Muito sabidamente, os caras do Feuerschwanz botaram como imagem do clipe de Sex Is Muss um belo par de peitos, da violinista da banda. Mal sabia você, ao botar o clipe pra tocar, que isso é uma armadilha. Mas o que esperar de uma banda com um nome que pode ser traduzido como “caralho de fogo”? continue lendo »
Faz muito, muito tempo desde que passou algo parecido com Midnight Hunter por aqui: Como o nome indica, cê é um caçador de monstros e OH! As crianças da vila sumiram! E agora, quem poderá nos defender? continue lendo »
Então, há umas duas semanas atrás estava eu de boas tranquilo em casa quando recebi uma notícia: A Sky viria aqui em casa no dia seguinte fazer a troca de um aparelho por um mais moderno. Ontem eles vieram. E, de fato, foi trocado o bagulhete que fica na ponta da antena… Mas eu não assisto TV.
Kong: A Ilha da Caveira (Kong: Skull Island) Com: Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson, Corey Hawkins, Toby Kebbell, Shea Whigham, Jason Mitchell, John Goodman e John C. Reilly
Sabe de onde veio aquele gorilão do filme? Então, essa é a história.
É tipo um Batman Begins pro King Kong. Mas que bela merda, hein? continue lendo »
Quando seres interplanetários deixam marcas na Terra, a Dra. Louise Banks (Amy Adams), uma linguista especialista no assunto, é procurada por militares para traduzir os sinais e desvendar se os alienígenas representam uma ameaça ou não. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade.
Confesso que não entendi todo o chororô pelo fato da Amy Adams não ser indicada ao Oscar de melhor atriz por esse filme. OK, o filme é legal e tal, mas não tem nada que destaque o talento de Amy Adams ao ponto de merecer uma estatueta. Não que hoje em dia um Oscar signifique alguma coisa, mas ainda assim.
E antes que apareça alguém gritando que eu só digo isso por ser macho, gostaria de lembrar que ela concorreria a melhor atriz, que vejam só, é composta apenas por atrizes. Sendo assim, ela não perdeu lugar pra homem algum, logo: SEJE MENAS, PORRA! E se querem reclamar de alguma coisa, reclamem das categorias técnicas, lá sim rola uma treta maligna. continue lendo »
Dr. Robert Rozett, diretor da biblioteca Yad Vashem (Coleção de textos sobre o Holocausto, em Jerusalém), escreveu uma carta diretamente para o CEO da Amazon pedindo para que livros que negam o Holocausto sejam removidos da loja online. Aqui o link (Não que espero que alguém vá lê-lo). Rozett é autor de alguns livros, niqui você lê sobre essa notícia e se pergunta, o que é pior, o fato de ele odiar livros ou ter zero conhecimento sobre o funcionamento da internet? Esse é um texto sobre livros, censura, internet, pessoas com baixo QI e fotos que caíram na internet.
Curiosamente (?), esse texto não tem nada a ver com Kubrick.
O Oscar deste ano teve grandes destaques entre os vencedores, como a estrondosa Viola Davis que, merecidamente, levou a estatueta por melhor atriz coadjuvante por Um Limite Entre Nós, filme de Denzel Washington cheio de longos monólogos do protagonista, desenhadinho para coroá-lo como melhor ator. Mas, como vimos, não deu certo. Casey Affleck conseguiu escapar ileso das alegações de abuso sexual e levou o amigo Matt Damon e o irmão, Ben Affleck, às lágrimas com a premiação por seu desempenho no ótimo Manchester à Beira-mar. Ah, e teve toda a confusão, digna de Sessão da Tarde, no anúncio da categoria de Melhor Filme, obviamente a mais esperada da noite. Confesso que fiquei surpresa, porém zero decepcionada. continue lendo »
O que é pior: Nunca ter rolado Backstreet Boys num Clipe da Semana, ou eu colocar Everybody (Backstreet’s Back) em um CDS? A resposta é: Eu não me importo. continue lendo »
Code Red vai de indicação pra você que curtia um treco muito específico: Jogar com o Venom nos jogos do Homem-Aranha. Cê come gente pra ganhar vida, mata a galera e explode pessoas, sabe como é, mais um dia comum no escritório. continue lendo »
Ben (Viggo Mortensen) tem seis filhos com quem vive longe da civilização, no meio da floresta, numa rígida rotina de aventuras. As crianças lutam, escalam, leem obras clássicas, debatem, caçam e praticam duros exercícios, tendo a autossuficiência sempre como palavra de ordem. Certo dia um triste acontecimento leva a família a deixar o isolamento e o reencontro com parentes distantes traz à tona velhos conflitos.
Capitão Fantástico é daqueles raros filmes que te fazem pensar por dias. Confesso que aprendi uma ou duas coisas com o filme que muito provavelmente carregarei pelo resto da vida. O filme pode ser enxergado como uma fábula abordando o socialismo contra o capitalismo, de forma que aponta tanto o lado bom quanto o lado ruim de ambos. E em tempos sombrios como este em que vivemos, onde ser sensato é praticamente crime, fazer um filme desses é um tanto quanto ousado. Por isso, aconselho cautela ao dizer que entendeu a real proposta do filme, pois é possível que preguem uma placa de “isentão” no seu peito e te queimem em praça pública. continue lendo »