Caçadores de Dragões (Chasseurs de Dragons)

Cinema quinta-feira, 04 de setembro de 2008 – 1 comentário

Há perigo no Reino: um dragão está prestes a destruir o mundo! Zoe decide ajudar seu tio, Lord Arnold, dono de um imenso castelo e uma fortuna em moedas de ouro e terras, sai à procura de heróis iguais aos que ela conhece dos contos de fadas. Mas ao invés disso encontra Gwizdo e Lian-Chu, dois atrapalhados caçadores de dragão. Zoe acredita que eles podem ser os heróis de seus sonhos, e está determinada a seguir com eles em sua aventura para salvar a terra. Partem em uma viagem perigosa, para um mundo desconhecido de dragões adormecidos, que podem acordar a qualquer momento.

Pelo pôster e sinopse, você logo pensa: “Ah, que bonitinho, mais um filme fofolê pra ver com os filhos/sobrinhos/qualquer pirralho com quem eu convivo.”
Se não pensou, mude seu pensamento pra isso, porque é justamente pra isso que o filme serve.
Claro que ele entretem, afinal, qualquer filme com um mínimo de história faz isso. Mas não pense que vai ser aquele filme motherfucker que te deixa querendo mais. Eu pelo menos fiquei satisfeito quando acabou.

Sim, o mundo tá caindo… pra cima!

Tudo começa com a garotinha Zoe, que vive num mundo de fantasia, lendo histórias sobre o cavaleiros que matam dragões com um braço amarrado nas costas enquanto cantam Motörhead com a boca cheia de farofa. Tá, essa última parte eu inventei. Mas o fato é que ela sonha demais. Como qualquer criança, aliás. E ela acha que vai encontrar cavaleiros em armaduras reluzentes. Eles até existem, mas à serviço de seu tio, Lord Arnold. E estão sendo devastados pelo dragão mais motherfucker que tem: O Papa-Mundo [Ou algo assim]. Então, pra ajudar seu tio, ela vai procurar os cavaleiros de suas histórias, mas encontra Gwizdo e Lian-Chu, dois mercenários que caçam dragões [Dã] por um preço justo, mesmo que nem sempre sejam pagos por isso. Ela os leva para seu tio, então, que, como está cego, acha que são cavaleiros mesmo.

“Olha só que legal, cês não vão ter a cabeça pendurada na minha estante.”

O tio então oferece uma recompensa para que eles matem o Papa-Mundo, e com isso ele recupere a sua vitalidade [Os dois são ligados por algo que eu não entendi direito]. A princípio, Gwizdo aceita, de olho na grana, mas quando sabe do que se passa, pede um adiantamento pra cair fora. Muito esperto. Desonesto, mas esperto. O problema é que Zoe acaba fugindo para se juntar à eles. E Lian-Chu, que é honrado, honesto ou algo do tipo, não aceita a idéia de Gwizdo de se livrar da menininha e cairem fora com o adiantamento. Então eles acabam indo até o dragão from hell, e lá, o fortão com perninhas revela a ligação que tem com o Papa-Mundo [É incrivel como todo mundo tem ligação com esse porra, se foder], se bem que já dava pra ter uma idéia desde o começo.

Foices são maneiras. Pena que ele não usa.

É isso ae, uma animação francesa que, se não fosse pela anatomia estranha dos personagens, podia ser da Disney. Se bem que a Disney não é exatamente verossimil, anatomicamente falando.
Filme bom pra entreter o filho da vizinha, enquanto cê dá uns malhos nela. Ou não, já que cês são tudo uns tanga.

Caçadores de Dragões

Chasseurs de Dragons (82 minutos – Aventura)
Lançamento: França, Alemanha, Luxemburgo, 2008
Direção: Guillaume Ivernel, Arthur Qwak
Roteiro: Frédéric Lenoir, Arthur Qwak
Elenco:Vincent Lindon, Patrick Timsit, Philippe Nahon, Amanda Lear, Marie Drion, Jeremy Prevost, Jean-Marc Lentretien, Mary Matilyn Mouser, Rob Paulsen

Estréias da semana – 05/09

Cinema quinta-feira, 04 de setembro de 2008 – 4 comentários

Hellboy 2 – O Exército Dourado (Hellboy II: The Golden Army)
Com: Ron Perlman, Selma Blair, Doug Jones, Seth MacFarlane, Luke Goss, Anna Walton, Jeffrey Tambor, John Hurt, Brian Steele, Andrew Hefler
Eu preciso descrever alguma coisa pra vocês quererem ver? Acho que não.

Caçadores de Dragões (Chasseurs de Dragons)
Com: Vincent Lindon, Patrick Timsit, Philippe Nahon, Amanda Lear, Marie Drion, Jeremy Prevost, Jean-Marc Lentretien, Mary Matilyn Mouser, Rob Paulsen
Num mundo futurista onde a terra está caindo pra cima se despedaçando, Gwizdo e Lian-Chu são dois caçadores de dragão, que são levados pela garotinha Zoe para ajudar seu tio. Eles não são os melhores, mas quem liga? No final todos ficam contentes mesmo.

Canções de Amor (Chansons d’amour)
Com: Louis Garrel, Ludivine Sagnier, Chiara Mastroianni, Clotilde Hesme, Grégoire Leprince-Ringuet, Brigitte Roüan, Alice Butaud, Jean-Marie Winling, Yannick Renier, Annabelle Hettmann
Numa espécie de musical, os personagens cantam pra expressar paixão, já que não sabem faze-lo de outra forma. [Tem noob de todo tipo no mundo, se foder]. O filme é feito como se fosse uma música: Assim como instrumentos aparecem e somem no meio da música, personagens surgem e somem. Muito bizarro.

Linha de Passe (Linha de Passe)
Com: Vinícius de Oliveira, Ana Carolina Dias, José Geraldo Rodrigues, Kaique Jesus Santos, João Baldasserini, Sandra Corveloni
Pelo nome, cê já acha que é um filme de futebol [Mais um]. Mas não é. São Paulo tem 20 milhões de habitantes, 200 quilômetros de congestionamento e 300 mil motoboys. Eu não sei porque os motoboys foram incluidos, mas no meio de todo esse caos, quatro irmãos e a mãe transitam pela cidade, numa espécie de road movie sem estrada. Vocês devem estar se perguntando: “WTF?” pra essa última frase, mas foi o Walter Salles que falou isso, não eu.

Era Uma Vez…

Cinema quinta-feira, 04 de setembro de 2008 – 4 comentários

Era uma vez… Um filme que é bom até o desfecho, quando falha miseravelmente ao tentar fazer um final à lá Romeu e Julieta.

O filme Era Uma Vez… tinha tudo pra dar certo, e em partes deu. Foi dirigido por Breno Silveira, que tornou a história dos filhos do Seu Francisco (mais conhecidos como Mirosmar e “Welsinho”) em um dos maiores sucessos de bilheteria no Brasil.

O filme narra a história de Dé e Nina, dois jovens do Rio de Janeiro separados pelas diferenças sociais. Aquela mesma receita de sempre. Enquanto Dé é pobre e mora no morro, Nina é gatinha, gostosinha e mora de frente pro mar em Ipanema. Dé também fica de frente pro mar, vendendo cachorro-quente no seu quiosque, babando sempre que Nina aparece na janela. Loser.

Ae Nina, Já é ou Já era?

A vida de Dé tem mais destaque no filme, mostrando os problemas que ele teve na infância sendo vítima dos soldados do tráfico. A vida de Nina não ganha tanta profundidade. E também nem precisa. Ela só entra efetivamente no filme depois de quase 20 minutos.

A história do filme em si é legal pra caramba. Dé é tímido pra caracoles, e as tentavas dele de se aproximar de Nina são bem engraçadas. Me lembrou dos perrengues que passava há uns anos, quando era gordinho e sem graça. Hoje sou meio gordinho e meio sem graça.

Nina Cocota!

Sim, tem peitinhos no filme. Bem rápido, mas tem, e são da Nina.

Os atores foram muito bem escalados. Esse menino que faz o Dé, o Thiago Martins é um puta ator. O único problema é que já ta marcado pelo papel de favelado. Em todo filme ele é do morro. Isso tira um pouco da capacidade do ator de interpretar novos personagens.

A atriz que interpreta Nina, Vitória Frate, apesar de ser o primeiro grande papel dela também não faz feio.
Os atores coadjuvantes fecham o elenco afiado, incluindo o irmão da Camila “Bebel” Pitanga, Rocco Pitanga interpretando Carlão, irmão do Dé. Além de Paulo César Grande e Cyria Coentro, respectivamente pai da Nina e mãe do Dé.

O Rio de Janeiro continua lindo.

O filme realmente tinha tudo pra ser legal, mas o final foi uma merda gigante. A situação que leva ao clímax foi bem amarrada, mas conseguiram cagar com tudo nos últimos 10 minutos de filme.

Sabe aquela coisa forçada, só pra deixar dramático? Fizeram isso no filme. Não vou dizer o que, mas vai aqui um exemplo: Tem uma bomba. E nessa bomba tem um bilhete escrito “Para desarmar, corte o fio azul”. O carinha do esquadrão antibomba faz o caminho mais comprido possível e ainda corta o fio vermelho. É mais ou menos isso que acontece no filme.

Bastava só uma frase pra resolver a situação, mas nego como é burro faz a maior cagada.

Se você não se importar com esse final de merda, o filme vale a pena ser visto. Não tem nada de inovador. É aquilo de sempre: Rio de Janeiro, Patricinhas da Zona Sul, Meninos do Morro, tráfico, tiroteio e tudo aquilo que você já ta cansado de ver em filme brasileiro. Mas é uma história interessante e com bons atores.

E tem peitinhos, avisando mais uma vez.

Era Uma Vez…

Era Uma Vez (118 minutos – Romance)
Lançamento: Brasil, 2008
Direção: Breno Silveira
Roteiro: Patricia Andrade, Domingos de Oliveira
Elenco: Thiago Martins, Vitória Frate, Rocco Pitanga, Paulo César Grande e Cyria Coentro

Eis que Piccolo aparece em imagens do trailer de Dragon Ball!

Cinema quarta-feira, 03 de setembro de 2008 – 10 comentários

Pois bem, vazaram imagens do primeiro trailer do filme Dragonball (tá, vamos escrever o nome todo junto), e elas você pode ver aqui. Mas o mais importante, você vê aqui:

Sem anteninhas e com uma puta cara de quem saiu de algum episódio do Power Rangers, sensacional. Eu sempre digo que este filme vai ser um Mortal Kombat, mas as imagens mostram claramente que vai ser um POWER RANGERS!

Agora só resta esperar pelo trailer, que sai no dia 17 de outubro. Também saiu um suposto pôster com a Bulma, será que é fake?

Dia 3 de abril é a grande estréia!

O Procurado (Wanted)

Cinema quarta-feira, 03 de setembro de 2008 – 5 comentários

Alguém precisava resenhar este filme logo. Então, aproveitando que hoje é quarta e todo mundo tem desconto no cinema, BÓRA!

Wesley Gibson é um fracassado. Porém, o cara descobre ser herdeiro de um dos assassinos mais fodões do planeta que, curiosamente, foi assassinado misteriosamente. Agora o cara precisa treinar com outros assassinos, pois ele é o único que pode matar o… assassino de seu pai.

Bom, sinopse nada demais, até então temos um filme de ação. Assistindo aos vídeos e trailers, temos um PUTA filme de ação, daqueles que, pelos efeitos especiais, era o que os fãs de Matrix vinham pedindo. E creio que não se decepcionaram.

EFEITOS VISUAIS / SONOROS

Começando pelo MELHOR: Os efeitos, tanto visuais como sonoros, são tremendamente espetaculares. Balas que fazem curvas, carros dando cambalhotas… enfim, um filme “desligue seu cérebro e saiba o que o LSD pode fazer com você”.

Empolgante que só, os efeitos até causam uma certa OVERDOSE de empolgação em alguns trechos do filme. Em Matrix Reloaded, por exemplo, você pode encontrar algumas falhas bizarras. Mas aqui, a perfeição é impressionante. Foda.

Não, a piada do cego no meio do tiroteio não tem graça.

ENREDO

Eu diria que este filme termina três vezes. Não, isso não é ruim, só é levemente surpreendente. Por muitas vezes você SABE como vai ser o final, mas aí você se depara que, além de você estar errado, aquele NÃO É o final!

De resto, não vi buracos no roteiro, apesar da correria que tiveram que fazer nos treinamentos – afinal, não iam fazer um filme inteiro de treinos, né? Clichês existem, mas na medida. Tá, alguns são absurdos, mas é essa a linha de filmes de “heróis”, véi! O Procurado não é um filme de super-herói, mas vocês entenderam meu raciocínio.

Alguns personagens mereciam um destaque maior, uma história maior. Talvez esse seja o furo mais notável no roteiro. Não é porque eu não vi furos que eles não existem, afinal.

PERSONAGENS

James McAvoy fez de Wesley Allan Gibson um loser por completo, definitivamente. Um loser manso, eu diria. Com Morgan Freeman e Angelina Jolie em campo, o cara roubou a cena. Improvável, mas foi o que aconteceu. Os dois aí citados dispensam apresentações ou críticas, eles SEMPRE fazem um excelente trabalho. É uma pena que Angelina Jolie não deu mais… carne à Fox. De resto, os personagens são bem secundários, então avalio o elenco como um todo: Na medida.

Ela tava abaixo. Bem abaixo.

EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PÓS O PROCURADO

Eu cheguei a fazer uma previsão de que este filme seria forte candidato a atropelar Homem de Ferro, mas quase passou longe. Quase. Afinal, o latão está MUITO acima de qualquer adaptação, então isso é relativo. O fato é que O Procurado detonou O Incrível Hulk e, sim, É melhor que Batman – O Cavaleiro das Trevas também. Creio que este filme só fique atrás de Hellboy 2 – O Exército Dourado, terminando o ano então em 3º lugar como melhor “adaptação” (o filme é baseado na HQ Wanted, e não adaptado… mas quem liga?).

É isso: Um filme empolgante, cheio de adrenalina, surpresas e coisas inacreditáveis. Se você está atrás disso, está atrás de O Procurado.

O Procurado

Wanted (110 minutos – Ação)
Lançamento: EUA / Alemanha, 2008
Direção: Timur Bekmambetov
Roteiro: Derek Hass, Michael Brandt, Chris Morgan, baseado na HQ de Mark Millar e J.G. Jones
Elenco: James McAvoy, Angelina Jolie, Morgan Freeman, Common, Terence Stamp, Thomas Kretschmann

Filme live-action d’Os Cavaleiros do Zodíaco pra 2009?

Cinema segunda-feira, 01 de setembro de 2008 – 7 comentários

Segundo o CavZodiaco.com.br (que na verdade viu no IMDb), um filme para TV d’Os Cavaleiros do Zodíaco já tem estréia marcada para dezembro de 2009.

Com estréia prevista para Dezembro de 2009 (diretamente em vídeo, sem passar pelos cinemas), Knights of the Zodiac: The Movie. Chapter I – Hope from the Stars (título provisório do filme, que seria algo como Os Cavaleiros do Zodíaco: O Filme – Capítulo 1 – Esperança das Estrelas), seria o primeiro filme de uma suposta trilogia. O site já divulgou até a produtora: Omega Entertainment (no site da produtora ainda não existem informações a respeito) e o diretor do filme: Joseph Merhi (um cineasta inglês que já trabalhou em mais de 100 filmes desde 1986, porém nenhum aparentemente famoso no Brasil).

Eu até pensei, pensei, pensei e… na verdade, eu não pensei em nada e nem sei o que dizer agora. O fato é que, porra, um filme desses direto na TV seria um belo desperdício. Se é pra afundar, afunda com estilo. Afinal, não tem nem por quê um filme de CDZ ser bom. E sim, esse anime marcou minha infância E eu o assisto até hoje. Por isso sei o que estou dizendo.

O Eric prometeu um casting hollywoodiano deste filme até o fim desta semana. Comecem a cobrá-lo.

Destaques da Semana em DVD – 25 à 29/08

Cinema sexta-feira, 29 de agosto de 2008 – 0 comentários

Em Nome do Rei: Uma aventura épica de fantasia, baseada na série de jogos Dungeon Siege. Somente um aviso: apesar do bom elenco, a direção ficou a cargo do diretor – destruidor – de adaptações de games para o cinema, Uwe Boll. Na trama, o poderoso rei Konreid (Burt Reynolds) precisa defender seu castelo e seu povo do diabólico Gallian (Ray Liotta), que quer derrubá-lo. Um exército aterrorizante de monstros guerreiros, conhecidos como Krugs, é enviado pelo vilão para invadir o reino em busca do rei. A vida de um homem simples chamado Farmer (Jason Statham) muda para sempre quando os monstros destroem sua pacífica comunidade. Depois de ter seu filho assassinado e sua mulher (Claire Forlani) seqüestrada, ele está determinado a se vingar e parte em busca da esposa. Mas o que ele encontra durante a jornada vai revelar muito mais sobre seu destino do que ele poderia prever. Confira a crítica.

O Sonho de Cassandra: Continua a investida européia, aqui inglesa, de Woody Allen, após décadas retratando os nova-iorquinos. O Sonho de Cassandra é um filme sobre dois irmãos que estão ávidos por melhorar suas vidas. Terry (Colin Farrell) é um jogador compulsivo afogado em dívidas e Ian (Ewan McGregor) é um jovem sonhador que se apaixona pela bela atriz Angela Stark (Hayley Atwell). Seu tio milionário (Tom Wilkinson) torna suas vidas, pouco a pouco, um emaranhando de intrigas e interesses com resultados desastrosos.

O Escorpião Rei – A Saga de Um Guerreiro: Não, você não leu errado, esta é uma continuação da continuação da franquia iniciada em A Múmia. No entanto, pelo menos no filme anterior o “astro” The Rock comandava a ação; aqui, provavelmente o “ator” pulou fora e acabaram produzindo este “filme” diretamente em dvd, imaginem a qualidade! Para os curiosos de plantão, a nova trama não dá seqüência ao final do primeiro filme. Ela volta no tempo, quando o jovem Mathayus (Michael Copon), antes atuado pelo grandalhão Dwayne Johnson (“The Rock”), descobre suas habilidades e se transforma no Escorpião Rei. King Sargon – ou Rei Sargon, em tradução livre – é o vilão da história e o gancho para o início da trama. Interpretado pelo ator, lutador e muitas vezes campeão da Ultimate Fighting Championship (UFC) Randy Couture, ele foi o responsável pela morte de um renomado guerreiro acadiano, que era o pai de Mathayus; na época, um garoto de 13 anos. O fato estimulou um sentimento de vingança no menino que, depois de passar sete anos treinando para se tornar um lutador, decide reencontrar o assassino de seu pai.

Três Vezes Amor: Apesar de Ryan Reynolds não ser nenhum “Hugh Grant” das comédias românticas, este filme diverte pela narrativa desconstruída e pelas presenças de bela Rachel Weisz e da carismática menina Abigail “Miss Sunshine” Breslin. A trama se concentra num pai que está se divorciando de sua esposa, e uma filha de 11 anos de idade que não se conforma com o final do romance dos dois. Certa noite, a menina pergunta para o pai como começou o caso dele com sua mãe. Para dar suspense à narrativa, ele começa contando três casos diferentes, sem dizer qual foi o que resultou no nascimento dela. Assim, o espectador acompanha as aventuras amorosas de um homem, que muitas vezes procurou o verdadeiro amor, até ele aparecer finalmente, mesmo que fosse para acabar um dia.

Lembra de Zombie Strippers? Vai sair em DVD no Brasil!

Cinema sexta-feira, 29 de agosto de 2008 – 5 comentários

Há algum tempo eu falei por aqui sobre o filme Zombie Strippers (RÁ, achei outro erro de acentos por causa da migração. Estagiário, TRABALHE!), que conta com a atriz pornô Jenna Jameson e o Freddy Krueger Robert Englund. Pois bem, achei completamente improvável que o filme sairia sequer em DVD nos cantos de cá, mas não é que vai sair?

Lembrando da sinopse: “Em um fututo não muito distante”, um projeto secreto do governo acaba vazando e acaba em Sartre (Nebraska – EUA). O que é esse projeto? Um vírus de reanimação de corpos. Aí, sem mais nem menos, onde o vírus vai parar? Em um clube de strip-tease.

Eu já assisti ao filme, e ele é espetacular. Quem sabe, resenharei-o ainda nesse mês, vamos ver. Pois bem: dia 22 de outubro o DVD chega às locadoras do Brasil. Já reserva com o tiozinho da locadora, véi!

…Inclusive, como se chama quem trabalha em locadoras? Tiozinho da locadora mesmo?

Piores Filmes da História

Primeira Fila sexta-feira, 29 de agosto de 2008 – 15 comentários

Que listas de Melhores Filmes vira-e-mexe rende alguma discussão ou polêmica, todos sabemos, até porque cada um tem seu gosto e tem gosto pra tudo! No entanto, esta recente lista de PIORES FILMES DA HISTÓRIA, do site Rotten Tomatoes (que conta com críticos de diversos países, inclusive, brasileiros) reuniu uma coletânea do que de pior o cinema, principalmente o americano, produziu nas últimas décadas.

E ao contrário do que você poderia imaginar, a listinha é quase uma unanimidade, tem cada “pérola” da cinematografia mundial que fica quase impossível não concordar com os vencedores da eleição.

1. Dupla Explosiva
Filme de ação com o pior casal já reunido para a telona, Antonio Banderas e Lucy Liu, sem química, sem noção e sem respeito pelo espectador.

2. Alone in the Dark – O Despertar do Mal
O diretor (sic) Uwe Boll adaptou, diz ele, este game para telona como uma cria ruim de Alien. Nem vou tecer outros comentários, e parece que vai ter continuação, mas sem Uwe Boll envolvido. Quem sabe agora vai?

3. Crossover (2006)
Não podia faltar um filme representante do subgênero drama esportivo. Aqui, um jovem jogador de basquete tenta entrar numa faculdade de medicina atráves do seu talento esportivo. Não vi, mas depois desta eleição tenho certeza que não verei!

4. Pinóquio (2002)
Pra dizer que a eleição não fez um apanhado geral em todos os gêneros, temos esta adaptação em carne-e-osso do clássico da Disney, simplesmente fraco.

5. Um Milionário em Apuros
Comédia que tenta utilizar o carisma do gordinho “afro-descendente”, Anthony Anderson, sem sucesso e sem risos.

6. Bêbes Geniais 2
Numa década onde o cinema infantil expandiu como cultura e se tornou uma marco da qualidade, ainda foram criados bobagens acéfalas como este filme infantil onde crianças falam entre si. Não esquecendo que esta foi a continuação, o primeiro filme conseguiu um honroso lugar no Top 20, veja mais abaixo.

7. Os Pilantras
Comédia adolescente idiota lançada, para nossa sorte, diretamente em dvd por aqui.

8. A Marca
Um pecado um filme com este elenco (Ashley Judd, Andy Garcia e Samuel L. Jackson) ser tão fraco como trama e possuir um final tão brochante.

9. O Mestre do Disfarce
Comédia veículo para o comediante Dana Carvey, do humosrístico Saturday Night Live, que tenta reunir uma trama farsesca com inúmeros efeitos especias, somente esqueceram de contratar um roteirista melhor.

10. No Corredor da Morte
Não podia faltar um filme do ícone dos filmes de ação das últimas décadas – sim, ele ainda está na ativa -, o incansável Steven Seagal (particularmente, o denomino cara-de-madeira, devidos as suas inúmeres expressões faciais). Aqui ele tenta inovar em seus filmes ao se juntar ao rapper (tentando atrair o publico jovem) Ja Rule. Não surtiu o efeito esperado.

Completando o diversificado Top 20: Rollerball (2002), Meu Vizinho Mafioso 2, Um Natal Muito, Muito Louco, Bebês Geniais, O Pacto, Ruas Selvagens (2002), A Reconquista (merecia posição melhor na listinha), Deu a Louca em Hollywood (aqui poderia estar qualquer uma destas últimas paródias idiotas de filmes de sucesso), O Enviado e Academia de Super Heróis.

Quer dar uma conferida na lista completa? Clique aqui, são 100 filmes para perder seu tempo e dinheiro!

O Reino Proibido (The Forbidden Kingdom)

Cinema quinta-feira, 28 de agosto de 2008 – 5 comentários

Um adolescente americano obcecado com os filmes clássicos de kung-fu faz uma extraordinária descoberta em uma pequena loja de penhores em Chinatown: o lendário bastão de monge, a arma perdida do sábio guerreiro, o Rei Macaco. Com a relíquia em mãos, o adolescente é inesperadamente levado ao incrível Reino Proibido. E na companhia dos mais poderosos guerreiros, segue na perigosa missão para libertar O Rei Macaco e devolver a harmonia ao povo da Montanha dos Cinco Elementos.

Clichezão, hein? Filmes de kung-fu costumam ser meio repetitivos, fato. Mas que outro filme reuniu Jackie Chan e Jet Li? Só isso já faz com que o filme precise ser visto. Mas ele não só precisa, como merece ser visto. Porrada entre os dois macacos chineses. Porrada dos dois lutadores contra terceiros. Piadinhas marotas. E os dois ensinando um moleque a lutar kung-fu.

Claro que tem toda uma história, com o moleque, Jason, que é um viciado em filmes de kung-fu de Hong Kong. Ele vai todo dia na loja de penhores de Hop ver se consegue algum filme que não tenha visto pra sua coleção. Como ele já é amigo do velho Hop, ele sai fuçando pela loja, como sempre, até se deparar com um bastão, o qual o dono da loja conta a história: Ele ganhou de seu pai, que ganhou do pai dele, na espera do verdadeiro dono vir busca-lo.

Jackie Chan rasta? WTF?

Só que, por um acaso do roteirista destino, Jason acaba entrando num rolo quando os valentões [Porque sempre tem que ter um valentão?] resolvem assaltar a loja. Então, no meio do assalto, ele é mandado junto com o bastão para a China imperial, ou algo assim. E lá encontra Lu Yan, um viajante que o salva diversas vezes. E os dois vão, tentar levar o bastão de volta ao dono, se juntando à Pardal Dourado e ao Monge Silencioso, que não é tão silencioso assim.

“Sim, eu faço piadinhas!”

Ah, sim, é contada a história do Rei Macaco também, claro. Ele foi enganado pelo Guerreiro de Jade por acreditar que a luta entre os dois seria justa, sem magias nem nada, e foi transformado em pedra. Só que, antes de ser transformado, ele mandou o bastão pra bem longe, pra evitar que o Guerreiro ficasse com a bagaça. Então, depois de muito se porrar com os soldados, e de Jason aprender bastante kung-fu, a ponto de se achar que pode ganhar do Guerreiro, eles conseguem devolver a arma pro Rei. Claro que tem uma surpresa/reviravolta/chame como quiser, o fato é que cê fala: “Porra, como eu não pensei nisso ANTES?”. Pelo menos comigo foi assim. E, apesar de ser previsivel em partes, o filme é muito, MUITO bom mesmo. Faz tudo o que se propôs, e até mais. Mas pra saber esse mais [Que é bastante coisa], cê vai ter de ir no cinema.

“Tão olhando o que? Vão ver o filme logo!”

Porra, o filme é muito bom. Pra quem gosta, claro. Se você quer ver algo profundo e que te faça pensar, cê tá na sessão errada. Esse filme é pra quem gosta de lutas mentirosas acontecendo, com um só cara derrubando todos os soldados que aparecem.

O Reino Proibido

The Forbidden Kingdom (113 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, 2008
Direção: Rob Minkoff
Roteiro: John Fusco
Elenco: Jackie Chan, Jet Li, Michael Angarano, Bingbing Li, Yifei Liu, Juana Collignon, Morgan Benoit, Jack Posobiec, Thomas McDonell, Zhi Ma Gui

confira

quem?

baconfrito