Kveikur (Sigur Rós)

Música quarta-feira, 12 de junho de 2013 – 0 comentários

Depois de um hiato de três anos, o grupo Sigur Rós ressuscitou e voltou a ativa lançando Valtari no ano passado. Mas o disco não empolgou. Era uma coleção de hinos, músicas que se alastravam pelo ambiente, vagamente náuticas e orgânicas, mas sutis e contidas demais. Foi imensamente diferente do seus antecessores. Na época de seu lançamento, os integrantes falaram dos planos para gravar ainda mais depois de Valtari e lançar material novo no ano seguinte. Se isso realmente acontecesse, seria uma boa surpresa, pois a banda é conhecida pela sua propensão para a escrita e composição em processos lentos e horários esporádicos. Entretanto, no final de 2012, o baixista Georg Hólm confirmou que, de fato, havia um novo álbum sendo gravado. Um “anti-Valtari“, como ele chamou o disco. E então, surgiu Kveikur. continue lendo »

Sigur Rós

Música quarta-feira, 22 de junho de 2011 – 2 comentários

Em meados de 1994, na cidade de Reykjavík, Islândia, três amiguinhos resolveram pegar suas mesadas e gravar uma demo num estúdio tosco, e depois tentar lançar as músicas numa compilação de novos talentos. Poderia ser a história de qualquer banda, até da minha ou da sua, mas essa é a história do Sigur Rós. O nome, em islandês, significa rosa da vitória, e pronuncia-se si ur rous.

 Ele pensa que arco de cello é paleta…

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Hardcore Will Never Die, But You Will (Mogwai)

Música quarta-feira, 15 de junho de 2011 – 1 comentário

Hardcore Will Never Die, But You Will, sétimo disco do fodástico grupo instrumental escocês Mogwai, foi lançado a algum tempo, mas só agora vem chamando a atenção. Mogwai é o tipo de banda post-rock instrumental que, diferente das que fazem um som parecido com o deles (Como Sigur Rós, Mono, God is an Astrounaut e Godspeed You! Black Emperor), aposta para o lado divertido da coisa, colocando nomes curiosos nas faixas e no título do álbum.

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Post-rock

Música segunda-feira, 07 de fevereiro de 2011 – 4 comentários

O negócio começou oficialmente em 1994, quando o mestre Simon Reynolds cunhou o termo post-rock na resenha do primeiro disco do Bark Psychosis, Hex, dizendo:

Música que utiliza instrumentação rock para propósitos além, utilizando guitarras como multiplicadores de timbres e texturas ao invés de riffs e power chords.

Dentre as influências do gênero, estão o rock progressivo, o drone, o kraut, a música clássica, a música ambiente, e o minimalismo eletrônico de nomes como John Murphy, Steve Reich e Brian Eno. continue lendo »

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