Só uma mensagem

Televisão quarta-feira, 10 de novembro de 2010 – 3 comentários

Qual a sua mensagem pra Terra, Bilu?

– Apenas que… Busquem conhecimento.

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Morre Lombardi, o locutor mitológico do SBT

Televisão quarta-feira, 02 de dezembro de 2009 – 4 comentários

Hoje, dia 2 de dezembro de 2009, é um dia triste para a televisão brasileira, quiçá mundial: Lombardi, o locutor onipresente do SBT, morreu, aos 69 anos de idade. Luiz Lombardi Neto estava bem de saúde, sem nada que indicasse o falecimento, segundo o irmão do locutor, Reinaldo Lombardi. Na manhã de hoje, porém, Lombardi não se levantou para ir trabalhar. Quando sua esposa foi chama-lo, percebeu que o mesmo estava morto.

O velório será hoje, quarta-feira, as 16h, no saguão da Câmara Municipal de Santo André, cidade do ABC paulista onde Lombardi residia.

O SBT divulgou nota onde classificou o locutor como “grande companheiro de Silvio Santos e da emissora”, e que tal acontecimento ocasionou “muita tristeza” por parte da casa e do patrão, Sílvio Santos.

Nascido em 1940 no bairro paulistano do Bexiga, reduto italiano da capital paulista, o locutor era palmeirense convicto. Lombardi era o funcionário mais antigo de Sílvio, trabalhando com ele a cerca de 40 anos, e o dono do SBT não gravava se Lombardi não estivesse presente no estúdio, devido a sintonia da dupla.

E mais um dos ícones da televisão brasileira se vai. 2012 tá ae.

Disney terá primeira princesa negra em seus desenhos

Cinema sexta-feira, 20 de março de 2009 – 1 comentário

Finalmente a empresa do velho Walt terá uma princesa negra no próxima longa batizado de “A Princesa e o Sapo”, com estreia em dezembro nos EUA e início de 2010 por aqui.

A história é das mais manjadas dos contos de fadas e clichês de amores impossíveis.

Prestenção na história.

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As novas crias de Arquivo X

Sit.Com terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 3 comentários

Em alguma coluna passada, eu havia comentado que não existia mais séries com temáticas similares ao inesquecível Arquivo X (1993-2002). No entanto, nesta temporada, duas séries se apresentam com temas bastante familiares para os excers, Eleventh Hour e Fringe.

Ambas séries pertencem, por nossas bandas, ao canal Warner. Inclusive Eleventh Hour já está em exibição pelo canal às segundas no horário de 22h, enquanto Fringe ficou para o ano que vem.

Ambas trabalham, principalmente, com o lado científico que Arquivo X mostrava em suas investigações semanais, pelo menos por enquanto, não há menção de eventos sobrenaturais e, muito menos, de extraterrestres. A maior diferença até aqui entre as séries é que Elenveth Hour não evoluiu sua trama além do formato caso da semana enquanto, Fringe, mesmo um pouco abaixo do esperado, já ilustrou em seus episódios a possibilidade de uma grande conspiração e, a princípio, corporativa e não governamental.

Eleventh Hour é a nova produção de Jerry Brukheimer, responsável por CSI e Cold Case. Não se trata de uma série criada por ele, mas de uma versão americana de uma produção inglesa de 2006 (de fracasso retumbante), exibida pelo canal ITV e estrelada por Patrick Stewart, de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. Eleventh Hour, no entanto, é uma série complicada de se assitir, não pelas questões abordadas nos episódios (como, por exemplo, criogenia, manipulação de vírus e agrotóxicos), mas pela qualidade e ritmo da série. Até o momento, a dupla formada pelos atores Rufus Sewell e Marley Shelton, é de uma infelicidade ímpar, principalmente, por Marley. A agente do FBI, Rachel Young, não tem função na trama, além de servir de babá para o biofísico Jacob Hood, falta um aprofundamento de ambos personagens.

Com dois problemas graves dentro de uma série (elenco e roteiros) fica difícil indicar a Eleventh Hour para alguém, no máximo, dá pra comentar e quem tiver interesse ou curiosidade, dê uma espiada. Você pode se perguntar então porque eu ainda assisto a série, e eu, no máximo, posso responder curiosidade quanto às questões cientifícas mostradas em cada episódio, mas sem maior vínculo ou expectativa.

Quanto à Fringe ocorre o oposto, mesmo ainda não tendo estourado, pelo menos em audiência, Fringe já conseguiu ultrapassar as barreiras da televisão (especialidade de seu criador J. J. Abrahms, de Lost), com discussões na internet sobre detalhes da cada episódio. Não esqueçam que Fringe mesmo tendo casos isoldados a cada episódio possui uma grande conspiração sendo construída, chamada de Padrão. Um dos grandes destaques para mim são as aberturas dos episódios, não lembro de ter observado isto em outra série, as sequências são alucinantes e muito tensas, fantásticas mesmo.

No entanto, Fringe, tem um grande problema em suas mãos, a protagonista Anna Torv, não possuiu muito carisma e nem mesmo talento para encarnar a agente Olivia Dunham, a atriz não consegue escapar muito da meia dúzia de caras e bocas que tem. Isto sem contar com o sorrisinho sempre sarcástico de Joshua “Pacey” Jackson, menos mal, que os veteranos Lance Reddick (de Lost) e John Noble (O Senhor dos Anéis) carregam o elenco menos qualificado nas costas.

Disney não quer saber de fumantes!

Cinema segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 4 comentários

Sinceramente, eu nunca imaginei que fosse sorrir lendo uma notícia da Disney. Eles comunicaram quarta-feira passada que vão erradicar fumantes de seus próximos filmes.

Ou seja: Nos próximos filmes da Disney, você não vai ver mais alguém fumando, ou até mesmo FALANDO sobre cigarro. Talvez nem aquelas plaquinhas “Proibido fumar” apareçam. Tá, seria exagero até mesmo pra Disney.

Agora, eu, um anti-tabaco? Que nada, o tabaco é um dos maiores controladores populacionais do mundo, eles garantem que os metrôs não fiquem tããão lotados na hora do rush. Eu só não suporto ver atores fumando durante os filmes, acho totalmente desnecessário. No filme Clube da Luta, por exemplo, Marla Singer fuma um atrás do outro, o que a torna mais broxante ainda.

Enfim, eu não vou muito com a cara da Disney, mas achei do caraleo. Só espero que eles não comecem com campanhas anti-tabagismo, isso enche o saco.

confira

quem?

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