Traição e Assassinato no Museu de Guerra

baconfrito quarta-feira, 27 de setembro de 2017 – 1 comentário

Talvez esteja na hora, sabe? De aceitar que as coisas mudam, que não há realmente como impedir a mudança, e que “eventualmente” não seja “algum dia” mas “agora mesmo”… E que talvez devêssemos abraçar essa metamorfose de hábitos e padrões, e pensar em construir o futuro sob esta nova base, deixando de lado o hábito e a familiaridade mesmo que estes não tenham nada particularmente errado e nem estejam de fato ultrapassados: Talvez seja hora de aceitar que a fotografia não veio para substituir a pintura, mas sim as palavras escritas; que a TV pertence à filmes, séries longas e reality shows ao invés de programas pontuais, de auditório, de documentários ou desenhos infantis; que videogames sejam mais cinicamente comerciais que o cinema, e que este deva sim focar em grandes produções ao invés de experimentalismo.

Talvez esteja na hora de olhar ao nosso redor e ver que o mundo que temos hoje, o mundo que fizemos e fazemos, não mais comporta as mídias do jeito que elas eram feitas e tratadas no passado. continue lendo »

Música de 2016 com carinha de 1986

Música quarta-feira, 07 de dezembro de 2016 – 0 comentários

Tô eu aqui em casa, com texto pra fazer, e resolvo olhar à minha volta pra ver com que tipo de porcaria eu posso preencher as próximas linhas sem precisar de muito esforço ou tempo, mas de modo que eu não pareça totalmente um zé ruela, e aí eu me dei conta de que faz um tempinho desde nossa última conversa sobre músicas. Então vamos falar sobre música.

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Sua webcomic é ruim, mas você pode consertar

Webcomics quarta-feira, 03 de agosto de 2016 – 0 comentários

Com o Jo rasgando verbo sobre os personagens quadrinísticos em tudo que é mídia menos quadrinho eu resolvi fazer o contrário… Ou quase: O Pizurk e eu lemos webcomics e, até onde sei, o Jo e a Nelly tem mais coisas pra fazer na vida, mas o importante mesmo é que tem muito mais quadrinho na internet que fora dela, mas isso não é tão legal quanto poderia ser.

 Dá pra ser mais genérico? Não!

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Não ouça música

Música quarta-feira, 20 de julho de 2016 – 0 comentários

Outro dia fui comprar CD. CD mesmo, aquele disco de 12 cm, com capa de plástico, encarte, capa. Parece estranho, hoje, como esse tipo de coisa se tornou obsoleta. Sinceramente acho que, em alguns anos, CD será uma espécie de “versão de colecionador”, do jeito que os videogames fazem hoje com estátua, mapa, conteúdo extra e mais um monte de treco. Acho mais fácil o CD sumir que o LP. LP é retrô, é indie. O CD é só a versão física do que você tem digitalmente.

 Se você não conhece isto, é muito novo pra estar na internet.

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Lendo de trás pra frente

Livros terça-feira, 29 de julho de 2014 – 4 comentários

Ler é um troço monótono e repetitivo por si só: Você abre o livro, revista ou o que quer que seja, prende os olhos lá na primeira linha e passa para a linha de baixo quando acabou a primeira; repete isso até o final da página, a vira, e começa de novo, folha após folha, até o final do livro. A graça de ler está no quê se lê, não na leitura em si, e isso é um daqueles problemas irrelevantes pra gigantesca maioria da população e que alguém oi, prazer tem que fazer alguma coisa sobre isso.

 Ahh, internet.

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As mídias e as massas

Livros terça-feira, 08 de Abril de 2014 – 2 comentários

Tava outro dia, suaves e de boas, deitado na rede, aproveitando a vagabundeagem de vida, quando ocorreu-me um pensamento: Os livros nunca foram um instrumento de massa, já a TV e o rádio, sim. Acreditem, pode parecer estranho falando assim, mas eu vou explicar. Ignorem este parágrafo tosco e leiam o resto.

Só pra dar aquela ilustrada.

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Como um tiro certo, ele veio

baconfrito sexta-feira, 14 de Fevereiro de 2014 – 2 comentários

Porra, aí tu vai, tu faz os bagüio, vê a porra toda, pra, no fim, dar tudo errado pelo simples motivo de que foda-se você. É um absurdo. Eu quero IBÁGENS.

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Eu sei que você não é um gibizinho tolo

HQs segunda-feira, 18 de novembro de 2013 – 0 comentários

Recentemente criei vergonha na cara e resolvi consertar alguns erros: Finalmente fui ler Watchmen, V de Vingança, Os Livros da Magia, as graphic novels da Turma da Mônica, e alguns outros títulos clássicos ou, no mínimo, recomendáveis. Caso não tenha ficado claro, são todos quadrinhos. Eu precisaria ler mais coisas da Marvel também, mas se eu começar a comprar essas novas edições aí vou ter que comprar tudo, então foda-se o Tio Stan.

 Pra foder o cu da galera mesmo.

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Não lutemos contra o amanhecer (Ou “Desculpa qualquer coisa”)

Analfabetismo Funcional terça-feira, 12 de Março de 2013 – 1 comentário

Agora que devo deixar esta coluna, não me lembro de nenhum momento de despedida num livro. Não que não tenha, tem um monte, mas simplesmente não ocorre nenhum. Parece algo banal, mas não é… Não nos livros. O ponto é que, normalmente, ou as pessoas morrem ou vão para o mundo das fadas ou vão embora, sem despedidas. Quero um grande momento. continue lendo »

Mídia vs. Estilo: O embate final

Nona Arte quarta-feira, 24 de novembro de 2010 – 3 comentários

Ficção científica!

Biografia!

Narrativa histórica romantizada!

Terror!

Coração! Pela união dos seus poderes, eu sou o Capitão Planeta! Romance!

Sabem, eu gostava de remoer no assunto “discriminação das HQs”. Era um tema interessante, que me permitia divagar loucamente e encher linguiça quando me faltava criatividade. A partir de hoje, porém, não mais tocarei nesse assunto, pois finalmente encontrei a solução para o mesmo. Como? continue lendo »

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