Overdose Adaptações: Batman: Sem Saída (Batman: Dead End)

Cinema quinta-feira, 17 de julho de 2008 – 5 comentários

Batman: Sem Saída é um curta de 7 minutos considerado o melhor filme do Batman. E eu concordo.

O final ficou realmente intrigante, mas eu diria que acaba na hora certa. Sandy Corolla foi o produtor, e o orçamento foi de apenas 30 mil dólares. O filme não é conhecido pela DC Comics, então ficou pro portfólio de Corolla.

O vídeo e as informações, é claro, foram retirados do My Name Is.

Overdose Adaptações: Rede de relações gamísticas Pt. 2

Nerd-O-Matic quinta-feira, 17 de julho de 2008 – 10 comentários

Ok, continuemos então o exercício de reflexão da semana passada, dentro do Overdose Adaptações.

Adaptações Ruins

Aqui não tem meio termo. Essas não dá pra levar á sério nem com toda boa-vontade do mundo.

Todos os jogos baseados em animações Disney e Pixar
Das animações para os games: só sai merda, não adianta. Ainda lembro de quando eu trabalhava com games e fui OBRIGADO a fazer a review do jogo do Era do Gelo; puta merda que coisa horrorosa. É SEMPRE o tipo de jogo caça-níquel lançado só pra arrancar dinheiro dos pais e pegar a onda das animações.

Star Trek
Dos cinema para os games: ao contrário de Star Wars, Star Trek nunca teve um jogo decente; é impressionante como uma franquia tão forte (inclusive com muito mais filmes bons do que Star Wars) nunca teve um jogo á altura.

Rocky
Do cinema para os games: desde a época do fucking Nintendo 8 bits que tentam fazer um jogo de Rocky. A jogabilidade sempre é porca e não tem NADA que lembre o clima dos filmes. PRA QUÊ fazer então, cacete? Se é só pra ser um jogo comum de boxe, deixa a tarefa para Fight Night.

Mario
Dos games para o cinema: esse filme é tão absurdamente bizarro que até hoje eu não acredito que ele existe. Eles mudaram tanto a caracterização dos personagens que não tem porra nenhuma a ver com nada do universo Mario. É lógico que a história dos jogos é imbecil e não poderia virar um filme decente, o que me faz levantar novamente a pergunta: PRA QUÊ fazer então?

Batman
Do cinema para os games: outra franquia sempre pessimamente aproveitada. Quando os jogos são baseados nos filmes são absurdamente horríveis, principalmente nos primeiros.

Das animações para os games: aqui melhora um pouco, já que as animações são um pouco mais amigáveis ao formato vídeo-game, mas nada muito melhor do que um ou outro jogo pro xbox.

Dos quadrinhos para os games: nunca vi.

Tomb Raider
Dos games para o cinema: A única coisa decente é a Angelina Jolie, evidentemente. Os filmes são risíveis.

Alone in the Dark
Dos games para o cinema: UWE FUCKING BOLL. Não tinha como dar certo nunca.

Guitar Hero
Dos games para o cinema: Só podem estar curtindo com a minha cara. Nem pagando que eu vou assistir essa merda. Qual vai ser a história? Uma guitarra mágica de PRÍSTICO que faz o guri soltar raios pela bunda e dominar o mundo da música? Pensando bem isso daria um filme interessante…

Street Fighter
Dos games para o cinema: teh horror. O pior Bison de todos os tempos. O pior filme do Van Damme. Troféu joinha de como cagar com um ícone gamístico.

Mortal Kombat
Dos games para o cinema: nem dá pra acreditar que fizeram mais de um filme. Ninguém aprendeu NADA com Street Fighter?

Ghost in the Shell
Dos animes para os games: tristeza enorme aqui. Um puta material pra render um puta jogo sci-fi, mas que nunca foi feito adequadamente. Um dos maiores desperdícios que eu já vi na história dos games. Mas antes não fazer muito jogo do que só fazer jogo ruim.

Harry Potter

A única coisa de Harry Potter que realmente interessa

Do cinema para os games: menção honrosa para os jogos de Harry Potter como a PIOR MERDA JÍ ADAPTADA DE TODOS OS TEMPOS. Já fiz uma coluna só sobre isso, mas nunca é demais repetir as advertências sobre o lixo tóxico gamístico que esses jogos são.

Como eu já disse: embora não façam meu estilo, reconheço que os livros são bons e alguns dos filmes também. Porém os jogos são TODOS aberrações caça-níqueis feitas para capitalizar em cima dos fãs do bruxo. Já joguei Harry Potter no PC, no PS2, no PSP e no DS e nunca vi nada além de um jogo bastante medíocre que seguia os passos e a história dos filmes. Os jogos não passam de um replay mal-feito dos filmes, que já são uma produção visual capenga do que se passa nos livros. Trágico. Certamente uma das piores franquias existentes no mundo dos vídeo-games.

Adaptações que deveriam acontecer

Metal Gear
Dos games para os quadrinhos: RÍ, já foi feito, e ficou do caralho de bom, o que justifica:

Dos games para o cinema: a história absurdamente complexa de Metal Gear casa perfeitamente com a linguagem cinematográfica. O fato de Snake ser um dos personagens mais canastrões de todos os tempos facilitaria ainda mais sua interpretação por vários atores, como os intérpretes de Jame Bond, por exemplo. E todo mundo gosta de um bom filme de espionagem.

God of War:
Dos games para o cinema: outro jogo épico que renderia também um filme épico. Isso precisava parar nas mãos dos caras que fizeram os filmes do Senhor dos Anéis. Seria uma mistura de “Gladiador” com toda a mitologia grega. Regado com banhos de sangue e mulheres nuas. Qualquer fortão podia interpretar o Kratos, desde que seja totalmente bruto e ignorante.

Shadow of the Colossus
Dos games para o cinema: esse rendia um filme de paranóia. Uma história que começa do nada e só explica no final a que veio, pontuada por uma batalha contra um colossus a cada dez minutos de filme. Não precisaria de falas, seria mais ou menos como o início de “2001: Uma Odisséia no Espaço”.

Diablo
Dos games para o cinema: seguindo o caminho aberto por filmes como “Doom” e “Tropas Estelares”, seria só diversão, uma fantasia medieval como aquelas maravilhas que passavam na Sessão da Tarde dos bons tempos. Poderia ser também um remake de “Conan”, só que um pouco mais sangrento. Afinal: é Diablo.

Dos games para os animes: Um salto ousado aqui, mas fico pensando em algo na linha de “Afro Samurai”, com aquela estética ambientada no cenário medieval de Diablo.

Onimusha
Dos games para o cinema: história de samurais sempre fazem sucesso, e os jogos da séria Onimusha já posuem horas de cenas muito bem dirigidas. Porra, até o Jean Reno (ator) aparece em um dos jogos. Não tinha como dar errado. Seria um misto de “Godzilla” com “O Último Samurai”. E o Tom Cruise morreria na primeira cena, óbvio.

Valkyrie Profile
Dos games para o cinema: outro que renderia um épico. Simplesmente não existem filmes bons baseados na mitologia nórdica, é uma lacuna a ser preenchida urgentemente nas telas. E o melhor é que as valquírias sempre são umas baitas dumas gostosas, o que renderia um filme que seria um misto de “Dead or Alive” com “Thor”. Merda, por que não fazem filmes assim?

Xenosaga
Dos games para os animes ou animações: Porra, todos os jogos Xenogears e Xenosaga são pontuados por seqüências espetaculares de história. Certeza que renderia algo no naipe de das animações de Final Fantasy. E os animes poderiam se inspirar em Ghost in The Shell ou Gantz. Ou já existe anime de Xenogears e eu não tô sabendo?

Castlevania
Dos games para os filmes: não sei como ainda não foi feito. Já fizeram tanto filme BICHA de vampiro, por que não fazer um que poderia render pra cacete, além de ter o Drácula como coadjuvante e objetivo final?

Manhunt

Manhunt, véi.

Dos games para o cinema: Menção honrosa para Manhunt, que poderia render um filme mega-doente, no nível de “8 Milímetros”. Aliás, deviam chamar o Nicolas Cage pra fazer o papel principal, já que ele fica muito bem no papel de assassino psicopata homicida que só precisa de meio motivo pra passar geral. Manhunt é praticamente uma continuação de “8 Milímetros”, e poderia se beneficiar muito do universo doente dos filmes “snuff”.

A atmosfera já é apropriadamente escura e misteriosa, povoada por gangues de outros homicidas doentes que MERECEM morrer no fio da navalha. Nem precisaria de muita história, porque pra dar certo é só colocar alguma motivação de vingança do tipo “orra, cês passaram o cerol na minha família tudim! Só me resta me vingar!”. Aí ele pega a moto-serra e saí dechavando o pessoal.

Maravilha véi, uma mistura de “Massacre da Serra Elétrica” com “Oito Milímetros”. Bota o Rob Zombie na direção e temos um clássico cult instantâneo. Eu devia entrar para a indústria cinematográfica, vsf.

Overdose Adaptações: V de Vingança (V for Vendetta)

Cinema terça-feira, 15 de julho de 2008 – 3 comentários

V de Vingança, dirigido pelos irmãos Matr… Wachowski, tinha sido agendado pra sair em 5 de novembro de 2005, mas só foi lançado em 2006, matando boa parte da enorme publicidade que girava em volta da comemoração dos 400 anos da Conspiração da Pólvora.

A HQ de Alan Moore teve sua adaptação para o cinema feita em 2006, com várias modificações feitas, segundo os produtores do filme, para adaptar a história a um momento político mais atual. Boa parte da anarquia da obra de Moore foi amenizada ou retirada, assim como as referências ás drogas. O filme também é bem mais parcial que a HQ, dando a V a aparência de herói mais do que de terrorista, e transformando o Adam Susan perturbado, solitário e humano dos quadrinhos em Adam Sutler (talvez pra soar parecido com Adolf Hitler, sei lá), o vilão óbvio, sendo um ditador claramente desalmado e inumano.

O filme se passa em um futuro caótico: em 2038, a Inglaterra é governada pelo partido da Nórdica Chama, que controla o estado através do fascismo e da repressão. Ao contrário da HQ, aqui o Destino (supercomputador que funciona quase como o centro de todas as funções do partido – e que dá um toque de 1984 á obra) inexiste, amenizando um pouco a tensão existente na história, na minha opinião, além de deixar pontas soltas: não se explica como V tem acesso a tanta informação ou como ele controla algumas das transmissões durante o filme.

Evey aqui também tem um papel muito diferente da jovem insegura dos quadrinhos. Enquanto a de lá é uma moça desesperada e sem muita visão de futuro, a das telonas, interpretada por Natalie Portman, é uma jovem bem mais independente: enquanto a das HQs tenta entrar pra prostituição por falta de dinheiro, a Evey vista no filme tem um bom emprego na British Television Network, e chega inclusive a ajudar o terrorista a fugir do prédio quando ele precisa.

Creio que V de Vingança teria sido melhor adaptado como um filme de investigação policial. Algo como um Seven com uma ênfase maior na visão do maníaco. O V romantizado do filme é muito menos psicótico, terrível e genial do que o terrorista dos quadrinhos. A HQ passa a impressão de um criminoso extremamente calculista e te faz pensar na possibilidade de não haver coincidência alguma no desenrolar da trama. A cena dos dominós lá faz muito mais sentido do que no filme, colocando na cabeça do leitor a possibilidade de que cada encontro, cada diálogo e cada perturbação dos personagens – até mesmo o encontro com Evey – pode ter sido minuciosamente calculado pelo homem da máscara sorridente. Já o filme, que dá bem mais ênfase ás cenas de luta do que á mente criminosa brilhante de nosso Vilão, transformou o sujeito numa espécie Robin Hood. Um personagem anestesiado, frango, bundão e não tão atento aos detalhes, se comparado com o original.

Não se engane, no entanto. V de Vingança é, apesar de tudo, um bom filme, mas deve ser visto como algo completamente separado da HQ. Se for pra ver só como adaptação, a coisa infelizmente não deu tão certo assim.

V de Vingança

V for Vendetta (132 minutos – Drama/Sci-Fi/Thriller)
Lançamento: 2006
Direção: James McTeigue
Roteiro: Alan Moore e David Lloyd (HQ), Irmãos Wachowski
Elenco: Natalie Portman, Hugo Weaving, Stephen Rea, Stephen Fry, John Hurt

Overdose Adaptações: Assista a uma animação FODA da Marvel!

Cinema segunda-feira, 14 de julho de 2008 – 2 comentários

Essa é a prova de que as MELHORES adaptações são as animações. Veja bem: Homem-Aranha luta contra LADRÕES, não ROBÔS GIGANTES. Então, cabe ao Homem de Ferro e ao Hulk salvarem o dia, é claro.

E valeu pela legenda, My Name Is!

Overdose Adaptações: Rede de relações gamísticas Pt. 1

Nerd-O-Matic quinta-feira, 10 de julho de 2008 – 9 comentários
Cês sabiam que quando o sapo macho não atrai mais as fêmeas ele troca de sexo para continuar se reproduzindo? Sapo velho é exemplo de adaptação ruim.

Aproveitando o Overdose Adaptações, vamos falar nessa coluna sobre todos os tipos de conversões entre vídeo-games e as outras mídias existentes. Como sempre, vocês provavelmente sentirão falta de uma porrada de jogos aqui. Mas também, como sempre, eu só falo dos jogos que eu conheço e já joguei. Compromisso com a credibilidade jornalística, sabem como é.

Adaptações Boas

As adaptações boas são bastante raras. Só consegui lembrar de umas poucas adaptações inquestionavelmente boas:

Silent Hill
Dos games para o filme: O clima de horror e paranóia constante foi levado de forma íntegra para o filme. Não foi sucesso de público nem de crítica, mas é, inquestionavelmente, Silent Hill.

Lord of the Rings
Dos livros para os games: nunca deu muito certo. Sério, só saiu bomba. Nem procurem.
Dos livros para o cinema e então para os games: Aqui ficou bom. A série Battle for Middle Earth rendeu um dos melhores jogos de estratégia disponíveis até hoje.

Lego
Dos brinquedos para os games: ESPETACULAR, uma das misturas mais improváveis e que mais deu certo em forma de paródia de Star Wars e Indiana Jones. Não deu tão certo no lance do Bionicle Heroes, mas esse dá pra esquecer.

Dune
Dos livros para os games: fundou a era de ouro dos jogos de estratégia, e os ecos da série Dune são ouvidos até hoje nos jogos de estratégia. Méritos extras por vir direto dos livros para se tornar um jogo.

Final Fantasy

Caralho, a parada saiu em Blu-ray

Dos games para o cinema: Gerou duas animações complexas demais para as massas (The Spirits Within e Advent Children), que requerem um certo conhecimento prévio da série de jogos. Mesmo sendo pouco acessíveis, ainda assim são espetaculares e demonstram o poder criativo e gráfico dos estúdios da Square. Pau-a-pau com a Blizzard no quesito excelência em tudo que faz.

Dos games para os animes: Assisti dois (Unlimited e Legend of the Crystals) e paguei pau para os animes. Novamente, parece que fazem mais sentido para o público que acompanha a série, mas o fato de existir esse pré-requisito não torna o material ruim.

Outro ponto que contribui para que Final Fantasy dê certo é a riqueza do universo da série; os enredos dos rpg’s já foram para todos os lados possíveis, desde passado medieval, mágico e cyberpunk, até o futuro… medieval, mágico e cyberpunk. Também ajuda muito o fato da série ter uma legião de fãs, principalmente no Japão. O público cativo dá força a qualquer produto que saia dentro do universo Final Fantasy.

Finalmente, ponto para a Square por não vender os direitos de tudo que se relaciona á série, e mantém mão-de-ferro no controle do uso da marca. Creio que isso contribui enormemente para a manutenção da qualidade dos produtos finais.

Adaptações ruins, porém boas

Sim, ruins mas boas ao mesmo tempo. São aquelas adaptações que não são muito fiéis ao universo original, ou então sempre parece ter alguma coisa errada. Mas, no fim das contas, você acaba se divertindo com a porcaria.

Yu-Gi-Oh!
Do anime para os games: O anime é ruim pra cacete, então nem teria como render algo bom. Surpreendentemente, o bagulho funciona muito bem como um jogo de cartas eletrônico, talvez o melhor desde Magic: the Gathering. Mas não espere por nada além disso.

Alien/Predator
Dos filmes para os games: O apelo dos monstrengos sempre foi enorme para o público gamer, e já renderam uma porção de jogos. Prefiro lembrar dos jogos bons como Alien 3, do Super Nes e o arcade de Alien Vs. Predator (Crássico total, procure nos emuladores de placas Capcom)

Matrix
Dos filmes para os games: Joguei o Enter the Matrix, no PC, e lembro que a parada captou muito bem o clima do filme. Na época também fazia parte de toda uma série de produtos que visavam expandir o universo Matrix. Meio ambicioso demais, mas até que funcionou. Não se segurava só como um jogo, entretanto.

Pokémon
Dos games para o anime e do anime para os games: Taí um caso de jogo e anime meia-boca que dão certo em conjunto. Os dois são repetitivos pra cacete, o tempo todo, e não despontam em nenhum quesito além desse. Mas não dá pra negar que é viciante e que funcionam como uma franquia poderosa. Briga de galo pra crianças.

X-Men
Dos quadrinhos para os games: Ah, saudosa época do super nintendo onde cada jogo com X-Men que saía era uma merda lancinante. As coisas só melhoraram com X-Men vs. Street Fighter e X-Men Legends. Aparentemente faltava tecnologia para conseguir dar personalidade a cada um dos mutantes.

Star Wars
Dos filmes para os games: sempre se calcando na força da franquia e na legião de fãs nerds, gerou vários jogos meia-boca, como os do Super Nintendo. Melhorou um pouco com Knights of the Old Republic mas assim, assim.Vamos ver se a coisa finalmente engrena com The Force Unleashed.

Resident Evil
Dos games para o cinema: Amado e odiado ao mesmo tempo. O primeiro filme foi do caralho, mas daí em diante foi degringolando até chegar na bosta total que foi o último filme, Hora de parar com essa merda.

Doom

Chutando bundas no filme

Dos games para o cinema: ESPETACULAR adaptação com The Rock. “Doom” ficou tão ruim que ficou bom. Captou com maestria o espírito trash da sangrenta série o que faz com que seja uma das melhores e mais fiéis adaptações já vistas de uma mídia para outra.

Destaque para a excelente seqüência final, filmada em primeira pessoa, para emular fielmente o que acontecia nos jogos. História fraca, atuações risíveis, monstros bisonhos e sangue pra caralho. Não tem como achar ruim. Quer dizer, tem: bom de tão ruim.

Na próxima semana continuaremos com o estudo das adaptações, abordando os experimentos que deram totalmente errado e fazendo um exercício criativo de pensar em quais jogos DEVERIAM ser adaptados imediatamente para outras mídias. Caralho, a gente tem que ensinar tudo pra esses caras.

Suposta foto de Jonah Hex

Cinema quinta-feira, 19 de junho de 2008 – 0 comentários

Os caras do Film School Rejects conseguiram uma suposta foto de Thomas Jane [O Justiceiro] caracterizado como o anti-herói sacana Jonah Hex.

Não mostra muita coisa, mas até que parece.

O filme não tem elenco confirmado, data de estréia, nada, então pode ser só um fake.
A Warner Bros. e a DC Comics deram a produção nas mãos de Akiva Goldsman [Constantine, I Am Legend], Mark Neveldine e Brian Taylor [Crank]. Os dois últimos estão envolvidos em Crank 2, mas disseram que assim que o filme estiver terminado, irão partir para a adaptação do caçador de recompensas.

Tái um filme que promete ser foda.

O Incrível Hulk (The Incredible Hulk) (2)

Cinema segunda-feira, 16 de junho de 2008 – 1 comentário

Bom, o Pizurk foi ver mais cedo que eu na grande estréia, então deixei por conta dele a grande resenha. Mas é claro que eu não ia deixar vocês sem a crítica do grande théo. :god:

Bom, você que lê este site todos os dias sabe bem que eu vinha falando que este filme ia ser melhor do que Batman, certo? Pois bem, após vê-lo eu não sei bem ao certo se realmente vai ser melhor do que Batman, mas sei que não é melhor que Homem de Ferro nem fodendo.

Finalmente a Marvel decidiu chegar na voadora e detonar o passado de filmes ruins aos poucos. O Incrível Hulk NÃO É e NEM DEVE ser chamado de “Hulk 2”, tanto que expulsamos do AOE o estagiário que cometeu esse erro imperdoável. Logo no início do filme, umas passagens rápidas resumem toda a origem do Hulk, coisa de uns 5 minutos – e já é BEM melhor do que aquele maldito filme com o maldito Eric Bana. Agora temos um ator de verdade fazendo o papel de Bruce Banner, e se trata do segundo melhor ator do mundo: Edward Norton. Mas vamos ao velho modelo de resenha detalhado pra explicar tudo da melhor forma possível.

Edward Norton ANOREXICO no filme, véi.

EFEITOS VISUAIS / SONOROS

Isso aqui merece nota 11. A primeira aparição do Hulk foi simplesmente PERFEITA. Bom, não tivemos muitas transformações detalhadas, na verdade só uma. Em relação ao som, as vozes dos monstrões estão realmente assustadoras. As explosões estão realmente EXPLOSIVAS. Enfim, essa parte de efeitos visuais e sonoros é uma sensação á parte que você vai ter que descobrir sozinho.

ENREDO

A história é focada na saga de Banner tentando se livrar de Hulk, então contamos aí com um enredo… depressivo. Mas nem tanto, o humor não passa despercebido – até mesmo porque ele aparece DO NADA. Bom, também é bem óbvio que não há toda a ação esperada – pelo menos por mim -, infelizmente. Mas eu reconheço o trampo que foi pra eliminar a cagada do filme anterior, é claro que o ideal seria ter mais diálogo, mais fuga e mais suspense pra se livrar daquela merda. Mas é FATO que faltou mais pancadaria.

Vale também citar que a cena no Brasil é muito superficial, completamente descartável. As vozes estão uma porcaria, eu diria que foi uma tremenda cagada no pau. E isso é bem no início do filme, você acaba esperando que ele vá ser uma bomba. Então, eu recomendo que você chegue atrasado na sessão.

Por fim, a luta final foi FODA, mas deixou um gostinho de “quero mais” pelo fato de que EU esperava mais. Eram dois monstrões saindo na porrada, é claro que sempre vai ser pouco.

Vou te contar uma coisa também: Contei umas TRÊS cenas MUITO forçadas no quesito “E AGORA, COMO VAMOS RESOLVER ISSO?”. Sabe quando começa um incêndio e começa a chover logo depois? Então…

Quer dançar? (heh)

PERSONAGENS

Edward Norton chuta bundas, véi. Sem mais. A escolha dos atores foi perfeita, sem contar os dois elemento-surpresa: Lou Ferrigno (não LEMBRA quem ele era?) e, de novo, Stan Lee. Liv Tyler é bonita E boa atriz. Tim Roth foi o vilão perfeito, e olha que ele seria o “mocinho” da história. Enfim, elenco impecável.

EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PóS O INCRÍVEL HULK

Homem de Ferro continua sendo o filme mais FODA do ano e Speed Racer continua sendo o mais legal. O Incrível Hulk segue uma linha completamente (ou apenas BEM) diferente desses dois filmes, tendo em vista que seu foco é em um herói nem tão herói assim. Bom, eu diria que o filme é então o SEGUNDO filme mais FODA do ano, podendo perder a posição para Hellboy 2 – O Exército Dourado. Eu já disse que subestimo Batman – O Cavaleiro das Trevas, então prefiro não citá-lo aqui.

HULK… SMASH!

Bom, o filme é foda, definitivamente, mas eu esperava mais. A maioria disse por aqui que o filme é acima das expectativas, então você pode ser mais um que vá achar ele incrivelmente fodão. Então corre pro cinema, ainda dá tempo.

O Incrível Hulk

The Incredible Hulk (114 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, 2008
Direção: Louis Leterrier
Roteiro: Zak Penn
Elenco: Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, Tim Blake Nelson, Ty Burrell e William Hurt

O Incrível Hulk (The Incredible Hulk)

Cinema sexta-feira, 13 de junho de 2008 – 15 comentários

Sério, não leia essa resenha. VAI VER o filme.
Ainda tá aqui por que? Não leu a linha acima? JÍ PRO CINEMA!!!

Não vai me ouvir? Tudo bem.

Todo mundo conhece o Hulk. Aquele cara que quando se estressa fica grande, verde e rasga toda a roupa, menos a calça. Graças aos céus. Mas pouca gente conhece as nuances da história toda, como o fato do Bruce Banner querer se livrar do Hulk, por atrapalhar toda a vida do cara. Ou o real poder destrutivo do cara. Porra, nas palavras do próprio Emil Blonsky: “Ele levantou uma empilhadeira como se fosse uma bolinha de papel!”.

O filme mostra, obviamente, o Hulk porrando o Abominação, um soldado de elite que se voluntaria pra algumas experiências, digamos, perigosas. Mas também mostra o Dr. Bruce Banner tentando se livrar do seu alter-ego. E a tentativa dele de proteger seu amor, Betty Ross, dos perigos que o exército proporcionam, graças ao pai da moça, Gen. Thaddeus ‘Thunderbolt’ Ross.

Ô menino bonitinho do tio!

EFEITOS VISUAIS / SONOROS

Apenas três palavras: PUTA QUE PARIU! Cara, essa parte do filme é simplesmente PERFEITA! O Hulk em si já ficou muito parecido com o dos quadrinhos. As transformações são muito bem feitas, você olha aquilo e fala: “Eita porra!”. Até algo que alguns fanboys xiitas podem apontar como falhas, como o fato de que os pequenos ferimentos do Hulk não fecham instantaneamente, igual ao gibi [Fator de cura do Wolverine? Não é nada perto do Hulk. Noob.], são prodigios visuais. Você VÊ que o baguio foi fundo. E o som então? Puta merda, na medida. Nos momentos de paz, é aquela calma, quase inexiste som. Ai, conforme as transformações ocorrem, o som vai ficando intenso, pesado. E quando o Hulk fala o clássico “HULK SMASH!”? Foi tenebroso, ainda mais no contexto!

ENREDO

Cara, você tem noção de que conseguiram fazer uma adaptação que encaixa (heh) os personagens clássicos, como Dr. Samson ou Samuel Sterns [Que é quase certeza de que será o vilão do próximo Hulk, aliás], e mostrou uma história coesa e sem pontas soltas? É claro que deixaram aqueles ganchos pra uma sequência certa, mas nada que comprometa a história, muito pelo contrário. Se você conhece, vai ao delirio com a cena final do Sterns [Não, não vou spoilerzar].
Aliás, o Stan Lee, robert como sempre, aparece numa cena muito patife. Fora o Lou Ferrigno sendo subornado… com pizza!

Lou e seus bíceps.

PERSONAGENS

Escolhas perfeitas, cada ator/atriz encaixa como uma luva nos personagens, no contexto do filme.
Edward Norton é o Banner encarnado. Franzino, mas sem muita cara de nerd. E as caretas das transformações foram bem realistas. Liv Tyler foi exatamente a Betty que eu via no gibi: Doce, mas forte, não é uma menininha assustada, é uma mulher decidida a ajudar o amor da sua vida, mesmo depois do que aconteceu. Tim Roth ficou um Emil Blonsky véio, mas nem por isso menos fiadaputa, ainda mais no estágio intermediário, depois dos experimentos, mas antes de virar o Abominação. E o William Hurt foi um viado corno manso fdp de Gen. Ross, o que é bom, porque o personagem é um viado corno manso fdp mesmo. E os personagens secundários muito bons também, aquele 3º figurante que corre pra esquerda na cena da porradaria me convenceu!

A gostosa mocinha do filme.

EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PóS O INCRÍVEL HULK

O Incrível Hulk é o filme a ser batido, na minha opinião. Melhor que Homem de Ferro, melhor que o Batman, melhor que Hellboy, arrisco-me a dizer que foi melhor que qualquer outro filme, o melhor filme de todos os tempos!

E eu repito: VÍ JÍ VER ESSE FILME!!! E leve seu irmão, sua irmã, sua mãe, seu pai, seu cachorro, sua gordinha, sua vizinha gostosona, seu amigo nerd, seu amigo não-nerd que você não tem, o motorista do ônibus, enfim, TODO MUNDO!

Quem não for ver esse filme merece um beijinho do Abominação.

E eu vou repetir de novo: VAI LÍ VER O FILME!!! AGORA!!!!!!!!!!!!

O Incrível Hulk

The Incredible Hulk (114 minutos – Ação)
Lançamento: EUA, 2008
Direção: Louis Leterrier
Roteiro: Zak Penn
Elenco: Edward Norton, Liv Tyler, Tim Roth, Tim Blake Nelson, Ty Burrell e William Hurt

Speed Racer (Speed Racer)

Cinema segunda-feira, 12 de maio de 2008 – 5 comentários

Cá estou eu para criticar mais um blockbuster, dessa vez com um certo… atraso. Mas ainda tá valendo.

Speed está para a corrida como os brasileiros estão para o futebol. Na escola, o moleque só pensava nisso. Tinha como ídolo seu irmão, Rex, grande corredor que pilotava Mach 4. Foi de seu irmão que Speed ganhou o Mach 5, e, mais tarde, o destino de Rex e seu Mach 4 foi dois piores, se é que você me entende. Ao crescer, Speed se tornou um grande corredor.

Procurado pela empresa Royalton Industries, o cara negou o contrato de patrocínio e isso deixou o dono de tal empresa furioso. Pra surpresa de Speed, Royalton, dono da RI, manipulava os resultados das corridas e ameaçou Speed e sua famíla. Agora cabe a Speed, literalmente, CORRER atrás do prejuízo, desmascarar Royalton e fazer as corridas voltarem a ser o que eram há 50 anos atrás.

Cores. CORES!

EFEITOS VISUAIS / SONOROS

Preciso MESMO falar alguma coisa? Um toque infantil foi dado a tais efeitos, misturando os atores humanos em um cenário totalmente computadorizado. As corridas podem causar enjoo e até mesmo ataques epiléticos, tome cuidado. Muitas cores tomam conta do longa, mas o destaque mesmo, é claro, são para os efeitos visuais. Speed Racer, o desenho, era só uma corrida, coisa inocente. No filme, é quase o game Twisted Metal com uma pegada de Hot Wheels. Fãs xiitas que reclamem pra lá – essa combinação ficou perfeitamente FODA. A cena na neve, no penhasco, é absolutamente espetacular.

ENREDO

Nada demais e nem muito inovador, mas poderia ser extremamente clichê não fosse as mãos dos Irmãos Wachowski. KUNG FU foi adicionado á adaptação, além das eletrizantes corridas que deixam qualquer clichê passar despercebido. Há de tudo aqui: O vilão, o bobão, os pestinhas, o mocinho, a mocinha, o misterioso… é uma adaptação de um filme dos anos 60, enfim. E, convenhamos: ISSO que é adaptação. Se fosse exatamente como era o desenho, seria CóPIA.

Roubou a cena.

PERSONAGENS

Emile Hirsch interpretou bem Speed Racer, acho que realmente é a MELHOR escolha. Matthew Fox foi formidável, Corredor X totalmente memorável. Roger Allam foi um vilão e tanto, fez MUITO BEM a lição de casa. Christina Ricci foi boa, mas poderia ser melhor. Não sei. De resto, ótimas escolhas, creio que o elenco seja praticamente impecável.

EXPECTATIVA BLOCKBUSTERIANA PóS SPEED RACER

Speed Racer JÍ É o filme MAIS LEGAL do ano, mas a posição de filme mais FODA do ano ainda é de Homem de Ferro. Não estou comparando um filme de corrida com um de super heróis, estamos falando somente de blockbusters. Aliás, na real? Taí outro filme que subestimei. Isso coloca O Incrível Hulk dentro de uma expectiva MUITO maior, e, não vou mentir: Eu subestimo Batman – O Cavaleiro das Trevas. Não que vá ser ruim, mas duvido que seja melhor que Homem de Ferro. Mas, em uma visão e previsão geral, creio que Speed Racer ficaria em terceiro. Que venha O Incrível Hulk e Hellboy 2 – O Exército Dourado!

A palavra da vez é: EMPOLGANTE.

Mais um filme imperdível. Essa temporada tá muito boa. Não faça como eu, véi. PARE de perder tempo e CORRE.

Speed Racer

Speed Racer (135 minutos – Aventura)
Lançamento: EUA, 2008
Direção: Andy Wachowski e Larry Wachowski
Roteiro: Andy Wachowski e Larry Wachowski
Elenco: Emile Hirsch, Christina Ricci, Matthew Fox, Susan Sarandon, John Goodman

Super-heróis na Telona

Primeira Fila sexta-feira, 02 de maio de 2008 – 1 comentário

Com a estréia de Homem de Ferro (crítica aqui), chegamos num ponto onde o cinema de ação, ou os famosos blockbusters do verão americano, são em sua maioria adaptações de HQs. Somente nos próximos meses, além de Homem de Ferro, tomarão conta das salas de cinemas (de verdade, vira um verdadeiro monopólio): Batman – O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan; O Incrível Hulk, de Louis Leterrier; O Procurado, de Timur Bekmambetov; Hellboy 2 – O Exército Dourado, de Guillermo del Toro; e em dezembro (previsão de lançamento), Justiceiro – War Zone, de Lexi Alexander.

Somente como exemplo, o personagem Justiceiro ganhará sua terceira versão para os cinemas. Num longíquo 1989, os quadrinhos foram levados á telona com o branquelo Dolph Ludgren, ainda astro de filmes de ação na época, no papel principal. Depois dele Thomas Jane, já em 2004, assumiu o papel do vingador numa produção pouco comentada e muito criticada. Agora, em sua terceira versão, o papel de Frank Castle ficou nas mãos do desconhecido Ray Stevenson. Portanto, mesmo que o filme seja um fracasso os produtores não estão abrindo mão de reinventarem ou continuarem a saga dos heróis (ou anti-heróis) dos quadrinhos. Claro que há retorno financeiro, senão os projetos já estariam engavetados há muito tempo.

Há, pelo menos, uma dúzia de projetos sendo tocados neste momento, em que haja como trama a adaptação de HQ, com data já garantida para 2009 teremos:

The Spirit, previsão para 16 de janeiro, clássico de Will Eisner, dirigido pelo também criador Frank Miller. A trama está centrada em um homem que finge ter morrido e luta contra o crime na assombrosa Central City. O elenco da produção é composto por Samuel L. Jackson, no papel do vilão Octopus, Eva Mendes (Motoqueiro Fantasma) como Sand Saref, Scarlett Johanson (Ponto Final – Match Point) como Silken Floss, Gabriel Match no papel-título do herói The Spirit, entre outros. O visual parece ser o mesmo de Sin City.

Watchmen, previsão para 06 de março, o épico de Alan Moore está sendo recriado por Zack Snyder (o mesmo de 300). Para quem não conehce a trama, “Watchmen” é situado em uma América alternativa de 1985, na qual super-heróis fantasiados são parte da estrutura comum da sociedade, e o “Relógio do Juízo Final” – que marca a tensão entre os Estados Unidos e a União Soviética – é permanentemente acertado em cinco minutos para a meia-noite. Quando um de seus antigos colegas é assassinado, o abatido, mas não menos determinado, vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. á medida em que ele se reconecta com sua antiga legião de combate ao crime – um grupo desorganizado de super-heróis aposentados, dentre os quais somente um possui verdadeiros poderes – Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada ao passado deles e a catastróficas conseqüências para o futuro. Na foto abaixo Jeffrey Dean Morgan (conhecido por suas participações em Supernatural e Grey’s Anatomy – sim, o Denny Duquette) aparece caracterizado como o personagem Comediante.

X-Men Origins: Wolverine, previsão para 01 de maio de 2009, sob a direção do estrangeiro Gavin Hood (O Suspeito e Infância Roubada). Pelo título já se sabe que o filme tratará da origem de Wolverine (melhor personagem de trilogia cinematográfica X-Men). A trama promete também diversas participações de mutantes conhecidos dos fãs e novos ainda inéditos na telona. Hugh Jackman volta como Logan/Wolverine, além dele, nomes como Liev Schreiber e Danny Huston estão confirmados no filme.

Em produção, mas sem previsão de estréia:

Babarella: clássico cult dos anos 60, com a belissíma – e sexy – na época, Jane Fonda, ganhará uma refilmagem nas mãos do mexicano Robert Rodriguez (responsável por Sin City);

Capitão América:, aqui vão ter que suar para tirar o ar canastrão e, extremamente, patriota do personagem. A direção ficará a cargo de Nick Cassavettes, uma escolha, no mínimo, inusitada, já que o diretor é conhecido por seus dramas e romances, como Diário de uma Paixão;

Luke Cage:, que ganhará as luzes no cinemas pelas mãos do diretor John Singleton, o mesmo de Shaft;

Punho de Ferro (Iron Fist): sob direção de Steve Carr, para quem não conhece o personagem (como eu): Danny Rand foi treinado em artes marciais ainda criança no místico reino de Kun Lun. Lá, ele aprendeu a concentrar energia espiritual em seu punho, tornando-o tão forte quanto ferro. Agora, ele utiliza suas habilidades e sua força sobrenatural no combate ao crime;

Thor: sob direção de Matthew Vaughn (quase diretor de X-Men 3), mais conhecido pelo policial inglês que revelou Daniel “007” Craig, Nem Tudo é o que Parece. A princípio, a trama deverá ser esta: o franzino doutor Donald Blake encontra uma bengala que se revela o magnífico martelo do deus do trovão. Ele se torna, então, Thor, e passa a combater diversos vilões. Ainda sem elenco definido;

Surfista Prateado: a única coisa interessante no segundo Quarteto Fantático, ganha filme solo com a direção de Alex Proyas, o mesmo diretor de outra adaptação dos quadrinhos, O Corvo;

No departamento dos rumores, produções que ainda não foram confirmadas, há Superman: Man of Steel e Homem-Aranha 4, além de inúmeras continuações das produções que fizerem sucesso comercial – ou não – citadas acima.

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