Ainda que você nunca tenha ouvido falar de The Prodigy, você provavelmente conhece a música Smack My Bitch Up, que teve envolvida em várias tretas, talvez por ter um nome que parece incitar violência contra a mulher. Exceto que a expressão smack my bitch up é um pedido pra alguém te injetar heroína, parecida com shoot me up; mas é claro que, no final da década de 90, ninguém sabia dessas gírias das ruas, e não havia internet pra pesquisar. O Prodigy não ajudou em nada, falando só que significava fazer algo intensamente. E o clipe, de certa forma, reforça isso. continue lendo »
Quem diria, o Clipe da Semana chegou à sua 300ª semana. São quase seis anos, seis anos que o nosso querido Bacon Frito completa logo ali, em junho. Provavelmente vai ter algo pra você, que ainda se dispoe a ler as merdas que Jo, Loney e eu escrevemos, mas até lá não afirmo nada. Sim, são três centenas de clipes, seis anos e três pessoas que ainda se mantém no barco. Mesmo que o barco seja feito de bacon e esteja navegando num mar de memes e chorume; e pode respingar um pouco, mas a gente continua até que limpo. Ou ao menos com cheiro de bacon. E porque caralhos eu tou escrevendo essas merdas aqui? Isso deveria ser uma marca, um marco, algo a ser celebrado, mas eu não vejo motivo pra celebrar, e só porque a coisa não vai como eu queria. Mas você, pobre leitor, não tem culpa disso, não é mesmo? Cê só quer ver um clipe maneiro nesse fim de semana, então tomae uma trilogia do M83, que é uma coisa meio X-Men encontra 2001: Uma Odisséia no Espaço, mas segundo a banda é um tributo à Akira, A Aldeia dos Amaldiçoados e Contatos Imediatos de Terceiro Grau. Vai entender. O que importa é que as músicas não dão dor no coração e os vídeos contam uma história maneira, se você não é muito chato. continue lendo »
Você provavelmente conhece o Soft Cell só por causa dessa música, já que o duo britânico não teve outro grande sucesso, até onde eu sei se sabe. Mas o que pouca gente sabe [Ou se interessa em saber] é que Tainted Love não é autoral, e sim um cover, e a música foi originalmente escrita por Ed Cobb e gravada por Gloria Jones em 1964. Por que raios uma dupla inglesa gravou um cover de uma soul music lançada 15 anos atrás, no entanto, é um mistério pra mim. Mas não importa, porque além da música ter ficado com um arranjo legal, o clipe é maneiro. Ou eu tenho um gosto muito esquisito. continue lendo »
Eu sei, eu tou cavando cada vez mais no fundo do poço. Semana passada foi a Aguilera, essa semana é Avril Lavigne; mas o que eu posso fazer, se eu tenho uma queda pela galhofa? E não, eu não imaginava que Rock n Roll fosse um clipe divertido, tendo em vista o histórico dos clipes da senhorita Avril. Sim, eu vi mais de um clipe dessa pessoa, pra ver se algo prestava, e apesar da sensação inicial de que algo de errado não estava certo, fomos surpreendidos novamente por um clipe que reverencia Tank Girl, Slash, Anos Incríveis e ao espírito do rock em geral. Exceto pela música, mas isso é só um detalhe, no caso. continue lendo »
Quase 300 clipes, e eu já tou ficando sem ideias. Cheguei pra muié e falei: RÁPIDO, UM CLIPE! Ela: “Ããããããhhhhhh… Christina Aguilera?” Eu pensei comigo mesmo “ela nunca apareceu no CDS mesmo, qual o problema?”. E como a pessoa que sugeriu o clipe tem probleminha com borboletas e mariposas [Lepidópteros em geral], eu escolhi o clipe de Fighter. E também porque a música é boa [Eu gosto da voz da Aguilera], e o clipe era recorrente nos programas de clipe que passavam na TV no começo da década de 2000. Sim, eu não tinha internet no começo da adolescência; e não, não era uma coisa muito boa. Agradeçam à figura divina de sua preferência por hoje ser diferente. continue lendo »
Você conhece LazyTown. LazyTown tem aquele bigodudo babaca que dá umas piruleta loca e a garota de cabelo rosa, musa máxima de galera que curte um séquiço prépubescente. LazyTown já teve versão pro teatro, quatro temporadas pra TV e mais um spin-off, mas sua maior contribuição para o mundo é na grandiosa arte musical. continue lendo »
Cyndi Lauper é famosa principalmente por Girls Just Wanna Have Fun [Que inclusive não é dela] e, em menor escala, Time After Time. Mas eu acho o clipe de True Colors muito mailoko, já que é praticamente uma pintura surrealista. Sério, a primeira vez que eu vi, já era uma pessoa de certa cultura, e fiquei imaginando o Salvador Dalí saindo dali [Nossa, que piada horrível]. E a música, apesar do vocal com alguma coisa que me incomoda, não é um hino pop. Tudo bem que é um hino gay, mas isso veio depois. Mas o melhor é o cabelo da Cyndi, que não mexe nem na marretada, me lembrando das clássicas piadas com capacete no Sai de Baixo. continue lendo »
Tava eu, na casa da minha mãe, já que é mais fácil ir no sábado de aleluia do que na sexta feira da paixão E no domingo de páscoa, quando eu vejo uma propaganda ou sei lá o que na TV a cabo, que mostra o Supla e o irmão dele, o cara que casou com a Maria PaulaJoão Suplicy, que basicamente gravam um programa pra viajar por ae, igual a maioria das pessoas “famosas”. Mas enfim, o que importa é que, na propaganda, aparecia o Brothers of Brazil num clipe, e nesse clipe eles eram vampiros. Eu fui atrás e descobri que a música é Domingo de Manhã, e trago pra vocês porque a música é maneira [Era pra ser uma música romântica, inclusive], e o clipe também é bacana. Os efeitos especiais conseguem ser não muito toscos, inclusive. continue lendo »
Se não fosse a BUlly, eu nunca teria ouvido falar de Metronomy. E apesar da fonte ser um indicativo de que eu não ia morrer de amores pela coisa toda, o clipe de The Look é maneirinho. Tem umas gaivotas de stop-motion retardadas que valem a pena. Eu só acho que botaram cenas demais da banda tocando. Exceto a baterista, eu assistiria um clipe só dela tocando. Sabe como é, eu si amarro numa alemoa. Mas se fossem só as gaivotas já estaria de bom tamanho. continue lendo »
Eu não sou muito chegado em milho [A banda, não o vegetal], mas o clipe de Freak on a Leash é razoável, a música também é suficiente, então tá bom pra vocês. Tudo bem que, apesar do começo promissor com o desenho querendo mostrar alguma coisa, o Korn apareça mais do que eu gostaria. O que importa é que o mindblow que o guardinha tem no fim das contas. E os efeitos visuais são ótimos, pra um clipe de baixo orçamento do final da década de 90. continue lendo »