Street Fighter Com: Noah Centineo, Andrew Koji, Callina Liang, Joe “Roman Reigns” Anoa’i, David Dastmalchian, Cody Rhodes, Andrew Schulz, Vidyut Jammwal, Eric André, 50 Cent, Jason Momoa, Olivier Richters, Hiroki Gotô, Kyle Mooney e Mel Jarnson
Lá nos idos de 1993, Chun-Li convoca os lutadores Ryu e Ken Masters pra participar do World Warrior Tournament, que é basicamente trocação desenfreada. Acontece que esse campeonato de estapeamento é só um disfarce pra algo muito mais sinistro: Uma galera jogando videogames Conspirações mil rolando nos bastidores mundiais.
Eu sei que esperar adaptação de jogo ser razoável é pedir pra se decepcionar, mas pelo que eu vi desse aqui é bagaceira mesmo. continue lendo »
Recentemente o Google Chrome lançou no Chrome Web Store um emulador de MAME (Arcade), e agora você pode rodar jogos do fliperama diretamente do seu browser. Claro que eu me empolguei com a ideia, afinal, sempre fui um grande fã desses jogos. Instalei o tal aplicativo na maior felicidade, mas o puto não funcionou. Como eu já tava na empolgação pra dar um hadouken na cara da Chun-li, acabei baixando emuladores e roms para me divertir, e agora tenho um compromisso sério com o Ken e o Akuma todos os dias. continue lendo »
A coluna de hoje é dedicada ao momento mais mágico de qualquer Street Fighter: o comeback, a vingança instantânea ou, como eu prefiro chamar:
CHUPA FDP!
Todos nós já passamos pelo momento CHUPA FDP! um dia; você tá lá vendo aquela telinha de ” Round, One, FIGHT!” e pensando em que estratégia adotará contra o fdp que tem a miserável tarefa de tentar te derrotar em SF. O round começa e o desgraçado consegue te acertar dois chutes médios e uma fireball COM O DHALSIM, te deixando puto, o que faz com que você parta com sanguenozóio pra cima do infeliz. Aí ele se teleporta pra trás de você e solta um yoga flame, te arremessando em seguida. Você nem sabe como, mas já tá com só um quarto da sua energia sobrando. Foda.
Duplicidade: O diretor/roteirista Tony Gilroy (Conduta de Risco) gosta de retratar os bastidores das grandes corporações e, principalmente, retratá-las como se fossem um inimigo em comum na sociedade, claro que não de maneira simplista. Seu roteiro é um pouco irregular neste filme, principalmente devido aos inúmeros flashbacks. No entanto, é inegável que a trama possui inteligência e o casal de protagonistas é um charme (que saudades do belo sorriso de Julia Roberts). Na trama, a agente da CIA Claire Stenwick e o agente da MI6 Ray Koval deixaram o mundo da espionagem governamental para trás para se beneficiar de uma altamente lucrativa guerra fria entre duas corporações rivais. A missão deles? Encontrar a fórmula de um produto que renderá uma fortuna à empresa que a patentear primeiro. Para seus empregadores nada é proibido e, com muita coisa em jogo, ninguém sabe quem está enganando quem. Enquanto tentam passar a perna um no outro, Claire e Ray veem seu plano em perigo pela única coisa que não conseguem driblar: o amor. Confira a resenha AQUI.
Distribuidora: Paramount continue lendo »
Hoje discorreremos sobre o importantísimo tema “jogos de bróder”. “Mas que porra é essa de jogos de bróder agora?”, vocês se perguntam. “Por que caralhos você fica inventando nomes novos toda hora?”, vocês me perguntam. “Você deve ter merda na cabeça”, vocês comentam. “Vou parar de ler essa coluna ridícula”, vocês prometem.
Mas nunca cumprem. Vocês continuam lendo o que eu escrevo. Já mudei a coluna pro sábado pra ver se menos gente lê, mas vocês continuam aqui. As vozes. As vozes na minha cabeça. São elas que criam novas palavras e expressões gamísticas. As vozes não param.
Vocês sabem, eu bebo. E quando eu bebo eu resolvo jogar vídeo-game. Aí eu tava jogando Street Fighter IV com um bróder essa semana. Eu gosto de jogar bêbado, as coisas ficam extremamente divertidas e você ainda tem uma bela desculpa caso começe a tomar UMA SURRA do oponente; “ei, só estou perdendo porque TÔ BEUBO ok?”
Feio bater em bêbado
Mas eu nem tava tomando uma surra. Na verdade as partidas estavam bem equilibradas, com uma porcentagem de vitórias de 52% a 48% ou algo assim. O melhor jeito de jogar Street Fighter com um oponente humano é colocando no random, na tela de escolha de personagens. Deixe a sorte escolher com qual lutador você vai jogar, e depois xingue as batalhas improváveis que acontecem. Eu estava me divertindo muito com as partidas, a não ser por um detalhe: o fidaputa que tava jogando comigo ficava dando pause de 30 em 30 segundos pra conferir os golpes do personagem com que ele tava jogando, já que o personagem era random e nem sempre ele dominava 100% dos golpes do lutador em questão. QUEM joga com o Dan porra? O cara é um bosta. NINGUÉM sabe os golpes do Dan, porque ninguém nunca pega ele pra jogar e tals. E aquele gordão novo, que eu nem lembro o nome? É óbvio que você vai apanhar com aquele cara, já que nunca quis jogar com ele antes.
Às vezes a vida tem desses lances; a gente acaba se deparando com coisas no mundo que são diferentes do que imaginávamos nas nossas alcoolizadas cabeças, e quanto antes aceitarmos os fatos e pararmos de espernear, melhor.
Sabem aquele lance dos games chamado hype? Quando os desenvolvedores e distribuidores do jogo fazem tanta onda antes do lançamento, e criam tanta expectativa que quando você pega o jogo pra jogar mesmo ele é uma bosta fumegante?
Então, nesse caso o hype não era só hype:
Você sabe que um jogo é bom quando eles botam menininhas de saiote na propaganda (heh) mas acho que eu ainda preferia ver uma cosplayer de Chun-li no lugar da Sakura.