PRIMEIRO: Gráficos CABULOSOS.
SEGUNDO: ISSO que é levar uma HQ pras TELONAS.
TERCEIRO: QUANTA GOSTOSA.
De resto, eu nem preciso mais falar. Se liga na sinopse, noob:
Essa é a história de um ex-policial novato que retorna misteriosamente do mundo dos mortos como Spirit (Gabriel Macht) para lutar contra o crime nas sombras de Central City. Seu arquiinimigo, Octopus (Samuel L. Jackson), tem uma missão diferente: fazer o rapa na amada cidade de Spirit em busca da sua própria versão da imortalidade. O Spirit persegue esse assassino frio dos galpões de Central City até as catacumbas do pântano e a costa – tudo isso enquanto encara uma lista de belas mulheres que querem seduzir, amar ou matar nosso mascarado.
Infelizmente o filme só estréia por aqui no dia 16 de janeiro do ano que vem.
Não adianta. O próximo grande astro dos filmes de ação e aventura é, sem dúvida, Shia Labeouf. O cara é carismático pra caramba e faz piadinhas tão naturalmente nos filmes que, por mais que seja um tiroteio, uma perseguição de carros ou um interrogatório, elas não soam nada forçadas.
No filme Controle Absoluto, dirigido por D. J. Caruso e produzido por Steven Spielberg, somos apresentados à saga de Jerry Shaw e Rachel Holloman. Duas pessoas que não têm nada em comum, mas que acabam se envolvendo em uma grande conspiração governamental.
Jerry (Shia Labeouf) é um especialista em documentos fotocopiados, mais conhecido aqui no Brasil como “funcionário do Xerox”. O cara a princípio é um nada, mas não sabemos quase nada sobre ele, apenas que trabalha na Copy Cabana. Rachel (Michelle Monaghan) é advogada e mãe. Só isso.
Depois que o irmão gêmeo de Jerry morre, é dada a largada para uma grande conspiração que envolve computadores de última geração, exército, governo e FBI. Através da rede de telecomuniações dos EUA, a vida das pessoas passa a ser monitora 24h por dia. Os telefones se tornam escutas ao vivo e todas as câmeras estão interligadas, permitindo que se localize qualquer pessoa em qualquer lugar.
Arô. É ieu.
Depois de receber caixas e mais caixas de armas, explosivos, documentos falsos e 750 mil doletas, Jerry passa a ser considerado terrorista pelo FBI, e em meio à essa confusão toda, recebe instruções de uma mulher misteriosa que o coage a realizar tarefas das mais variadas possíveis. Rachel está na mesma situação, porém não é acusada de terrorismo, mas tem o seu filho ameaçado caso não cumpra as ordens da voz misteriosa. Os dois acabam juntos, seguindo tudo o que a voz manda.
O filme é ação desenfreada do início ao fim, e prende a sua atenção. Até porque não temos tempo de respirar e assimilar as informações que nos passam. A trama não é lá uma das mais bem amarradas. Muitas informações são jogadas assim, sem qualquer explicação. Muitos furos e algumas coisas do roteiro que não se amarram, como por exemplo por quê Rachel foi escolhida. Temos essa explicação para Jerry, mas não para Rachel.
Pega-Pega. Tá com você.
O filme ainda conta com outros bons atores. Temos Billy Bob Thornton como o agente Tom Morgan, Rosario Dawson como a agente Zoe Perez e o Coisa do Quarteto Fantástico, Michael Chiklis como o Secretário de Defesa dos EUA.
O desfecho do filme não agrada muito. Termina de uma forma manjada, dando a impressão de “já vi isso em algum lugar”, mas as cenas de ação, para quem gosta do bom e velho cinema pipoca, fazem do filme uma escolha interessante para o fim de semana.
Controle Absoluto
Eagle Eye (117 minutos – Ação/Suspense) Lançamento: EUA, 2008 Direção: D. J. Caruso Roteiro: John Glenn, Travis Wright, Hillary Seitz, Dan McDermott Elenco: Shia LaBeouf, Michelle Monaghan, Rosario Dawson, Michael Chiklis, Billy Bob Thornton
Speed Racer: O projeto mais recente do trio Joel Silver e os irmãos Wachowski (responsáveis pela trilogia Matrix), é o antigo sonho dos irmãos de levar a animação japonesa favorita deles, criada na década de 1960 por Tatsuo Yoshida, às telonas da maneira mais revolucionária possível, mas sem deixar os atributos originais do desenho de lado. Speed Racer tem gabarito para ser um marco na história dos efeitos especiais. Em Speed Racer, Emile Hirsch interpreta um jovem piloto talentoso, que tem como objetivo vencer a mortal corrida The Crucible, um rally que tirou a vida de seu irmão, Rex Racer (Scott Porter). Seu pai criou o carro de Speed, o Mach 5, e, com a mulher, Mom, dirige uma companhia do ramo das corridas de automóveis. Speed enfurece o proprietário da Royalton Industries (Roger Allam), o maníaco Sr. Royalton, não só por se negar a correr para ele, como também por descobrir que as corridas vêm sendo manipuladas para que os lucros de uma máfia aumentem cada vez mais. Com a negativa, Royalton pretende garantir que Speed não corra nunca mais. Mas seus pais, sua namorada e seu rival, o Corredor X, unem-se para tentar vencer a corrida e devolver a dignidade ao esporte. Confira a crítica.
Amar… Não Tem Preço: Aproveitando-se de seu sucesso pessoal para protagonizar filmes mais comerciais, Audrey Tautou (O Fabuloso Destino de Amelie Poulain) surge aqui como Irène, caçadora de solteirões cheios da grana, que está hospedada em um luxuoso hotel com seu amante. Mas, já de olho no próximo golpe, interessa-se por outro homem que, apesar de ser um simplório garçom do lugar, é confundido com um ricaço. Irène acha que tirou a sorte grande, porque, além de parecer ter muito dinheiro, ele se sente atraído por ela. A partir de então inicia-se uma série de confusões que envolvem identidades trocadas e o esforço dele em manter a farsa para não perder a mulher por quem se apaixonou. Confira a crítica.
Os Aloprados: Mais uma comédia sobre o mundo do esporte, que acabou ficando inédita nos cinemas. No elenco, Will Ferrell (sempre disposto às mais ridículas situações), Wood Harrelson e Andre Benjamin. Na trama, Ferrell é Jackie Moon, um homem que se cansa de ser colocado sempre em segundo plano em seu trabalho. Um dia ele decide voltar para sua cidade natal e dar uma guinada em sua vida. Lá, encontra Monix (Harrelson), que também está disposto a mudar de rumo.
Numa temporada marcada por inúmeros sucessos protagonizados por heróis – Batman, Homem de Ferro e Indiana Jones – no caso, personagens masculinos, é de se estranhar que dificilmente o mesmo sucesso ocorre quando o filme é protagonizado por uma garota/mulher sendo ela a protagonista de uma aventura ou de uma ficção.
Na televisão, o grande destaque das últimas temporadas são as tramas protagonizadas por excelentes atrizes, normalmente vindo do cinema em busca de bons papéis, em personagens fortes e marcantes em tramas cheias de tensão. São o caso de Chefe Brenda Johnson (Kyra Segdwick) em The Closer – Divisão Criminal, Patty Hewes (Glenn Close) em Damages e Veronica Mars (Kristen Bell) em Veronica Mars, só para citar algumas.
No entanto, na telona isto dificilmente acontece, muito raro um filme de ação/aventura protagonizado por uma personagem feminina decolar nas bilheterias. Claro que há exceções, mas em compensação o que tem de filme bomba com personagens femininas no comando…
Não estou contando, neste caso, filmes onde a heroína divide a cena 50/50 com outros personagens, como no caso da franquia X-Men, onde teríamos um grande número de personagens como Tempestade, Mística (mesmo sendo vilã, vale o registro), Vampira, Kitty Pride, Jean Gray, ou no caso de O Quarteto Fantástico, onde temos a bela Jessica Alba como a Mulher Invisível.
E é interessante observar que mesmo em filmes medonhos (e são muitos) as heróinas nas telonas são sempre atrizes/modelos lindas extremamente sensuais/sexuais, um “pequeno detalhe” para atrair o público masculino ao cinema. Abaixo veja a coletânea de heroínas em seus filmes veículos que consegui lembrar (quem lembrar de mais alguma cite abaixo!).
A Noiva – Uma Thurman, em Kill Bill vol. 1 e 2
Lara Croft – Angelina Jolie, em Lara Croft:Tomb Raider
Sarah Connor – Linda Hamilton, em O Exterminador do Futuro I e II
Natalie, Dylan e Alex – Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu, em As Panteras I e II
Alice – Milla Jovovich, na trilogia Resident Evil
Elektra – Jennifer Garner, em O Demolidor e Elektra
Mulher-Gato – Halle Berry, em Mulher-Gato
Supergirl/Kara – Helen Slater, em Supergirl
Barbarella – Jane Fonda, em Barbarella
Domino Harvey – Keira Knightley, em Domino
Aeon Flux – Charlize Theron, em Aeon Flux
Selene – Kate Backinsale, em Anjos da Noite I e II
Samantha Caine – Geena Davis, em O Despertar de um Pesadelo
Morgan Adams – Geena Davis (a mesma da fota cima), em A Ilha da Garganta Cortada
Controle Absoluto (Eagle Eye) Com: Shia LaBeouf, Michelle Monaghan, Rosario Dawson, Billy Bob Thornton, Ethan Embry, Eric Christian Olsen, William Sadler, Michael Chiklis, Madylin Sweeten, Lynn Cohen
Depois de seu irmão gêmeo ser morto misteriosamente, um jovem rapaz e uma MILF são acusados de serem terroristas e são forçados a se envolverem numa conspiração de assassinato político, sabe-se deus porque.
Mulheres… O Sexo Forte (The Women) Com: Meg Ryan, Annette Bening, Eva Mendes, Debra Messing, Jada Pinkett Smith, Bette Midler, Candice Bergen, Carrie Fisher, Cloris Leachman, Debi Mazar
Mary é uma mulher feliz, já que tem a vida perfeita. Até que ela e suas amigas descobrem que seu marido a trai com uma vendedora de perfumes. Depois de uma reviravolta, Mary voltar à ter uma vida feliz, mas diferente. Detalhe interessante: Só aparecem mulheres no filme.
Promessas de um Cara de Pau (Swing Vote) Com: Kevin Costner, Madeline Carroll, Paula Patton, Kelsey Grammer, Dennis Hopper, Nathan Lane, Stanley Tucci, George Lopez, Judge Reinhold, Charles Esten
Bud Johnson é um vagabundo do caralho cara comum que acaba tendo que decidir quem vai ser o presidente dos EUA, já que seu voto não foi computado e as eleições por lá são muito bizarras.
Fay Grim (Fay Grim) Com: Parker Posey, D.J. Mendel, Liam Aiken, Megan Gay, Jasmin Tabatabai, Chuck Montgomery, James Urbaniak, John Keogh, Claudia Michelsen, Jeff Goldblum
Fay Grim, mãe de Ned, tem medo que ele seja igual o pai, Henry. Mesmo Henry dado como morto há sete anos. Enquanto isso, Simon, o irmão de Fay, está cumprindo uma pena de 10 anos de prisão por ter sido cúmplice de Henry. Como não tem nada pra fazer e é um escritor, fica lembrando do que viveu com Henry e chega à conclusão de que ele não era bem o que dizia ser. Enquanto isso, a CIA vai pedir ajuda para Fay, para pegar alguns documentos de Henry de volta. Mas no fim ela acaba no meio de um grande rolo de espionagem internacional. Recomendavel que você assista “As Confissões de Henry Fool” antes de ir ver Fay Grim.
Continuação de “As Confissões de Henry Fool”, em que Fay Grim (Parker Posey) é coagida por um agente da CIA (Jeff Goldblum) a tentar localizar os cadernos que pertenciam a seu ex-marido fugitivo. Nesses cadernos existem informações que podem comprometer a segurança dos EUA, o que faz com que Fay viaje a Paris para consegui-los.
Antes de mais nada, como foi dito ali em cima, na sinopse oficial, esse filme é uma continuação de As Confissões de Henry Fool, filme que eu não assisti, mas parece divertido. Se você quer realmente aproveitar toda a abrangência da experiência de assistir e entender esse filme, é bom que você assista-o. Antes, de preferência.
Mas como eu não consegui baixar alugar, vou resenhar Fay Grim assim mesmo e foda-se.
Fay é a mulher de Henry, que é pai de Ned, que é sobrinho de Simon. Muito confuso? Vamos de novo.
Fay é uma mulher normal, ao que parece, que se preocupa com o filho, Ned, e a falta de uma influência masculina na vida do moleque. Quando o agente federal Fulbright aparece para que ela vá buscar alguns cadernos de Henry em Paris, ela exige que seu irmão, Simon, que está preso, seja posto em liberdade. Depois de mover alguns pauzinhos, Fulbright consegue isso, e Fay vai até Paris, pegar os tais cadernos. Enquanto isso, Simon analisa os cadernos de Henry que ele já tinha, e descobre, junto com Ned, que as histórias que Henry contava eram verdade. Ou seja, Fay está indo buscar, na verdade, relatos importantissimos pro governo. Ou você acha que um federal veio pedir pra ela buscar só porque tinha uma receita maneira no caderno?
“Eu sou ráquer, tio!”
Então, Fay se vê envolvida numa trama de espionagem internacional, envolvendo diversos agentes de espionagem e contra-espionagem, em seqüências que chegam a ser engraçadas, de tão absurdas. Mas tudo muito confuso e sem muita explicação. Por fim, depois de encontrar uma porrada de cadernos, e decifra-los, Fay chega até o chefão de uma organização criminosa. E eu não vou falar mais sobre o filme por dois motivos, um já citado, que eu não vi o anterior, então fiquei boiando em muita coisa, e segundo que eu não quero spoilerzar procêis.
Então, se a premissa do filme agradou, primeiro vá na sua locadora mais querida e alugue As Confissões de Henry Fool. Tendo visto esse, Fay Grim deve se tornar muito mais divertido. Ou mesmo coerente. Mas sem saber metade do que acontece, é só um monte de cenas passando na sua cara, com algumas piadas divertidas…
Fay Grim
Fay Grim (118 minutos – Ação) Lançamento: EUA, Alemanha, 2006 Direção: Hal Hartley Roteiro: Hal Hartley Elenco: Parker Posey, D.J. Mendel, Liam Aiken, Megan Gay, Jasmin Tabatabai, Chuck Montgomery, James Urbaniak, John Keogh, Claudia Michelsen, Jeff Goldblum
Mary Haines (Meg Ryan) tem a vida perfeita, mas sua felicidade vai por água abaixo quando suas amigas descobrem que o seu marido tem um caso com : Crystal Allen (Eva Mendes). Agora Mary e suas amigas farão de tudo para dar a volta por cima!
Sim, é um filme de mulherzinha… Quer dizer, só tem mulher, literalmente: Eu não lembro de ter visto sequer um homem durante toda a projeção. Não que eu esteja reclamando, por mim o filme todo seria a Eva Mendes de lingerie. Mas, mesmo sem isso, o filme é bom. Engraçado e deve fazer muita dondoca por ae chorar…
Mary Haines é uma boa esposa, tem uma filha adoravel, um marido poderoso, organiza eventos beneficientes, trabalha com o pai. Enfim, parece que ela vai ser feliz para sempre… Mas só parece.
Sua amiga, Sylvie, ao ir na manicure, encontra uma nova, chamada Tanya, que é uma grande faladora. E que acaba revelando mais do que devia sobre sua colega, Crystal: ela, que é uma caçadora de fortunas, está se encontrando com um rico e poderoso homem casado, chamado Stephen Haines. Logo em dúvida sobre se deve contar à amiga ou não, Sylvie acaba dividindo com todas as outras, que, por fim, resolvem contar tudo à Mary. Só que ela, desconsolada por ter sido demitida pelo próprio pai, acaba indo fazer as unhas pra desestressar [Mulheres…] e acaba ouvindo mais do que devia de Tanya.
“Meu mundo caiu…”
Com isso, ela surta, resolve que vai chutar o marido, terminar com tudo, sumir no mundo, até que sua mãe Catherine, resolve por a mente da filha no lugar, pra ela resolver tudo… Paralelamente, Sylvie tenta salvar sua carreira de editora da revista Cachet… E, pra isso, vai ter que escolher entre seu ganha-pão e sua amizade com Mary… E escolhe o emprego! Com isso, Mary chega ao fundo do poço, e acaba indo pra um SPA, pra tentar meditar. Lá, ela conhece uma agente de Hollywood, Leah Miller, a “duquesa”, que tem pensamentos pouco comuns para sua idade e sexo. [Modo chauvinista off]
“Pra que se estressar? Estresse dá rugas…”
É quando Mary se dá conta que fez tudo errado, e acaba voltando pra Nova York, pra parar de tentar agradar todo mundo e agradar a ela mesma. Então, ela tem que enfrentar aquela que mais a magoou: Sylvie. E, depois desse encontro, sua vida, que já havia mudado, vai terminar de mudar totalmente.
Mulheres… O Sexo Forte
The Women (114 minutos – Drama) Lançamento: EUA, 2008 Direção: Diane English Roteiro: Diane English (Adaptação) e Clare Boothe Luce (Peça) Elenco: Meg Ryan, Annette Bening, Eva Mendes, Debra Messing, Jada Pinkett Smith, Bette Midler, Candice Bergen, Carrie Fisher, Cloris Leachman, Debi Mazar
O apático pai solteiro Bud Johnson (Kevin Costner) se torna o centro das atenções das eleições presidenciais norte-americanas devido a seu voto decisivo. Donald Greenleaf (Dennis Hopper) e o atual presidente Andrew Boone (Kelsey Grammer) disputam o voto de Johnson.
Putz, com tanta politica te cercando, por que você vai ver um filme justamente sobre isso, você deve estar se perguntando, não é? Pois seus problemas acabaram! Por mais que o fundo, ou a temática, ou o inferno que você quiser usar como nome seja política, esse filme é apolítico. É sério: Não há puxação de saco pra esse ou aquele lado, essa ou aquela tendência. É apenas uma fábula moderna, com tudo que isso imputa.
Por exemplo a filha do personagem principal, Molly: É uma desgraçada que manja muito mais que o pai de política, [Se bem que não é muito difícil] e que acaba tomando decisões por ele, achando que tá fazendo o melhor pra ele. [Alguém ae notou semelhança com os próprios pais?]
Ah, sim. O nome do cara é Bud. Não o nome exatamente, o apelido pelo qual ele é conhecido. Ele é um daqueles caras extremamente sossegados, que prefere procrastinar as coisas. Ele faz a filha matar um dia de aula pra ir pescar com ele!
Pescar é uma chatisse. Mas ainda é melhor que estudar…
Eis que então Molly resolve cadastrar o pai pra votar, já que ele não fez isso por conta própria, já que acha que votos não valem nada. Só que, no dia da votação, ele, que havia prometido pra ela que ia votar, não aparece na zona eleitoral… Por estar mais bêbado que um gambá! Por fim, a menina [Que não é tão politicamente correta] burla o sistema e tenta votar pelo pai. Só que um erro faz com que o voto não seja computado, e isso causa um grande problema, já que, com isso, os dois candidatos à presidência empataram. E com isso, eles vão tentar de qualquer modo convencer Bud. O que, em teoria é fácil, já que convencer um cara é moleza, pra marqueteiros que convencem milhões…
Se me deixassem pilotar um Viper, eu também votava no cara na hora!
Só que, com isso, Bud se torna muito assediado, tanto pelos jornalistas quanto pela população em geral, que quer que ele resolva seus problemas. Só que Bud é o cara que não liga, então, até que algo realmente relevante aconteça, ele não vai ligar. Cês podem até imaginar o que acontece, mas mesmo assim, o filme mostra que política é algo sério, mas ao mesmo tempo é um filme engraçado. Pena que o final é meio frustrante, pra quem é curioso…
Promessas de um Cara de Pau
Swing Vote (120 minutos – Comédia) Lançamento: EUA, 2008 Direção: Joshua Michael Stern Roteiro: Jason Richman e Joshua Michael Stern Elenco: Kevin Costner, Madeline Carroll, Paula Patton, Kelsey Grammer, Dennis Hopper, Nathan Lane, Stanley Tucci, George Lopez, Judge Reinhold, Charles Esten
Nota do editor: Atrasado, culpa minha, mas nem por isso cê vai deixar de passar na locadora nesse fim de semana! -théo
Homem de Ferro: Excelente exemplo de como um blockbuster em boas mãos consegue ser um ótimo passatempo. Na trama, se você não esteve no planeta Terra nos últimos meses, a vida do inventor e maior fornecedor de armas do governo americano Tony Stark nunca mais será a mesma depois que ele é atacado e mantido refém por um grupo de rebeldes afegãos. Ferido por estilhaços de granada que se alojam perto de seu coração, Tony recebe a ordem de construir no cativeiro uma devastadora arma, mas, em vez disso, usa suas habilidades para criar uma armadura que permite que ele consiga fugir. Ao retornar aos Estados Unidos, Tony promete dar um novo rumo às Indústrias Stark. Ele passa dias e noites desenvolvendo e aperfeiçoando uma avançada armadura que lhe propiciará uma força sobre-humana. Quando Tony descobre um plano abominável com implicações globais, jura proteger o mundo como sua nova personalidade, o Homem de Ferro. Confira a crítica.
Quebrando a Banca: Apesar de clichê em cima de clichê, o filme vale uma conferida pela simples idéia de imaginar que a história é baseada em fatos reais, nerds também são malandros! Na trama, um grupo de alunos brilhantes do M.I.T. (Massachusetts Institute of Technology), que, sob o comando de um professor genial em estatística, dominou uma forma de contar as cartas para ganhar milhões de dólares nos cassinos de Las Vegas. Para narrar a trama, o roteiro é centrado em um jovem que, vendo nisso a melhor oportunidade de pagar os estudos, acaba aceitando o convite dos jovens. O pessoal se manda para a cidade do pecado com um plano em mente. A idéia é quebrar a banca dos principais cassinos, mas, para isso, eles precisam tomar cuidado com a vigilância.
O Acompanhante: Filme inédito nos cinemas, chama a atenção pelo ilustre elenco (além de Woody Harrelson, as excelentes atrizes Lauren Bacall e Kristin Scott Thomas) sob a direção de Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver). Na trama, Carter Page III (Woody Harrelson) tem um trabalho bastante atípico. Ele vive de acompanhar senhoras da elite de Washington a óperas, jantares e jogos de cartas. Por isso, quando Lynn Lockner (Kristin Scott Thomas), a esposa de um senador, encontra seu amante morto, é a Carter que ela pede ajuda. Para protegê-la, ele diz ter sido a pessoa que descobriu o corpo. Mas esse gesto de bondade tornará Carter o maior suspeito do assassinato. De repente ele se vê preso numa rede de intrigas e rumores. Abandonado pelos amigos, só resta a Carter correr contra o tempo e tentar provar sua inocência.
Bella: Filme mexicano que conseguiu arrebatar inúmeros fãs no Brasil com sua trama humana e tocante, é quase um filme de bate-papo, lembrando, inclusive pra mim, filmes como Antes do Pôr-do-Sol. Na trama, o simpático José (Eduardo Verástegui) alcançou o topo do mundo como uma jovem revelação no futebol. A história então apresenta como ele chegou até ali, quando poucos anos antes trabalhava sob as ordens do irmão, dono de um restaurante mexicano em Nova York. Toda a transformação de sua vida aconteceu quando ele decidiu passar um dia inteiro ao lado de uma completa estranha.
A Força da Amizade: Já sabem, se querem agradar sua mãe, tia ou avô, aqui está uma boa opção, filme sobre amizade de mulheres mais velhas, todas excelentes atrizes (Jessica Lange, Kathy Bates e Joan Allen). Na trama, uma mulher de idade avançada tem a vida virada de cabeça para baixo depois de acontecimentos recentes. Para tentar superar tudo que está passando, ela convoca as suas duas melhores amigas e as três caem na estrada a bordo de um carrão. Nessa jornada de autoconhecimento, percorrem todo o país e cruzam, em seu caminho, com lindas paisagens, grandes aventuras e até mesmo um simpático caminhoneiro. Quando percebem, dão conta de que estão vivendo juntas o melhor momento de suas vidas.
Felon: O sucesso de séries como Oz e Prison Break trouxeram a tona um subgênero sumido do mercado há algum tempo, o drama de presídio. Aqui ainda, para surpresa minha surge um IRRECONHECÍVEL Val Kilmer, além dele Harold “Michael Lost” Perrineau. Na trama, depois que mata, acidentalmente, um ladrão que invade sua casa, um pai de família dedicado tem a vida virada do avesso e perde tudo. Condenado a três anos em uma penitenciária de segurança máxima, local em que as regras da sociedade de nada servem, já que os presos têm seu próprio código de honra, é obrigado a dividir a cela com um perigoso assassino que foi vítima de espancamentos orquestrados pelo chefe dos guardas. Ele terá, agora, de se tornar o preso mais durão do pedaço para manter sua integridade física. Sem alternativas, encara o maior e mais difícil desafio por que já passou.