A leitura digital e a morte do papel

Livros terça-feira, 23 de janeiro de 2018 – 0 comentários

Já tem coisa de uma semana que eu tenho me questionado bastante acerca dos meus hábitos de leitura, mais especificamente em como, quando e onde eu leio. Os temas e preferências continuam os mesmos de sempre, variando desde artigos científicos e descobertas recentes até memes e literatura infantojuvenil (Fazia tempo que cê não escutava essa expressão, não é?), mas de uns anos pra cá a logística da minha leitura mudou muito… Em outras palavras, eu leio muitos poucos livros.

 Todas as imagens aqui serão stock porque foto de livro é redundante.

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Sobre o problema de emprestar livros

Livros segunda-feira, 19 de março de 2012 – 6 comentários

Eu, assim como vocês, queridos leitores, tenho uma estante em meu quarto recheada de livros que passaram pela minha vida e que eu decidi guardar. Sabe como é, as vezes queremos relê-los. E, assim como todo mundo, também já cometi o erro crasso de querer emprestar para que algum amigo sentisse as sensações que senti quando o lia. Livros como Cartas na Rua, de Charles Bukowski; Crimes na Rua Morgue, de Edgar Allan Poe; Porno, de Irvine Welsh; Clube da Luta, de Chuck Phalaniuk e 1984, de Geroge Orwell, que me transportaram para lugares distantes e fantásticos, vidas que nunca vivi ou viverei, em algumas das melhores viagens que já fiz sem sair da minha casa. Infelizmente, já julguei que seriam livros ideais para serem emprestados à amigos meus, como o fiz com Pé na Estrada, de Jack Kerouac, emprestado a 5 anos a um amigo, que imaginei ainda não ter sido contagiado pelo vício da literatura. É, tudo isso parece muito bonito, se não fosse por um detalhe: Esses livros nunca mais retornaram à minha estante, e eu sequer sei se eles foram apreciados e se o objetivo foi cumprido. Aprendi com isso uma coisa: Só empreste aquilo com que puder presentear.

 Larga!

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Os e-books já chegaram

Analfabetismo Funcional terça-feira, 20 de julho de 2010 – 3 comentários
 Vilão ou objeto de desejo?

Já superamos (espero) a fase de proclamar o amor ao cheiro do papel, ao tato, ao prazer de tirar um livro de uma prateleira e lê-lo deitado numa rede, ou ir a uma livraria e deliciar-se com essa experiência sensorial, diante da iminente invasão dos e-books. Encaremos a realidade: Os livros digitais chegaram para ficar. Sinceramente, não acredito que os livros – que agora passam a ser chamados de “livros tradicionais” – estejam fadados a virarem objetos exibidos em museus para as gerações futuras, mas é inegável que vão perder algum espaço. Anyway, o que quero dizer é que estou sendo realista e esse texto visa tão-somente avaliar/informar como está se dando a introdução dos livros digitais no mercado brasileiro. continue lendo »

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