Depois de hoje, cheguei à conclusão de que meu carma é forte. Se é pro bem ou pro mal, não sei, mas é tenso o bagulho. A saga começou às nove da manhã, em ponto, quando levantei da caminha, escovei os dentinhos, arrumei o quartinho, e sentei a bundinha no computadorzinho prontinha pra comprar o tão sonhado ingressinho pro dia 14. continue lendo »
Tava eu aqui, de bobeira, pensando numa música pra apresentar pra vocês [Não que vocês mereçam, mas beleza], quando pedi uma sugestão pra Bruna, do Serial Séries [Não vão lá, eles são doentes, sério], que me passou uma música chamada Love Bites (So Do I), da Halestorm. Como eu já tinha ouvido falar da banda, fui atrás. E a música é relativamente legal, cara. Se você considerar que a vocalista é psicopata gostosa, cê tem a combinação perfeita pra um clipe sem graça, daqueles que é só a banda tocando, sem mais nada pra acrescentar. continue lendo »
Pois é galera, finalmente um festival me fez levantar dessa cadeira e ir conferir a parada ao vivo, sem o filtro das já famigeradas transmissões do Multishow. E te falar, apesar desse ser o primeiro festival de grande porte que eu fui, acho que dá pra dizer que o Lollapalooza se saiu melhor que os seus equivalentes no Brasil. Ou vão dizer que cês preferem o line up vergonha alheia do Rock in Rio e toda aquela sustentabilidade panfletária do SWU?
Em 2011, o ator inglês Hugh Laurie lançou seu disco de estréia, chamado Let Them Talk. É basicamente um disco de blues. Ou antes, de clássicos do blues, como Swanee River, por exemplo, a canção oficial do estado da Flórida, ou The Battle of Jericho, uma conhecida spiritual song (Uma música religiosa). Aliás, essa que trago a vocês hoje também é assim. Ela menciona a história bíblica de Jonas e a baleia (Como diz na primera frase, “they say the whale swallowed Jonah…”), e conta uma história em primeira pessoa de alguém que talvez tenha ido parar no estômago do bicho, ou talvez apenas se sinta assim. A origem da música, confesso, este autor não vos pôde informar, mas achei essa gravação mais antiga dela, por J. B. Lenoir e Freddy Below. continue lendo »
Crássico dos anos 70, Devil Woman [Não confundir com Evil Woman do Black Sabbath] foi um dos maiores sucessos do Cliff Richard, que apesar da cara de tia velha no clipe, é um dos maiores nomes da música britânica. Não que a música britânica seja grande coisa, mas tudo bem. continue lendo »
Antes de mais nada, eu vou avisando: Não sou profundo conhecedor de Mark Lanegan, só peguei as músicas dele pra ouvir por conta de The Gravedigger’s Song, e por conta do serviço do rapaz no Screaming Trees e Queens of the Stone Age, então se eu tiver falando bosta, cês me corrijam. Eu não vou mudar minha opinião por vossa conta, mas cês podem me corrigir o quanto quiserem. continue lendo »
Esses dias vagando por aí, me encontrei em meio a uma discussão musical com uma amiga que disse: Gostar de rock e samba é muito estranho. E não, não estávamos falando de Sambô, embora a discussão tenha começado por causa do grupo. E só pra constar, sim, eu gosto de Sambô. Mas a discussão era sobre você ouvir o bom e velho rock and roll e também curtir um bom e velho samba. Acho que o mesmo aconteceria se fosse com o forró e o rap, o funk e a música clássica… E antes de falar merda do funk, dê uma olhada no texto sobre funk feito por este mesmo gordo e aprenda algo. Enfim, vamos expandir este assunto sobre a intolerância musical.
E HOJE É DIA DE SÃO PATRÍCIO, dia de tomar Guinnessmais barata e comemorar o aniversário deste que vos fala. Como nunca na história desse país houve um clipe da semana com Dropkick Murphys, presenteio vocês com o clipe de I’m Shipping Up To Boston, música que já esteve em vários jogos, filmes e seriados, como Os Infiltrados, Lobster Wars, NHL 11 e Os Simpsons. Ouve ae que aposto que cês vão lembrar. continue lendo »
Em 1965, a banda britânica The Who lança seu disco de debut, My Generation. A música homônima, um dos maiores sucessos do grupo, fala sobre como a geração que eles faziam parte não era entendida pelos outros. Hoje eu botei um disco deles na vitrola, uma coletânea, e a primeira música foi justamente a referida e me levou àquele momento de epifania que a gente só vê nos filmes. Parafraseando a música, irei falar sobre a minha geração. continue lendo »
Eu me lembro de começar a ouvir Red Hot Chili Peppers no final do ensino fundamental. Na verdade, a atmosfera do colégio e da época respiravam essa banda, que estava em um dos seus momentos altos: Californication ainda era um sucesso, mas By The Way era a febre (E falo dos álbuns). Aquele que mais tarde seria um dos meus melhores amigos, e muito mais fã do Red Hot do que eu, estava presente naquela escola na mesma época. Inclusive, mais tarde ele também viria a me perturbar muito falando de CADA FAIXA do Stadium Arcadium. Bom, pois foi assim que passei a gostar da banda. E com o tempo, pude perceber finas curiosidades, não só da supracitada banda, dos nossos amigos Antônio Crianças e Pulga, mas de outros integrantes da indústria musical internacional. Tá confuso? Então vem comigo. continue lendo »