinho, e foi idealizado por um fã, que vendeu a ideia do uniforme negro pela bagatela de 220 dólares. Após ser rejeitado por Peter Parker ao descobrir que a roupinha nova na verdade era uma criatura alienígena maligna, o simbionte ficou mais rancoroso que crocodilo no esgoto e fundiu-se a Eddie Brock, outra recalcada que teve sua carreira como jornalista destruída pelo Homem Aranha e assim, sob a guarda de Todd McFarlane, tivemos o surgimento do Venom brucutu e nojento, que deveria ser um dos maiores vilões do Cabeça de Teia, mas que na verdade só serviu pra “inspirar” a criação do Spawn e algo muito pior, a Image Comics. E é aí que eu quero chegar.

Olha a merda que eu fiz!

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Baconews #46 – Tâmo de volta de novo mais uma vez

Cinema, HQs, Televisão quarta-feira, 10 de outubro de 2018 – 0 comentários

A primeira série live action de Star Wars finalmente virá ao mundo.

Cê fraga Boba Fett, o personagem mais inútil de Star Wars que toma volta pro Han Solo cego? Então, calma. A série não é sobre ele, mas sim sobre o povo dele. The Mandalorian é o nome da série e é focada em um mandaloriano, obviamente, se metendo em altas confusões em uma galáxia muito, muito distante.

A série é ambientada entre O Retorno de Jedi e O Despertar da Força, será produzida por Jon Favreau, terá entre seus diretores Dave Filonni e Taika Waititi e eu sinceramente não sei se quero ver mais universo expandido de Star Wars.

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Se não aguenta, por que veio?

Cinema quarta-feira, 19 de setembro de 2018 – 0 comentários

Desde que a Marvel Studios começou o UCM lá em 2008 com Homem de Ferro, teve início em Hollywood uma corrida louca entre vários estúdios tentando recriar a mesma fórmula. Reunião dos monstros da Universal, de princesas Disney, de criaturas gigantes, entre outras coisas loucas, foram anunciados e não muito tempo depois descartadas após os envolvidos perceberem que não é lá tão fácil assim construir um universo compartilhado que faça sentido e funcione. E convenhamos que se nem a Marvel faz isso de forma perfeita, mesmo sendo a que mais deu certo, imagina esses outros estúdios que não tem a menor noção do que tão fazendo?

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O Rato, o Supremacista e o ET Bilu

Cinema sexta-feira, 17 de agosto de 2018 – 0 comentários

Recentemente James Gunn foi demitido de Guardiões da Galáxia – Vol. 3 por causa de tweets com piadas pedófilas resgatados lá de 2008. Entendendo completamente a atitude da Disney, James Gunn assumiu o erro e pediu desculpas pelo vacilo, recebendo o apoio de todo o elenco de Guardiões da Galáxia. Isso é o que todo mundo sabe, o que pouca gente sabe é que tem muito mais caroço nesse angu do que os que estão boiando na superfície.

Após muitos boatos sobre a relação entre Disney e James Gunn, foi confirmado recentemente que a Disney não pretende demitir o diretor. Além disso envolver quebra de contrato, que resultaria em uma indenização, que pra Disney nada mais seria do que troco pra pão, também deixaria o diretor livre pra trabalhar em estúdios concorrentes, como Warner e Sony, que inclusive já disseram que se a Disney não quiser eles querem.

Pra afastar esses urubus, a Disney, tentando mostrar que a relação tá conturbada, mas ainda não acabou, anunciou que usará o roteiro de James Gunn para Guardiões da Galáxia – Vol. 3, mesmo que o roteiro passe por outras mãos. Ou seja: “A gente vai deixar o cara aqui, ele vai comandar Guardiões da Galáxia – Vol. 3, mas pra vocês não encherem o saco, a gente vai dizer que ele tá afastado e botar o nome de outro diretor nos créditos”.

Dito os fatos que a maioria de imprensa publicou, vamos ao que pouco foi dito. O caso de James Gunn foi na verdade um ataque da Alt-Right que não ficou nem um pouco feliz após a atriz Roseanne Barr ser demitida da série Roseanne por chamar a ex-assessora de Obama, Valerie Jarret, de macaca. Com o ataque, a Alt-Right colocou a Disney nessa situação complicada na tentativa de faze-la recontratar Roseanne, afinal, se ela não pode ser racista, James Gunn não pode ser “pedófilo”. Então se a Disney manter James Gunn ela tem que trazer Roseanne de volta e se demitir a mulher, tem que demitir James Gunn também. Eu não tô aqui pra passar pano pra nenhum dos dois. Ambos erraram, mas acho que são situações bem diferentes e acredito que o fato de James Gunn não ter feito mais piadas pedófilas nesses 10 anos, prova que o sujeito evoluiu como pessoa.

E não vai achando que quem atacou a Disney fez isso por ser fã da Roseanne Barr, não. Os membros da Alt-Right são supremacistas brancos e acreditam que não poder ofender negros, gays, imigrantes e afins é uma violação de seus direitos, uma agressão a sua liberdade, um golpe comunista que quer que todos sejam miseráveis e vivam numa ditadura gayzista na eterna festa do aborto. São os mesmos caras que marcharam em Charlottesville e que acusaram Hillary Clinton de chefiar uma rede de pedofilia e tráfico infantil no caso Pizzagate. Ou seja, um bando de nazista criador de fake news.

O que me assustou em todo esse caso, nem foi o ataque da Alt-Righ, mas sim a repercussão que o caso teve em todo o mundo, com muitas pessoas acreditando que James Gunn era mesmo pedófilo. Eu entendo que vivemos em uma época onde o politicamente correto ganha cada vez mais espaço, e isso é maravilhoso, mas é preciso ter um pouco de calma em certos momentos.

As piadas que James Gunn fez há 10 anos atrás, não significam que ele é pedófilo, só que ele era um cara bastante sem noção e que como muitos antes de começarmos a debater o politicamente correto e incorreto abertamente, achava que uma piada era só uma piada. Existe atualmente um desespero muito grande em provar-se politicamente correto nas redes sociais. A preocupação não é em ser politicamente correto, mas sim em se provar politicamente correto. E com isso, é claro, as pessoas acabam se mostrando cada vez mais intolerantes e hipócritas.

Não acreditar que pessoas podem mudar e evoluir é um pensamento burro, é o mesmo tipo de pensamento de quem grita por aí que bandido bom é bandido morto e que o politicamente correto tá estragando o mundo. Então antes de abrir esse teu caderninho mágico da justiça social, popularmente conhecido como Twitter, pensa um pouquinho no que aconteceu e no que está acontecendo, dá uma pesquisada na situação, entende de fato o que rolou, e aí vai dar pitaco e xingar a mãe de quem tiver errado.

O louco e o psicopata

Sit.Com quarta-feira, 08 de agosto de 2018 – 0 comentários

Recentemente voltei a acompanhar séries como antigamente. Na última semana assisti as temporadas completas de Justiceiro e Happy, além dos novos episódios de Preacher e Wynonna Earp. Pois é, estamos na época em que a maiorias das grandes séries estão em hiato, a gente tem que se virar com o que tem. E apesar de Preacher e Wynonna Earp estarem me agradando muito (Não no mesmo nível, afinal, Preacher é Preacher, né pai?), é sobre Happy e Justiceiro que eu gostaria de dar destaque aqui.

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Future Man

Televisão quarta-feira, 25 de julho de 2018 – 0 comentários

Imagine um crossover entre Evil Dead e De Volta Para o Futuro e você encontra Future Man, nova série de Howard Overman, criador de Misfits, uma das melhores séries de todos os tempos, e produzida por Seth Rogen, que apesar de tudo, tá mandando muito bem em Preacher. Future Man tem tudo que um bom sci-fi precisa: Viagem no tempo, humanos quase extintos por uma raça superior, rebeldes, um jovem herói e gambás estimulados sexualmente até a morte.

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Eeeeeee ô ôoooo, vida de Pantera

HQs quarta-feira, 18 de julho de 2018 – 0 comentários

Apesar de toda a sua importância política e de representatividade, Pantera Negra, assim como o Homem de Ferro, estava longe da série A dos super heróis da Marvel antes de seu primeiro filme solo. Com certeza, graças ao sucesso do filme, o personagem finalmente ganhará seu lugar ao sol e começará a ter mais importância dentro da própria editora, inclusive já garantindo lugar na nova HQ dos Vingadores que irá surgir esse ano. Mas você fraga mesmo de Pantera Negra?

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CDS #462 – Highway Tune (Greta Van Fleet)

Clipe da Semana domingo, 01 de julho de 2018 – 0 comentários

Criada em 2012 por um bando de irmãos talentosos pra caralho e um amigo baterista, Greta Van Fleet só começou a ganhar o respeito das pessoas em 2016 quando tocou em um episódio da série Shameless, que assim como a banda, não recebe a atenção que merece. A comparação com Led Zeppelin, Rush e outras grandes bandas do passado é inevitável, mas mesmo assim Greta Van Fleet consegue ter sua própria identidade e mostra que não é apenas uma banda de jovens que passaram tempo demais ouvindo os disquinhos do vovô. continue lendo »

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