A jovem Julia (Matilda Lutz) fica intrigada quando seu namorado, Holt (Ales Roe), começa a explorar uma história envolvendo uma amaldiçoada fita de vídeo, que faz a pessoa que a assiste morrer em sete dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e acaba fazendo uma descoberta terrível: há um “filme dentro do filme” que ninguém jamais viu antes.
Eu não assisti o primeiro, ou mesmo o segundo O Chamado. Se isso é uma coisa boa ou não eu deixo pra você decidir. Agora, o que não dá pra negar é: Seria melhor não ter visto o terceiro. É uma sucessão de erros que deixa qualquer pessoa que goste de horror com a sensação de butiá caindo do bolso. Acho, inclusive, que é a primeira vez em que eu não tenho expectativa nenhuma e mesmo assim saio da sala de cinema decepcionado. “Mas é possível que seja tão ruim assim, Pizurk, ou você está exagerando para fins cômicos?” Escuta aqui, se fosse pra fazer piada, eu ia dizer que o filme é uma maravilha, que a Samara é uma tetéia [Não que a atriz que a interpreta não seja, mas a questão aqui é um personagem, que teoricamente é uma pirralha de 8 anos], que a galera toma decisões ponderadas e com grande reflexão. Mas nada disso acontece feijoada. continue lendo »
Café e cinema, em plena quarta-feira, é um luxo que não posso me dar toda a semana. A sala estava mais cheia do que o normal para a sessão vespertina de Elle, muito bem cotado entre a crítica, especialmente pela performance de Isabelle Huppert. Na trama, ela é a bem sucedida Michèle, dona de um passado sombrio e que se encontra mais uma vez em uma situação delicada ao ser estuprada e perseguida pelo homem que a violentou. continue lendo »
La La Land chegou com o pé na porta das premiações. Emma Stone e Ryan Gosling foram coroados como melhores atores na categoria de comédia ou musical do último Globo de Ouro. O longa abocanhou outros cinco prêmios na ocasião, inclusive o de melhor filme, direção e música original, a socorro, meu deus, tô apaixonada grudenta City of the Stars . Com toda a pompa de vencedor, é forte candidato ao Oscar, que acontece no próximo 26 de fevereiro, então era preciso conferir. Afinal de contas, quero garfar os bacons de todo mundo pelo segundo ano consecutivo no nosso tradicional bolão. Prioridades: A gente vê por aqui. continue lendo »
Por meio de uma tecnologia revolucionária que destrava suas memórias genéticas, Callum Lynch (Michael Fassbender) experimenta as aventuras de seu ancestral, Aguilar, na Espanha do século XV. Callum descobre que é descendente de uma misteriosa sociedade secreta, os Assassinos, e acumula conhecimentos e habilidades incríveis para enfrentar a organização opressiva e poderosa dos Templários nos dias de hoje.
Eu não sei como andam os jogos de Assassin’s Creed atualmente, sei que foi lançada coisa pra caralho, aparentemente um personagem-chave morreu [E eu não vou falar quem é, já que eu nem joguei então não posso afirmar nada]. Mas tão prometendo filme da parada desde os idos de 2011, e a produção que ia ser da Sony com a Ubisoft melou, e a Sony caiu fora porque a Ubisoft queria poder censurar o criativo. Foi então que a Fox viu uma oportunidade e falou: É aqui que eu cago! O que, você achou que finalmente um filme baseado em um jogo ia ser bom? Quanta ingenuidade. Quase tanta quanto a minha, que não tava acompanhando a produção e pensava: Olha, parece que dessa vez vão acertar um filme baseado em jogo. Ledo engano. continue lendo »
María Nieves e Juan Carlos Copes se conheceram em um clube de dança. Ela ainda era muito jovem e conhecia pouco da vida, com seus sapatos furados e rodeada pela pobreza. Ele, apesar da perna de pau, era esforçado e criativo. Quando trocaram olhares pela primeira vez, traçaram seus destinos no tablado portenho. Aprenderam a dançar juntos e, com a prática e seus maneirismos característicos, formaram por 40 anos a dupla mais importante do país, estrelando musicais na Broadway e longas turnês pela América do Norte. Os bastidores dessa história são contados por meio de dança e entrevistas, com ar de conversa de bar, no belíssimo documentário O Último Tango , de German Kral. continue lendo »
2017 nem começou pra valer e lá estava eu, na primeira sessão de Animais Noturnos do dia. Esse é o nível de tesão que eu estava para assistir ao thriller protagonizado por Jake Gyllenhaal e Amy Adams, que encarnam o ex-casal Edward e Susan, reconectados após quase 20 anos graças a um livro escrito pelo protagonista. continue lendo »
Holding the Man é um daqueles filmes que ficam escondidos nas profundezas da Netflix e são sugeridos com base no que você vem assistindo. Eu não sei exatamente o que eu vi para aparecer entre os meus must see, mas o fato é que o mix de insônia com vontade de aproveitar ao máximo minha conta, que andava meio abandonada desde Black Mirror, me fizeram clicar pra conferir. Quase duas horas depois, posso dizer que dormi com uma grata surpresa e um travesseiro encharcado de lágrimas. continue lendo »
Desta vez, Kirk (Chris Pine), Spock (Zachary Quinto) e a tripulação da Enterprise encontram-se no terceiro ano da missão de exploração do espaço prevista para durar cinco anos. Eles recebem um pedido de socorro que acaba os ligando ao maléfico vilão Krall (Idris Elba), um insurgente anti-Frota Estelar interessado em um objeto de posse do líder da nave. A Enterprise é atacada, e eles acabam em um planeta desconhecido, onde o grupo acaba sendo dividido em duplas.
Começa a tocar a musiquinha e já sobe aquele arrepio na espinha, o coração dá uma leve acelerada, eu fico preocupado e ligo pro meu médico, ele me mete o esporro e me manda tomar o remédio, eu desligo o telefone, pego uma lata de cerveja e a garrafa de rum e continuo assistindo Star Trek.
Caras, eu devo dizer que eu fiquei bastante chateado com a morte do Anton Yelchin. Eu gostava dele no novo Hora do Espanto e em O Estranho Thomas. O papel dele em Alpha Dog também foi bem legal e emocionante. Uma pena o que aconteceu com o jovem rapaz. Enfim… continue lendo »
E não é que, cinematograficamente, o fim de semana foi produtivo? Ficar de molho, com febre alta, tem suas vantagens quando você está atrasada em seus compromissos com a Netflix e o universo cinematográfico em geral. Entre uma dose de Tylenol Sinus e outra de Keflex, conferi Sangre de mi Sangre, A Chegada e Para Elisa. Spoiler: A proporção entre minha melhora e a qualidade dos filmes é inversamente proporcional. Vamos às considerações. continue lendo »
Tudo o que eu queria era chegar com resenhas novas de filmes fresquinhos que eu estou louca pra ver. Mas é claro que as migas quiseram ver gore dos anos 80 na minha festinha de aniversario prive e eu assisti pela, provavelmente, terceira ou quarta vez, Sleepaway Camp. Lançado em 83 e protagonizado por Felissa Rose, o original jamais foi lançado no Brasil, talvez por ser muito, muito, mas MUITOtrash, ou por abordar uns temas, muito, muito, mas MUITO pesados. Enquanto o segundo e o terceiro são mortes atrás de mortes, sem grandes conflitos além da moralidade sexual, o primeiro tem todo um drama psicológico por trás que eu sempre ignorei. Porque era só uma criança quando assisti e a dimensão e a percepção das coisas mudam quando você tem 8, 18 ou 28 anos de idade. continue lendo »