Agora já conhecidos como os Guardiões da Galáxia, os guerreiros viajam ao longo do cosmos e lutam para manter sua nova família unida. Enquanto isso tentam desvendar os mistérios da verdadeira paternidade de Peter Quill (Chris Pratt).
Guardiões da Galáxia foi certamente o filme mais divertido da Marvel Studios nesses quase 10 anos de existência. Além, é claro, de mostrar a competência do estúdio ao pegar um grupo de personagens B, quase C, e transformar na equipe favorita de muitos hoje em dia. Provando também que a DC, que tem personagens A+, precisa tomar vergonha naquela cara e entender que filme de super herói não tem que ser sombrio. Como é que o Superman vai trazer esperança pra alguém se ele vive deprimido jogando Baleia Azul?
A gente já tem um herói deprimido, o nome dele é Batman. Eu sei que ele é o grande trunfo da editora, mas cês não precisam transformar todo mundo nele. Afinal, ele nem é tão legal assim. Aproveitando esse espaço de encheção de linguiça pra dizer que o filme solo do Batman será o Logan da DC. Será tão foda quanto? Queremos que sim, mas tudo aponta pro fracasso. Enfim… continue lendo »
Ambientado para o novíssimo pano de fundo musical de Awesome Mixtape #2, “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, da Marvel, dá sequência às aventuras da equipe enquanto eles atravessam os confins do cosmos. Os Guardiões têm que lutar para manter sua recém-descoberta família unida enquanto desvendam o mistério da real ascendência de Peter Quill. Antigos inimigos se tornam aliados e os personagens favoritos dos fãs das clássicas histórias em quadrinhos virão para ajudar nossos heróis à medida que o Universo Cinematográfico da Marvel continua a se expandir.
Como é de se imaginar, o universo Marvel não para de crescer, assim como o saldo bancário dos executivos dos estúdios Marvel e associados. Mas o que é jogar umas notas de dinheiro na cara de quem já tem dinheiro pra caralho, não é mesmo? E, ao contrário do que eu me acostumei a fazer pra blockbusters, eu não vou dividir essa resenha em temas, que acabam ficando repetitivos pelo simples motivo de que boa parte das coisas faladas servem pra todos os filmes. Tipo visual: Não me lembro de ter visto em algum filme da Marvel algo que me fizesse pensar: Eta, parece até o primeiro filme do Wolverine, então ficar falando “nossa, que efeitos maravilhosos” já deu no meu saco. continue lendo »
Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.
Os hereges dizem que esse filme marca o retorno triunfal de M. Night Shyamalan ao posto de um dos melhores diretores/roteirista de Hollywood. Mas como retornar a um posto que nunca deixou de ser seu? S2 tio M!
O que você precisa saber aqui é que você não pode ler esse texto antes de assistir o filme. Quer dizer, poder você pode, mas eu não aconselho. Afinal, como todos os filmes do Shyamalan, o spoiler assassina uma experiência de vida. Seja ela boa ou ruim. Então não dá mole e assiste o filme antes que cê perca essa maravilhosa chance de ser feito de trouxa de novo. De uma forma boa, é claro. Se é que isso existe. continue lendo »
Um espantoso desastre de trem choca os Estados Unidos. Todos os passageiros morrem, com exceção de David Dunne (Bruce Willis), que sai completamente ileso do acidente, para espanto dos médicos e de si mesmo. Buscando explicações sobre o ocorrido, ele encontra Elijah Price (Samuel L. Jackson), um estranho que apresenta uma explicação bizarra para o fato.
Rever Corpo Fechado hoje em dia, após toda essa onda de super heróis e com os estúdios jurando que sabem fazer filmes de super heróis mais realista e pé no chão, torna tudo muito mais engraçado. Quer falar de super herói realista? Fala com o Marcinho Shyamalan, parça.
O cara não somente fez um filme de super herói que ninguém entendeu que era um filme de super herói, como está expandindo esse universo com outro filme de super herói que ninguém entendeu que era um filme de super herói até a cena pós créditos que ninguém entendeu que era uma cena pós créditos até ser. continue lendo »
Em 2029, Logan (Hugh Jackman) ganha a vida como chofer de limousine para cuidar do nonagenário Charles Xavier (Patrick Stewart). Debilitado fisicamente e esgotado emocionalmente, ele é procurado por Gabriela (Elizabeth Rodriguez), uma mexicana que precisa da ajuda do ex-X-Men para defender a pequena Laura Kinney / X-23 (Dafne Keen). Ao mesmo tempo em que se recusa a voltar à ativa, Logan é perseguido pelo mercenário Donald Pierce (Boyd Holbrook), interessado na menina.
Chamar Logan de puta filmão da porra é dizer mais do mesmo. Essa, muito provavelmente, deve ser a única resenha ainda não feita de Logan na internet. A grande questão aqui é: Se tirarmos a carga emocional de ser o último filme de Hugh Jackman e muito provavelmente do Professor Xavier que vale, Logan ainda seria um puta filmão da porra?
Eu tava esperançoso, mas esse ainda não foi o filme X que eu queria ver. E levando em conta que eu quase perdi amigos pra assistir o primeiro X-Men, a Fox me deve muito um filme X foda. continue lendo »
Ben (Viggo Mortensen) tem seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos.
Capitão Fantástico é daqueles raros filmes que te fazem pensar por dias. Confesso que aprendi uma ou duas coisas com o filme que muito provavelmente carregarei pelo resto da vida. O filme pode ser enxergado como uma fábula abordando o socialismo contra o capitalismo, de forma que aponta tanto o lado bom quanto o lado ruim de ambos. E em tempos sombrios como este em que vivemos, onde ser sensato é praticamente crime, fazer um filme desses é um tanto quanto ousado. Por isso, aconselho cautela ao dizer que entendeu a real proposta do filme, pois é possível que preguem uma placa de “isentão” no seu peito e te queimem em praça pública. continue lendo »
Incomodado com o sucesso do Siri Cascudo, a lanchonete do Sr. Sirigueijo que tem a exclusividade na produção do hambúrguer de siri, Plankton, o dono da lanchonete Balde de Lixo, resolve traçar uma verdadeira estratégia de guerra para roubar a fórmula da iguaria, que é a base da alimentação da população da Fenda do Biquíni. Mas alguma coisa sai errado e a fórmula desaparece, deixando a uma vez pacata comunidade à beira do apocalipse. Agora, Bob Esponja, o funcionário padrão do Siri Cascudo, vai ter que unir forças com o ambicioso Plankton em uma viagem no tempo e no espaço para tentar recuperar a receita, contando com a ajuda da leal estrela-do-mar Patrick, do sarcástico Lula Molusco, da esquilo cientista Sandy e também o mercenário Sr. Sirigueijo. Outro interessado na fórmula é o malvado pirata Barba Burguer (Antonio Banderas), que os heróis terão de enfrentar em uma batalha fora da água.
Diferente do Pizurkito (E do Jo) eu não sou grande fã de non sense, principalmente em desenho animado: É conveniente demais dizer que o treco é feito pra não fazer sentido mesmo. continue lendo »
Extremamente egocêntrico, Batman leva uma vida solitária como o herói de Gotham City. Apesar disto, ele curte bastante o posto de celebridade e o fato de sempre ser chamado pela polícia quando surge algum problema – que ele, inevitavelmente, resolve. Quando o comissário Gordon se aposenta, quem assume em seu lugar é sua filha Barbara Gordon, que deseja implementar alguns métodos de eficiência de forma que a polícia não seja tão dependente do Batman. O herói, é claro, não gosta da ideia, por mais que sinta uma forte atração por Barbara. Paralelamente, o Coringa elabora um plano contra o Homem-Morcego motivado pelo fato de que ele não o reconhece como seu maior arquinimigo.
Eu estou de fato tentando retomar meu relacionamento com o Batman. É sério, apesar das várias merdas que aconteceram durante os Novos 52, a revista do Batman foi uma das poucas que saíram intactas, e isso me fez dar uma segunda chance pro morceguinho. Mentira, foi por causa do Batffleck mesmo. Me julguem! continue lendo »
Extremamente egocêntrico, Batman leva uma vida solitária como o herói de Gotham City. Apesar disto, ele curte bastante o posto de celebridade e o fato de sempre ser chamado pela polícia quando surge algum problema – que ele, inevitavelmente, resolve. Quando o comissário Gordon se aposenta, quem assume em seu lugar é sua filha Barbara Gordon, que deseja implementar alguns métodos de eficiência de forma que a polícia não seja tão dependente do Batman. O herói, é claro, não gosta da ideia, por mais que sinta uma forte atração por Barbara. Paralelamente, o Coringa elabora um plano contra o Homem-Morcego motivado pelo fato de que ele não o reconhece como seu maior arquinimigo.
Cê já viu um filme do Batman em que é discutido o problema sociológico da existência do Batman, os relacionamentos doentios que ele tem com Coringa, Robin ou mesmo Alfred? Que tal um filme do Batman onde a Liga da Justiça aparece e zoa com o próprio? Talvez um filme do Batman em que Bruce Wayne quase não tem espaço ou que não tem que ficar recontando a origem do personagem, e toda a epopeia pelo qual ele passou para se tornar o Batman? Não pra todas essas perguntas? Pois bem, você está com sorte, pois LEGO Batman: O Filme tem tudo isso. Se você queria ver essas coisas é outra conversa. continue lendo »
Numa animação que não é pra crianças [Como se todas fossem], um grupo de salsichas vai buscar sua história, e vai fazer um monte de piadas de baixo calão no caminho. Ou é muito bom, ou é muito ruim. Esse tipo de filme não costuma ter meio termo. Você foi avisado.