Produtora independente do Brasil faz filmes sobre Grand Theft Auto

Nerd-O-Matic quinta-feira, 13 de setembro de 2007 – 3 comentários

A El Burro é uma produtora independente que ficou conhecida no mundo online depois da produção de um curta-metragem chamado “GTA contra Scarface: Tommy Vercetti vs Tony Montana” que conta a história de uma treta durante uma negociata de drogras nos EUA, onde alguma coisa dá errado e Tommy Vercetti é quase morto pela policia. Com sede de vingança vai atrás do manda-chuva de Miami, Tony Montana, que defende seu império com unhas, dentes, sangue e muito chumbo grosso.

Depois de diversas visualizações do filme no Youtube, a El Burro começa a trabalhar em uma nova produção que contará a história da famíglia “Leone” de famoso game GTA San Andreas.

Sinopse: Na primavera de 1994 a família Leone domina as ruas de Portland Liberty City, Toni Cipriani está de volta à cidade após passar 5 anos na cadeia, e se surpreende ao ver ás novas caras na família Leone. Assim como seu pai, Antonio Cipriani, Toni é um mafioso a moda antiga e não confia em estranhos na família, mas os problemas da família Leone começam quando Sony Forelli resolve voltar de Vicy City e tomar o poder nas ruas de Portland, começando por eliminar o chefão da família Leone, mas não será tão fácil pois Toni Cipriani está disposto a honrar o verdadeiro juramento da máfia e defender sua família custe o que custar, uma historia de traições, amor e muita violência. Conheçam a verdadeira historia da máfia de Liberty City.

Fiquem ligados dia 30 de setembro para a grande estréia!

Leo prosopopeio Cardoso – prosopopeio@hotmail.com

Fast-food Reviews 008: Playstation Portable

Games segunda-feira, 10 de setembro de 2007 – 2 comentários

Não sabe como funcionam essas reviews? Veja a introdução aqui.

Semana devagar no PSP. Vamos resgatar jogos de outras semanas.

Riviera: The Promised Land

Não é á toa que o PSP está ficando com fama de plataforma de jogos velhos. Agora tão fazendo port até de jogo do Game Boy Advance pra ele.

Riviera não é um jogo ruim. Só é voltado para um nicho muito específico de jogadores: os que gostam de jogos chatos. Não estou fazendo piada. Riviera tem um ritmo muito lento e sai do estilo qualquer outro jogo de RPG ou Estratégia que você conhece. Já vimos isso acontecer antes, com Valkyrie Profile. Só que no caso de Riviera o resultado final nem chega perto.

Carregado de menus contextuais, batalhas em turnos e muito, mas muito diálogo, Riviera é para quem gosta de jogos onde não acontece nada na maior parte do tempo. Jogo pra ler. Até parece um livro em forma de jogo. Nesses termos, Riviera até cumpre o que propõe, pois a história é original e os gráficos são bonitos e diferentes, em comparação com o que vemos no PSP usualmente.

Julgamento final: Jogo para pouquíssimos jogadores. Se estiver na dúvida, melhor não tentar.

PaRappa the Rapper

Outro remake. Crássico total do Playstation 1. É por cause desse tipo de remake que a gente não pode reclamar muito de ficarem relançando jogos para o PSP.

Se você não conhece PaRappa the Rapper, vá lá jogar e nem leia isso aqui. É um jogo de ritmo, desses que você aperta o botão nas horas certas, de acordo com a música. Como Dance Dance Revolution, só que muito melhor.

Foi um dos poucos jogos desse estilo que manteve minha atenção e me fez jogar até o final. O enredo singelo, mas totalmente original e as músicas extremamente criativas são responsáveis pelo sucesso do joguinho. Impossível não balançar a cabeça.

Os controles ficaram bons no PSP, não atrapalham a jogabilidade. O som e os vídeos está ótimos. Vale a pena jogar com o fone de ouvido. No naipe de Gitaroo Man. O único problema do jogo é que é curto demais, e olha que eu normalmente não sou de reclamar disso. Deve ser o jogo mais curto do PSP. Mas vale cada minuto.

Julgamento final: Jogue. É diversão até para quem não gosta de jogos de ritmo.

Tom Clancy’s Ghost Recon Advanced Warfighter 2

Eu não sei o que vocês pensam, mas eu sempre fico com o pé atrás quando vejo um jogo da franquia Tom Clancy fora dos PC’s. E definitivamente só vi merda quando levam os jogos para os portáteis.

No mês retrasado já fomos “agraciados” com a bomba Rainbow Six Vegas: um dos jogos mais chatos e sem emoção do portátil. Advanced Warfighter 2 segue pelo mesmo caminho.

O jogo funciona, e até que bem, no PSP. Mas isso só se aplica aos controles e gráficos. O problema é que o Advanced Warfighter original é um jogo que foca no trabalho em equipe, em dar ordens para seus companheiros e controlar todo o seu time de “Ghosts” de forma coordenada. E na versão do PSP não tem nada disso; você só sai atirando em tudo que passar pela sua frente. Não tem tática nem estratégia nenhuma envolvidas no cumprimento das missões. Sem falar que os inimigos são uns idiotas completos.

Ainda bem que já vai sair o Syphon Filter: Logan’s Shadow.

Julgamento final: Dê uma olhada. Só pra dar uns tiros, matar umas coisas e pra ver como não basta apresentar ótimos gráficos e controles para que um jogo seja considerado bom.

Veja também o nosso arquivo de Fast-food reviews!

PSP: 1 2 3

NDS: 1 2 3 4

Fast-food Reviews 007: Nintendo DS

Games sábado, 08 de setembro de 2007 – 3 comentários

Não sabe como funcionam essas reviews? Veja a introdução aqui

Open Warfare 2 chega pra apagar a má impressão deixada pelo jogo do ano passado. Praticamente tudo foi refeito e melhorado, incluindo os gráficos e as músicas, resultando em uma ótima opção de jogo multiplayer no DS. Pra jogar em grupo, fico na dúvida entre esse jogo e Mario Kart.

Mas a surpresa desse ano fica por conta da campanha single-player, que recebeu atenção especial dos desenvolvedores. Foi dividida em três modos: campaign, puzzle e laboratory. Os dois primeiros você consegue deduzir o que são só pelo nome. Ok. Mas é o modo Laboratory que inova o jogo, pois junta coisas típicas de Worms com recursos que só o DS tem. Por exemplo, um dos modos de jogo do Laboratory coloca sua minhoca com apenas um pára-quedas, pra atravessar uma série de precipícios minados flutuando, até o objetivo final. O toque especial vem pelo fato de você poder assoprar no microfone, dando mais impulso ao pára-quedas. A sensibilidade do microfone ficou muito bem-ajustada, tornando o mini-game extremamente desafiante e divertido.

É bom ver que ainda dá pra fazer coisas novas com uma franquia tão antiga como Worms. E o melhor é que também dá pra se divertir sozinho, com as opções do single-player.

Julgamento final: Bom… é Worms. Se você gosta, vai querer jogar mais sempre. Se ainda não conhece, então pegue mesmo. São grandes as chances de gostar.

Tiger Woods PGA Tour 2008

Nova versão do joguim de golfe. Ninguém nunca espera grande coisa da EA e de suas franquias caça-níqueis. Todo ano eles pegam a mesma fórmula básica, mudam algumas coisas e lançam o mesmo jogo trocando o ano no final. ás vezes sai um jogo melhor e ás vezes pior.

Nesse ano demos sorte; embora o jogo não apresente grandes melhoras gráficas, pelo menos a EA acertou na mudança do sistema de tacadas. Agora elas são completamente baseadas em movimentos desenhados na tela com a canetinha. Parece esquisito no começo, mas ficou MUITO mais fácil de controlar, mais preciso e parece mais natural também. O mais próximo de uma tacada de golfe que pode ser executado no DS.

Algumas opções de customização foram adicionadas, pra você montar seu personagem, mas é tudo muito rudimentar pra influir na diversão. E nem adianta culpar a capacidade gráfica do DS, pois a EA podia ter se esforçado mais para que os bonequinhos tivessem pelo menos um ROSTO identificável, ao invés de uma massa de pixels rosada.

Mas tudo bem, a jogabilidade compensa. Sem falar na alegria que é jogar golfe com duas telas ao mesmo: você sempre tem uma visão do buraco e do mapa completo, o que é muito útil para dirigir as tacadas. Ponto pra você, EA. Mas se esforce mais, a gente sabe que você pode fazer melhor.

Julgamento final: O melhor jogo de golfe do DS. Se você não entende de golfe ou nunca jogou nenhum dos Tiger Woods PGA Tour, melhor tentar outra coisa.

Luminous Arc

Luminous Arc é… interessante. Mas definitivamente não empolga.

É um jogo de RPG/Tático, na linha de Final Fantasy Tactics. A história até que é legal, tendo bons diálogos e momentos engraçados. Os personagens também são interessantes e possuem profundidade. Só isso já garante metade da qualidade necessária para qualquer RPG.

Mas o jogo é deficiente e com poucas opções na outra metade que interessa: as batalhas. Mapas pouco inspirados, e até feios em alguns casos. O sistema de batalha é simplificado demais para o meu gosto, a não ser que se torne mais complexo depois, mas não vou ficar jogando até descobrir. Tenho outros jogos mais legais pra jogar.

Não me emocionou. Fiquei sabendo que a desenvolvedora já está anunciando Luminous Arc 2. Vou dar uma segunda chance quando sair a continuação, então. Considero esse primeiro um “treino”, pra ver se o jogo funciona no DS.

Julgamento final: Quebra o galho pra quem tá na seca por um RPG tático. Se você tem um PSP, prefira Joanne D’Arc. Ou espere por Final Fantasy Tactics A2, do NDS.

Mais um trailer de Resident Evil: Extinction.

Games sexta-feira, 07 de setembro de 2007 – 4 comentários

Todo mundo adora xingar os filmes de Resident Evil. Eu não. Eu acho que todos os jogos da série são absolutamente trash, e que os filmes captam com maestria o espírito dos jogos.

Com isso em mente, sempre consigo assistir a qualquer filme baseado em jogo e me divertir pacas. A não ser no caso de Alone In The Dark; deusdocéu, que filme horrível.

Mas então, fique aí com mais um trailer de Resident Evil: Extinction, o terceiro da série.

Clica na figura pra abrir o trailer em outra página

Então vamos ver: futuro apocalíptico, isolados em um deserto, Milla Jovovich, Ali Larter e um monte de zumbis. Não tem como dar errado. Ou tem?

Fast-food Reviews 006: Playstation Portable

Games domingo, 02 de setembro de 2007 – 2 comentários

Não sabe como funcionam essas reviews? Veja a introdução aqui.

Monster Hunter Freedom 2

Corre maluco, olha o passarinho.

Bom, se você era fã do primeiro Monster Hunter, nem precisou ler review nenhuma antes de pegar o jogo. Monster Hunter 2 é exatamente a mesma coisa que o primeiro só que maior: com pelo menos o dobro de mapas, caçadas, animais, armaduras, armas, etc.

Pra quem não conhece o jogo, pode estranhar de início, pois tem muita coisa pra aprender antes de entrar no “filé mignon”. Mas felizmente os tutoriais foram implantados de forma bem segmentada, o que significa que você pode começar fazendo um tutorialzinho básico, aprender a usar um dos vários tipos de arma, e já partir pra campanha principal. Depois, quando você apanhar feito um condenado, volta pro tutorial pra aprender a lidar com outras armas e descobrir novas formas de tocar o jogo adiante. É isso ou ficar eternamente fazendo as hunts de ir buscar plantinha no topo da montanha. E as armas são tão variadas e diferentes que vale a pena conhecer todas.

Monster Hunter 2 ficou muito bom em termos de gráficos, com cenários bem variados depois que você sai do primeiro, as montanhas nevadas. Parece mesmo que você está sozinho em uma caçada. A jogabilidade também está muito boa, considerando-se o número de ações que seu personagem pode desempenhar. Eu tive problemas com a câmera, no início, mas é questão de costume e de aprender a dar um toque rápido no L, pra ajustar a câmera. Nada que ferre com o jogo todo.

Julgamento final: Gostou do primeiro? Vai fundo. Não conhece o primeiro? Jogue esse então.

Dead Head Fred

Eu não canso de ver zumbis em jogos. Sempre é bom.

Momento bom no PSP. Depois de Jeanne D’Arc, temos Dead Head Fred como mais um jogo original e surpreendente. É bom ver jogos NOVOS saindo pro PSP, ao invés da maré de remakes (Final Fantasys) e continuações da Eletronic Arts (Madden, Fifa, etc.)

A história do jogo é excepcional: não vou contar, lógico, mas me lembra os melhores momentos de Grim Fandango (o jogo) e Família Addams (o filme). O jogo tem uma estética própria, com cenários bizarros que seguem a linha do enredo. Só pela originalidade já valeria a pena.

A melhor coisa de Dead Head Fred é que o persongem principal está morto. Ele é tipo um Frankestein que foi recussitado, sendo que você pode trocar a cabeça do personagem a qualquer momento. Cada cabeça muda completamente o esquema de controle do personagem, com habilidades, ataques e poderes diferentes. Muito nostálgico. Acho que não via essa idéia desde Kid Chameleon (Mega Drive). Mas ficou BOM, mano. É divertido, é como jogar com vários personagens ao mesmo tempo. Por exemplo, uma das cabeças é de um zumbi que pode sugar líquidos á sua volta. Aí você suga combustível, passa perto de uma lareira e sai cuspindo fogo pelo cenário. Espetacular. Nunca me canso das variações de lança-chamas nos jogos.

Julgamento final: Você pode até não gostar, mas pelo menos é um jogo NOVO no PSP. Experimente. Ou você vai gostar de cara ou vai largar em 15 minutos.

Dragoneer’s Aria

Fetid Grass? “Fétido” é esse jogo.

Outro RPG genérico. Tão me zoando, não é possível.

O que vou falar? Personagens rasos, história frouxa, sistema de combate lerdo, sistema de avanço dos personagens pentelho…

Produtoras e desenvolvedoras de jogos: chega, ok? Parem de zoar a gente.

Julgamento final: Deixa pra lá, cara. Vai terminar Final Fantasy VII de novo, ou algo assim.

Fragdolls – Gostosas nos games.

Games sábado, 01 de setembro de 2007 – 18 comentários

Achou que eu ia falar de Lara Croft, Cammy, Chun Li, e outras gostosas virtuais que só existem no mundo dos games, né? Errou mano. Delas eu só vou botar figuras.

Pronto.

Na verdade quero falar das Fragdolls, uma das melhores jogadas de marketing dos últimos tempos.

Em um belo dia ensolorado, algum executivo da Ubisoft (Splinter Cell, Baldur’s Gate, Far Cry) acordou e pensou: puta merda, e se eu pegasse umas gostosinhas e juntasse isso com vídeo-game? Ah, Genial.

Tá bom, a idéia não foi nada original. Mas quase nenhuma idéia é. O que importa é a maneira de implementação da idéia, e nisso a Ubisoft mandou bem. Em 2004, achou um grupo de minas que REALMENTE sabem jogar, e botou elas pra aparecer mundo afora, nos mais diversos encontros de jogos, campeonatos e lançamentos de paradas eletrônicas. Deu tão certo que hoje existe um grupo americano, um de inglesas e outro de francesas, para nosso deleite vídeo-gamístico.

 

Grupo americano das Fragdolls

Aí você diz “ah mas, são só umas modelos aí que botam pra fazer papel de garota-propaganda”. Nem são. Elas são jogadoras como eu e você (mais bonitas e com peitos, ok), é isso que faz a diferença. Quer dizer, elas devem jogar até melhor que eu, pois no final de 2006 o grupo americano ficou em primeiro lugar no Rainbow Six: Vegas tournament da Cyberathlete Professional League. Além disso, eu dei uma lida no blog das minas, e elas manjam mesmo do babado. Ainda bem, AINDA BEM meudeus, que o perfil dos jogadores de vídeo-game está mudando.

E, na boa, você até pode achar que é só jogada de marketing, mas eu te GARANTO que é melhor que as pessoas pensem nelas quando pensam em vídeo-game do que pensar nisso:

Medo.

Fast-food Reviews 005: Nintendo DS

Games quinta-feira, 30 de agosto de 2007 – 1 comentário

Não sabe como funcionam essas reviews? Veja a introdução aqui.

Semana fraca de lançamentos pro DS. Vamos ver uns joguinhos de outras semanas, ok?

 

The Settlers

Olha o zoom na tela de cima. Que horror.

The Settlers é o remake de um dos clássicos de estratégia pra PC. Foi lançado originalmente em 1994, e confesso pra vocês que é um dos poucos jogos pra obsessivos que eu não joguei no PC. Mas ouvi falar tanto, né? Então, vamos jogar o do DS. Deve ser bom e tals…

Cara, que frustração.

Em primeiro lugar, o jogo é horrível: os caras não melhoraram um pixel da versão original, pelo que pude ver conferindo com screenshots do jogo no PC. Já acho isso uma baita calhordice. Buniteza não faz o jogo ser bom ou ruim, como sempre digo, mas nesse caso é importante, já que jogos de estratégia se baseiam muito no que você consegue ou não ver na tela. Os menus e comandos são espetacularmente ruins, não respondem ao toque da canetinha, são pequenos demais e confusos. Porra, nem pra dar uma garibada nos menus? Custava botar um tutorial pra quem nunca jogou? É muito difícil fazer menus com barras de rolagem, pra não ficar congestionando a tela com 327 informações ao mesmo tempo?

Mas eu insisti. Eu sou da época de Dune II, porra! Eu joguei Civilization I, mano! Então, fui jogando, com muito esforço. E o jogo é… chato pra caralho. Não tenho outras palavras para descrever. É simplesmente um ritmo e estilo de jogo que não combinam com o DS. Eu juro pra vocês que tentei.

Julgamento final: Tente, se você for fã do original e já souber como jogar. Altamente contra-indicado pra quem nunca viu The Settlers antes.

 

Nervous Brickdown

As duas fotos são do mesmo jogo, pode crer.

Já citei esse joguinho aqui pelo site, é um daqueles jogos que só poderia ser feito no DS mesmo. á primeira vista, e também á primeira jogada, parece mais um clone de Arkanoid. O mesmo esquema de bolinha que bate na plataforma e fica rebatendo pelo cenário, quebrando tijolinhos.

Mas não se engane. Rapidamente as primeiras fases ficam pra trás, e as coisas começam a ficar bizarras. A plataforma vai se transformando em coisas diferentes nas outras fases, sendo que em uma delas você até mesmo desenha a sua própria plataforma com a canetinha. O jogo também propõe umas idéias diferentes no gênero, como cenário dinâmico, em que você vai avançando tela acima; chega a parecer um “jogo de nave” em algumas fases. Nervous Brickdown é meio curto, mas ele te surpreende a cada mudança de fase, sempre propondo alguma coisa nova, mostrando tudo que dá pra fazer com a idéia de rebater uma bolinha pelo cenário. Você pode até mesmo influenciar a trajetória da bolinha assoprando no microfone do DS! Criativo. Só jogando mesmo pra entender como é legal.

Pra completar, o jogo é bonito, possui músicas e efeitos muito originais e um estilo que chama a atenção. A navegação pelos menus é muito simples e agradável, perfeito pra uma jogadinha rápida quando você tem 15 minutos sobrando. O estilo e design geral me lembraram Meteos, outro espetacular e viciante jogo do DS.

Julgamento final: Indicadíssimo pra qualquer um. Fácil de aprender e muito satisfatório.

 

Sim City DS

Eu me esforcei muito pra gostar de você, Sim City DS.

Vocês também eram viciados em Sim City? Eu jogava no Super Nintendo e, cara, era horrível. Eu tinha que deixar o Super Nintendo ligado de noite e ir dormir, enquanto a cidade ia se desenvolvendo e acumulando dinheiro. Eu já cheguei a esse ponto. E nem conto quantas horas já foram gastas com Sim City 4, no PC

Foi com grande expectativa que me atirei ao Sim City DS, portanto. Porra, uma chance de carregar minha cidade no bolso! Irresistível.

Comecei a jogar muito empolgado. Gráficos legais, menus muito eficientes e intuitivos, montes de informação disponíveis sobre a sua cidade. Os presentes estão lá, a casa do prefeito, os desastres naturais, as usinas de energia, os aterros de lixo. Tudo que você espera de um Sim City os caras conseguiram enfiar no portátil.

Mas, é com tristeza que informo a vocês que não deu bons resultados. Vejam bem, o jogo é bem-feito, não é um remake manco como o The Settlers. É perfeitamente jogável e com um bom ritmo de avanço. O problema é que é mais um jogo que não dá certo no DS. O tempo todo você fica sentindo que “falta espaço”, manja? Não tem aquela sensação de construir uma megalópolis, povoada por milhões de pessoas e cheia de coisas pra você gerenciar. ISSO que sempre me atraiu em Sim City.

As coisas ficaram muito facilitadas na versão do DS, e aos poucos você vai descobrindo as adaptações que precisaram ser feitas pra fazer o jogo funcionar no portátil; conforme sua cidade cresce, por exemplo, você vai vendo que as construções e modelos dos edifícios e casas são todas iguais. A falta de variedade vira um problema quando a sua cidade começa a ficar grande, porque você não tem pontos de referência pra saber onde está. É tudo igual sempre. A telinha pequena do DS também prejudica o deslocamento pelo mapa, porque nunca é possível mostrar muita coisa ao mesmo tempo. E só tem dois níveis de zoom, nenhum deles muito bom. Tem outros problemas também, que nem vou enumerar pra você não ficar mais frustrado.

Uma pena. Nem dá pra culpar os desenvolvedores. Eu acho que simplesmente o hardware do DS não dá conta desse tipo de jogo.

Julgamento final: Eu sei que não adianta eu dizer pra você não jogar: você vai querer jogar só pra ver como ficou, você não acredita em mim. Mas depois volte aqui pra ler isso:

“VIU? Eu te disse que era meia-boca!!.”

Solid Snake vai morrer!!!

Games quinta-feira, 30 de agosto de 2007 – 6 comentários

Quem matará Solid Snake? Os Russos? Os Japoneses? Os Coreanos? Osama Bin Laden? George Bush? James Bond?

Tudo ainda é um grande mistério, mas, segundo Hideo Kojima – o gênio criador de MGS – na quarta saga da série de espionagem que fez uma legião de fãs por todo o mundo, o astro principal não sairá vivo.

Em uma recente entrevista, Hideo kojima revelou que nunca pensou em fazer uma sequência para o primeiro Metal Gear Solid (aquele mesmo do PSOne), entretanto o sucesso foi tão grande e os pedidos foram tantos que a saga teve dois títulos para o Playstation 2 e terá mais um para o Playstation 3. Além de algumas aparições no PSP, que não tiveram tanto sucesso.

Mas, infelizmente, o diretor-produtor-realizador sairá da equipe de produção da série após o Metal Gear Solid 4 e, em sua saída, levará também seu personagem principal. Que forma mais chocante e inesperada de acabar com um clássico, não é? Quem sabe… a Konami ainda não se pronunciou sobre a possibilidade de continuação de Metal Gear Solid sem Kojima e sem Solid Snake, mas, tudo pode acontecer.

Metal Gear Solid: Guns Of The Patriots será um jogo com resolução de 1080p e preencherá um disco blu-ray com diversos novos personagens e o regresso de quase todos os que já apareceram na série, mesmo que de relance. “Por isso, por favor, fiquem atentos” nas palavras do criador.

Há diversos trailers do game, que vão desvendando um pouco do mistério sobre a trama de MGS4. Recentemente um novo vídeo foi apresentado na feira alemã de Leipzig, Games Convention, mostrando as habilidades do novo Raiden, um dos mais importantes personagens de Guns of The Patriots. É só procurar no YouTube, lá tem de tudo.

É isso: Kojima diz que Snake vai morrer. Eu acredito. E será em grande estilo, em um jogo sensacional, com gráficos poderosíssimos, sonoridade incrível, a ação tática característica, realismo fantástico, um enredo de deixar no chinelo grandes filmes de Hollywood e isso tudo no hardware do Playstation 3, a maior plataforma de entretenimento da história. E você vai perder? Só se tiver o coração de pedra, igual ao do Kojima… Que vai matar o meu Herói. hahahahahaha

Ah sim! O lançamento só será feito em 2008, é bom esperar.

Leo prosopopeio Cardoso – prosopopeio@hotmail.com

Agosto de 2007 em GAMES

Games quinta-feira, 30 de agosto de 2007 – 0 comentários

Você já começou lendo sobre Metal Gear Solid 4 – Guns of the Patriots, aqui. Mas se seu negócio é polêmica, aqui você leu sobre Manhunt 2 e toda a polêmica gerada pela censura, que foi resolvida aqui. Mas se você prefere música, aqui e aqui você viu as novidades sobre o Guitar Hero III. Ou não? Então, você gostou mais de ter visto aqui você viu a lista de skatistas que estarão no Tony Hawk’s Proving Ground.

Pra quem gosta de reviews, começou aqui uma série de reviews chamadas Fast Food Reviews. Aqui e aqui você viu reviews de jogos do Nintendo DS, e aqui e aqui, do PSP. Aliás, teve até boatos sobre o Wii, tudo aqui. Mas se você nem liga pro Wii e tá afim mesmo de um PS3, aqui a gente viu o melhor pra você. E outra matéria bacana foi sobre The Sims 2 e a sua possibilidade de gravar vídeos, bem aqui. Uma beleza.

A estréia do quadro Conta-Gotas contou com uma série de 10 textos sobre a evolução dos games, com a seguinte pergunta: Por que velho não joga? Saiba aqui.

A coluna começou com um texto emocionante sobre o fantástico mundo dos games, aqui. Depois, um resumão sobre os três games da nova geração, incluindo o famoso problema chamado Red Ring Of Death, aqui. Aí veio uma bela teoria sobre jogos de continue, aqui, finalizando com um projeto de lei que prevê redução de impostos sobre games no Brasil, aqui.

O polêmico Manhunt 2, enfim, vai sair.

Enfim, continua por aqui pra gente ver o que vai rolar no mês que vem.

Manhunt 2 – Pelo menos vai sair.

Nerd-O-Matic sábado, 25 de agosto de 2007 – 4 comentários

Vocês lembram daquele post sobre Manhunt 2, né? Onde eu abordava a decisão absolutamente ridícula e absurda dos orgãos reguladores de praticar CENSURA PRÉVIA contra Manhunt 2.

 

Manhunt: Construindo o caráter de nossas crianças.

Não importa se o jogo é ruim, chato, violento, repetitivo, sanguinário, sem sentido, feio, bobo ao quadrado então você é bobo ao infinito. O que interessa é que nenhum jogo pode sofrer censura prévia, mano. VOCÊ, jogador, é quem tem que decidir o que é bom pra você ou não. NINGUÉM pode decidir no seu lugar, e censura prévia é uma forma de impedir que você decida.

Enfim, seguindo com os mais novos acontecimentos, então.

A Rockstar esperneou em alguns órgãos reguladores, defendeu o joguim na imprensa, ganhou visibilidade e publicidade e, finalmente, decidiu dar uma aliviada nas partes mais nervosas de Manhunt 2, pra ver se as senhoras virgens finalmente aprovavam o conteúdo do jogo. Aí já sabem né? O jogo que era assim:

Vai ficar assim:

Lógico que isso é apenas a minha previsão. Mas deve ser mais ou menos por aí que as modificações seguiram. Manhunt 2 vai sair com a classificação M (Mature), o que significa que estará disponível no PSP, PS2 e Wii, como previsto originalmente. Lançamento previsto para fim de Outubro.

Bando de TANGA. Esse tipo de coisa me faz sentir vergonha de ser jogador.

Fonte: aqui.

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