Vamos falar sobre J. J. Abrams

Televisão quarta-feira, 08 de abril de 2015 – 4 comentários

Surfando por aí nas ondas loucas da internet, deparei-me com um comentário sobre o J. J. Abrams ser um bunda das séries. Tentei não dar muita atenção, mas a verdade é que esse comentário tocou minha alma. Eu sou grande fã do cara desde Lost, tendo assistido até mesmo Felicity (Motivo do comentário) após descobrir que o cara tava envolvido. Grande erro. Mas o pior de tudo é que, e me dói escrever isso, é verdade. O J. J. Abrams é um bunda das séries. Ou gênio incompreendido? Não. Tsc, droga.

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Fins de temporada, ame-os ou deixe-os

Sit.Com quarta-feira, 21 de novembro de 2012 – 0 comentários

Pois bem, sei que dos 10 leitores do Bacon, 8 acham que eu não passo de um gordo babaca e pedante, mas vejam como o mundo é injusto, eu assumi essa coluna no Bacon e você vai continuar aí, me achando um gordo babaca e pedante, o que de certa forma, não deixa de ser verdade. Mas enfim, como agora eu sou colunista e blábláblá, eu posso falar sobre o que eu quiser. Mentira, sobre o que eu quiser, desde que envolva televisão. E por isso, hoje irei falar dos melhores e piores fins de temporadas que já assisti.

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Esta série de mistério não será o novo Lost

Televisão terça-feira, 04 de setembro de 2012 – 3 comentários

Desde que Lost chegou ao seu final em 2010, os fãs, críticos e emissoras americanas vem procurando por um novo sucesso de audiência. Mas que a verdade seja dita, Lost foi uma série única por uma caralhada de motivos que nenhuma outra série jamais conseguirá chegar aos pés. Talvez por ter sido a pioneira das séries de muitos mistérios e poucas respostas, talvez por causa dos flashbacks, talvez pelo Lostzilla ou talvez por motivos infinitos que a série desenvolveu. Mas esse texto não é sobre saudosismo e sim sobre a necessidade que as pessoas tem em comparar novas séries que apresentem algum mistério, viagem no tempo ou outras coisas que tenham sido abordadas em Lost com Lost.

 Mimimi em 4,3,2…

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As Melhores Séries no Ar

Sit.Com terça-feira, 16 de março de 2010 – 5 comentários

Como o espaço anda meio parado, claro que devido ao colunista, e também o mid-season americano não anda muito animador (A temporada como um todo), resolvi comentar a listinha das “10 melhores séries no ar atualmente”, da revista gringa Entertainment Weekly.

Nem vou perder meu tempo dizendo que concordo ou não com a posição de determinada série ou mesmo que está faltando esta ou aquela série, pois séries são paixões de gostos especificamente particulares. O legal de uma lista de uma revista conceituada é ter uma noção do que anda produzindo a televisão americana atualmente. Vamos a ela: continue lendo »

Fringe – Primeira Temporada

Televisão quinta-feira, 11 de março de 2010 – 5 comentários

anna torvHá pouco mais de um ano eu detestava séries. Achava realmente muito chato ter que ficar acompanhando algo que poderia ser concluído em 2 horas numa tela maior. E não é?

Mas deixemos a minha vida pessoal de lado, por mais que ela seja incrivelmente interessante. Vamos falar de uma das séries que mais chuta bundas atualmente. Bóra falar da Primeira Temporada de Fringe. Mas antes, preciso enrolar mais um pouco pro texto ficar bom em relação à imagem ao lado. Aliás, ela é a Anna Torv, a Olivia Dunham da série.

Acho que se eu abrir mais um parágrafo vai.

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Temporada 2009/10 – 2ª semana

Sit.Com terça-feira, 29 de setembro de 2009 – 6 comentários

Continuando a comentar as primeiras impressões de algumas séries que estão retornando ou estreiando neste chamado Fall Season americano, dou prosseguimento, já avisando que a série estreante The Beautiful Life foi cancelada pelo canal CW após somente a exibição de dois episódios, no entanto, com audiência pífia (Algo em torno de 1,5 milhão). continue lendo »

Balanço da Temporada 2008/09 – 2ª parte

Sit.Com terça-feira, 16 de junho de 2009 – 0 comentários

Das séries estreantes desta pobre temporada poucas sobreviveram e, mais ainda, poucas se destacaram. Abaixo, algumas séries que pude acompanhar e que acabaram caindo no meu agrado (não ando muito exigente). Faltaram algumas séries que ainda estou acompanhando no momento, como Dollhouse e Castle, ambas renovadas para a próxima temporada.

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As Estréias de Março na telinha

Sit.Com terça-feira, 03 de março de 2009 – 0 comentários

Se você não é um fanático e espera a estréia de uma nova série ou temporada no canal da tevê a cabo (óbvio que na tevê fechada, isto não se aplica a tevê aberta) com horário certinho e tudo mais, pois bem, fevereiro já havia sido o melhor mês de estréias das séries por aqui e, em março, pode-se dizer, ainda melhora. continue lendo »

O que se salvou, até agora, nesta temporada

Sit.Com terça-feira, 30 de dezembro de 2008 – 2 comentários

Na coluna passada comentei alguns dos erros desta temporada 2008/2009, que estão prejudicando a audiência de quase todos canais americanos, sempre esclarecendo que esta crise se instalou já na temporada passada, na pré-greve dos roteiristas. O que se nota nesta temporada é que a maioria das séries (incluindo as séries de grande audiencia como CSI, Grey’s Anatomy e Desperate Housewives) está apresentando uma temporada apenas regular (quando não irregular), alternando bons/ótimos episódios com episódios esquecíveis ou apenas discretos.

Pois bem, hoje chegou a vez de invocar algumas séries que estão passando por um excelente momento, apesar de tudo. continue lendo »

As novas crias de Arquivo X

Sit.Com terça-feira, 18 de novembro de 2008 – 3 comentários

Em alguma coluna passada, eu havia comentado que não existia mais séries com temáticas similares ao inesquecível Arquivo X (1993-2002). No entanto, nesta temporada, duas séries se apresentam com temas bastante familiares para os excers, Eleventh Hour e Fringe.

Ambas séries pertencem, por nossas bandas, ao canal Warner. Inclusive Eleventh Hour já está em exibição pelo canal às segundas no horário de 22h, enquanto Fringe ficou para o ano que vem.

Ambas trabalham, principalmente, com o lado científico que Arquivo X mostrava em suas investigações semanais, pelo menos por enquanto, não há menção de eventos sobrenaturais e, muito menos, de extraterrestres. A maior diferença até aqui entre as séries é que Elenveth Hour não evoluiu sua trama além do formato caso da semana enquanto, Fringe, mesmo um pouco abaixo do esperado, já ilustrou em seus episódios a possibilidade de uma grande conspiração e, a princípio, corporativa e não governamental.

Eleventh Hour é a nova produção de Jerry Brukheimer, responsável por CSI e Cold Case. Não se trata de uma série criada por ele, mas de uma versão americana de uma produção inglesa de 2006 (de fracasso retumbante), exibida pelo canal ITV e estrelada por Patrick Stewart, de “Jornada nas Estrelas: A Nova Geração”. Eleventh Hour, no entanto, é uma série complicada de se assitir, não pelas questões abordadas nos episódios (como, por exemplo, criogenia, manipulação de vírus e agrotóxicos), mas pela qualidade e ritmo da série. Até o momento, a dupla formada pelos atores Rufus Sewell e Marley Shelton, é de uma infelicidade ímpar, principalmente, por Marley. A agente do FBI, Rachel Young, não tem função na trama, além de servir de babá para o biofísico Jacob Hood, falta um aprofundamento de ambos personagens.

Com dois problemas graves dentro de uma série (elenco e roteiros) fica difícil indicar a Eleventh Hour para alguém, no máximo, dá pra comentar e quem tiver interesse ou curiosidade, dê uma espiada. Você pode se perguntar então porque eu ainda assisto a série, e eu, no máximo, posso responder curiosidade quanto às questões cientifícas mostradas em cada episódio, mas sem maior vínculo ou expectativa.

Quanto à Fringe ocorre o oposto, mesmo ainda não tendo estourado, pelo menos em audiência, Fringe já conseguiu ultrapassar as barreiras da televisão (especialidade de seu criador J. J. Abrahms, de Lost), com discussões na internet sobre detalhes da cada episódio. Não esqueçam que Fringe mesmo tendo casos isoldados a cada episódio possui uma grande conspiração sendo construída, chamada de Padrão. Um dos grandes destaques para mim são as aberturas dos episódios, não lembro de ter observado isto em outra série, as sequências são alucinantes e muito tensas, fantásticas mesmo.

No entanto, Fringe, tem um grande problema em suas mãos, a protagonista Anna Torv, não possuiu muito carisma e nem mesmo talento para encarnar a agente Olivia Dunham, a atriz não consegue escapar muito da meia dúzia de caras e bocas que tem. Isto sem contar com o sorrisinho sempre sarcástico de Joshua “Pacey” Jackson, menos mal, que os veteranos Lance Reddick (de Lost) e John Noble (O Senhor dos Anéis) carregam o elenco menos qualificado nas costas.

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