Nosso personagem gay, negro e autista ainda pula

Games quarta-feira, 02 de agosto de 2017 – 0 comentários

Já tem um par de semanas que eu venho dividindo o meu tempo ler mais sobre RPG e jogar Factory Idle, sendo que vez ou outra surge um Dishonored, Papers, Please ou o PS2 aí no meio, e eu me peguei pensando onde exatamente os jogos vão parar no futuro…

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Foto do futuro

Contos terça-feira, 13 de março de 2012 – 5 comentários

– Então… Agora há pouco eu estava andando, vindo aqui pra sua casa, quando alguém se aproximou de mim. Um sujeito estranho. Sobretudo preto, cabelo bem penteado, me cumprimentou tirando o chapéu, carregando uma coisa que parecia uma câmera. Parecia, sei lá, um fotógrafo dos anos 50. Ele parou perto de mim ali na rua, ali na esquina, é. Perto da padaria. Lembrando agora, eu não o achei suspeito sabe. Só era esquisito. Tinha uma coisa nos olhos, que não dava pra ver muito bem. O chapéu e a luz do poste não ajudavam. Tinha gente na padaria, não achei também que fosse nenhum perigo.

A mulher parou, olhando pro rosto do namorado enquanto ele narrava os tais fatos. Não se aliviou, e a história estranha pedia questões: -Assim, na chuva? continue lendo »

Como Ganhar Dinheiros Com Música Grátis

New Emo quinta-feira, 13 de maio de 2010 – 3 comentários

Pois bem.

Cês lembram das aulas de história, o nomezinho que davam pras sociedades de acordo com o contexto? Sociedade Grega, Sociedade Iluminista, Industrial, blábláblá. Nós veve na Sociedade da Informação agora, manolo! Mas calma, não precisa se preocupar. É a alcunha bonitinha pra dizer que, hoje em dia, vale mais ter a informação do que qualquer coisa. Tipo meio de produção e tal. Por isso Brasil se fode exportando commodities e não a maneira de tratá-los. Mas enfim, apesar de conter dinheiros no meio, o papo aqui é música.

Puxa o banquinho e abre o Toddynho! Mas sem deixar sujeira. continue lendo »

Consoles PRA QUÊ?

Nerd-O-Matic quinta-feira, 09 de julho de 2009 – 10 comentários

Olha só: na verdade o texto de hoje deveria ter saído na semana passada, como uma continuação da coluna da semana retrasada, porque faria muito mais sentido e daria um senso de fluidez comunicativa ao assunto. Mas sabem o que acontece?

Eu bebo.

Eu bebo e esqueço das coisas que tinha planejado. Aí, às vezes eu lembro delas duas semanas depois. Mas é como dizem na bíblia: antes tarde do que mais tarde. Mas enfim, repitam comigo:

MORTE AOS CONSOLES!!111

 PEGA MATA REX!

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A próxima geração de consoles não existe

Nerd-O-Matic quinta-feira, 25 de junho de 2009 – 19 comentários

Porra, é impressionante como tenho visto por aí notícias sobre a “nova geração de consoles”. O povo acredita mesmo que vai sair um Xbox 720 ou um PS4. Cês são tudo lôco, caralho.

Os boatos vieram à tona novamente com o Project Natal, da Microsoft. BOATOS dizem que a Microsoft lançará seu novo console com o Project Natal, já no ano de 2010.

Quem acredita nisso é DUPLAMENTE burro; primeiro por acreditar em videozinho editado do Natal, e segundo por acreditar que a Microsoft tem bala na agulha pra lançar console NOVO. Nenhuma das três grandes produtoras tem bala na agulha pra lançar um console novo, creiam-me. E não falo isso por ser um grande conhecedor das três empresas, mas sim porque eu tenho um cérebro, e uso ele pra pensar.

Pensem comigo.

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Overdose Sci-Fi: Diferenças entre mundos de ficção científica

Analfabetismo Funcional segunda-feira, 19 de maio de 2008 – 0 comentários

Essas diferenças entre os mundos de ficção científica é o que mais me diverte enquanto leio as obras. Enquanto me preparava para o Overdose, li 19 livros de diversos autores, mas 3 em especial me chamaram a atenção, pois suas obras eram muito iguais em abordagem de temas mas os mundos que eram apresentados aos leitores eram um tanto diferentes de um para o outro.
Começando por Isaac Asimov, que aqui você já pode conferir a resenha de alguns livros dele, como Eu, Robô e O Homem Bicentenário. Ele era um cara que escrevia muito, mas quando digo muito, era realmente bastante, escrevia tanto que eu cheguei até a ter dificuldades pra escolher quais livros dele falar mais, mas isso não vem ao caso. Suas histórias falavam sobre um futuro que a humanidade era bem desenvolvida, mas tudo com a ajuda da robótica, e os robôs eram regidos pelas três leis da robótica, que garantiam que eles nunca iriam machucar um ser vivo e sempre obedecer qualquer ordem, se não fosse contra as regras.
O segundo autor em questão é Arthur C. Clarke, escritor de 2001: Odisséia espacial e que morreu nesse inicio de ano, que também tem suas histórias focadas em viagens espaciais e como não pode deixar de ser, inteligências superiores a da raça humana, seja criada ou muito mais antiga que o próprio universo.
O terceiro autor só entrará em campo daqui a pouco. Primeiro de tudo, vamos fazer com que esses dois autores entrem na porrada tenham suas diferenças apresentadas, só pra facilitar um pouco.
Enquanto um era O CARA pra falar sobre tecnologia e sobre um futuro que era mais parado, que ficava mais tempo no planeta e que demorou séculos para conseguir se expandir, o outro foi mais otimista, falando sobre viagens distantes em anos que já se passaram atualmente. As tecnologias também eram regidas por diferentes aspectos. Enquanto em um os robôs eram apenas auxiliares, muitas vezes sendo considerados menos do que isso, em outro a tecnologia tinha um papel por vezes superior ao confiado a humanos. Mas apesar de serem diferentes, eles compartilhavam vários tipos de idéias parecidas, como essas mesmas tecnologias com problemas que muitas vezes davam mais trabalho do que ajudavam. Vide HAL-9000 para mais detalhes. Ô computador mais… filho da puta.
Agora que esses dois já foram meio que comparados, vamos colocar mais um na linha de tiro. O autor que entrará agora é um cara que falava do futuro como se fosse um reflexo de um passado muito sujo, com drogas, assassinatos, lixo, muito lixo, destruição e sociedades muito relaxadas. O autor que estou falando se chama Philip. K. Dick.
Suas histórias sempre tinham (tem, livros são eternos) elementos que fazem com que o futuro, muitas vezes mostrado como um lugar frio e com pessoas muitas vezes reservadas demais, tenha um lado mais humano, com pessoas divertidas, fazendo coisas que não se diferenciam muito das feitas atualmente. as inteligências superiores ainda estão por lá e as viagens planetárias também, mas elas são muito diferentes. Em uma das histórias do livro de contos O Vingador do Futuro, chamada A Mente Alienígena, há um bom exemplo de como formas alienígenas podem ser maldosas e bem humoradas ao mesmo tempo. Esse livro é um pouco difícil de encontrar por aí, mas se encontrar, pegue pra ler nem que seja essa história, pra entender o que estou dizendo.
Mas o que podemos concluir disso tudo? Que o futuro é um lugar que ainda não existe, pelo menos não da maneira que eles falam. Se fosse pra escolher, pegaria o futuro de Phillip K. Dick. Se é pra viver num futuro, quero que ele pelo menos tenha coisas legais para se fazer.

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