Superman: Entre a Foice e o Martelo (DC Comics)

HQs segunda-feira, 21 de janeiro de 2013 – 3 comentários

Na história não existe “se”, é o que dizem os historiadores. O que aconteceu, aconteceu e é desperdício tentar imaginar como seria se um detalhe ou dois fossem diferentes. Bem, pode até ser, mas a verdade é que é divertido pegar uma história consagrada e pensar nas conseqüencias de uma pequena ou uma grande mudança. E se? E se Hitler tivesse mesmo sido assassinado na Operação Valquíria? E se a crise dos mísseis de Cuba tivesse virado uma guerra nuclear em 1962? E se Stalislav Petrov não tivesse impedido outra possibilidade de apocalipse nuclear em 1983? E se a Confederação tivesse ganho a Guerra Civil Americana?

E se o Superman não fosse americano? continue lendo »

Continuando: Kino, o rock soviético e outras histórias

Música sexta-feira, 28 de janeiro de 2011 – 9 comentários

No texto passado falei sobre os problemas que envolviam ouvir rock na União Soviética. Agora vou além – falarei de como era também ter uma banda lá. Infelizmente, eu preciso deixar um aviso aqui no começo do texto: Se você tem a mente pequena, se não consegue compreender que o mundo NÃO é só aquilo que lhe familiar, se não consegue ver além da nossa cultura, língua e cotidiano, então não leia esse texto. Agora, quem quiser continuar conhecendo coisas novas, continuando o texto anterior, vamos lá. continue lendo »

O rock and roll na União Soviética

Música sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 – 8 comentários

O rock and roll surgiu nos Estados Unidos nos anos 50. Certo, eu sei que vocês sabem disso. Né? É. Mas o rock se espalhou pelo mundo. Veio parar aqui em Terra Brazilis, inclusive. Nos anos 60, o Brasil era um país-papagaio em termos roqueiros: Os americanos arrotavam um hit, ele ganhava versão brasileira – e nem era da Álamo. Tomem como exemplo a música Rosegarden, da cantora Lynn Anderson. Aqui fizeram uma versão (Boa até), interpretada pelo The Fevers. Sabem, aquela assim “…eu não te prometi um mar de rosas…”. Na verdade, nem era só com os americanos. Na época da invasão britânica, o Robertão tava a cara do John Lennon, imaginem. Renato e Seus Blue Caps fizeram uma versão de uma música dos Beatles, chamada Ana. Quiserem ver, podem procurar. continue lendo »

O Cinema Experimental Soviético: Defensores da Montagem

Clássico é Clássico segunda-feira, 06 de julho de 2009 – 6 comentários

Nas últimas duas colunas falei um pouco sobre dois importantíssimos movimentos cinematográficos da década de 20: o expressionismo alemão e o cinema americano de Keaton e Chaplin. E se esses movimentos são a prova viva de que filmes mudos podem, sim, serem vistos como entretenimento nos dia de hoje, os soviéticos vão justamente pela corrente contrária. Grande parte de seus filmes mais marcantes são, na verdade, ensaios e experimentos quanto a linguagem cinematográfica, sem se preocupar com roteiro ou atuações. Mas isso não é regra. E ainda sim, a importância que códigos nomes como Sergei Eisenstein, Dziga Vertov, Lev Kuleshov e Vsevolod Pudovkin tiveram para a constituição do cinema moderno foi tanta que não dá pra imaginar como tudo seria hoje sem eles. Basta dizer que eles foram as mentes por trás do processo de montagem. continue lendo »

Influência

Nona Arte quarta-feira, 18 de março de 2009 – 0 comentários

Eles voam/se teleportam, têm força extraordinária, inteligência descomunal, habilidades (supostamente) invencíveis, poderes fantásticos e… não são NADA.

Sim, estou falando dos heróis. Sim, estou falando que eles não possuem a influência que deveriam. Talvez eu esteja muito mal-humorado ultimamente para escrever sobre qualquer coisa. Não, isso não foi um desabafo. continue lendo »

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