Sally Hurst (Bailee Madison), uma criança solitária e introvertida, acaba de chegar a Rhode Island para morar com o pai, Alex (Guy Pearce), e a nova namorada dele, Kim (Katie Holmes), na mansão do século 19 que eles estão reformando. Enquanto explora a ampla propriedade, a menina descobre um porão oculto, intocado desde o estranho desaparecimento do construtor da mansão um século antes. Quando Sally, inadvertidamente, liberta uma raça antiga e obscura de criaturas que conspiram para dragá-la para as profundezas infinitas da misteriosa casa, ela precisa convencer Alex e Kim que não se trata de uma fantasia – antes que o mal que espreita na escuridão os consuma.
Eu não sei se vocês sabiam, mas na idade média elfos, fadas, trolls, orcs e essas criaturas míticas eram todas farinha do mesmo saco, tudo bicho do mal. Não se sabe porque caralhos depois houve uma diferenciação [E a humanidade resolveu abaitolar as fadas e os elfos], e hoje em dia eles são tidos como criaturas graciosas, delicadas, bondosas e todo esse tipo de frescura. Mas é claro que nem todo mundo tem essa visão. continue lendo »
A Morte está mais onipresente do que nunca e é desencadeada quando a premonição de um homem salva um grupo de trabalhadores de um terrível acidente em uma ponte pênsil. Mas este grupo de almas fora de suspeita nunca deveria ter sobrevivido e agora, em uma apavorante corrida contra o tempo, eles tentam desesperadamente descobrir uma maneira de escapar da agenda macabra da Morte.
O que falar de um filme de mortes ridículas/absurdas/terrivelmente divertidas que já está na quarta continuação [O primeiro não foi uma continuação, realiza]? Não dá pra dizer muita coisa, porque tudo soa como spoiler, não importando que quem vai ver esse tipo de filme já sabe como vai ser, do começo ao fim, porque já viu todos os outros. Mas quem liga pra isso? A ideia não é se divertir com as mortes tão toscas que não dá pra acreditar que fizeram daquele jeito mesmo? E eu posso dizer que Premonição 5 cumpriu com louvor essa meta. É cada morte mais ridícula que a outra. E tudo em 3D, que não muda muita coisa, mas dá uma sensação de proximidade com a tela. continue lendo »
Carros. Porra, eu gosto de carros, preferencialmente os antigos. Uma vez inclusive eu falei aqui em um texto sobre o Opala 85 que foi parte da minha infância. Por esse meu gosto por automóveis e coisas antigas, minha namorada, depois de ler Christine, do Stephen King, só me disse “Cara, cê vai gostar desse livro”.
Um pai de família certo de que sua filha adolescente está possuída por um demônio, pede ajuda ao reverendo Cotton Marcus, que deve ser exorcizado antes que uma tragédia inimaginável aconteça.
Antes de mais nada, devo avisar você, leitor imbecil querido, coisas sobre esse texto:
Ele contem ódio. Muito ódio.
E spoilers. Muitos spoilers.
Sem contar que essa sinopse, que eu me baseei pra escrever a que eu coloquei nas estreias, tá totalmente por fora. O filme é, sim, sobre exorcismo, mas não é bem assim. continue lendo »
Justin Biba, Restart, Crepúsculo… Que a nova geração está perdida, isso ninguém pode duvidar, mas quando, no caso do último, alguma autora pega um dos personagens mais míticos da literatura (E por consequência, do cinema) e transforma em um bando de purpurina, está na hora de meter o pé no freio. E acredito que a melhor forma de fazer isso é revendo um pouco dos vampiros de verdade que já passaram pela telona. Então, vamos que vamos. continue lendo »
Em homenagem ao Bacon, que ficou louco essa semana (Ou ao menos sem pagamento), vou falar sobre como a loucura (Em um nicho separado dos serial killers) foi retratada no cinemas. Apenas três filmes, mas que possivelmente forma a melhor compilação que essa coluna já abordou. continue lendo »
E continuamos nossa saga pela mitologia do terror no cinema. Não sei quanto vocês, mas só de reassistir alguns desses filmes para realizar essa coluna, eu comecei a perder um pouco do preconceito. Ou foi só porque o tema de hoje, mesmo não prometendo muito – trouxe um trio de filmes lendários (E um apenas divertido) e eternizados na história do cinema.
Mas antes de irmos a eles, vamos ver as curiosidades que o Wikipédias nos traz sobre o tema: continue lendo »
Quando comecei a escrever essas colunas temáticas, nunca imaginei que encontraria tanta divergência, quanto a qualidade, de acordo com os gêneros. Se comecei com o pé esquerdo falando sobre Múmias, hoje eu definitivamente estou pisando com o pé direito. Mas deixemos de enrolação e vamos ver o que o cinema nos traz sobre possessões demoníacas. continue lendo »
Ah… os animais. Possivelmente o pior motivo para se fazer um filme. Quem nunca xingou a TV ao descobrir que o filme da sessão da tarde seria Buddy 3 – Um Cãozinho do Barulho, ao invés de Curtindo a Vida Adoidado que atire a primeira pedra. Sério. O único filme minimamente bom que eu consigo pensar, que tenha um animal protagonista, e não seja uma animação é Babe – Um Porquinho Atrapalhado. E eu estou falando sério. NÃO – A Revolução dos Bichos não conta.
Mas quando tiramos o cargo de protagonista e damos um ar de antagonismo para uma espécie animal, a coisa muda de figura. Não que melhore muito, ainda temos A Gangue dos Dobermans Assassinos e Anaconda, mas ao menos alguns clássicos se destacam. E são sobre eles que vou falar hoje. continue lendo »