A Fúria do Dragão (Jing wu men)
Filme do Bruce Lee. De 1972.
Precisa mesmo dizer mais alguma coisa? Lê aí porra, senão o Bruce aparece e te quebra uns ossos que nem ele fez com o Chuck Norris.
HAHA!
Filme do Bruce Lee. De 1972.
Precisa mesmo dizer mais alguma coisa? Lê aí porra, senão o Bruce aparece e te quebra uns ossos que nem ele fez com o Chuck Norris.
HAHA!
O ano era 2002, o cinema sci-fi respirava Matrix. Não era a toa, a trilogia dirigida pelos irmãos Wachowski revolucionou o gênero e conquistou uma nova leva de fãs, não tanto pela história, mas pelas cenas de ação (Claro que o público feminino foi atraído pela carinha de mal do Keanu Reeve, mas isso não vem ao caso). Com isso diversos filmes chapinhados de Matrix, que beberam a mesma fonte, e até as vírgulas, surgiram entre 1999 e 2003. Mas o ano aqui é 2002. E foi nesse ano que surgiu um filme facilmente confundido com Matrix, a começar pela capa: Dois homens de capa longa e preta com cara de maus (Na verdade, parece mais de entediados, mas é detalhe). Mas esse filme não era uma cópia barata de Matrix. Barato sim, mas não cópia. Equilibrium de maneira alguma poderia ser comparado com Matrix.
O Western é um gênero muito fechado. É aquilo: Tiros, pistoleiros, caras feias, cavalos, Novo México, Arkansas, Texas, Sol, aridez, diligências, enforcamentos… Enfim. Gira em torno de um microuniverso no Oeste dos Estados Unidos, de uns 50 anos de duração, geralmente de 1850 até, no máximo, 1900. Sair demais dessas fronteiras significa descaracterizar um velho-oeste, e portanto, deixar os fãs do gênero (Que nem EU) putos da vida. Mas Meu Nome é Ninguém não fez isso. Aliás, foi um dos últimos filmes a honrar a era dos westerns.
Me lembro de estar em uma locadora, na frente da prateleira de lançamentos. Vários filmes com pequenas etiquetas amarelas indicando que precisam ser devolvidos em um dia. Aí vi aquela capa: Um astronauta, com seu capacete debaixo do braço. Assim, simples. Sujeito sem expressão, numa capa sóbria. Peguei pra ver. Na contracapa dizia algo como “filme que promete competir com 2001 – Uma Odisséia No Espaço”. Aluguei, não teve jeito. Competir com 2001? Eu tinha que ver pra acreditar.
A Queda (Der Untergang), é um filme alemão de 2004 que mostra os últimos dias de vida de Adolf Hitler e do Terceiro Reich. Falando assim, nem parece ter algo de diferente, mas vos digo em verdade: Esse não é só mais um filme sobre a segunda guerra. É O filme. Escrito por Bernd Eichinger, baseado principalmente nos livros “Der Untergang”, pelo historiador Joachim Fest e “Bis zur letzten Stunde”, por Traudl Junge – secretária particular de Adolf Hitler de 1942 a 1945.
Depois de todas as velharias dos textos anteriores, tenho certeza que vocês já estão de saco cheio de filmes antigos. Vou ser bonzinho dessa fez e vou falar de um filme um pouco mais conhecido (Mas continuo duvidando que algum de vocês assistiu), e com dois atores que já venceram o Oscar: Sean Connery e F. Murray Abraham.
Chegando ao final da série dos 4 melhores diretores favoritos deste que vos escreve, temos aqui o maior ícone do cinema de todos os tempos e o cara que sempre me emociona: Sir Charles Chaplin, com seu primeiro longa metragem, que o catapultou para a fama, O Garoto. Pelo jeito esta vai ser a primeira resenha de um filme mudo aqui no Bacon, né?
O planejado era de este texto ir para o ar na semana passada, mas devido ao alto teor etílico no sangue desse que vos escreve, nem foi possível. Não que vocês tenham reparado que domingo passado não teve FBQPB. Continuando aquela série com filmes menos conhecidos dos meus quatro diretores favoritos, hoje chegamos ao sueco Ingmar Bergman, lembrando que já tivemos Kubrick e Buñuel.
Estou aproveitando que no texto anterior eu falei sobre um filme do Kubrick para começar uma série, com alguns dos filmes menos conhecidos dos meus diretores favoritos. Estava numa dúvida danada por quem começar, então decidi começar pelo que eu vi por último: O espanhol Luis Buñuel.
Todos vocês que aí já devem ter percebido que nós, escritores (Colunistas, mas o Pizurk vai me chamar de estagiário) do Bacon somos muito fãs do Stanley Kubrick. Se não perceberam é porque nem lendo isso direito vocês estão. Mas a questão é a seguinte: Vou falar desse, que é, juntamente com Spartacus, o filme mais premiado do Stan, continuando o tema do texto anterior: A nobreza clássica européia.
Pizurk
editor-chefe
email - last.fm - facebook
Aline
Redatora
email
Carol
Redatora
email
Chinaski
Redator
email - last.fm - facebook - myspace - twitter
Jade
Redatora
email
Júlio Kirk
Redator
email
Loney
Redator
email
Lucas
Redator
email
Ricardo
Redator
email - last.fm - facebook - twitter
Secolo
Redator
email
Yuri
Redator
email