…Like Clockwork (Queens of the Stone Age)

Música quinta-feira, 23 de maio de 2013 – 1 comentário

E eis que chegou o novo álbum do Queens of the Stone Age e nada de resenha por aqui. Eu já não reconheço mais esse site… Mas vamos tentar consertar essa parada, antes que seja tarde demais. continue lendo »

Kyuss

Música quinta-feira, 24 de março de 2011 – 5 comentários

Kyuss foi uma das mais importantes e influentes bandas dos anos 90 em termos de rock pesado. Sem dúvida, o grupo estava a frente no seu tempo, estabelecendo novas referências e novos formatos, criando uma sonoridade que acabou rotulada de stoner rock.

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Rock and Roll: Seis Décadas (Parte 5 – Anos 90)

Música sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011 – 10 comentários

Os anos 90 se iniciaram muito mal. O que parecia ruim no início dos anos 80, ao longo da década foi piorando, piorando tanto que não havia mais como tudo se tornar pior do que já estava. Até o Michael Jackson tinha se tornada um compositor de péssima qualidade. E continuava fortíssimo nas paradas de sucesso. Mas nem tudo estava tão perdido assim.

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Stoner rock?

Música segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 – 6 comentários

Gosto de stoner rock a muito tempo, pelo menos uns 15 anos, enquanto todos estavam na modinha new metal (É galera, antigamente as modinhas eram bem melhores) eu me deliciava escutando o som de bandas maravilhosas. Claro que não conhecia as melhores, aquela era uma época muito difícil, você gastava a mesada toda com os CDs, que custavam os olhos da cara, não sobrava grana pra mais nada. Mesmo assim valia demais a pena.

Queens Of The Stone Age

Claro que o Queens of the Stone Age é demais, mas como vocês verão, o stoner rock não se resume apenas a eles… continue lendo »

Stoner Rock e Disco Music combinam?

Música quarta-feira, 05 de agosto de 2009 – 0 comentários

WhoMadeWho acha que sim.
Com baixos funkeados, riffs dançantes e repetitivos, e o melhor da bateria pra você se mexer na pista, o trio dinamarquês vem fazendo uma empolgante e bem-feita mistura.

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O que DIABOS é Stoner Rock?

New Emo quarta-feira, 05 de março de 2008 – 9 comentários

É, em quase TODAS as semanas eu cito a palavra “Stoner Rock”. Acho que passou da hora de dedicar uma coluna inteira para este termo, então. Pra começar: O que é Stoner Rock?

Pegue uma banda dos anos 70, de Hard Rock. Insira um toque psicodélico. Riffs graves, pesados, porém lentos. Não consegue imaginar isso? Misture Black Sabbath com The Stooges, por exemplo. Tire as partes ruins (que são poucas). Acrescente mais empolgação. Você terá isso:

Kyuss, a maior referência Stoner da galáxia. Green Machine, o som mais SENSACIONAL da galáxia. Esse som empolga em uma proporção infinita, cara. Se imagina na rua, no meio de uma multidão, ouvindo esse som no último volume do seu maldito mp3 player. Música mexe com o humor de todo mundo, isso é comprovado. Mas esse som faz até meu batimento cardíaco aumentar; um dia eu vou ter uma parada cardíaca no meio da rua por causa deste som.

Isso é Stoner, cara. É empolgação. É ter um som favorito que te leva a LOUCURA, por mais que você já seja um fugitivo do hospício. Noob.

Thumb, da mesma banda sensacional, é outro som que empolga pra cacete. Ao vivo nem tanto. Enfim, ambos os sons são do álbum Blues For The Red Sun. Tenha-o em mãos o mais rápido possível. Aproveite também pra conhecer as bandas que “saíram” do Kyuss após seu fim:

Mondo Generator, do baixista Nick Olivieri. Mondo Generator é o nome de um som psicodélico do Kyuss que se encontra no álbum citado acima. Esse som aí é o So High, que é uma baladinha bem Queens of the Stone Age. Por falar nessa banda…

Regular John é o som. Josh Homme (ex-gitarrista do Kyuss) formou esta banda logo após o fim do Kyuss. Esse som tá no álbum Queens of the Stone Age, outro altamente recomendável. Outra banda que havia sido criada por Josh Homme é a Desert Sessions:

Crawl Home é o som. PJ Harvey compartilha o vocal com Josh Homme neste som.

Hermano, My Boy. John Garcia, ex-vocalista do Kyuss. O cara criou várias bandas após sua saída do Kyuss, como…

Slo Burn, com Positiva. Talvez a que mais se pareça com Kyuss. Mas chega de falar o que restou do Kyuss. Vamos falar da influência do Stoner em bandas de estilos… diferentes.

Corrosion of Conformity, Albatross. Sentiu um toque de Faith no More no som? Mas não tem nada a ver com o que eu vou falar, só citei por citar. Enfim, o CoC sempre foi uma banda de Crossover, até começar a fazer um Stoner sensacional em seus últimos álbuns. O som aí em cima é a prova de que eu estou certo. Tenha em mãos o álbum Deliverance; esse som está nele também.

Down, Temptations Wings. Phil Anselmo (ex-vocal do Pantera – Thrash Metal), Pepper Keenan (guitarrista do Corrosion of Conformity – Crossover), Kirk Windstein (guitarrista do Crowbar – Doom Metal) Todd Strange (baixista do Crowbar), e Jimmy Bower (baterista do Eyehategod – Doom Metal). Todos reunídos nesta banda sensacional. Stoner com uma pitada de Metal pesado, coisa fina. O álbum Nola é o que você deve ter em mãos.

Você já deve ter sacado o ritmo e a distorção da guitarra, né? Muitas bandas, até mesmo hoje em dia, estão usando o Stoner em seus sons. Já era tempo. Bandas ruins estão fazendo músicas boas com essa evolução, olha só. Mas enfim, voltando ao Stoner…

Fu Manchu, Evil Eye – Um dos sons mais espetaculares que você já teve o prazer de ouvir por aqui, convenhamos. Vocês deviam me agradecer mais. Peguem o álbum The Action Is Go, então.

Vou ser ousado e terminar essa coluna sensacional com Atomic Clock, do Monster Magnet. Ílbum? Powertrip. Vocês já têm o bastante para saberem o que DIABOS é Stoner Rock. Agora podem ter bom gosto musical, até. Garimpem por mais bandas, putos. O Stoner Rock é o estilo musical mais empolgante da galáxia.

Pra que texto se eu tenho música boa? Vale frisar que o Stoner Rock também é conhecido como Desert Rock. Algumas bandas do estilo surgiram ali em Palm Desert, se você quer saber a origem do nome.

Ofertas: CD’s do QOTSA, CD’s do Monster Magnet, CD’s do Fu Manchu

VOIVOD irá lançar seu último álbum

Música quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008 – 0 comentários

Após a morte do guitarrista e fundador da banda, Denis ‘Piggy’ D’Amour, em Agosto de 2005, os pioneiros do Metal Canadense irão entrar em breve no estúdio para gravarem o último álbum da banda.

Segundo os caras, Piggy havia composto 13 sons com a banda antes de sua morte, todas a serem gravadas. Eles devem entrar em estúdio na Primavera do lado de lá do Mundo, e também prometem shows em agradecimento aos fãs após o lançamento do álbum.

Cara, VOIVOD é uma banda sensacional e vai poder fechar com chave de ouro uma puta carreira. Piggy merece uma homenagem, de fato. E nós merecemos Rock. The X-Stream.

Você devia ouvir mais Rock

New Emo quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008 – 39 comentários

Cara, esqueça tudo o que você sabe sobre música. Esqueça tudo o que eu falo sobre música. Ou seja, INDIE não existe. Confesso que senti uma certa alegria ao dizer essa última frase, mas logo fiquei deprimido: Indie existe sim. Enfim, esqueça tudo isso. Vamos falar de Rock.

O Rock é um estilo musical que tira qualquer um do sério. Qualquer um. Basta escolher as bandas certas, e, acredite, elas são muitas. Porém, você deve esquecer o que foi feito de meados dos anos 90 pra cá, basicamente. Concentre-se nos clássicos. Ouça música. Se for pra não ouvir os sons que eu vou passar, dê o fora. Frango.

AC/DC

For Those About To Rock (We Salute You)

Começando bem, benzendo a coluna com o hino do Rock. Para aqueles que são do Rock, nós saudamos vocês. Talvez você possa ser uma tanguinha fresca que diz “AIN, OLHA ESSA VOZ QI TOUSCA!”, e eu o mandaria direto para a puta que a pariu. A voz casa perfeitamente com o som, e Rock é isso: É empolgação. Você sabe que está ouvindo Rock quando você não se importa com a voz do vocalista. Aliás, melhor: Você sabe que o Rock está em VOCÊ.

Whole Lotta Rosie

Um bocado de Rosie. Exatamente: O som é uma “homenagem” a uma GORDINHA. Sensacional. Dançante. EMPOLGANTE. O AC/DC é conhecido por ter uma carreira com músicas idênticas, porém únicas. Os caras tiveram a manha de fazer, durante anos, o mesmo estilo, mudando pouca coisa em cada música; o suficiente pra cada uma ser uma viagem diferente. A melhor banda de todos os tempos, sem dúvida alguma.

Deep Purple

Burn

Só clássico por aqui, cara. Deep Purple é uma banda e tanto, você devia ouvir mais. Esse som é uma obra prima, convenhamos. Não gosto muito dessa versão, prefiro a gravada em estúdio. De qualquer forma, esse som, enfim, essa banda proporciona uma viagem sonora das melhores.

Black Sabbath

Paranoid

Esse som fez parte da trilha sonora da minha vida, uma vez. Devia fazer da sua, também. Eu considero a época do Black Sabbath com Ozzy a melhor, mas isso vai de cada um; não é isso que vamos discutir aqui. A idéia é provar á vocês que vocês deviam ouvir mais Rock. Então, ouçam. Viagem.

Querem algo mais contemporâneo?

Faith no More

Digging the Grave

Esse nem é o melhor som da banda, mas é mais contemporâneo. É essa a idéia. O som é meio Foo Fighters, aliás, outra boa dica pra você. Mas não é pra ouvir sempre, se é que você me entende. Não considero esses sons como ROCK, mas como “bacanas”. Rock é algo muito forte. MUITO forte. Não é pra qualquer um.

Mais uma que você deve conhecer:

Nirvana

Lithium

Pode pegar a discografia da banda numa boa e ouvir quanto quiser. É uma boa para… iniciantes. Afinal, há muito mais além de Nirvana, que é uma banda que agrada adolescentes, em sua maioria. Em sua maioria. A banda ainda me agrada, mas não deve ser tão louvada como ela é.

Kyuss

Green Machine

Stoner Rock eu sempre recomendei e sempre vou recomendar com todas as forças. E esse som é meu favorito. É simplesmente sensacional. Rock, cara. Você está em outro mundo, em um mundo completamente empolgante e diferente de qualquer coisa que você já tenha visto. É o mundo que você deveria frequentar todos os dias. É o mundo que deveria ser a sua casa.

Dead Kennedys

California Uber Alles

É o mundo onde você goza sem fazer sujeira. É o mundo onde você pega um cd do Dead Kennedys com uma mão, coloca a outra no peito e acompanha as preces de Jello Biafra. É um mundo sem pecado.

Voivod

The Getaway

É o mundo que tem apenas uma regra: Aumentar o som no máximo, porque seus tímpanos estão aí para sangrar ouvindo Voivod, por exemplo. Um mundo em que os vizinhos ficam felizes por você estar escutando música alta. Um mundo onde você pára as pessoas na rua, chama-as para um bate cabeça e elas te trazem cerveja. O mundo em que deus tem uma corrente presa ao bolso de suas calças jeans, e está entre nós. Cantando. Tocando guitarra.

Thin Lizzy

Whiskey in the Jar

O mundo que vê o racismo como algo inexistente, o mundo que tem Thin Lizzy como um de seus deuses. Deuses esses que não fazem questão de religiões. Neste mundo, só há uma crença: Ela se chama empolgação. Ela está no seu peito, ela explode quando o Rock começa. E quem disse que, nesse mundo, o Rock acaba? Você vive uma explosão contínua.

Motörhead

Ace Of Spades

Nunca esteve nesse mundo? Ficou afim? Você devia ouvir mais Rock.

Review – Era Vulgaris (Queens Of The Stone Age)

Música segunda-feira, 30 de julho de 2007 – 5 comentários

O segundo cara mais foda da galáxia, se falando de música, Josh Homme, decidiu ser… inusitado no novo álbum da banda de stoner rock Queens Of The Stone Age: “Vamos usar nosso lado feminino nesse álbum.” – Foi o que ele disse. E descreveu o álbum como “Obscuro, pesado, e elétrico, meio como um construtor de obras“. Após o, na minha opinião, fiasco com o álbum Lullabies To Paralyze, o Queens Of The Stone Age não esconde a falta que o baixista Nick Olivieri faz.

A faixa Sick, Sick, Sick foi a primeira divulgada, e ela conta com a participação do vocal da única banda ex-indie legal: Julian Casablancas, The Strokes. Aí você pensa: Pode ser uma mistura bacana. Mas… se não falassem que essa música é do QOTSA, provavelmente você diria que ela é de QUALQUER banda, MENOS do QOTSA. É quando você pensa “Puta merda, mané lado feminino, os caras mudaram de vez”. É isso que você vai dizer, ou disse, após ouvir o Era Vulgaris pela primeira vez. É claro que após o álbum Songs For The Deaf, seria quase impossível cobrar por um álbum melhor, mas não era de se esperar que uma banda como o QOTSA fosse cair tanto. É claro, tem o fator “Não temos mais o Nick Olivieri”, e muita gente diz que o fato de o Dave Grohl estar no comando das baquetas no álbum Songs For The Deaf foi primordial pra que o álbum fosse o melhor da banda. Grohl é o cara mais foda da galáxia se falando de música, mas não merece todos os créditos por esse álbum – e quem ouviu o álbum Rated R sabe do que eu estou falando.

Mas enfim, voltando ao Era Vulgaris, talvez eu esteja sendo dramático ao falar que os caras despencaram no quesito qualidade. O fato é que o som não é o mesmo, e ouvir a faixa I’m Designer, som… distorcido, é falar “ISSO não é QOTSA”. Battery Acid é outro exemplo de som distorcido, mas não se compara por ser dançante.

O que falar, no geral, sobre o “lado feminino” da banda? É um lado mais dançante, psicodélico, com algumas chiadeiras e efeitos que você não imaginaria que o QOTSA fosse usar algum dia. Ou imaginaria, já que os caras são criativos pra cacete e sempre trazem uma novidade em cada álbum. Deve ser por isso o drama. Talvez o estilo dos dois últimos álbuns não tenham agradado muito meus ouvidos, mas eu diria que o Era Vulgaris, em questão de criatividade, é superior ao Lullabies To Paralyze, que é BEM cru. Só ouvindo o álbum várias vezes pra perceber, por exemplo, que as faixas Misfit Love e Turnin’ On The Screw lembram um pouco os primeiros trabalhos da banda, e que, definitivamente, todo aquele scream do Nick Olivieri ficou pra banda Mondo Generator, e só.

O álbum ainda traz a faixa Make It Wit Chu, regravação do som I Wanna Make It Witchu, da banda Desert Sessions, baladinha bacana que traz ela, Brody Dalle, nos vocais de apoio. O som 3’s & 7’s, pelo menos em seu refrão, traz lembranças do álbum Songs For The Deaf. Suture Up Your Future lembra um pouco o álbum Queens Of The Stone Age, talvez. A faixa River In The Road traz Mark Lanegan, antigo guitarrista da banda, nos vocais de apoio. Taí outro que faz falta. Run Pig Run fecha o álbum com distorção e variações, e até alguns… assovios.

Resumindo, não espere muito do álbum Era Vulgaris, se você é fã da banda. Se você está a procura de algo diferente, pode se deliciar com o álbum. Afinal, o álbum A NÍVEL DE QOTSA, é… regular. O álbum A NÍVEL DE stoner rock, é fraco. Agora, o álbum A NÍVEL DE som diferente, é bacana. Ao menos a banda não deixou os fãs na mão.

Era Vulgaris – Queens Of The Stone Age.
1. Turning On The Screw – 5:20
2. Sick, Sick, Sick (Participação de Julian Casablancas, dos Strokes) – 3:34
3. I’m Designer – 4:04
4. Into The Hollow – 3:32
5. Misfit Love – 5:39
6. Battery Acid – 4:36
7. Make It Wit Chu (Regravação de “I Wanna Make It Witchu” da banda Desert Sessions, com a participação de Brody Dalle) – 4:50
8. 3’s & 7’s – 3:34
9. Suture Up Your Future – 4:37
10. River In The Road – 3:19
11. Run Pig Run – 4:48

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